Dando o meu melhor para promoção do marido.


Agora estou com muita raiva!

Meu marido contou a piada do médico japonês que receitou um remédio que deixa toda mulher contente, dócil e obediente.

E que o nome do remédio é Taron, ele disse o que?

Taron de cheques, caiu na gargalhada, e foi trabalhar sem nem me dar um beijo de despedida.

Isso me deixou muito brava, tratando as mulheres como mercenárias ....

Ainda mais eu!!!

Se ele soubesse que só tem cargo de diretor na empresa graças a mim.

Fiquei tão furiosa, que para tentar me acalmar, liguei meu computador comecei a viajar pela internet e encontrei esse site de confissões eletrônicas onde as pessoas põe para fora tudo que fica remoendo por dentro.

Pois bem, até hoje guardei segredo, mas depois do que acabou de acontecer, quero extravasar, para poder me acalmar e também para tranquilizar minha consciência.

Meu marido, hoje com 34 anos, é diretor de uma grande empresa e também o mais jovem diretor.

Com 30 anos era gerente de divisão e respondia diretamente ao filho do dono, que o tratava com carinho especial, ele sempre me contava que o filho do manda chuva, o Dr. Andrade, com 45 anos na época e futuro sucessor do pai, sempre o defendia e o protegia e com isso eu me sentia muito grata a ele, mesmo sem o conhecê-lo.

A primeira vez que conheci o chefe dele, foi no casamento da filha, meu marido foi o único gerente a ser convidado.

Fui com um vestido que meu marido me dera no aniversário.

O vestido era justo da cintura para cima, realçando os seios, e o decote deixando ver o sulco entre eles, mais uma cinta para marcar a cinturinha e a parte de baixo até quase os joelhos, com meia e sapato lindo de saltinho, segundo meu marido, eu iria ofuscar a noiva!

Tenho 1.62m e 49 Kg, como sou descendente de espanhóis, tenho o corpo típico das espanholas, magra, com bumbum arrebitado e seios grandes.

Meu marido diz que quem viu uma espanhola, viu todas, pois todas são iguais, e acho que tem razão, pelo menos minha mãe, minhas tias e minhas primas são todas assim.

Na igreja, ao cumprimentar os noivos ele me apresentou o Dr. Andrade, seu chefe, e notei que ele me olhou de cima a baixo.

Ele é um homem muito atraente, lindo e charmoso, alto, parece o ator Antônio Fagundes, porém mais magro, inclusive com alguns cabelos grisalhos, alto, forte, corpo de atleta.

Na festa da recepção, ele veio até nossa mesa e ficou conversando longamente conosco, mandou que eu parasse de chamar de Dr. Andrade e que para os amigos ele era apenas o Andrade.

Ele me convidou a ir ao escritório da empresa, para conhecer a sala do mais competente gerente, que era meu marido.

Ele era adorável, simpático, bonitão, bem-falante, divertido.

Me fez prometer que quando fosse visitá-lo no escritório, iria à sala dele tomar um cafezinho.

A esposa dele ao contrário, era arrogante, narizinho empinado, só sabia falar de viagens ao exterior, restaurantes desse ou daquele país, todos só ficavam ouvindo por ser a esposa do chefe, devia pesar mais de 100 quilos, apesar de ter minha altura, e exibia muitas rugas caras nos dedos e no pescoço, roupa sofisticada, provavelmente de grandes costureiros.

Um dia meu marido estava na filial de Curitiba e me ligou, pedindo que eu procurasse um relatório dentro da pasta dele e que o Dr. Andrade estava precisando urgente e não poderia esperar até o dia seguinte, pois o avião dele só chegaria a São Paulo, em Congonhas as 18H, e perguntou se eu poderia levar imediatamente até o escritório.

Quando percebi o desespero dele, me ofereci para levar o documento ao escritório.

Coloquei uma saia justa preta, blusa de malha colante branca manga curta que realçava minha cinturinha fina e meus seios grandes, sapatinho preto de salto, e uma linda bolsa.

