Depois que ele me pegou na guilhotina (leiam o conto anterior) as coisas ficaram complicadas. Ele me usava quase todos os dias e nos finais de semana me deixava presa em algum daqueles aparelhos. Sempre apanhando e levando esperma.
Passei a não ter vida social. Estava sempre presa, acorrentada, apanhando ou dolorida e marcada. Ainda assim, meu amor por ele continuava. Mas depois que ele me colocou para chupar o cara perto do carro sempre me fazia contar como eram os paus que eu já tinha mamado e como gozavam na minha boca. Sempre queria detalhes. Comecei a ver que não havia mais amor e sim dominação.
Num final de semana ele me mandou ir para a guilhotina. Eu fui e ele me prendeu, nua e empinada como sempre. Aí ele tirou uma foto e disse que ia mandar num grupo específico. Eu pedi que não mas ele me ignorou.
Ele começou a conversar pelo whatsapp e passada uma meia hora ele me disse:
- Hoje vou transformar você em puta e quero que colabore e faça cara de feliz agradecendo qualquer coisa que acontecer.
Eu concordei pois achei que ele ia me usar como quisesse e eu já estava acostumada. Ele me deu um drink forte e acho que tinha algo mais, pois amoleci literalmente.
Então ele veio e me colocou uma venda e escutei ele saindo do quarto.
Passado um tempo que acho que foi pelo menos uma hora, ouvi ele abrindo a porta da sala e vozes de homens. Não conseguia entender o que falavam, mas ouvia risos e conversa. Eu continuava com aquela sensação de não sentir meu corpo.
Passado um tempo ouvi a porta do quarto se abrindo e achei que fosse ele, pois as vozes e conversas continuavam na sala. Logo senti um pau encostando na minha boca e achei que fosse meu namorado. Abri a boca mas quando senti entrando percebi que não era o dele, pois a cabeça era menor e mais fino. Apesar disso, como estava atordoada, aceitei tentei no começou evitar a invasão, mas ele apertou os lados da minha boca fazendo abrir, e tive que concordar em deixar usar, para não machucar. Minha boca sendo fodida, eu imobilizada e meio dopada, com um pau que não sabia de quem era.
O homem usou minha boca como quis mas não durou muito tempo, senti o esperma dele invadindo minha garganta. Assim como entrou, ele saiu sem dizer uma única palavra. Só ouvi uns leves gemidos quando ele gozou.
Não demorou e outro pênis veio usar minha boca. Dessa vez nem ofereci resistência. Ele me fez lamber, colocou os testículos na minha boca, me fez lamber o pau, até que também encheu minha boca de porra. Dessa vez, como ele não enfiou muito fundo, uma parte voltou e escapou da minha boca.
Assim foi com vários pênis, todos eles gozando na minha boca. Não sei quantos eram, mas acho que pelo menos uns oito.
Passou não sei quanto tempo, mas pareceu uma eternidade. Minha boca tinha gosto de esperma, mas eu estava confusa.
Foi então que eles começaram a vir de novo. Dessa vez usaram minha boca um pouco e depois senti as varas invadirem minha bucetinha. Percebi que eles começaram a vir todos para o quarto e ouvia eles conversando entre si que eu era uma puta gostosa, que o meu namorado tinha sorte de achar uma como eu, que vadia que aguenta assim é raro.
Eu ouvia essas coisas e comecei a ter a boca e a bucetinha invadidas ao mesmo tempo. Agora já tinha tapa na cara mandando mamar, tapa na minha bunda me chamando de puta, safada, gostosa.
Acho que pela situação e o atordoamento que eu estava, acabei gozando. Isso só serviu para eles se animarem mais. Recebi cintadas e logo meu ânus também começou a ser usado. Apanhei muito, mamei muita rola e levei muito na bucetinha e no cu. Alguns gozavam em cima das minhas costas, outros na cara, outros na boca. Fui objeto por várias horas de homens que eu nem sequer via o rosto. Mas nesse tempo devo ter gozado pelo menos umas quatro vezes.
Meu corpo ardia, queimava, mas eu não reclamei.
Quando eles foram embora, meu namorado me soltou e me levou para o banho. Foi carinhoso, me alimentou, mas sem comentar nada. Cuidou das minhas feridas, pois algumas cintadas cortaram e me colocou para dormir. Não sei se ele também me comeu naquele dia.
Dali em diante, pelo menos uma vez a cada 15 dias aquilo acontecia. Quando ele me mandava para a guilhotina eu já sabia. Apenas esperava a bebida e aceitava meu destino. Nunca vi os rostos dos homens que me comiam, mas tentava fazer daqueles momentos bons e gozava como podia.
Meu namorado continuava a me imobilizar e saíamos cada vez menos. Eu me sentia enjaulada literalmente, saindo apenas para trabalhar.
Passei a conviver e acostumei com o corpo dolorido pelas surras que levava.
Mas tudo tem um tempo e depois vou contar porque isso acabou, se gostarem e comentarem.
Bjuxxxx.