Meu vício em engolir esperma é um problema - mulher apaixonada vira objeto de brincadeiras com porra

Fiquei um tempo sem escrever porque desanima de não ter comentários de vocês, mas vou tentar novamente (me sobrou um tempo e estou gostando disso... rsrs).
Depois que ficamos algumas vezes juntos, o Claudio me pediu em namoro. Eu havia evitado namorar devido aos meus vícios que vocês já conhecem, mas estava apaixonada e aceitei. Foi um início delicioso. A gente saía e quando voltava eu era devorada. Ele percebeu minha submissão a ele e me batia, amarrava na cama, explorava todos os meus buracos. Eu gozava e adorava quando ele fazia na boca. Quando não fazia eu lambia tudo e em várias vezes que ele gozou dentro cheguei a tirar com os dedos para lamber porra. Que vício!
Quem leu meu conto anterior sabe que ele tinha várias coisas no quarto dele. Espelhos e aparelhos de submissão, mas nunca usava comigo. Apenas as algemas e um chicotinho de vez em quando na bunda.
Uma noite, estávamos numa festa e eu já tinha bebido bastante. Estava louca por engolir uma dose de esperma. Isso acontece muito quando bebo. Ele estava conversando com uns amigos e eu chamei ele na sacada. Eu tinha um drinque na mão e pedi a ele se poderia sair comigo dali para eu mamar ele porque estava com muita vontade de engolir a porra dele.
Eu sabia que quando falava assim ele ficava maluco. Então ele disse que logo a gente ia embora e ele ia me comer. Eu falei que não queria esperar e que estava com vontade de beber o esperma dele agora. Olhei na sacada e não tinha ninguém, só nós. Então me veio uma ideia que ia mudar o nosso relacionamento:
- E se eu bater uma punheta e você gozar no meu drinque? Aí posso beber na festa e ninguém saber.
Os olhos dele mudaram. A expressão dominadora que eu já estava acostumando conhecer apareceu e me arrepiei.
- Você faria isso?
Não sei porque, mas contei a ele meu vício por esperma. Ele apenas ouviu e disse que depois eu tinha que contar melhor.
Ele olhou em volta verificando e como estava tudo seguro apenas abriu o zíper, tirou o pau para fora e ficou me olhando. Peguei ainda mole e comecei a punheta devagar com uma mão e com a outra bebia devagarinho meu drinque. Como sempre, me senti uma vagabunda, mas é isso que eu adoro.
Logo eu tinha um ferro na mão. Ele segurava meu cabelo com uma mão e apertava forte. Aquela dor e a tontura da bebida só me faziam caprichar ainda mais na punheta. Um casalzinho de jovens veio para a sacada e tirei a mão, mas ele me olhou e falou firme sem largar meu cabelo:
- Continue.
Eu olhei surpresa, mas peguei de novo e continuei a punheta. O casal parou na ponta da sacada e não falaram nada. Apenas ficaram olhando surpresos eu ali batendo aquela punheta e quando olhei para a menina, estava com os olhos vidrados no pau do meu namorado. Falei para ele que ia mamar, mas ele disse:
- Acelere que vou te dar o que quer.
Como uma boa putinha, acelerei a punheta com os olhares de tesão do casal silencioso e quando percebi que ele ia gozar, coloquei meu copo para receber o líquido precioso. Ele apertou ainda mais meu cabelo e gozou longos e fortes jatos de porra. Literalmente mijou esperma dentro do meu copo. Como o drinque era azul, dava para ver claramente a porra dentro. Ele olhou para o casal com ar de superioridade e falou:
- Abaixe e limpe.
Empurrou minha cabeça e eu suguei a cabeça direitinho. Quando levantei, olhei e o casal estava com os olhos brilhando e vi o pau do rapaz duro (confesso que fiquei com vontade de ir lá aliviar ele). Olhei para o meu homem e levei o copo para a boca cuidando para vir um pouco da porra. Coloquei na boca e abri para ele ver. Minha buceta mijava com a situação e depois de mostrar, engoli.
Voltamos para a festa e enquanto eu bebia ele conversava com os amigos e olhava eu bebendo aquele copo com um sorriso sinistro de superioridade.
O drinque não me deixava sentir o gosto do esperma, mas a sensação de engolir os grossos jatos que ele largou, já me acalmavam um pouco.
Quando voltamos para o apartamento dele, me pediu para contar mais sobre meu vício com esperma e como ainda estávamos bebendo e confiava nele, contei, inclusive sobre o que fazia no posto.
Ele me colocou de quatro e começou a me comer, pedindo que contasse sobre os paus que mamei no posto e eu fiquei ali, um pouco contando, um pouco gemendo. Fui invadida no ânus sem dó. Ele nunca tinha sido assim. Gritei de dor mas ele me mandou continuar contando e enquanto meu ânus pegava fogo gozei contando. Na hora de gozar ele veio e me deu mais uma dose de esperma e aí sim senti como gosto: in natura. Bebi tudo e limpei direitinho o pau dele.