Olhei no espelho e a imagem refletida me fez sentir bem, blusa modelando meu corpo em cima, embaixo a saia justa até passar os quadris e mais solta daí para baixo, até os joelhos, daí para baixo um par de pernas brancas, finas, completada com um sapatinho de laços lindo.

Parecia uma executiva a caminho do serviço!

Tomei um taxi e chegando ao escritório fui mandada direto para a sala do Dr. Andrade, que já me esperava, pois, meu marido já o tinha informado que eu mesma iria levar o documento.

Como sabia que o documento era urgente, imaginei em apenas entrar, cumprimentá-lo entregar e sair.

Ele apesar dos inúmeros afazeres, me dispensou toda atenção, ele era tão cavalheiro que dava a impressão de que no mundo só existia eu, e falava tão bem que me sentia como se fossemos bons amigos.

Ele me mostrou uma outra sala enorme no andar da diretoria, com uma belíssima vista da cidade, e disse que aquela sala estava vazia até que um novo diretor fosse nomeado, e que esse diretor teria carro da empresa, secretária, bom salário, etc.... etc....

No momento, não sabia nem porque ele estava me contando tudo isso, que, a meu ver, era assunto da empresa e que não me dizia respeito.

Ele disse que estava se esforçando para que meu marido ocupasse a sala, como novo diretor, mas que a luta estava muito difícil porque havia alguns pretendentes ao cargo.

Na hora eu achei graça e ri, pois, sabia que meu marido nunca ocuparia um cargo tão alto.

Ele continuou insistindo que ele estava fazendo de tudo que ele podia para promover meu marido.

Naturalmente, eu agradeci a ele, por isso.

Ele disse que todos precisavam se esforçar para que esse objetivo fosse atingido, e perguntou se eu também me esforçaria para isso.

Eu disse que sim, claro, era a esposa dele, e desejava o seu sucesso.

Foi aí, que ele me perguntou, até que ponto eu estava disposta a me empenhar nesse esforço, pois dependendo do meu engajamento na causa, esse sonho poderia se realizar.

Foi aí, que percebi onde ele queria chegar!!

A promoção do meu marido a diretor, tinha um preço, e o preço era eu!

E eu que achava que o Dr. Andrade fazia isso por ser um homem bondoso, que reconhecia o valor do meu marido!

Ele mandou que eu sentasse na poltrona que poderia ser do meu marido, na sala fechada, só eu e ele.

Ainda nervosa, ele me empurrou pelos ombros até aquela cadeira enorme de diretor, onde me sentei, percebi o olhar dele nos meus seios, nas minhas pernas que apareciam, pois, sentei e cruzei as pernas, aparecendo os joelhos e um pedaço das coxas brancas que contrastavam com a saia preta.

Ele segurou a minha mão e perguntou, novamente...

- Você faria tudo o que fosse necessário para a promoção dele?

Fiquei vermelha, nervosa, decepcionada, brava, enfim, fiquei meia perdida.

Ele começou a enumerar as vantagens que meu marido teria como diretor, e que, eu não deveria ter remorsos porque eu estava, no fundo, fazendo isso para o sucesso do meu marido, e que isso era uma prova de amor.

Minha reação, era sair correndo, mas ele era persuasivo, falando que no mundo dos negócios é assim que as coisas são, e que dependendo da minha reação, ao invés de ser promovido, meu marido poderia ter muitas dificuldades, e que tudo só dependia de mim.

Eu disse que namorava meu marido desde muito nova, e que até hoje, ele foi o único homem que conheci, e que sempre fui uma mulher fiel.

Ele, muito sábio, disse que isso não seria traição, pois todos estavam unidos no esforço para promover meu marido, ele estava lutando também dentro da empresa, e eu também estaria fazendo a parte de esposa dedicada.

Quando perguntei o que ele pretendia de mim, ele como dirigente de grande empresa, foi direto:

"Nós vamos agora num motel, podemos almoçar lá mesmo, e a tarde você já volta para sua casa, com o sentimento de ter batalhado pelo sucesso do marido".

