Viagem Interrompida...

Feriado prolongado em São Paulo é um porre, pra sair da cidade com aquele engarrafamento quilométrico, enfim, estava eu e minha mulher Eliane indo para Recife, estávamos no começo da viagem, mas o trânsito não andava e ela na expectativa de me acalmar, olhou em meus olhos e disse:

– Fica tranquilo, seu estresse vai passar rapidinho.

Após finalizar a frase guiou uma das suas mãos até a minha coxa e foi subindo vagarosamente até o meu pau, começou a massageá-lo bem devagar, mordi meus lábios e disse:

– Você sabe como me acalmar, Loira!

Ela apenas deu um sorriso malicioso, abriu o meu zíper e desabotoou a minha bermuda, meu pau já estava ereto em sua mão, ela começou a descer e subir sua mão por cada centímetro do meu cacete, punhetando devagar, e aos poucos intensificando os movimentos.

Eliane, guiou a sua outra mão até as minhas bolas e acariciou-as lentamente.

Devido ao vidro fumê do carro ser muito escuro não dava para ninguém olhar o que estava acontecendo ali.

Eliane parou por alguns instantes, tirou o seu cinto e curvou o seu corpo, deixando o seu rosto perto do meu pau, segurou na base dele com a sua mão direita, enquanto passava a língua em movimentos circulares na cabeça do meu cacete, deslizando por cada centímetro, deixando-o molhado com a sua saliva.

Tirei uma das mãos do volante do carro e guiei-a até os seus deliciosos seios, tirei um deles pelo decote e fiquei apertando com um pouco de força enquanto a minha puta mamava o meu caralho.
Fui soltando o gemido aos poucos, ela sabia me chupar como ninguém.

Vagarosamente foi colocando cada centímetro da minha rola em sua boca, até entrar tudo, até se engasgar!

A vontade de gozar em sua boca estava quase impossível de conter, então pedi para que ela parasse agora mesmo, a princípio ela recusou e continuou a me chupar, porém insisti e ela parou.

Seguimos a viagem tranquilamente, estava querendo evitar pensar que ela estava me chupando há alguns minutos atrás, senão teria que dar meia volta para foder ela em casa ou parar em algum motel.

Quando estávamos na rodovia e já estava a noite, parei o carro no canto para não causar acidentes.

Eliane olhou para mim e disse:

– Por que parou o carro, amor?

Eu não respondi, apenas tirei o meu cinto e o dela, abaixei o banco e disse:

– Vem para o banco de trás comigo agora!

Ela veio de imediato e tratou de sentar-se em meu colo, levei minhas duas mãos em sua cintura e segurei com força, a vadia sabia como eu gostava, rebolou lentamente fazendo com que eu ficasse com o pau latejando.

Interrompi o beijo neste momento, olhei nos olhos da minha puta e apenas fui tirando sua blusinha, em seguida abri o fecho do soutien, deixando seus seios expostos para mim, joguei o soutien para o lado, levei uma das minhas mãos em seu seio esquerdo, segurei-o firme e comecei a chupa-lo com vontade.

A vadia continuava rebolando sem parar, me fazendo soltar suspiros de prazer, Eliane levou as mãos até as minhas costas e começou a me arranhar, me deixando completamente marcado.

Os gemidos baixos e manhosos da minha vadia fazia o meu tesão ficar ainda maior.

Já não aguentava mais me conter, posicionei a minha Loira deitada no banco do carro, permaneci chupando o seu peito, contornando o biquinho com a língua.

Guiei minhas duas mãos até o shortinho dela e fui tirando devagar, assim que o tirei, ainda por cima da calcinha massageava seu clitóris dando leves tapas em sequência.

- Cachorro!

Foi o que ela disse entre os gemidos, fui diminuindo o ritmo no qual chupava os seus seios e assim que parei a respondi falando

– Tá gostando, vagabunda!?

Comecei a descer, beijando sua barriga, até chegar próximo a boceta, coloquei a calcinha para o lado e sem nojo algum passei a minha língua desde a entrada da sua bocetinha até o grelinho, já estava completamente molhada!

Fiquei dando linguadas no grelinho da minha puta, sugando para dentro da minha boca e deixando escapar entre os meus lábios.

Levei uma das minhas mãos até a boceta da minha puta, fui colocando dois dedos bem devagar, coloquei tudo!

Os gemidos da minha puta ficavam ainda mais altos, a respiração ofegante de ambos, estava impossível nos controlarmos naquele momento.

Iniciei um vai e vem rápido, tirando até a metade dos meus dedos e estocando tudo de uma só vez, ela rebolou com a sua bocetinha enquanto falava:

– Me fode, cachorro! Me fode!

Não ia deixá-la pedir de novamente.

Parei de chupar aquela boceta gostosa e me sentei no banco do carro, olhei para ela e falei:

– Minha puta! Senta no meu caralho e acaba com o seu macho!

Eliane mordeu os lábios, me encarou com um olhar malicioso, segurou firme no meu cacete e encaixou apenas a cabecinha na entrada da boceta, foi sentando devagar até o talo.

Aproveitei que ela estava de frente pra mim e comecei a chupar novamente os seus peitos, intercalando entre chupões e mordidas, levei uma das mãos em seu rabo e dava tapas fortes enquanto usava a minha outra mão para puxar os seus cabelos.

Aquela vadia acabava comigo quando sentava no meu caralho, me deixava louco!

Os nossos gemidos altos, as respirações ofegantes, o lugar que estávamos fodendo, tudo aquilo contribuía para uma foda deliciosa!

A minha puta levou uma das suas mãos até o grelinho, começou a massageá-lo, mesmo enquanto sentava rápido sobre o meu cacete, ela gemia cada vez mais gostoso e aquilo me deixava maluco!

Parei de dar tapas em seu rabo, com certeza já estava todo marcado, levei minha mão até a boca de Eliane e falei:

– Chupa meus dedos, deixe eles bem molhados!

A vadia não questionou, apenas chupou, e assim que parou, levei minha mão até o seu cuzinho e empurrei dois dedos naquele rabo apertado, era uma delícia foder ela assim.

Meu cacete estava latejando sem parar, eu e Eliane estávamos suando, chegando à exaustão...

Não aguentava mais me controlar e nem fazia questão, gozei bem gostoso dentro daquela boceta apertada, Eliane assim que sentiu minha porra preenchendo a sua bocetinha junto do meu cacete gozou, em seguida nos chupamos e nos vestimos para seguir a viagem tranquilamente.


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Ficha do conto

Foto Perfil dudusaint
dudusaint

Nome do conto:
Viagem Interrompida...

Codigo do conto:
250796

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
01/01/2026

Quant.de Votos:
2

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