Dali em diante as coisas mudaram. Ele me fazia mamar em qualquer lugar. Em festas cansei de mamar em algum cantinho, no carro enquanto ele dirigia. Uma vez ele até parou num posto abastecer comigo mamando e o frentista ficou maluco assistindo eu mamar até acabar o abastecimento. Passou a gozar em tudo que tinha, pelo menos uma a duas vezes na semana minha comida tinha esperma, mesmo em locais onde a gente ia ele gozava no que eu ia comer e várias vezes as pessoas viam isso acontecer. Ele batia na minha cara, me xingava e colocava para mamar. EU ADORAVA!
Mamei e punhetei ele em shows, restaurantes, na rua, festas, bares, encontros de família, sacadas de hotéis, praia, enfim, onde ele quisesse. Virei o depósito de esperma dele, literalmente. Ele adorava me exibir mamando e mostrando o domínio que tinha sobre mim. Como eu amo esperma, me submetia aos caprichos dele para ganhar o que adoro.
Isso durou uns dois a três meses desse jeito, até que um dia, estávamos numa festa encostados num carro. Ele ia gozar na minha bebida e um casal estava se beijando perto da gente. Ele fez questão de ir perto deles para que percebessem eu mamando ele ali. Quando o casal percebeu, se aproximou devagar e ficou assistindo um pouco. Aí a mulher abriu a calça do cara e começou a punheta, assistindo minha mamada.
Nunca outras pessoas tinham interagido assim, mas o Claudio não se importou.
Quando ele foi gozar falou para eu colocar o copo e eu fiz. Ele gozou forte como sempre e eu limpei o pau. Mas a atitude dele na sequência eu não esperava. Ele olhou para o cara e falou:
- Quer gozar no copo dela também?
Eu olhei para ele surpresa. Achei que era uma coisa só nossa. Mas não falei nada. Ainda tentava processar como o meu homem estava fazendo aquilo comigo.
O homem olhou para a mulher dele, que apenas puxou ele pelo pau até do nosso lado. Acelerou a punheta nele me olhando nos olhos e falou com uma voz de tesão:
- Ele pode gozar no teu copo querida?
Antes que eu pudesse falar algo, o Claudio disse:
- Pode.
Ela pegou minha mão com o copo e levou até perto do pau do homem. Eu fiquei ali segurando o copo e ela começou a falar:
- Goza amor. Goza para essa putinha engolir teu leite junto com o dele. Enche o copo de porra.
O cara começou a gemer e logo começou a gozar. Era muitaaaaa porra. Parecia que não ia acabar mais.
Senti minha bucetinha que já estava encharcada molhar ainda mais.
Quando ele terminou o Claudio falou para a mulher do cara:
- Quer que ela limpe?
Eu não conseguia acreditar. Ele estava me oferecendo para limpar o pau de outro homem? Era isso mesmo?
A mulher olhou para ele, pensou um pouco, passou a mão no meu rosto e falou:
- Você faz isso para mim querida? Limpa o pau do meu homem?
Eu olhei para o Claudio e ele apenas balançou a cabeça afirmativamente, me olhando com aquele olhar autoritário.
Me abaixei e coloquei o pau babado na boca e comecei a limpar. Não estava feliz em fazer aquilo na frente do homem que eu amava, mas minha bucetinha pensava diferente. Mas não sei se pela situação ou o que, o pau do cara permaneceu duro e ele segurou minha cabeça e começou a foder minha boca. Nem a mulher nem o Claudio falaram nada. Eu não podia ver a expressão deles, pois o homem empurrava o pau dentro da minha boca segurando minha cabeça. Estava mamando outro na frente do meu namorado!
A mulher dele começou a beijar o cara e às vezes me dizia para mamar gostoso o pau dele, que ele ia me dar mais um pouquinho de esperma.
Não sei quanto tempo foi, mas senti as veias do pau contraírem e incharem e percebi que ia ganhar esperma. O homem gemeu e começou a largar todo o leite na minha boquinha. Eu engoli tudo e fiquei limpando até que ele me puxou pelos cabelos para cima.
A mulher deu um beijo no meu rosto e disse:
- Obrigada querida.
Eles foram embora e o Claudio apenas falou rispidamente:
- Beba.
Olhei para o copo e estava com muito esperma, pois tinha duas gozadas ali dentro. Não sabia o que pensar, pois meu amor havia feito eu pagar boquete para outro daquele jeito. Mas... bebi.
Voltamos para casa sem conversar, com ele bastante pensativo.
A partir disso tudo mudou de novo, mas conto depois.
Bjuuxxx

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Comentários


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eucasado Comentou em 24/02/2026

Delícia de conto, estou de pau duro imaginando você chupando e olhando nos olhos.




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Nome do conto:
Meu vício em engolir esperma é um problema - mulher apaixonada vira objeto de brincadeiras com porra

Codigo do conto:
255402

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
24/02/2026

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