Meu vício em engolir esperma é um problema: O chefe, seu Evair e a rotina de leite na firma
Quem leu meu conto anterior, sabe que depois que seu Evair me comeu o cuzinho com o Nilson vendo, meu namorado acabou a noite toda com meu cu. Cheguei na firma ainda ardida pelo enorme pau do Nilson ter acabado comigo e meu chefe já me chamou. Noite de cuzinho mas a rotina de leite não podia parar. Entrei na sala dele e quando fechei o trinco fez aquele clique seco que já disparava o meu sistema nervoso direto para o mais puro tesão. Mal terminei de girar a maçaneta e empurrar a porta, e o meu chefe já estava com a calça social completamente aberta, com a braguilha arriada e uma tora grossa, latejante e roxa de sangue saltando para fora, esticando o tecido da cueca e exigindo atendimento imediato. Quando entrei na sala ele comentou irritado: - Demorou. Venha aqui me aliviar puta. Qual mulher aceita isso? Mas eu apenas me ajoelhei e ele com violência foi me puxando pelos cabelos de uma forma que esticou meu couro cabeludo, fazendo minha buceta pulsar e encharcar a calcinha ali mesmo, ainda dormente da surra de pau que o Nilson havia me dado de madrugada. Como não havia respeito por mim! Apenas o uso da minha boquinha sem se importar comigo. Quando ele empurrou minha cabeça, caí de joelhos no chão que os meus ossos estalaram contra o carpete. Abracei a base daquele cacete pesado com uma das mãos, espalhando o pré-gozo transparente que escorria da glande com a ponta dos dedos antes de abrir a boca o máximo que conseguia. Encaixei meus lábios ao redor daquela cabeça enorme, sentindo o formato da grossura esticar a mandíbula até os limites da dor. Minha língua deslizava lambendo a veia saltada e quente enquanto ele gemia de olhos fechados, sentindo o calor da minha saliva cobrir a pele sensível do cacete. Eu nem sabia o que pensar depois de dar o cuzinho a noite toda para o Nilson e já estar ali com a garganta sentindo o pau do meu chefe. - Isso, sua puta... suga bem fundo, faz a voltinha com a língua, mostra que você nasceu pra ser usada pela firma inteira - ele comandava, segurando minha nuca com as duas mãos pesadas e ditando um ritmo implacável, sem qualquer cerimônia. Ele começou a socar minha boca de forma mecânica e animalesca, enfiando a rola com força até raspar violentamente no fundo da minha garganta. O impacto me fazia engasgar, lacrimejar e babar de forma descontrolada enquanto eu tentava respirar. O cheiro forte de testosterona, suor e tecido abafado entorpecia o meu cérebro. O ritmo foi acelerando até ele travar minha cabeça com brutalidade, soltando um gemido abafado e despejando uma dose espessa, quente e abundante direto na minha garganta. Eu engoli, sufocando com o volume, mas o líquido era tanto que transbordou pelos cantos dos meus lábios, descendo em fios grossos pelo meu queixo e colando no meu pescoço. Me levantei cambaleando, com os joelhos dormentes, a mandíbula doendo e o estômago estufado de esperma. Ajustei a saia curta, limpei o rosto com as costas da mão e voltei para o meu setor, sentindo o atrito do tecido na pele sensível e o corpo inteiro em brasa, absolutamente conformada com a minha sina de ser o depósito de esperma de quem quer que exigisse o meu corpo. Passaram-se alguns minutos e o seu Evair apareceu no nosso setor. Era difícil ele vir ali, geralmente a gente ia até ele. O velho gordo e baixinho caminhou a passos lentos até a minha ilha de trabalho e parou bem na minha frente, limpando as mãos grossas e graxas num pano rasgado e sujo, sem nem imaginar que eu estava com gosto de porra do meu chefe na boca. - Preciso que você venha conferir umas caixas de nota fiscal antigas lá no estoque agora. Tem coisa errada nos lotes e o Nilson precisa assinar o termo de recebimento depois. Ele falou alto o suficiente para o meu namorado escutar, com aquele sorriso maldoso e cínico de canto de boca. Olhei de relance para o Nilson. Ele apenas levantou a sobrancelha, deu de ombros e voltou a atenção para a tela do computador, autorizando implicitamente a minha saída. Meu coração disparou de um jeito doentio, misturando pânico e uma excitação criminosa. Tinha acabado de aliviar meu chefe e já ia aliviar outro cacete? Minha bucetinha que já estava melada, contraiu mais ainda. Levantei