A Confissão

Ele estava excitado com minha confissão.

Tive receio que aquilo pudesse arruinar meu casamento, mas sempre fomos leais um ao outro.

Não podia esconder.

E apesar do medo dele reagir mal, sabia que sentia tesão ao me imaginar com outro homem.


Estava atrasada, o voo chegaria as 19h.

Já era 18h30 e estava saindo do trabalho.

Meu esposo tinha ligado no meio da tarde para me pedir que buscasse o amigo que chegaria para passar o feriado conosco.

Como ele tinha ido resolver umas pendências na nossa casa de praia, não ia conseguir chegar a tempo, e me incumbiu desta tarefa.

Sai correndo, pois sabia que enfrentaria trânsito.

Liguei o som e comecei a torcer que um milagre acontecesse e estivesse tudo livre.

No caminho fui lembrando da primeira e até então única vez que tinha visto o Emilio.

Estava de férias aqui em Salvador com a esposa e o filho.

Saímos para jantar e em todo momento fez questão de ser gentil comigo.

Na despedida, um abraço caloroso, que sempre acreditei ser por educação.

Depois disso não nos vimos mais, nem nos falamos.

Mas não posso negar que o achei bem interessante, e gostei de ser envolvida por aqueles braços másculos...


Cheguei e a aeronave já estava no pátio.

Minutos depois ele apareceu no portão de desembarque e estava ainda mais atraente.

- Quanto tempo hein?! Bom ver você! E o Rogério, onde está?

- Não pode vir, foi resolver algumas coisas na casa de praia e ainda não voltou.

- Volta hoje?

- Acredito que sim

Fomos para o carro e falávamos amenidades quando o telefone tocou

- Amor, está chovendo muito aqui, acho melhor viajar amanha. O que vc acha?

- Filho, se não estiver seguro, melhor esperar.

- Já pegou o Emilio?

- Ainda não. E cai na gargalhada

- Safada. Comporte-se.

Éramos um casal com muitas fantasias, falávamos sobre tudo.

Um dia ele perguntou se eu me sentia atraída por algum outro homem e eu respondi que sim, mas que ele podia não gostar.

Ele insistiu e acabei falando: Emilio.

Ficou com ciúmes, mas aceitou a brincadeira e o amigo começou a fazer parte das nossas fantasias.


Falei com o Emílio do ocorrido e seguimos para casa.

Acomodei-o no quarto de hospede e fui por a mesa para jantarmos.

Depois de algum tempo, ele apareceu na sala de jantar de bermuda e camiseta branca, que deixavam seus braços fortes a mostra.

Exalava um cheiro bom.

Sentamos para jantar e falávamos sobre nossas rotinas.

Tinha uma voz grave.

Viril.

Fiquei imaginando como seria o sexo com ele.

- Deliciosa. Ele falou.

- Quem? Quer dizer, o que? Desculpe, o que você falou?

- A... Comida.

Fez uma breve pausa para completar e sorriu.

De forma maliciosa.

Droga, que bandeira Dominique.

Contenha seus pensamentos.


Após o jantar, recolhemos as louças e ele me ajudou na cozinha.

Já era tarde, nos despedimos e cada um foi para o seu quarto.

Tomei um banho demorado, vesti um baby doll e cai na cama.

Estava exausta.


Acordei assustada, tinha tido um pesadelo.

Levantei com a intenção de ir à cozinha beber água.

A porta do quarto de hóspede estava entreaberta...

Resisti a curiosidade.

Quando passei pela sala, ouvi a voz dele.


- Também perdeu o sono?

Virei-me e vi que estava na varanda, sem camisa, com óculos de grau lendo um livro.

E uma taça de vinho apoiada na mesa.


Merda.

Tinha que ser tão gostoso?

E de óculos ficava incrivelmente sexy.

Rogério tinha que ter voltado para a casa, não podia me deixar nessa situação.


- Sim, perdi o sono.


E estava prestes a perder o controle também...


Apesar da penumbra, pude perceber que estava com os olhos colados ao meu corpo.

Estava com um baby doll de seda cor de púrpura, que apesar de não ser um dos mais ousados da minha coleção, mostrava muito mais do que o amigo do meu esposo deveria ver.


- Já que o sono nos abandonou, toma uma taça de vinho comigo?

- Sim, claro.


Mesmo sabendo que poderia ser perigoso, aceitei.

Enquanto ele foi a cozinha pegar uma taça para me servir, achei apropriado me compor e fui ao quarto buscar o penhoar.


Voltei para a varanda.

- Está com frio?