Depois de muito pensar, de pesar os prós e o contras, depois de imaginar a alegria do meu marido sentado naquela sala, com secretária, com carro da empresa, além do fato de a esposa de um colega do meu marido, viver se gabando que seu marido era o peixinho do Dr. Andrade, e que logo ele seria promovido, e se ele fosse promovido, eu seria esposa de um subordinado daquela mulher arrogante, acho que a imagem daquela mulher falou mais alto que minha consciência, eu disse que eu iria tentar, mas que caso não conseguisse me relaxar, que ele não forçasse, e se eu desistir de fazer algo no motel, que ele prometesse não perseguir meu marido, esquecesse o assunto.

E que seria apenas uma única vez, apenas naquela tarde e nunca mais, e que caso algo acontecesse dentro do motel, depois disso, deveríamos esquecer e mantermos um relacionamento normal, como se nada, nunca tivesse ocorrido.

Ele aceitou todas minhas condições, e mandou que eu o esperasse no subsolo, até que ele desse instruções para a secretaria.

Fui pelo elevador, direto para o subsolo, por sorte, não tinha ninguém, e fiquei escondida num cantinho, pois dava a impressão que se alguém me visse, já saberia que eu iria a um motel com o chefe do meu marido.

Logo ele chegou e saímos no carrão importado dele, com vidros escurecidos, graças a Deus.

Eu ia tremendo de nervosismo, até que ele entrou no motel, pediu a melhor suíte, entrou na garagem da suíte e a porta se fechou automaticamente, assim que o carro entrou.

Eu toda tremendo, só de saber que estava num motel com outro homem.

Com todo cavalheirismo, ele abriu minha porta, e me conduziu para a suíte, eu continuava tremendo e super nervosa.

Era a primeira vez que estava com um homem diferente do meu marido em um motel.

Ele foi muito carinhoso, não veio me atacando, com toda gentileza, pediu duas garrafas de champagne, queijos, e ficamos bebendo, sentados um na frente do outro, na mesinha do terraço, junto a piscina com água aquecida, saboreando o delicioso champagne.

Não estou acostumada a bebidas alcoólicas, mas tomei para dissipar o nervosismo, ainda mais com estômago vazio, o champagne logo começou a fazer efeito, fui ficando alta, passamos a conversar e me divertir com as coisas engraçadas que ele falava, quando percebi, estávamos tão próximos um do outro que de vez em quando ele me dava um beijinho no rosto, depois na orelha, me arrepiando toda, até que ele me convidou para irmos para a sauna.

Logo ele entrou no banheiro e saiu com uma apenas uma toalha enrolada na cintura, e ficou olhando para mim, ele alto, bonitão com uma toalha enrolada na cintura, descalço, sem o terno.

Toda trêmula, tomei coragem, fui ao banheiro com a cabeça confusa, primeiro resolvi que ia ficar de soutien e calcinha sob a toalha, mas vi que seria ridículo, depois do ponto que cheguei, além do fato de que, na sauna, iria molhar tanto soutien como calcinha, e eu teria de voltar para casa com eles molhados, e ainda vi pendurada a roupa do Andrade, inclusive sua cueca, mostrando que ele estava completamente nu por baixo da toalha.

Ainda hesitante, desabotoei meu soutien, deixando meus seios balançando livremente, tirei também minha calcinha, deixando à mostra o tufo triangular de pelos que deixo em cima e raspado ao redor dos grandes lábios, enfim, me despi toda, trêmula, ao ver minha imagem refletida no espelho, com os seios e o triângulo de pelos vaginais a mostra, fiquei envergonhada, e me enrolei numa toalha que cobria dos seios até o meio das coxas.

Saí do banheiro vermelha de vergonha, tremendo de nervosismo, nunca aconteceu isso, de eu estar nua, enrolada numa toalha, com outro homem, ainda mais dentro de um motel, sabendo que ele também estava nú por baixo da toalha, eu não sabia o que fazer, marinheiro de primeira viagem é fogo.

