O Presente inusitado (mas muito gostoso) que ganhei do meu marido.


Meu nome é Verônica, tenho 38 anos, 1,70 de altura e 60 quilos.

Tenho a pele clara, levemente bronzeada e cabelos castanhos.

Sou casada com o Roberto, 40 anos, 1,75 de altura, mais ou menos 75 quilos, pele clara, cabelos e olhos castanhos.

Ele é Administrador de Empresas e trabalha no Departamento de Compras de uma indústria metalúrgica.

Eu sou formada em Relações Públicas, mas desde o nascimento da nossa filha, que atualmente está com 11 anos, cuido do nosso lar.

Estamos casados há 15 anos e levamos uma vida bem tranquila, tanto no aspecto emocional, como no financeiro.

Desde o tempo de namoro, Roberto sempre foi muito ciumento.

Qualquer “coisinha” era motivo para brigas e discussões.

Eu não podia usar certos tipos de roupas, maquilagem e saltos.

Com relação à biquínis e maiôs, era ele que escolhia os modelos junto comigo.

Não podia ter amizade com certas pessoas, frequentar alguns lugares e assim por diante.

Tirando este “defeito”, Roberto era uma ótima pessoa: Íntegro, bem-educado, simpático, de uma ótima família e muito bom caráter.

Foram estas qualidades que fizeram com que eu o escolhesse para ser o meu namorado.

Às vezes, até entendia o seu ciúme.

Eu era relativamente bonita, tinha um corpo bem feito e havia sido pedido em namoro, por vários rapazes do nosso convívio.

Depois de 14 anos de casados e mesmo tendo uma filha, eu ainda mantenho o meu corpo bem bonito.

Não frequento academia ou faço qualquer tipo de malhação.

Minhas atividades físicas se resumem em uma caminhada pelas avenidas do bairro e algumas pedaladas com a família nos fins de semana.

Talvez por fatores genéticos, não tenho tendência a obesidade, e eu, como praticamente de tudo, com exceção de carnes gordurosas, por não gostar mesmo.

Quando casamos, Roberto tinha 25 e eu tinha 23 anos.

Logo após o casamento, mais ou menos 6 meses depois, como que por um encanto, Roberto mudou muito.

Aquele seu ciúme desapareceu por completo.

Sugeria a compra de roupas mais ousadas, blusas mais decotadas e biquínis que nem imaginaria que pudesse usar, há um ano atrás.

Gostava muito que eu usasse uma minissaia de jeans, onde eu pudesse mostrar mais as minhas pernas, que era a parte do corpo que eu mais gostava e achava bonita.

Gostei muita desta mudança, pois eu poderia extravasar todas as minhas vontades que estavam reprimidas, principalmente com relação ao vestuário.

Nas festas, passeios e viagens, lá estava eu, usando uma roupa bem provocante e sensual.

Os nossos amigos, até chegaram a comentar a mudança que havia acontecido comigo e passaram a conviver de uma forma mais amigável.

A nossa vida sexual que sempre tinha sido bem ativa, havia melhorado em muito, depois que todas estas mudanças haviam acontecido na nossa vida conjugal.

Passamos a ter mais liberdade, experimentar novas posições, criar fantasias e confessar vontades e desejos de ambas as partes.

Com a chegada da nossa filha, respeitando o período de “resguardo”, tudo voltou ao normal.

A nossa vida sexual continuava com a mesma intensidade.

Roberto se mostrou um excelente companheiro e pai, ajudando-me em tudo que era necessário para cuidar da nossa filha.

Isso era um motivo a mais para ama-lo cada vez mais e satisfaze-lo de todas as formas possíveis.

Quando a nossa filha atingiu a idade escolar, era Roberto quem a levava ao Colégio, antes de ir para o trabalho.

A minha tarefa era busca-la na hora da saída e ficarmos juntos no período da tarde.

À noite, era Roberto quem mais ficava com ela, pois não via a hora de vê-la e brincar o máximo de tempo que pudesse.

À noite, quando ela já estava dormindo no seu quarto, o tempo era só nosso e dedicados um ao outro.

Certa noite quando já estávamos na cama, Roberto contou-me que na noite anterior, havia sonhado comigo.

Pedi para me contar o sonho e ele contou-me que havia viajado para visitar um fornecedor e que havia voltado para casa mais cedo.

Quando chegou em casa, não me encontrou e percorrendo pela casa, ouviu algum barulho vindo do nosso quarto e que, encontrando a porta entreaberta, me viu na cama com o seu irmão.

Um misto de surpresa e raiva havia tomado conta dele, mas o que mais sentiu, foi um “baita” tesão, em ver-me naquela situação.

Ficou me espreitando por vários minutos, e que eu fazia coisas incríveis e diferentes com o meu cunhado.

Depois de muito assistir o nosso relacionamento, acordou todo suado e com um tesão incrível.

