Meu vício em engolir esperma é um problema - meu cu nem fechava mais
Quem quiser me conhecer melhor, só ler meus contos anteriores. Meu namorado e eu não conversávamos sobre o dia que ele me viu dando para o seu Evair no fundo da firma. Pelo contrário, ele fazia sexo como um animal e meu cuzinho vivia ardido porque aquele pênis era realmente imenso. Não tinha como acostumar com tudo aquilo sem sofrer. Com o tempo, percebi que ele sabia que eu ia para o fundo da firma dar o ânus para o seu Evair e que várias vezes saía da minha ilha de trabalho ou para chupar meu chefe ou outro colega que sabia que eu era uma bezerrinha. Estava tudo bem até meu chefe numa de minhas mamadas matinais dizer: - O Evair me contou que você tá dando o cu para ele aqui na firma. Como que a minha puta dá o cu para aquele velho gordo e não dá para mim? Venha aqui e sente com esse cu no meu pau. Eu tinha levado uma surra de pica do Nilson, meu namorado, a noite toda. Meu cuzinho tava ardido porque não fazia nem três horas que a gente tinha parado de fazer sexo. Falei para ele se podia ser outro dia, mas ele me levantou pelos cabelos e ergueu minha saia. Minha calcinha atolada deixou ele louco e simplesmente me fez baixar com a cara na mesa, puxou meu fiozinho pro lado e mirou direto no cuzinho. Quando ele meteu, não consegui deixar de gemer alto porque ardia muito, mas entrou fácil. Ele então falou: - Que cu largo puta. Tá acostumada mesmo com pau no rabo. E eu só ganhava boquete. Ele segurava minha cintura e socava, até que gemeu mais alto e gozou. Forte, bastante, dentro do meu cuzinho. Eu me arrumei como pude e fui para minha mesa, quando levantei, me preocupei porque minha saia estava molhada. O esperma dele saiu do cuzinho e como minha calcinha era só um fio, foi direto na minha saia e eu nem vi. A saia era verde clarinha e a mancha na bunda muito visível, porque quando levantei pegar água, uma amiga falou: - Tua saia tá molhada atrás. Quando passei a mão senti o quanto estava e olhei para trás. O Nilson me olhava com uma cara de lobo mau. Entrei no banheiro e tirei saia, morta de vergonha. A mancha era bem em cima do cuzinho. Tentei limpar mas não deu e tive de vestir daquele jeito mesmo. Quando saí do banheiro, andei uns passos e senti um puxão pelo braço. Era o seu Evair. Ele me falou: - Vamos pra minha sala. Tá com o cu molhado e vai entrar mais fácil. Eu fiquei com muita vergonha e falei para ele que naquele dia não dava. Mas ele me pegou pela mão e foi me puxando. Eu não sabia se ficava com vergonha ou melada por ele estar me puxando dentro da empresa. Os colegas olhavam curiosos eu de mão dada com ele indo para a salinha, mas fui. Quando entramos ele fez o mesmo que meu chefe. Ergueu minha saia e falou: - A puta tá toda melada de porra. Vagabunda. Teu cu tá escorrendo. Só senti o pau dele entrar sem dó, gemi de novo e logo era currada pela terceira vez no mesmo dia. Ele gemia e dava tapas na minha bunda. Eu pedia para não fazer, mas ele não se importou. Meteu com muita força e em pouco tempo ganhei mais esperma no rabinho. Dessa vez tive o cuidado de pegar papel e forrar o meu cuzinho para não aumentar a mancha. Ao meio dia, o Nilson me chamou para almoçar e quando entramos no carro ele andou um pouco e parou na frente de um terreno baldio. Falou: - Fica de quatro no meio dos bancos. Eu gelei. Falei que não mas o olhar dele e a voz autoritária acabaram comigo. Quando ele disse: - Vira cadela! Eu automaticamente entrei no meio dos bancos e coloquei um joelho em cada banco da frente. Ele ergueu minha saia e não falou nada. Acho que estava saindo porra do meu cuzinho, mas ele não disse nada. Começou a brincar com os dedos grossos dentro dele e aí senti sair esperma de dentro mesmo. Não tinha como evitar nem esconder porque caiu grossa e amarelada no banco do carro. Ele montou em mim e logo eu estava com o cuzinho cheio de novo e dessa vez com aquela enormidade. Gemi e gozei como uma cadela e ele em pouco tempo tirou do meu rabinho e me fez engolir todo o esperma dele. Almoçamos e fomos trabalhar. E essa virou minha rotina. Tinha dias que eu não dava o ânus, mas era raro. Tinha dias que engolia até três doses de esperma. Outros que ganhava até três doses no rabinho. O coitado nem fechava mais. Nem para evacuar eu sentia desconforto. Fiquei alargada e usada por vários meses dessa forma. Até que aconteceu algo que ia mudar tudo, mas isso conto se tiver comentários aqui no conto. Beijuuuuxxxx.
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