e caminhei logo atrás do seu Evair. Assim que cruzamos a porta da salinha dele, o safado fechou por dentro e não perdeu tempo: me empurrou com força contra a parede fria de cimento batido, levantou minha saia até a altura da cintura e enfiou os dedos pelo lado da minha calcinha de uma vez só, expondo minha buceta totalmente melada e pingando. - O velho aqui quer ver como esse teu cuzinho de puta tá apertado hoje. Eu tinha dado o cu a noite toda, estava ardido, não tinha como. Mas como falar isso para ele? Foi logo abrindo a calça jeans gasta e liberando aquela tora grossa, comprida e veiuda, que parecia ainda maior no corpo baixinho dele. Ele agarrou meus cabelos com força brutal, puxando minha cabeça para trás e enfiando o cacete direto na minha garganta sem sequer pedir licença. Minha mandíbula estalou de novo, a garganta abriu-se no limite absoluto e o gosto misturado de saliva e do pau dele tomou conta do meu paladar, substituindo o do meu chefe. O seu Evair socava minha cabeça para a frente e para trás, rindo da minha cara e destilando crueldade: - Isso, chupa o velho, sua piranha descarada! Engole tudo, você adora ser a lixeira da empresa, né? Gente, como pode um homem tratar uma mulher assim? Qual aceita? Mas eu fiquei ali com a boca entalada naquele pênis grosso. Ele me puxou bruscamente para fora da boca, me deixando engasgada e com a ânsia subindo. Me virou de bruços em cima daquela cadeira velha de escritório, cujas molas rangiam. Poucas horas antes meu cu estava sendo dilacerado pelo pênis enorme do Nilson e eu pedi na bucetinha. - De quatro, puta! De você não quero buceta. Deixa o velho arrombar esse teu cu! Ele cuspiu na própria palma da mão, espalhando a saliva e esfregando no pau avantajado. Quando olhou meu cuzinho disse: - Parece que alguém já deu o cu hoje. Você deu o cu hoje? Eu não quis falar mas ele me deu um tapa na bunda, que devia estar vermelha ainda porque o Nilson tem a mão pesada, e perguntou de novo: - Deu o cu pra quem vadia? Eu perdi a dignidade e sentindo ele brincando com o pau na porta do meu cuzinho, entreguei: - O Nilson comeu ele a noite toda. Aquilo ligou no velho algo maluco. Ele disse que queria que eu pedisse no cu. Ficou esfregando e pedindo, até que eu, me sentindo uma vagabunda, falei baixinho: - Por favor, seu Evair, come meu cuzinho... Eu rebolando a bunda de quatro na cadeira para facilitar a entrada dele senti a cabeça entrar e ele falou para pedir de novo. - Arrebenta meu cuzinho, faz de mim a sua cadela, enfia essa tora pesada sem dó, eu mereço ser usada e tratada como o lixo que eu sou! O velho deu uma gargalhada rouca e sádica, apertando minha bunda com as mãos calosas a ponto de deixar os dedos marcados na minha pele. - Olha só para essa vagabunda... choramingando e implorando para o velho destruir o cuzinho dela! Ele aproximou de novo a grossura da entrada já esticada e sensível. - Você gosta de sofrer, né, desgraçada? Gosta de sentir o ferro entrar rasgando e ver a sua buceta pingando no chão enquanto a firma inteira te usa como depósito de leitinho! - Sim, seu Evair! É isso que eu sou! Senti o pau ser enterrado e gritei contra o estofado, sentindo o calor do corpo dele colado no meu. Meu lado puta não me deixou fazer diferente, então falei: - O meu cu é todinho do senhor, pode rasgar, pode arrombar, enfia tudo, me faz engolir a dor e o tesão! Sem nenhuma preliminar de carinho, ele enterrava a grossura daquela tora no meu cu já ardido. O grito agudo que dei foi abafado pelo estofado rasgado da cadeira. O tamanho do pau dele dilatava de novo meu cuzinho já aberto. - Ahhh, meu Deus... Gemi alto, mordendo os lábios enquanto ele começava a socar meus quadris. O velho rosnou no meu ouvido, desferindo uma palmada estalada na minha bunda que ecoou pela sala. - Tá gostando né menina? Você é a única cadela dessa firma que dá o cu aqui. Ta ganhando fama. Choraminguei, balançando a cada estocada violenta que fazia a cadeira bater contra a parede. Meu tesão foi tanto que acabei falando: - O cu é seu, a minha boca é de todo mundo, eu sou a puta da empresa inteira! Me usa, me esmaga, faz o que quiser com o meu corpo! Eu estava oferecendo a um velho gordo meu cu dentro do meu trabalho. Ficava preocupada mas não conseguia me controlar. Enquanto socava