Meu vício em engolir esperma é um problema - Festinha de cu e boca só se for muito putinha

Olá amores...
Depois que começaram a me currar, não parou mais. Uma manhã meu chefe estava sentado na cadeira dele comendo meu cuzinho, me fazendo sentar de costas para ele. Segurava pelas laterais da minha calcinha e puxava como se fossem rédeas, fazendo ela atolar na minha bucetinha e arder muito. Eu subia e descia e ele metia sem dó do meu cuzinho. Não demorou muito para que ele gemesse mais alto e eu sentisse meu cu esquentar com os jatos de esperma quente.
Quando saí de cima, escorreu muito esperma pelo saco dele. Eu comecei a me limpar e quando me arrumei para sair ele me olhou e falou:
- Volta aqui puta, tem que limpar meu cacete.
Gente, qualquer mulher teria ido embora, mas eu voltei e me ajoelhei e comecei a limpar. Ele me empurrou para o saco e tive de lamber a porra dali. Não que eu não ame, mas ele tinha gozado no meu cuzinho. Depois que fiz uma limpeza caprichada nas bolas, limpei a base daquele cacete e fui para a cabeça. Quando estava limpando a cabeça, ele me fez colocar na boca e fiquei sugando meio duro, meio mole. E o desgraçado começou a endurecer de novo!
Logo eu tinha a garganta invadida e estava servindo de depósito de porra dele novamente. Ficou segurando até me dar mais um pouco de esperma que saiu dali. Quando me levantei ele disse que ia mandar meu namorado no final de semana fazer um serviço na filial que ele queria meter em mim mais tempo. Como a filial era longe, teria de sair na sexta para trabalhar lá e só conseguiria estar de volta no sábado à noite.
Na manhã da sexta eu estava lá ajoelhada mamando meu chefe, até ganhar uma dose na garganta. Quando me levantei ele me pediu para pegar uma sacola que estava no canto da mesa. Dentro tinha uma calcinha vermelha bem pequena e um sutiã só com os aros (vejam a foto) e umas meias, tudo vermelho. Junto tinha um casaco de couro preto. Disse que final da tarde ele passava me pegar em casa para ser puta dele. Qualquer mulher diria que não, mas eu apenas peguei a sacola e levei.
Lá pelas quatro da tarde meu namorado se despediu de mim e saiu da firma, indo para o serviço que meu chefe mandou, apenas para poder me foder. Perto das cinco ele veio na minha mesa e me liberou para ir pra casa.
- Tome um banho e coloque a roupinha que depois passo lá.
Gente, ali eu vi que sou muito putinha, porque fui para casa e tomei um banho, depilei a xotinha e me perfumei. Coloquei aquela roupa de quenga que vocês vêem na foto e um salto. Quando me olhei com aquele casaco preto que mal cobria minha bucetinha com aquilo por baixo, me senti muito vagabunda. Mas minha bucetinha melou...
Logo ele me ligou e disse que estava me esperando. Quando cheguei no carro ele deu um sorriso maldoso e falou:
- Nossa, você é a puta fácil mais linda que eu já conheci. Gostosa do caralho.
Já me colocou para mamar enquanto dirigia e fomos para uma espécie de fazenda, meio retirada da cidade. Ele desceu e abriu uma porteira, com o pau duro. Voltou e já me colocou para mamar de novo.
Chegamos numa casa grande e havia som alto. Ele apenas me fez abaixar fora do carro e na hora de gozar, jogou tudo na minha cara que escorreu pelo casaco preto, contrastando o esperma branco no tecido.
Me pegou pela mão e me levou daquele jeito mesmo para dentro. Lá estava o seu Evair (velho nojento!), um moreno baixinho e um rapaz de uns 30 anos branco e alto. Quando eles me viram daquele jeito cheia de esperma, riram e já foram ficando pelados. Seu Evair e o moreno me colocaram para revezar os paus deles na boca, enquanto meu chefe foi conversar com o rapaz que estava sentado bebendo. Ficaram ali me vendo mamar, até que seu Evair tirou meu casaco e aí eles ficaram loucos ao me verem só com aquela calcinha e soutien. Logo seu Evair foi por trás e meu chefe falou:
- Lembre do combinado. Só boca e cu.
Eu nem acreditei. Eles nem iam comer minha bucetinha?
Já senti o pauzão do seu Evair abrindo minhas preguinhas, mas meu gemido saiu abafado pelo pênis do moreno.
Fiquei dando o cu em pé só abaixada para mamar. Levei tapas no rabo e surra de pau na cara, sempre sendo xingada.
De repente, meu chefe tomou o lugar do seu Evair e foi comer meu cu. Não via o rapaz branco porque me seguravam de costas para ele, mas meu chefe falou para ele tirar a roupa para me comer.
Então ele me pegou e tirou dos outros e foi me levando para trás sem me deixar olhar para o rapaz branco. Sabia que ele estava sentado ali atrás. Quando cheguei na cadeira dele, meu chefe fez eu abrir as pernas, sempre me segurando pelo rosto para olhar para ele.
