Quem leu meu conto anterior sabe que fui pedida em namoro pelo Nilson, que era na época meu colega de empresa e tinha um pênis descomunal e grosso.
Mas eu não tinha como deixar de aliviar meu chefe de manhã e alguns colegas, porque senão eles contariam ao Nilson sobre como eu era.
Eu queria muito namorar e ser fiel, mas a situação impedia. Praticamente toda manhã meu chefe me chamava cedinho para aliviar a tensão na minha boca. E para ser sincera, eu amava ganhar leitinho logo pela manhã. E a sensação dos colegas me chamando nos cantinhos e banheiros para ter a boca usada? Era mais forte que eu.
Muitas vezes beijei o Nilson (porque ele pedia) logo após ter enchido a boca num canto qualquer da empresa. Sempre fui usada (acho que é meu destino), mas com ele começou a me despertar tesão de ter a boca usada e logo depois beijá-lo. Passei a fazer disso uma rotina.
Enquanto isso, eu era marretada várias vezes na semana por aquele pênis imenso. Minha bucetinha não era mais a mesma. Sentia ela mais larga. Acabei acostumando naquele pau, mas sabia que não ia gostar mais de coisas pequenas, a menos que fosse na boca.
O Nilson era um cara grande, de mãos fortes. Eu gozava muito com o pau dele dentro de mim. E ele parecia um bate estacas por cima. Ficava muito tempo metendo forte e me vendo quase chorar naquele pau enorme. Ele me dava uns tapas na bunda, mas eu não contei a ele o quanto gostava de apanhar. Achei que não era necessário.
Eu não pedia, apesar de ter vontade, para ele meter no meu cuzinho. Já tinha aguentado paus até mais compridos que o dele, mas na grossura nunca. Nem conseguia imaginar que aquilo ia passar no meu anelzinho. Mas chega um dia que você precisa decidir. Ele estava me comendo de quatro e senti um dedo grosso melar na minha bucetinha e começar a invadir meu ânus. Gozei imediatamente e ele percebendo isso, continuou brincando ali. Eu estava entendendo o que ele queria, mas não tinha forças para negar, com ele me comendo tão gostoso.
Logo senti mais um dedo começar a me invadir. Os dedos dele eram muito grossos e gemi, mas não reclamei. Senti que ele começou a melar os dedos na minha xana e lubrificar o cuzinho. Era questão de tempo. Fui me preparando psicologicamente para ver se ia aguentar.
Quando ele percebeu que eu estava quase gozando de novo, foi o golpe. Ele tirou de dentro da bucetinha e encostou aquele cabeção no meu cuzinho. Deitou por cima de mim e falou no meu ouvido, me arrepiando com aquela voz grossa:
- Hoje vou arrebentar esse rabo.
Eu não falei nada e apenas me preparei. Ele começou a forçar devagar, empurrava um pouco a cabeça e voltava. A dor era grande. Como era cabeçudo! Pedi para ele parar um pouquinho e fui no armário e peguei um gel. Quando voltei com o gel ele me olhou e se transformou. Passou o gel no meu cu e enfiava os dedos agora já com menos cuidado. Quando posicionou a cabeça de novo na portinha do cu ele me disse:
- Puta que tem gel em casa tá acostumada com rola no cu.
Nem imaginava ele como era verdade. Com o gel e o fato de ele já achar que eu dava o cu, ele forçou mais e eu quase gritei. Então ele disse:
- Empurra você cadela.
Tentei um pouco mas não ia. Então pedi a ele para deitar e me posicionei por cima. Quando peguei aquele mastro que nem fechava a mão e direcionei no cuzinho, olhei para ele. A cara de tesão e de quem estava determinado a me enrabar me mostrou que eu ia ter que aguentar. Então comecei a sentar. Empurrei um pouco e senti minhas pregas em brasa. Fui tentando relaxar o anel mas a dor era incrível. Quase desisti, mas coloquei mais óleo e decidida forcei mais para baixo e a cabeça passou. Não vou mentir. Escorriam lágrimas dos meus olhos e ele me olhava como um lobo que vai devorar uma presa.
Parei um pouco e sentia as dores correrem meu corpo. Eu chorava mas permanecia com a cabeça dentro. Quando as dores diminuíram um pouco, comecei empurrar mais para dentro. Aos poucos fui descendo naquele mastro. Chorava, mas continuava.
Gente, eu estava chorando e de repente minha bucetinha começou a esguichar! Eu estava chorando e gozando! Quando percebi aquilo eu tinha colocado quase tudo dentro. Quando sentei totalmente nele fiquei um tempo ali parada. Ele não dizia nada, apenas me olhava e eu sentia o pauzão pulsando dentro.