Ele, como se fosse a coisa mais natural do mundo, nós estarmos enrolados em toalhas, me conduziu à sauna e ficamos sentados, um ao lado do outro, num estrado de madeira, sempre me divertindo com suas histórias, e com o vapor começando a encher o ambiente.

Logo, havia tanto vapor, que até a respiração já se tornava um ato forçado, os azulejos ficaram todos úmidos, nossas mãos, rostos, tudo úmidos e pingando, o calor foi ficando insuportável, ele continuava me animando, me fazendo sentir como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo, e com o álcool agindo em mim, eu nem sabia mais o que fazia.

Eu me sentia bem porque até aquele instante, ele não tentou em momento algum me agarrar, só falava bem próximo de mim e, de vez em quando, dando beijinhos na minha face, no ouvido, no pescoço e também nos lábios, me deixando arrepiada, afinal, ele é lindo, alto, bem-falante e forte.

Na sauna, tinha um registro no alto da parede, ele perguntou se eu conseguiria pegar o registro e girar para entrar um pouco de ar fresco na sauna, eu disse que não daria, pois, o registro ficava a uns 2,50m de altura, justamente para ninguém mexer, mas ele disse que deveríamos girar um pouco, para tornar o ar mais fresco.

E sugeriu de eu subir nas costas dele, como as crianças que ficam nos ombros dos pais para enxergar melhor, e que ele ficaria em pés comigo sobre os seus ombros, e eu iria alcançar.

Como estávamos altos devido ao champagne, levando tudo como uma brincadeira, aceitei rindo, e subi no banco de madeira, por trás, onde ele estava sentado, e subi nas costas dele, passando cada coxa ao lado da bochecha dele.

Mas para eu poder sentar no ombro dele, tive de puxar a toalha para cima, para deixar minhas coxas livres, fiquei envergonhada ao ver que apareceu o tufo de pelos, mas não liguei porque ele estava de costas, mas quando sentei nas costas dele, ele sentiu meu bumbum, nas suas costas, e as coxas em cada lado do seu pescoço, e para me segurar, ele passou sias mãos sobre minhas coxas.

Ele se levantou devagar, eu comecei a ficar excitada, afinal, eu sentia minha vagina esfregando na parte traseira do pescoço dele.

Tentei segurar e girar o registro, mas não consegui, nessa tentativa, a toalha dele caiu e vi o tamanho da excitação dele, um pênis enorme, como nunca tinha visto antes, rígido, apontado para cima, com a pele repuxada, e a enorme cabeça à mostra!

Meus líquidos vaginais começaram a escorrer, minhas coxas prenderam forte em seu pescoço, eu sentia ficar cada vez mais lisa a superfície entre minha vagina e o pescoço dele.

Quando tentava girar o registro, minha toalha também caiu, e já nem liguei mais para o fato de estar toda nua, sentada nas costas do chefe do meu marido com os seios totalmente a mostra, nem dele mostrar uma ereção descomunal, enorme, pulsante, o clima era de desejo, de excitação, de tesão.

Em toda minha vida, nunca fiquei tão excitada, com tanto tesão, chegava a doer os mamilos já rígidos e uma dorzinha em baixo também.

Eu não pensei em mais nada, esqueci que nunca ficara nua com outro homem até aquele dia, que nunca tinha visto outro pênis, ainda mais daquele tamanho enorme, nem que era casada, nem que jurara fidelidade no altar, nada disso.

Ele me girou para frente dele, de modo que minha vagina se encaixou no pomo de adão dele, e começou a me descer, segurando minhas nádegas, minha vagina ia deixando uma marca de líquido pelo pescoço dele, pelo peito dele, ele apoiava minhas nádegas, uma em cada mão enorme que ele tinha, devido desproporção de tamanho entre nós, ele me carregava com a maior facilidade.

Quando meus seios passaram pela sua boca ele falou...