ele dizia: - Isso, sua piranha! Seu Evair foi aumentando o ritmo de forma desgovernada, enfiando o ferro com força total. - Um cuzinho desse tamanho foi feito sob medida para aguentar o cacete do velho! Olha como ele engole a tora, olha como ele puxa o ferro pra dentro! É uma máquina de receber porra! Aquele velho falando assim, me deixava ainda mais com a sensação de ser verdadeiramente uma vadia. Implorei baixinho com o ânus em brasa: - Mais, seu Evair! Por favor, mais! Senti meu corpo inteiro entrar em curto-circuito com a dor e o prazer misturados. - Mete com força, faz o meu cu queimar, faz o senhor gozar todinho dentro de mim! Eu quero ficar cheia de leitinho! - Tá pedindo porra, cadela? É isso que você quer? Ele enfiava fundo e rápido, com os olhos injetados de tesão, socando sem piedade o cu que o Nilson já tinha arrombado. - Sim! Quero a sua porra toda! Enche o meu cu de leite, me faz de privada, me usa até não aguentar mais! Minha dignidade acaba quando estou sendo usada. Pedir aquilo me fazia me sentir um verdadeiro depósito de porra para agradar qualquer macho. Senti o meu corpo contrair num orgasmo violento e, logo em seguida, o seu Evair apertou os quadris, soltou um urro grosso e primitivo e despejou uma quantidade absurda de esperma quente direto no meu cuzinho, estufando e preenchendo cada espaço lá dentro com tanta força que o líquido espesso começou a transbordar e escorrer quente pelas minhas coxas. Parecia que um cavalo estava gozando. Ele ficou ali escorando o peso dele em cima de mim por alguns segundos, respirando fundo e ofegante, antes de puxar o pau mole de dentro do meu cu e me dar um tapinha na bunda vermelha e marcada. - Arruma essa saia e volta para o seu setor, vagabunda. O expediente comigo terminou por hoje. Enquanto o seu Evair guardava o pau mole na calça jeans gasta e me mandava ajeitar a saia, eu fiquei ali por alguns segundos, apoiada na mesa cheia de papéis velhos, sentindo o esperma quente dele escorrer pelas minhas pernas e misturar-se com o líquido que pingava da minha buceta misturado com a porra dele que escorria do meu ânus. Olhei para o meu próprio reflexo no vidro embaçado da janela e percebi o quanto eu era puta e fácil de ser usada. Pensar em como tudo começou parecia uma piada cruel. No início, era só um vício secreto, uma obsessão boba pelo gosto salgado e denso do esperma, o prazer proibido de engolir cada gota achando que aquilo era um desvio passageiro. Mas o tempo passou e a verdade desabou sobre mim: eu nunca fui apenas uma mulher com um apetite diferente; eu era, por natureza e por destino, uma puta completa. Uma máquina de chupar e um depósito ambulante de leitinho. Lembrei das festas, dos carros nos estacionamentos escuros, dos banheiros corporativos onde a minha mandíbula virou ferramenta de trabalho de funcionários que eu mal conhecia. Lembrei do Beto, do Marcelo, do Carlos, do meu chefe e de todos os outros que entravam na minha vida apenas para me esvaziar e me deixar com a garganta em brasa e o estômago cheio de esperma. Cada um deles deixou sua marca, e eu deixei que levassem tudo, abrindo a boca e o corpo sem hesitar, implorando para ser tratada como lixo. E agora, ali na salinha suja do seu Evair, a ficha caiu de vez. Eu não era vítima de ninguém; eu era a arquiteta da minha própria ruína. O velho gordo e grisalho não tinha me forçado a nada que eu já não desejasse secretamente. Quando ele me chamou de cadela e enfiou aquela tora grossa no meu cuzinho já tão batido e amaciado pelas surras de pau do Nilson, eu não senti revolta, senti uma paz imoral. Era o meu lugar no mundo. Ser usada, virar lixeira de boca de executivo e ter o cu arrombado por um senhor de idade nos fundos da empresa. Era exatamente para isso que eu tinha nascido. O Nilson sabia, a firma inteira desconfiava, e eu... bom, eu só conseguia sorrir com o gosto da humilhação colado nos meus lábios, sabendo que amanhã cedo estaria de volta à minha mesa, com a saia curta, torcendo para que o próximo homem na fila decidisse me fazer engolir outra dose para ele aliviar seu saco do esperma acumulado. Voltei para minha mesa fodida, ardida e quando olhei para o Nilson, vi que ele estava... de pau duro! Ele sabia...
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