- Não

- Achei que estivesse.

Riu malicioso e apontou para o penhoar.


Silêncio.

Não respondi, mas tenho certeza que corei nessa hora.

Sacana.

E delicioso.


Conversávamos sobre amenidades.

O vinho terminou e ele foi buscar outra garrafa.

Estava muito calor, o vinho fez com que a temperatura subisse rápido.

Prendi o cabelo num coque que deixava a nuca a mostra.

Quando voltou da cozinha, apoiou a garrafa na mesinha da varanda e puxou o prendedor fazendo com que meu cabelo caísse pelos ombros.


- Deixe solto.

Falou de forma imperativa.


Imediatamente as minhas conexões cerebrais entenderam que se eu não saísse dali naquele momento, não teria outra alternativa que não fosse terminar a noite nos braços dele.


Tinha um olhar lascivo, que fez com que minha pela queimasse.


- Eu quero solto.

Tornou a falar.

Dessa vez num sussurro, acariciando meu rosto.


Instintivamente, tive vontade de sair correndo, mas não era mais o cérebro que estava no controle.

E sim o desejo.


- Ahh Dominique, como você é linda. Linda e incrivelmente sexy.


Corei mais uma vez.

Não conseguia articular uma única palavra, o coração estava acelerado.

Minha boca, e todo o resto, queria aquele homem.

Ele estava cada vez mais perto.

E eu estava me deixando levar por aquela tensão que se instalou no ar...


- Não, Emilio, por favor...

- Você quer isso também.

- Não, não quero...

- Não quer?

Fez essa pergunta passando a língua nos meus lábios.

- Quero. Quero que me coma desde que desceu daquele avião...


Ele me puxou para seus braços, me encostou na parede e nos beijamos ardentemente.

Ele me segurou pelos cabelos e começou a roçar a barba por fazer no meu pescoço.

Já estava super molhada.


- Você é gostosa. Tem um cheiro bom, de fêmea. Estou imaginando agora o gosto...


Peguei a mão dele e enfiei na minha calcinha.

Ele ficou louco.

O pau que já estava duro, latejou.


- Puta que pariu. Que porra é essa? Molhada e quente.

Se referindo ao meu grau de excitação.

Tirei a mão dele da minha buceta e chupei cada dedo.


- Hum! O gosto é bom.

- Quer provar?

E sorri de forma bem sacana.

- Dominique... Eu vou te fuder.


Num só movimento, ele me carregou e enlacei as pernas nas costas dele.

Colocou-me sentada na mesa da sala e começou a me beijar, dessa vez, de forma suave.

Tirou minha blusa e os bicos dos meus seios estavam super rígidos.


- Humm. Que visão dos céus!

E colocou a boca, sugando hora de leve, hora mais forte...

Beijou todo meu corpo, até chegar a minha bucetinha.


Tinha uma língua deliciosa.

Ele chupava muito bem, e ainda sabia usar os dedos.


- Humm. Desse jeito eu vou gozar... Para, Emilio. Por favor!


Ele parou.

E deu um daqueles sorrisos sacana da sua vasta coleção.


Puxei ele para o sofá e fiquei de quatro para chupá-lo.

Estava louca por isso.


Coloquei minha boca naquele pau super duro.

Passei a língua devagar sobre a cabecinha.

Ele gemia e se contorcia de prazer.

Enquanto chupava, olhava bem pra ele.


- Dominique, você é muito safada. Quero te comer toda.

- Emilio, você me deixou com muito tesão. Quero que você me coma. Já.


Ele me puxou para que eu sentasse naquele pau maravilhoso.

Deixei escorregar bem devagar para dentro de mim.


- Muito quente. E apertada. Desse jeito, quem vai gozar sou eu.

- Ahhh não vai não.... Vou te torturar.


Ele me pegou forte pelo cabelo. E sussurrou no meu ouvido:


- Então comece a sessão, minha cachorrinha gostosa.


Emilio era o tipo de homem que deixava qualquer mulher louca de tesão.

Era sacana, sabia envolver.

O medo que me dominava tinha desaparecido e agora estava ali, totalmente entregue à aquela situação.


- Hum.... Sou sua cachorrinha?

- Sim. Minha cachorrinha, minha putinha...


Eu rebolava bem lentamente naquele pau gostoso, estava uma delicia.

Subia e descia sem pressa nenhuma.

Ele estava com muito tesão, o pau pulsando dentro de mim.


- Ahh Dominique, eu vou te pegar de jeito.


E num só movimento, me tirou de cima dele e me deitou no chão.

