Meu vício em engolir esperma é um problema - saí do emprego para ser depósito de porra

Olá amores

Como contei no último conto, minha vida havia passado para ser usada na guilhotina pelo meu namorado e os amigos dele. Vivia com marcas no corpo e dolorida pelas sessões de sexo e tortura. Quando estava melhorando, sempre havia uma nova sessão.
Para ser sincera, eu me acostumei e gozava em todas as vezes. Mas tinha momentos que eram duros. Mesmo assim continuava.
Um dia ele chegou e me pediu quanto eu ganhava no meu emprego. Eu disse e ele me fez uma proposta: me pagaria mais do que o dobro do que eu ganhava se eu só ficasse em casa. Achei a ideia sensacional e disse que aceitaria, pensando que seria para cuidar dele e da casa, mas aí ele me falou as condições:
- Você vai ficar aqui o tempo todo com as roupas que eu vou comprar e sempre que algum dos rapazes vier, você vai estar à disposição.
Foi aí que entendi o porque. Falei que não seria legal e que eu não era prostituta. Ele apenas me pegou pelos cabelos, abriu a calça e me colocou para mamar.
Meu Deus como era gostoso aquele cacetão na boca! Ele sabia me convencer.
Me fez engolir até o talo várias vezes e arrancou lágrimas dos meus olhos. Eu babava e lacrimejava, totalmente dele. Então socou tudo dentro da minha boca, segurou lá no fundo e falou:
- Amanhã você pede demissão e fica aqui, entendeu?
Gente, como eu ia dizer não com aquele pau enorme atolado na minha garganta? Apenas concordei com a cabeça e ele acelerou e encheu minha boquinha, me fazendo babar esperma, como ele sabia que eu amava. Me olhou e falou que se não fosse fazer assim, ele ia terminar comigo.
No outro dia, eram umas nove da manhã e ele manda mensagem?
- Já se demitiu? Preciso de você em casa a tarde.
Pensei sobre a situação, lembrei da ameaça dele de terminar, e meu amor falou mais alto.
Fui até o setor de pessoal e pedi demissão. Meu chefe me fez outras propostas, mas falei que não poderia continuar por questões pessoais.
Fui para casa eram umas onze e ele me disse que no guarda-roupas tinha a roupa para eu vestir numa sacola. Eu fui lá e era apenas uma coleira com uma corrente e uma venda. Dentro tinha um bilhete escrito:
- Tome banho, coloque a coleira e a venda, fique de quatro e se prenda na mesa da sala.
Tomei banho e nua coloquei a coleira. Prendi a corrente na mesa e fiquei sentada no chão assistindo TV com a venda na testa. Eram umas duas da tarde ouvi a porta e rapidamente coloquei a venda e me coloquei de quatro.
A pessoa não falou nada, apenas tirou a roupa e me deu o pau para mamar. Usou minha boca como quis, depois ouvi soltar a corrente e começar a me arrastar. Fui andando de quatro sem ver até o quarto. Ele não me comeu na cama. Apenas montou em mim e me segurando pela cintura encheu minha bucetinha de esperma. Me levou de novo até na sala e prendeu a corrente na mesa.
Quando ele saiu, tirei a venda e o esperma dele estava pelo chão, pois tinha escorrido da minha bucetinha enquanto eu gatinhava. A maior parte ficou no chão do quarto, onde ele me comeu. Era espesso e bem branco. Ainda bem que não tinha ninguém ali, pois minha tara me venceu e eu... lambi tudo do chão. Fui seguindo o rastro e limpando com a língua.
Quando terminei me prendi de novo na mesa da sala e fiquei assistindo a TV. Era perto das quatro e ouvi a porta de novo. Fiz a mesma coisa de antes e fiquei de quatro. Acho que eles tinham combinado de não falar nada e eu apenas ouvia os gemidos. Este chegou e enfiou os dedos na minha bucetinha e no cuzinho e brincou com eles. Depois meteu direto em mim de quatro e como o cacete era grande me arrancou um gritinho de dor. Ficou socando forte e eu... gozei! Ele sentou no chão e me fez sentar no pau dele, de costas para ele. Eu pulava naquele pau e gemia e gozei de novo. Ele tirou da minha buceta, me fez ajoelhar e gozou na minha boca, que eu adorei.
Quando meu namorado chegou tirou minha venda, mas não falou nada. Fui levantar e ele apenas fez sinal para eu ficar ali. Tomou banho e quando voltou estava nu, sentou no sofá e fez eu engatinhar até nele e mamar. Meu rosto tinha esperma seco do outro, mas ele nem se importou. Me deu tapas e me sufocou no pau dele, até que encheu minha boca. Só aí me liberou para tomar banho.
Quando saí do banho ele me mostrou as roupas que eu devia usar em casa. Todas eram microcalcinhas, umas com sutiã, outras sem, só a calcinha. Me senti uma puta usada, mas se era aquilo que ele queria, tudo bem.
Quando ele saiu de manhã falou que eu devia estar pronta sempre.