Teve que ir até o banheiro e se masturbar, já que o seu membro estava quase estourando de tão duro.

Falou que nunca poderia imaginar que ficasse naquele estado, vendo-me na cama com outro homem.

Enquanto contava o seu sonho, ficou com o seu pênis duríssimo e aquela noite foi uma das mais intensas em todos os anos de casado.

Achei muito estranho o sonho, pois em momento algum, demonstrei ou comentei algo a respeito do seu irmão, mesmo porque, embora eu goste muito, não sinto nenhuma atração sexual por ele.

Nas noites seguintes, sempre lembrava do sonho e ficava excitadíssimo.

Vez ou outra, pedia que eu o chamasse por um outro nome e imaginasse sendo possuída por ele.

Assim, eu o chamei pelo nome da maioria dos nossos amigos, seus colegas de serviço, amigos do futebol, etc...

A cada nome diferente, ficava excitadíssimo e gozava como nunca.

E nesta “batida”, a nossa vida sexual ia cada vez melhor e mais gostosa.

Certa noite, perguntou-me se eu já havia pensado em transar com alguns daqueles seus amigos que eu havia fantasiado.

Disse que não ficaria chateado com a minha resposta, já que havia me imaginado com vários deles e que não se importaria com isso, desde que não escondesse nada e lhe contasse tudo.

Desconfiada, respondi o que eu achei que ele gostaria de ouvir e disse:

- Todos!

Ficou maluco em ouvir a minha resposta.

Nunca o vi tão excitado.

Ficou tarado.

Me chupou da cabeça aos pés.

Me penetrou de todas as formas possíveis e imagináveis e gozou como um animal selvagem.

Acordava excitado e já pela manhã, ficava me encoxando por trás, enquanto eu preparava o café da manhã.

Me beijava e abraçava à toda hora e em qualquer lugar.

Naquela noite, logo após o jantar, o nosso computador travou e por mais que se tentasse, ele não voltou a funcionar.

Roberto disse que daria um jeito no dia seguinte, pois ele sabe que eu passo uma boa parte do meu tempo livre, nos sites de compartilhamento.

Na manhã seguinte, lá pelas 9,00 horas, para minha surpresa, apareceu na minha casa o Juliano.

Ele era padrinho do nosso casamento.

Na época, era casado com a Simone e hoje estão separados.

Não se casou novamente e vive com os seus pais.

Disse que havia conversado com o Roberto e que tinha ido a nossa casa para resolver o problema do computador.

Fiquei muito contente em vê-lo pois, dentre todos os amigos e colegas, ele é aquele que eu mais nutria um certo interesse.

Sempre foi um rapaz bonito, simpático, muito discreto e um sorriso encantador.

Mas minhas fantasias, quando eu citava o seu nome, realmente me sentia “comida” por ele.

O problema foi resolvido muito mais rápido do que se poderia imaginar.

Depois, sentados na sala, conversamos sobre nossas vidas e algumas lembranças do passado.

Me deixou muito lisonjeada, quando disse que eu estava cada vez mais bonita e confessou que sempre nutriu uma paixão secreta por mim.

Embora eu tivesse a vontade de confessar que a paixão secreta era recíproca, preferi ficar quieta.

Como estávamos muito próximo, ele aproximou o seu rosto e me deu um “selinho”.

Na sequência, segurou carinhosamente o meu rosto e nos beijamos.

Sentia a sua língua penetrar na minha boca e nos beijamos demoradamente.

Me sentia uma adolescente recebendo o primeiro beijo.

Meu corpo se arrepiava todinho e não tinha mais vontade de parar de beijá-lo.

Quando ele tentou desabotoar a minha blusa, me afastei um pouco, dizendo que já havíamos chegado ao limite.

Ele sussurrou no meu ouvido, dizendo que o Roberto já havia liberado este encontro e que tudo estava sob controle.

Então, era para isso que ele havia enviado Juliano?

Era tudo que eu precisava ouvir.

Me liberei totalmente e fiquei a sua mercê.

Juliano desabotoou a minha blusa, depois o meu sutiã e ficou com os olhos arregalados, vendo os meus seios.

Disse maravilhas a seu respeito e chupou e sugou cada um deles demoradamente.

O contato da sua boca e língua nos bicos dos meus seios, me deixavam totalmente arrepiadas.

Tirou meu short e se afastou um pouco para me ver somente de calcinha.

Novamente me encheu de elogios e abaixando, foi retirando lentamente a minha calcinha, me deixando completamente nua.

Puxando-o pelas mãos, levei-o até o nosso quarto.

Nos deitamos e com os nossos corpos colados, ficamos nos beijando por muito e muito tempo.

Novamente, lambeu e chupou cada um dos seios.

Os bicos estavam duríssimos de tanto tesão e pareciam que iam estourar de tão eriçados que estavam.