- "Que peitão lindo que você tem, parece um mamão, grandes e firmes, vou chupar cada um deles como um bebezinho"

Aquilo era demais, eu quase gritava dizendo, "chupa, chupa, me mata de tesão", ele os abocanhou e ficou mamando longamente cada um dos seios, chupando, fazendo um barulhão nas chupadas e mordendo os mamilos, abocanhando e mordendo os seios, passando a língua, e eu não conseguia conter os gemidos, continuava a me molhar, tanto que sentia pingar no chão, pois estava com as coxas abertas ao máximo, a vagina arregaçada pelas mãos enormes dele.

Depois, quando ele começou a me descer mais, eu abracei o corpo dele com minhas pernas, entrelacei minhas pernas nas costas dele, e as mãos no seu pescoço, e ia soltando de pouco a pouco, à medida que ele me abaixava e minha vagina continuava deixando um rastro úmido por onde passava raspando, até meus seios ficaram molhados ao ficar em contato com o peito dele, onde minha vagina deixou úmido, era umidade da sauna e da minha vagina misturadas, até que aconteceu o inevitável, o pênis dele começou a roçar minha vagina, eu gemia toda vez que o pênis dele pincelava todo rasgo da vagina, do clitóris até o anus.

Com os dedos ele, empurrava e pincelava seu pênis gigante em toda extensão da vagina ao ânus, a cabeçona enorme, já toda úmida com meus líquidos vaginais, deslizava de um lado para outro, me arrancando gemidos e me deixando mais molhada ainda.

Ele olhou para mim, e perguntou...

- "Posso te foder?"

Eu assenti com a cabeça.

Ele disse "então pede para eu te comer"

Eu disse, "você quer me matar de tesão, seu malvado, por favor me come, me come, por favor"

Ele continuou dizendo que eu tinha que pedir para ele me foder, para meter o pau na minha buceta, e eu disse...

- "Por favor, me fode com esse seu pauzão, me come, me fode por favor, não estou aguentando de tesão".

Ele com as mãos, encaixou a cabeça do pênis na minha entrada vaginal e começou pressionar meu corpo contra o pênis dele.

Como era muito desproporcional a grossura da cabeça do seu pênis e meu canal vaginal, ele não entrava, ele me abaixou mais, forçando ainda mais a penetração, já dava uma dorzinha pela tentativa de abrir minha vagina ao máximo, estava me arregaçando, ele continuou me abaixando, forçando ainda mais o pênis dele contra minha vagina, até que num momento, graças a lubrificação que não parava de sair da minha vagina, senti a cabeça do pênis pular dentro do canal vaginal, me deu uma dor e uma onda indescritível de tesão, soltei um grito alto, mas nada mais podia ser feito, a enorme cabeça estava entalada na entrada do canal vaginal, aquele canal que tinha sido só do pênis do meu marido estava recebendo um enorme pênis estranho, que estava entalado na entrada.

Nem pensei no fato dele estar sem camisinha, nem no fato de aquele ser o primeiro pênis estranho que minha vagina abrigava, só sentia o quanto ele era bem-dotado, enorme, ia me abrindo toda, centímetro a centímetro, bem lentamente, de modo bem carinhoso, enquanto ele me beijava, e nossas línguas se encontravam, lágrimas de dor e de prazer saiam de meus olhos.

Depois de um longo tempo, senti aquela cabeça enorme do pênis tocar meu útero, coisa que nunca senti com meu marido.

Nunca me senti tão preenchida, dolorida, alargada, por sorte ele ficou um bom tempo parado, para meus músculos vaginais se adaptarem pouco a pouco com aquela tora.

Ele dizia...

- "Puta merda, que delícia de buceta, apertadinha, parece virgem ainda, quente, molhada, lisinha, sua buceta está mordendo meu cacete inteiro. Sua gostosa! Puta merda, que buceta gostosa".

O pênis do Andrade era mais grosso e muito mais comprido que do meu marido, e eu sentia isso, nunca minha vagina foi tão completamente preenchida.

Depois de um tempo, ele com suas mãos fortes, me suspendia bem devagar, para que o pênis fosse saindo, pouco a pouco, e depois ia soltando meu peso para baixo, enterrando devagarzinho tudo outra vez, na segunda penetração já não doía tanto quanto na primeira, na terceira vez, já saiu e entrou mais fácil ainda.

