Era uma noite quente de verão em Santa Luzia, o tipo que deixa a gente suado e com tesão acumulado. Eu, Juninho, desci pro condomínio pra dar umas braçadas na piscina, só de sunga apertada marcando o volume. Mal entrei no portão, ouvi risadinhas e gemidos abafados – as vizinhas, as irmãs gêmeas do apê 302, a Paula e a Patrícia, estavam lá, "nadando" de biquíni fio dental que mal cobria as bucetas depiladas.Paula, a mais safada, boiava de costas com as pernas abertas, água batendo nos peitões siliconados, enquanto Patrícia chupava um dedo dela, olhos famintos. "Ô, Juninho! Vem cá, a gente tá com sede de leitinho fresco", gritou Paula, lambendo os lábios. Elas saíram da água pingando, biquínis transparentes colados na pele morena, mamilos duros como pedras.Meu pau endureceu na hora. "Sede de quê, suas putinhas?", provoquei, sentando na borda da piscina. Elas se ajoelharam na grama úmida, uma de cada lado, puxando minha sunga pra baixo. "De leitinho quente, direto da fonte!", respondeu Patrícia, engolindo meu pauzão até a garganta, engasgando de leve enquanto Paula lambia as bolas, sugando como vácuo. "Hmm, que pau grosso, mana... vai encher a gente de porra branca".Eu agarrei os cabelos delas, fodendo as boquinhas alternadamente – Paula babando e engolindo tudo, Patrícia rimando com a mão no cuzinho da irmã. "Mostra essa piscina como se mama pau, vadias". Elas tiraram os biquínis, Paula deitando na boia inflável e abrindo as pernas: "Me fode aqui, Juninho, enche minha buceta de leite!". Meti fundo, água espirrando, peitos dela quicando enquanto Patrícia sentava na minha cara, esfregando o clitóris molhado na minha língua.Troquei: Patrícia de quatro na escada da piscina, eu bombando no cu dela – apertadinho, piscando –, enquanto Paula chupava meus ovos e implorava: "Goza na gente, por favor! A gente quer beber!". Elas se beijavam com minha porra pré-gozo na boca, gemendo alto, sem medo dos vizinhos. Segurei o máximo, puxei pra fora e mandei: "Boca aberta, lingas pra fora!".Explodi como uma mangueira: jatos grossos de leitinho quente acertando línguas, peitos e rostos delas. Paula engoliu o primeiro, Patrícia o segundo, e elas se lambiam mutuamente, leite escorrendo pros peitos e pingando na piscina. "Mais, Juninho! A sede não passou!", riram, se masturbando com os dedos cheios de porra.Fiquei ali até o amanhecer, fodendo as duas até secar meus tanques. A piscina virou nossa poça de putaria – e o condomínio ganhou uma lenda.
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