Beijou meu ventre e chegou com a sua boca até a minha vagina.

Lambeu e chupou ela por completo.

A sua língua entrava e saia dela e eu sentia um calafrio pelo corpo todo.

Já estava totalmente molhada.

Quando a sua língua tocou o meu clitóris, eu comecei a gemer.

Cada movimento de sua língua me fazia dizer palavras desconexas e pequenas convulsões davam sinal de que eu não aguentaria por muito tempo.

No momento seguinte, o gozo chegou.

Mistura de gritos e gemidos ecoaram naquele quarto.

Meu corpo se movimentava em convulsões cada vez mais forte e eu queria que o tempo parasse e eu desmaiasse de tanto prazer.

Quando sentiu que eu já estava mais calma, Juliano deitou sobre mim e ficamos nos beijando novamente.

Troquei de lugar com ele e fui eu que deitei sobre o seu corpo.

Continuamos nos beijando e lentamente fui deslizando o meu corpo sobre o dele.

Beijei seu peito, sua barriga e cheguei até o seu pênis.

Beijei lentamente toda a sua extensão e depois abocanhei-o de uma só vez.

Chupei e mamei gulosamente.

Ora delicadamente, ora violentamente, chupava como se fosse um picolé.

Quando passei a fazer o movimento de entra e sai da minha boca, pediu que não parasse e dando um grito, gozou violentamente.

Senti todo aquele líquido quente encher a minha boca e fiquei chupando até que gozasse a última gota.

Abri a gaveta do criado mudo e tirei uma “toalhinha”, onde cuspi o esperma e limpei a minha boca.

Pediu que eu deitasse de bruços e abrisse as pernas.

Apontou o seu membro na entrada da minha vagina e foi empurrando-o para dentro.

Aquela vagina totalmente molhada com o gozo, facilitou a entrada e eu sentia cada centímetro dele me preenchendo. Entrou e saiu por dezena de vezes e pediu se ele poderia “comer” o meu ânus.

Disse que sim.

Ele apontou o seu pênis totalmente lubrificado na entrada e foi empurrando devagarinho.

Sentia uma dorzinha, mas nada que pudesse tirar o tesão que estava sentindo naquele momento.

Com o seu pênis totalmente dentro de mim, ele começou um movimento mais rápido de vai e vem e eu sentia as batidas no seu quadril no meu bumbum a cada socada que ele dava.

Aquela dorzinha, havia se transformado em puro prazer e como previsto, não demorou para que ele dando um gemido e um grito, gozasse violentamente dentro de mim.

Sentia o seu líquido quente a cada golfada, preenchendo todo o meu ânus.

Como acontece com o meu marido, depois do sexo anal, Juliano parecia que não estava satisfeito e me deitando de costas, pediu que eu abrisse as pernas e me penetrou novamente.

O seu pênis penetrou na minha vagina e com movimentos rápidos, entrava e saía dezenas de vezes.

Eu que não havia gozado na penetração anal, estava com um tesão fora do comum e sentia cada centímetro do seu pênis me penetrando sem parar.

Juliano começou a acelerar o movimento e já dava sinal de que estava prestes a gozar.

Nesta altura, eu também já estava no limite e quando chegou a hora, gozamos simultaneamente.

Gritamos, gememos e com movimentos rápidos e violentos, gozamos como animais.

Com convulsões cada vez mais fortes e me penetrando violentamente sentia as golfadas do seu esperma preenchendo as minhas entranhas.

Cansados, suados e ofegantes, deitou o seu corpo sobre o meu e abraçando a sua cintura com as minhas pernas, ficamos nesta posição até a nossa completa recuperação.

Nos beijamos por diversas vezes e depois levantamos para tomar um banho.

Depois de vestidos, sentamos um pouco na sala e depois de algumas conversas, ele foi embora.

Deu tempo de arrumar a cama, adiantar o almoço e ir buscar a filha na escola.

Naquela noite, Roberto já estava sabendo que eu e o Juliano havíamos transado, mas estava muito curioso para saber dos detalhes desta transa.

Contei tudo que havia acontecido, nos mínimos detalhes.

Enquanto eu narrava cada detalhe, ouvia um suspiro seu, enquanto acariciava o seu pênis, que a esta altura, estava quase explodindo de tanto tesão.

O resto da noite foi maravilhosa.

Repetimos tudo que havia acontecido entre eu e Juliano e dormimos abraçados como sempre fazemos.

Já tive vários encontros com Juliano e nossa relação está cada vez mais gostosa.

Agora, eu tenho dois amantes: Roberto e Juliano.
        


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Comentários


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edu aventureiro Comentou em 04/01/2026

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Nome do conto:
O Presente inusitado (mas muito gostoso) que ganhei do meu marido.

Codigo do conto:
251025

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
04/01/2026

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