Comecei devagar a subir um pouquinho e voltar. Um tempo depois eu subia e descia até quase metade daquele cacete. Nem acreditava que tinha engolido tudo aquilo! Gozei de novo sentando aos pouquinhos no cacete dele.
Quando eu levantei e saí de cima ele me virou rápido e me colocou de quatro. Como o anel estava largo, não doeu tanto para entrar, mas mesmo assim soltei um grito quando a cabeça passou. Aí foi uma tortura. Ele meteu, me pegou com aquelas mãos enormes pela cintura e começou a meter, primeiro devagar, depois parecia uma marreta. Eu chorava e gemia, nunca tinha pensado que algo assim ia acontecer. Meu cuzinho queimava como brasa, sentia cada centímetro me rasgando. Quando eu menos esperava, ele gemeu e encheu meu rabo de leite. Senti uma enxurrada de esperma me invadindo. Ele parecia que estava urinando no meu cuzinho. Quando ele tirou, caiu muita porra no colchão e passei a mão no ânus e estava muito aberto. Quase achei que não ia fechar mais... rsrsrs.
Aí virou hábito. Pelo menos uma vez por semana meu cuzinho era arrombado por aquela tora e eu gozava chorando. Ele passou a filmar (como homem gosta né) e eu não tinha coragem de dizer não para ele. Eu gozava várias vezes e escorria pelas pernas e as gozadas dele eram iguais as de um cavalo.
Tinha dias que eu tinha de sentar de ladinho para trabalhar porque meu ânus estava ardendo muito e não dava nem para encostar na cadeira. Ele passou a me xingar mais, os tapas com aquelas mãozonas eram mais fortes e ardidos e meu rabo usado com força e sem dó. Com o tempo, minha bucetinha passou a ser menos usada e meu cuzinho requisito sempre. Ele viciou no meu cu e dizia que ninguém tinha aguentado como eu aguentava.
Ele fez anal em mim de todos os jeitos que pensarem. Meu cuzinho vivia aberto que nem fechava direito mais. Quando eu passava a mão, sentia que ele não voltava mais ao normal. Eu já não chorava, só gozava.
Então minha rotina era ter o cuzinho arrebentado pelo Nilson e a boca pelo meu chefe e uns colegas de empresa. O Nilson era muito confiante e até um pouco arrogante e isso era bom, porque assim os meus colegas não contavam para ele da minha rotina. Ele achava estranho meu chefe me chamar de manhã mas nunca questionou. Eu dava um beijo nele e ia para a sala do meu chefe mamar. Aquilo fazia minha bucetinha derramar. Quando eu voltava, fazia questão de beijar ele.
Era comum meus colegas mandarem mensagem no chat interno da empresa pedindo para eu ir ver alguma coisa na sala deles, no estoque ou simplesmente mandar: Venha aqui. Eu já sabia o que ia lá fazer e sempre voltava com o estômago cheio e a boca com gosto de esperma (adoro ficar com o gosto e o cheiro).
Não passava mais necessidade de nada. Abandonei o posto porque tinha todo esperma que queria à disposição e ainda era arrombada por um enorme macho.
O Nilson passou a me dar calcinhas, uma menor que a outra que fazia eu usar quando ia me comer. Então descartei as outras e só tinha fiozinhos indecentes. Assumi a condição de namorada putinha que trai sem remorso e satisfazia meus machos como podia e quando eles queriam, principalmente o Nilson.
Um dia estava gemendo com o cuzinho sentando no pau dele quando me perguntou:
- É verdade que você é viciada em engolir porra?
Eu gelei, mas como estava quase gozando não consegui mentir e falei:
- Sim.
Aquele dia tive o cuzinho praticamente estuprado. Ele me comeu e bateu em mim com muita força e eu não parei de gozar. Quando ele terminou falou:
- Você é vagabunda mesmo.
Me deixou lá com um buraco no cu toda gozada e foi embora. Não entendi nada, mas contarei no próximo conto o que aconteceu depois.
Amo quando vocês fazem comentários aqui para todos verem. Me excita que os outros possam ler o que vocês pensam dessa minha trajetória de vida.
Bjuuuxxxx da Bibi





Oi Olavandre. Nessa época ainda não tinham feito... mas logo conto... bjuuuxxx
Adorei, Bibi, mas me responda pfvr vc curte mijo? Eu adoro.
Estava com saudades do seus contoa, você é maravilhosa