Sou muito ativa, sexualmente falando, adoro sexo, e por ter um casamento aberto, não me reprimo quando o assunto é fazer sexo.
Eu até tenho um amante fixo, que convive muito bem com minha família e é sempre muito bem recebido por meu marido e filhos, quando vem aqui em casa.
Sou casada com o Renato há 24 anos, ele é o cara mais legal que conheço, nós somos liberais desde que namorávamos, e confesso que no início eu era meio ciumenta, mas como as aventuras do meu marido sempre foram poucas fora do casamento, com o tempo, eu fui parando de ter ciúmes.
Eu, pelo contrário, sempre tive muitos homens em minha vida.
Como sou casada, nunca me deixei envolver muito, claro que isso em teoria é uma coisa, e na prática é outra completamente diferente.
Sou mulher e sensível como todas as mulheres e já aconteceu eu me apaixonar, e até pensar em me separar do meu marido por amor a outro homem, mas, com o tempo, eu percebia que amava mesmo era meu marido, e que, o ‘’tal cara’’, era mais uma ilusão, e a partir daí eu mudei muito o meu modo de pensar.
Por isso, eu tive diversos amantes e hoje sei diferenciar muito bem, amante, de marido, que é sempre o companheiro de vida.
Roberto é um cara bonito, tem 55 anos, 1,81m de altura, branco, cabelos e olhos castanhos/grisalhos, com traços finos e bonitos.
Meu conto começa quando era véspera de carnaval, às 19h, meu marido, Renato, chega ansioso do serviço e fala:
- Tenho uma surpresa muito boa para você!
Sorriu e mostrou dois convites de um famoso baile de carnaval, aqui no Rio de Janeiro.
Achei péssima a ideia, e já fui logo falando:
– Você sabe muito bem, que eu detesto bailes de carnaval. O carnaval para mim, é uma festa horrorosa e, por esse motivo, sempre evito sair de casa nos dias de carnaval, e você sempre soube muito bem disso! Esses bailes, só servem para a gente levar dedadas no toba e na boceta, e ainda tem umas pessoas suadas encostando-se na gente! Um puta dum fedor de sovaco para todo lado, ainda tem aqueles que levantam os braços e vem com o sovaco na cara da gente. Foi uma péssima ideia! Não vou para baile de carnaval nenhum! Tenho outros planos para o carnaval.
Meu marido muito paciente falou:
– Deixa disso amorzinho?! Vamos nos divertir no baile. É a oportunidade de conhecer pessoas novas. Gente bonita, e quem sabe, um cara que te empolgue. Estou te achando tão tristinha ultimamente. Pensa no assunto, poderá até ser legal!
Apesar de estar bem satisfeita com o meu novo amante fixo, (Jorge), falei para o meu marido, que iria pensar no assunto.
Eu estava com Jorge há apenas seis meses!
Eu também não estava me interessando muito por novas aventuras, ele estava me satisfazendo plenamente, em todos os sentidos.
Meu marido se tornou muito amigo dele, e desde o início do nosso relacionamento deu a maior força para que o nosso romance desce certo.
Conheci Jorge em uma festa no clube em que somos sócios.
Era aniversário de Mônica, minha melhor amiga, e eu consegui reservar uma churrasqueira para a gente fazer a festa de aniversário dela.
Ela tinha me dito na época que seu primo Jorge iria estar na festa.
Já havíamos conversado muito sobre ele em nossos bate-papos.
Ela me falava maravilhas sobre o cara, dizia que quando adolescente ela dava quase todos os dias para ele, e que só não dava mais porque ele era muito ligado à família e poderia até dar problemas.
Dizia que o cara tinha uma piroca mágica e era o melhor amante que ela já tinha experimentado.
Dizia que, apesar de casado com uma mulher muito ciumenta, tinha os seus casinhos por fora, e que se eu quisesse, seria mais uma putinha na ponta da rola do bonitão.
Meu marido estava ali próximo a nós quando se deu essa conversa, e já estava acostumado com as maluquices que a Mônica falava, sorriu e falou:
- Aninha é muito tarada, tem sangue quente, e se esse cara for mesmo tudo isso que você está falando, com toda certeza ela vai querer provar o bonitão!