Na quarta ou quinta vez que seu pênis invadiu minha vagina, não aguentei e gozei aos gritos, falei...

- "Não aguento mais, não aguento mais, está vindo, já vou, vou gozar, vou gozar agora, estou gozaaandooo..."

Me agarrei no pescoço dele, comprimindo meus seios contra o peito dele molhado de umidade da sauna e de meus líquidos e o atrito dos mamilos duros nos pelos do peito dele me dava mais tesão, entrelaçando forte as pernas para sentir o pênis todo enterrado, cutucando meu útero, nunca senti tanto tesão na vida, era um gozo atrás de outro.

Não parava de estremecer e gemer, e ele não aguentou, afinal, minha vagina ficava comprimindo fortemente seu pênis, e ejaculou dentro, inundando meu útero, gritando...

- "Puta que o pariu, não aguento mais, vou gozar na sua bucetinha, essa buceta gostosa e apertada, toma meu leitinho na buceta, toma sua gostosa."

Primeiro senti o já enorme pênis dele ficar mais grosso ainda, inchar, depois senti um jato forte, quente e prolongado, em várias golfadas.

Por dentro meu útero deve ter ficado inundado de tanto esperma.

Minha vagina pela primeira vez na vida, estava conhecendo um esperma diferente do meu marido.

Ele sentou no estrado de madeira, e eu continuava sentada de frente pra ele, com o pênis todo dentro, pois, ao contrário do meu marido, que o pênis saía da vagina ao ejacular, ao ficar flácido, o do Andrade, mesmo flácido, devido ao comprimento e grossura, continuava todo dentro de minha vagina, eu o sentia dentro, me causando uma sensação indescritível de prazer, pois mesmo flácido, era maior que do meu marido rígido.

Ficamos conversando longamente, sempre com o pênis dele dentro de mim, até que ele, depois de um tempo, ficou com o pênis ereto, que cresceu dentro de mim e o meu tesão também aumentou com isso.

Ele sempre me segurando forte e com o pênis entalado na minha vagina, me levou até a cama, onde me deitou com todo carinho, e começou a me possuir na posição clássica, tudo isso sem tirar o pênis de dentro.

Continuava me beijando, nossas línguas se encontrando, e ele me elogiando, dizendo...

- "Você é linda, tesuda, que peitão, que delícia de buceta, coxas e pernas lindas, meu amor, nunca vi uma mulher mais perfeita, você me matava de tesão desde que a vi pela primeira vez, sempre sonhei em te comer. Já imaginava como era o seu peito pelo decote do vestido daquele dia, nunca imaginei que tivesse uma bucetinha tão apertada, quente, molhadinha assim"

Novamente, após um longo vai e vem, onde cheguei a ter alguns orgasmos, me estremecendo e gritando, abraçando-o com as pernas e braços, ele também, fez uma careta, e disse

- "Caralho, não aguento mais, vou gozar de novo, abre a buceta, toma leitinho"

E lançou jatos de esperma dentro da minha vagina.

Depois disso me colocou sobre ele, sempre com o pênis dentro da minha vagina, ficamos conversando, nem sei quanto tempo isso durou, fiquei horas com o pênis atolado na minha vagina.

Admirei a disposição do Andrade, ele devia ter tomado algum remédio para ter aquele desempenho sexual.

Só sei que saímos do motel um pouco antes do avião do meu marido chegar em SP.

Por telefone meu marido disse que estava num taxi e que em 15 minutos já estaria em casa,

Eu atendi dentro do carro do Andrade, em frente ao meu prédio, pois como estava chovendo, estava esperando diminuir a chuva.

Andrade fez mil elogios, disse que eu era uma esposa perfeita, a mais linda mulher que ele conheceu, e que eu cumpri minha parte e ele iria cumprir a dele.

Eu estava preocupada com a chegada do meu marido, e queria descer logo, e ao me inclinar para ele para dar um beijinho de despedida, ele me puxou me abraçou forte, me deu um beijo na boca, com a língua entrando na minha boca.