Quando o rapaz me puxou pela cintura e a cabeça encostou na minha bunda, dei um salto para cima e olhei para baixo. O que era aquilo. Gente, a cabeça era maior que a do meu namorado que é enorme! Era um cogumelo imenso!
Meu chefe me pegou pelo rosto e gritou: - Senta!
Eu não sei me comandar quando me mandam e gritam comigo e apenas sentei em cima. Ele tinha passado um gel, mas aquilo seria doloroso. Ele começou a forçar e meu corpo tremia inteiro e eles riam. Fui tentando acostumar, mas a dor era incrível. Cada forçada queimava como brasa! Então aconteceu o que eu temia. Meu chefe, acho que pela bebida, me empurrou para baixo pelos ombros e eu gritei muito alto quando atolei naquela cabeçona!
Meu chefe me segurou pelos ombros para não levantar e o rapaz me segurou pela cintura. Não enxergava nada de dor. Mesmo com o cuzinho acostumado em rola grande, aquilo queimava. Eu chorava literalmente de dor, mas minha bucetinha denunciava, escorrendo para o chão e eles diziam que eu estava gostando.
Foram me fazendo sentar até que senti minha bucetinha encostar no saco dele. Meu chefe largou meus ombros e me deixou ali entalada. Os outros não perderam tempo e já vieram socando na minha boca e me fazendo tocar punheta. Fiquei ali entalada tendo a boca usada até receber duas doses cavalares de esperma na boca e nos seios. Aí começou o castigo. O branco começou a e empurrar devagar para cima e para baixo. No começo um pouquinho, depois me fazendo subir mais. Então ele ficou de pé e eu estava literalmente furada por ele. Me colocou de quatro na poltrona e aí não vi mais nada. Aquele cacete entrava e saía como brasa e eu... gozei. Alto, gritado. Paus entraram na minha boca, levei tapas, mas não sentia nada. Apenas aquela coisa enorme que entrava e saía do meu cuzinho que misturava sangue com meu gozo. De repente, ele gemeu alto e senti como se um cavalo gozasse dentro de mim.
Quando ele tirou, fiquei impressionada com o que escorria. Eles mexiam no meu cu e comentavam do estrago e eu deixei eles me examinarem ali de quatro.
Paramos um pouco e fomos comer e beber. Então me pediram para subir numa mesa e dançar para eles. Eu fiz e logo os paus estavam nas mãos punhetando. Não demorou para eu descer da mesa.
Dali em diante, fui comida no cu e na boca por todos eles várias vezes. Enchiam de esperma e iam beber e assistir os outros me usando. Cada um deles gozou pelo menos umas três vezes. Depois meu chefe me levou toda gozada para uma cama e me largou lá. Dormi exausta por umas quatro horas mais ou menos.
Então acordei com o moreninho já forçando no meu cu de ladinho. Me comeu o cu de ladinho e depois me virou de quatro. Meteu até gozar e saiu. Voltei a dormir.
Lá pelas nove da manhã senti um pau forçando meu cu de novo. Nem me mexi. Era meu chefe. Foi comendo e com o barulho dos tapas na minha bunda logo seu Evair estava ali também. Fui currada pelos dois e quando o rapaz branco apareceu eu gelei. Sabia o que me esperava. Mesmo eles tendo aberto meu cuzinho, quando ele me pediu para sentar em cima, escorreram lágrimas dos meus olhos, mas aguentei.
Depois de entrar eu perdi a noção, pulei em cima do pau dele, chorei e gozei várias vezes pelo cuzinho. Os outros me fizeram mamar e gozaram em cima do esperma seco que já estava pelo meu corpo, rosto e cabelos.
Perto do meio dia meu chefe me deixou em casa.
Fui tomar um banho e aí percebi quanto esperma tinha levado. Meu rosto estava cheio, meus cabelos grudentos. Minha calcinha e o sutiã estavam mais brancos que vermelhos de tanto esperma.
Tomei banho e deitei para dormir de novo, exausta e ardida.
Quando meu namorado chegou, senti entrando no meu cuzinho e não pude reclamar para ele não saber. Ardia e doía muito, porque ele também é enorme. Mas aguentei novamente e ele bateu muito na minha bunda me chamando de puta.
Depois que ele gozou, fui no banheiro e aí lembrei que a calcinha e o sutiã estavam lá e percebi que não estavam no lugar que eu tinha deixado. Ele tinha visto.
Voltei para a cama e ainda durante a noite ele comeu muito meu cuzinho.
Após isso ele veio conversar comigo, mas isso conto na próxima se vocês comentarem aqui sobre o que acham.
Beijuuuuxxxx
Foto 1 do Conto erotico: Meu vício em engolir esperma é um problema - Festinha de cu e boca só se for muito putinha


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Nome do conto:
Meu vício em engolir esperma é um problema - Festinha de cu e boca só se for muito putinha

Codigo do conto:
274253

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
09/10/2026

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