Nós duas sorrimos muito da “cornice” do meu marido.
Mônica sempre soube que éramos liberais e que meu marido era o meu mansinho, mas ela é bem discreta, e por isso eu conto tudo que acontece em minha vida íntima para ela e ela faz o mesmo comigo.
Sei, por exemplo, até quando, como e onde, foi a primeira vez que ela botou um chifre no marido.
Atualmente ela tem uma amante chamada Telma, uma mulher linda, loira, de olhos azuis, toda perfeita, até eu, que não sou muito chegada em mulher, queria pegar a Telma também.
Eu e Mônica já transamos umas cinco ou seis vezes, mas não sou muito fã de chupar boceta, sempre preferi chupar pau, ou seja, eu gosto mesmo é de homem.
Mônica já é mais chegada a uma boceta, e todas as vezes que já transamos a inciativa foi dela, e de vez em quando ela fica querendo transar comigo, ela parece uma tarada, todas as vezes que estamos sozinhas no meu quarto, ela tenta me beijar, e às vezes eu até deixo, confesso que adoro beijá-la, mas só faço isso só de vez em quando.
Não posso dizer que não gosto, principalmente de ser chupada, mulher chupa melhor que homem, mas só topo transar com Mônica quando estou muito doida para transar e não estou com muitas alternativas masculinas, na hora da vontade.
Meu marido sabe que já transei com ela!
Ele até acha legal transarmos, mas ele sabe que gosto mesmo é de rola.
No dia da festa de aniversário da minha amiga, eu tinha passado mal na noite anterior, coisinhas de mulher, mas, não era menstruação, estava meio desinteressada em ficar com alguém, já estava pensando até em ir embora para casa, e fiquei assim, até ao momento em que Jorge chegou à festa.
Já era umas 10h da manhã e fiquei toda ligada no cara, mas não fui a única, notei que a mulherada toda ficou de olho nele.
Era um “cara” gostoso, aliás, muito gostoso mesmo!
Era bonito, mas não era um modelo de beleza, em alguns aspectos era até meio feio, o que me fez ficar mais interessada do que estava.
O cara era alto, forte, moreno claro, com uma pele dourada de sol.
Cara de macho dominador, safado, cafajeste, de homem que adora fazer a mulher sofrer de prazer na rola dele, e ela ainda pedir, até mesmo implorar, para ele a fazer gozar logo, pois, não aguenta mais de tanta vontade de gozar na rolona do safado.
Ele tinha cara de quem colocava a mulher de quatro e metia na sua boceta batendo na bunda até ficar vermelha.
Cara de quem deixa a mulher arreada de cansaço, mas ela continua pedindo mais pica.
É claro, que eu dei a maior bola para ele, não só eu, mas pelo menos umas cinco outras mulheres, a maioria estava ali com o marido, e para minha sorte, o único marido liberal que tinha ali, era o meu.
Só de olhar para o sujeito, eu já me senti umedecida entre as pernas!
Poucos minutos depois que ele havia chegado já estávamos conversando animadamente, falávamos coisas picantes, até já trocávamos beijinhos no rosto como velhos amigos, e claro que antes de a festa acabar, já tinha aceitado o convite dele, para ir ao motel, para darmos uma trepadinha.
– Aninha, você é muito gostosa! O que você acha de sairmos dessa festa chata, e irmos para um lugar mais reservado?
– Em outras palavras, você quer me levar para um motel e me foder, né?
– Então querida, acho que você captou a minha mensagem!
Sorri e falei:
- Mas é claro que topo, estou morrendo de tesão!
Eu e ele combinamos de sairmos do clube de fininho, pois a festa ainda não havia acabado e quanto menos pessoas desconfiassem das nossas intenções, melhor seria, mas para o meu marido eu teria que falar, pois isso não é coisa que se deva esconder do marido (risos).
Cheguei pertinho e falei em seu ouvido:
- Amor, vou dar uma voltinha com Jorge, devo chegar em casa tarde.