Começou a me beijar vorazmente, a beijar meus seios, sugando-os.

Tinha mãos hábeis, enquanto passava a língua nos meus bicos, os dedos me tocavam incrivelmente bem.

Tive que pedir para parar.


- Ai, para... Não vou conseguir segurar.


- E pq quer segurar? Posso fazer tudo de novo...

- Quero gozar com você. Dentro de mim.

- Não antes de eu chupar novamente essa bucetinha gostosa.


Ele desceu e começou a me beijar na coxa, na virilha...

Parava bem pertinho da minha bucetinha, passava a língua de leve.

Nossos corpos estavam quentes, suados.

O cheiro daquele macho me deixava ainda mais excitada.


- Quero você de quatro. Vou te comer bem gostoso.


Fiz o que pediu.

Empinei bastante a bunda pra receber aquela rola todinha.


- Hum... que rabo gostoso é esse?

Enquanto metia na minha buceta bem fundo.

- Estou tendo uma ótima ideia!

E começou a pressionar meu cuzinho com o dedo.

- Você disse que ia me foder todinha.... Então aproveita!


Tomei um susto quando a mão dele estalou na minha bunda.


- Vadia demais. Do jeito que eu gosto.

- Só seja cuidadoso comigo tá?

E olhei pra ele implorando por aquele pau.


Ele meteu devagar no meu rabo e como estava super lubrificada, não senti dor.

Ele começou a meter mais forte e eu rebolava enquanto ele gemia gostoso:


- Ahh Dominique, vou ficar viciado em você. Vou querer mais.... Rebola na minha pica, que quero ver você gozar sendo enrabada.


Já não conseguia mais segurar, então pedi que ele viesse comigo.


- Eu vou gozar sim, vem comigo vem.... Goza todinho no meu rabinho, meu gostoso.


E nesse momento explodimos num gozo incrível.

Com corações acelerados.


Ficamos alguns minutos sem nada dizer, tomados pelo êxtase.


Até que ele quebrou o silêncio:

- Dominique, que trepada deliciosa. Você tem tudo que um homem quer.

- Eu sei, já ouvi isso.

Ele ficou surpreso com a resposta.

E eu levantei e fui para o meu quarto.

Acordei assustada achando que era tarde.

Tomei uma ducha, vesti uma roupa confortável e fui para a sala.

A porta do quarto de hóspedes estava aberta, ele não estava lá.

Fui para a cozinha preparar o café.

Onde será que ele tinha ido?


Comecei a lembrar da noite que tivemos, do desejo incontrolável.

De como ele era sedutor e do quanto gostei de fuder com ele ali no chão da sala, sem reservas e sem pudores.

Como nos entregamos a aquela situação sem pensarmos em nada.

Ele sabia o que fazer com os dedos e principalmente com a língua, voraz e quente.


- Podemos recomeçar nossa transa agora mesmo.

Ele me despertou dos meus devaneios.

- O que faz você acreditar que estava pensando nisso?

- No que estaria pensando, se não fosse na noite que tivemos?


Mudei de assunto.


- Você foi correr?

Estava explicado então a performance, era adepto a corrida...

- Sim. Mas não mude de assunto...

- Emilio, o Rogério pode chegar a qualquer momento, melhor não continuarmos essa conversa.

- Pelos meus cálculos ele chega daqui a 40 minutos. Ele me ligou para avisar.

- Ah foi?

- Sim

- Mas continuo achando melhor esquecermos que passamos a noite juntos.

- Tá bom então, se você prefere assim... Mas não sem antes eu te comer novamente.


Ele nem deixou eu responder.

Virou-me de costas para ele, me fazendo encostar no balcão da cozinha.

Enrolou a mão nos meus cabelos, como se fossem rédeas e me puxou ao encontro de sua boca, me beijando cheio de tesão.


- Não parece que você está disposta a esquecer.

- Por que está falando isso?

Perguntei mesmo sabendo a resposta...

- Você costuma andar sem calcinha?

Enquanto enfiava a mão por baixo do meu vestido.

Sorri e mordi os lábios em sinal de que não tinha mais o que dizer.

E que tinha me rendido.

- Ahh Domini.... Responda, meu bem. Você quer mesmo esquecer?

- Emilio, para de falar e me come.... Agora. Só temos 30 minutos.

Um sorriso de satisfação apontou nos seus lábios.

E nos beijamos voluptuosamente.


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Ficha do conto

Foto Perfil dudusaint
dudusaint

Nome do conto:
A Confissão

Codigo do conto:
251070

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
05/01/2026

Quant.de Votos:
4

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