Acabei correspondendo, afinal, ele é um homem lindo, charmoso, senti ele levantando minha blusa, lutei, mas ele era mais forte, acabou levantando a blusa e tirando meus seios do soutien, devido à chuva não tinha transeunte, e com os vidros escuros, nada se via de fora, ele passou a apertar, morder e chupá-los, lambendo deliciosamente cada mamilo, enquanto isso, ele tirou seu pênis para fora e ficou se masturbando, até que gritou:

- "Vou gozar"

E empurrou minha cabeça contra seu pênis, tive de colar meus lábios na glande, receber na boca todo jato de esperma e engolir tudo, pois não tinha onde colocar, era a primeira vez que eu engolia um esperma, engoli tudo, até que eu recobrei a sensatez, me recompus, e como a chuva tinha diminuído corri para dentro do prédio.

Foi só eu chegar em casa, tirar os sapatos, colocar um chinelo e meu marido já chegou.

Estremeci ao perceber o quanto me arrisquei, por pouco ele ia me pegar saindo do carro do chefe dele, a essa hora.

Ele me abraçou, me beijou, fiquei até com medo de ter gosto diferente na boca, gosto de esperma, mas ele por sorte não sentiu nada.

Se ele soubesse que até pouco, estava com um pênis na boca, engolindo esperma, nem sei qual seria sua reação.

Meu marido me pediu desculpas por ter pedido para eu levar o documento.

Se ele soubesse ....

Meu marido me puxou para tomarmos um banho junto, não tive como recusar, ao me despir, percebi que meus seios apresentavam vermelhidão, onde a mãozona do chefe dele ficou apertando, mordendo e chupado, tinha marcas das mãos e dentes, manchas vermelhas, quase imperceptíveis, mas eu notava, e por isso fiquei de costas, encostada nele para não ter perigo de ele ver, peguei suas mãos, coloquei sobre os seios e apertei forte, para ele pensar que a marca era dele.

Durante o banho veio a comparação, no motel, o chefe dele me ensaboou todo meu corpo carinhosamente, meus seios, nádegas, costas, pescoço, coxas, até minha vagina, tudo, mas meu marido não, só ele ensaboou seu corpo, esquecendo de mim.

Depois, na cama, quando ele me possuiu na posição clássica, fechei os olhos e imaginei o chefe dele em cima de mim, com aquele pênis enorme me penetrando, depois, fiquei temerosa de meu marido perceber que minha vagina estivesse mais aberta, mais larga, afinal, fiquei horas com um pênis enorme entalado, me abrindo toda, mas pelo visto ele não percebeu nada, graças a Deus.

Quando meu marido ejaculou, foi algo sem graça comparado com outro, logo o pênis dele ficou pequeno, escapou de dentro, ele se virou e começou a roncar, sabia que só iria acordar horas mais tarde para jantar.

Enquanto meu marido roncava, eu sentia o esperma escorrendo de dentro de mim, sabia que ainda tinha um pouco do esperma do Andrade e do meu marido, misturados, e isso me excitava, eu molhava os dedos na vagina e lambia aquela mistura de dois espermas.

No dia seguinte meu marido me ligou todo eufórico, dizendo sobre ter sido promovido, e que a noite iríamos comemorar num restaurante, com isso meu peso na consciência diminuiu.


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Comentários


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nandomanso Comentou em 05/01/2026

Parabéns pela sua atitude,mulher de cornos faz o que pode para agradar ao seu marido, como eu já sou aposentado, minha esposa transa com outros pra me dar prazer

foto perfil usuario edu aventureiro

edu aventureiro Comentou em 04/01/2026

Que tesão, no contexto e nos detalhes. Parabéns.

foto perfil usuario olavandre53

olavandre53 Comentou em 04/01/2026

Excelente conto, adorei.




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Ficha do conto

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dudusaint

Nome do conto:
Dando o meu melhor para promoção do marido.

Codigo do conto:
251033

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
04/01/2026

Quant.de Votos:
12

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