Estava no quarto de manhã, quando um dos amigos dele chegou. Estava nua ainda e ele apenas me pegou pelos cabelos e me colocou para mamar. Logo ele estava me fazendo sentar no pau dele e em seguida me pediu para sentar com o cu.
Abri o que pude e fui sentando, sentindo machucar meu cuzinho naquela rola enorme. Quando acostumei, sentei com capricho para agradar ele. O fdp me segurou pelos seios e apertava meus bicos que eu via estrelas, mas continuava sentando. Logo senti meu ânus esquentar com o esperma dele.
Até o almoço ninguém veio. Mas logo à uma da tarde chegou um cara mais velho, que me amarrou na cama em cruz. Fiquei imobilizada e ele pegou um chicotinho e me marcou toda, desde os seios até os pés. Minha bucetinha ficou muito inchada por apanhar e ele meteu nela assim, de maneira que ardia e era gostoso ao mesmo tempo. Na hora de gozar, ele ficou em pé e o esperma voou por todo o meu corpo.
Ele não me soltou e foi embora. Fiquei meio preocupada, mas logo entendi porque. Não passou muito tempo e outro chegou. Quando me viu marcada e cheia de esperma, também usou o chicotinho e usou minha boca e bucetinha. Na hora de gozar recebi um novo banho de esperma na barriga, seios e até no rosto.
Nessa tarde foram quatro que me usaram assim. No final, em alguns lugares do meu corpo havia marcas de sangue deixadas pelas chicotadas.
Quando meu namorado chegou, eu estava banhada de porra e presa. Ele entrou no meio das minhas pernas e me fez gozar na língua dele. Me tirou da cama e enterrou no meu cu, arrancando gemidos de dor. Encheu meu rabinho de esperma e foi tomar banho comigo, me limpando e cuidando de mim.
Não sei se já passaram por algo assim meninas, mas eu era usada por pelo menos três homens diferentes todos os dias. Vivia apenas para sexo e pouco saía de casa. Não usava mais roupas e passei quase dois meses sem colocar nada que não fossem aquelas calcinhas e objetos que ele mandava.
Além disso, ainda tinha as sessões na guilhotina, de vez em quando. Minha bucetinha e meu ânus nem fechavam mais.
Então um dia eles fizeram uma festinha, e tinha pelo menos uns 30 homens. Todos já tinham me comido em algum momento. Eu fiquei nua entre eles e era usada na hora e como queriam. No meio da noite eu andava encharcada de esperma pela festa e eles riam. Então um deles ligou para alguém e disse que ia ser interessante assistir a cena que queria fazer.
Mais ou menos uma hora depois, chegou uma mulher muito bonita. Eles tiraram a mesa da sala e me fizeram deitar no chão nua e ela ficou do meu lado. Logo eles começaram a dar os paus para ela mamar. Me deu inveja ali deitada. Mas eles deixavam ela mamar até quase gozar e na hora tiravam da boca dela e gozavam em cima de mim. Meu corpo foi se enchendo de esperma.
Teve um momento que senti vergonha, pois um deles veio para gozar no meu rosto e eu.... abri a boca. A mulher riu e falou:
- Olha a puta que vocês tem. Louca para engolir leite essa vagabunda.
Todos riram e continuaram a serem mamados por ela e gozarem em cima de mim.
Quando deu uma pausa o homem que tinha chamado ela falou:
- Agora que eu quero ver.
Ela riu, me olhou e falou:
- Já que você gosta de porra, vou te dar na boquinha.
Ela começou a lamber a porra do meu corpo e trazia na minha boca. Me beijava e fazia eu limpar a boca dela para voltar a limpar meu corpo. Os homens deliravam e xingavam muito a gente.
Ela me limpou como pôde e eu engoli leitinho que amo.
Então ela desceu e começou a chupar minha bucetinha. Eu tentei não gostar para eles não verem, mas logo eu segurava a cabeça dela e puxava contra minha vagina, até que gozei gemendo alto e eles comemoraram.
Um tempo depois ela foi embora e eu fui usada de muitas maneiras, tendo que fazer várias dupla penetrações com um pênis na boca.
Recebi várias gozadas na bucetinha, boca, ânus e pelo corpo. Meu namorado não me encostou. Apenas assistia bebendo.
Quando todos foram embora achei que ele ia me dar banho mas ele me fez dormir com ele toda suja. No dia seguinte, me enrabou (ardia muito pela quantia de picas que entraram) sem dó. Me fez dar o cu em várias posições até que gozou comendo meu cu em pé, comigo sentada no colo dele.
Fui a refeição desses tarados por meses. Mas tudo acaba e se tiver muitos comentários, conto como foi.
Bjuuuxxxx da Bibi.


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Nome do conto:
Meu vício em engolir esperma é um problema - saí do emprego para ser depósito de porra

Codigo do conto:
261437

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
06/05/2026

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