Ele sorriu, sabendo onde eu pretendia ir com o bonitão, e me dando um beijo na boca, falou:
- Eu vou embora também, é melhor saímos juntos para o estacionamento para não dar na cara dos mais curiosos.
Beijei gostoso sua boca, como que agradecendo a permissão dele, e concordei em saímos juntos, os três juntos.
Depois de recolher as poucas coisas que trouxemos, despedimo-nos dos que conhecíamos e saímos rumo ao estacionamento.
No caminho Jorge e meu marido foram conversando sobre amenidades, pareciam velhos amigos.
Quando chegamos ao estacionamento dei um beijo de língua bem gostoso no meu marido e disse em seu ouvido que chegaria tarde, que ele não se preocupasse, pois estaria em boas mãos.
Entrei no carro de Jorge e fomos direto para o motel.
No caminho até o motel o safado foi com sua mão dentro da minha calcinha o percurso inteiro, ele dedilhava meu clitóris tão gostoso que eu estava até com medo de gozar a primeira vez no carro mesmo.
Poderia até ter tirado a mão dele de dentro da minha calcinha, mas eu estava tão doida para dar para ele que deixei sem reclamar.
Depois o cara me deu um show de rola!
Eu nunca vi um homem meter tão gostoso como Jorge meteu em mim.
Deixou-me morta de cansaço de tanta pica que levei, mas sem dúvida nenhuma, foi uma das melhores fodas que dei em toda minha vida.
Jorge tinha uma pegada maravilhosa, dei até o cuzinho para ele, aliás, uma coisa de que não gosto muito, mas, com um cara daqueles as mulheres fazem até coisas que não gostam para satisfazê-lo.
Ela quer ter a garantia que vai transar com ele muitas vezes.
Então, ficamos até tarde no motel, depois ele me deixou na porta de casa.
Era mais ou menos meia noite.
No percurso ele foi novamente com a mão dentro da minha calcinha, dedilhando meu clitóris.
Ele é tão cara de pau que, quando chegamos à porta de minha casa, ele ainda cumprimentou o meu marido com um aperto de mãos, e ainda disse a ele:
- A nossa princesinha, tá entregue!
Meu marido sorriu com a descontração de Jorge, e me perguntou se eu tinha falado para ele que nós éramos liberais.
Sorri e falei:
- Não amor, eu não falei nada, mas, claro que ele desconfiou que você sabia, ele já deve ter comido muitas mulheres, de outros corninhos.
Caímos na gargalhada e nos abraçamos.
Cansada, ardida e ainda com uma dorzinha gostosa na xota, sentia quando andava os lábios da pepeca encostados um no outro de tão inchados que eles estavam.
Meu marido, que estava sonolento, voltou para o sofá para assistir o programa de televisão que estava assistindo quando cheguei.
Dei um beijo gostoso na boca do meu corno, e para provocá-lo, enfiei minha língua bem fundo na sua boca, queria que ele sentisse o gostinho de pica que ainda estava na minha boca...
E depois do beijo, perguntei:
- Sentiu um gostinho de pica na minha boca, meu corno?
- Não senti nada, mas a sua boca, está muito quente e gostosa!
Eu sorri e falei:
- Deve ser de tanto chupar rola, estou até com o céu da boca doendo de tanta cabeça de rola que bateu lá.
Caímos na gargalhada e ele perguntou, já com a mão na minha xota:
- E aí amor? O que você acha de irmos para o nosso quarto e você me contar como foi sua trepadinha com o moreno? Eu quero saber dos detalhes, amor! Quero saber tudinho, minha gostosa!
Eu empolgada, falei:
- Amor, o cara é tudo de bom! Quero meter com ele de novo, o que você acha de ele ser o meu amante fixo e gostoso?!
- Mas, amor, você mal conhece o cara! Será que não está sendo meio precipitada nesse tesão todo, que vai virando paixão? Amanhã, você pode se decepcionar com ele. Não é melhor, vocês se conhecerem melhor? Depois você resolve, uai, se vai querer mesmo, esse cara como seu amante fixo, ou não, uai? O que você acha?!
- Claro amor, você tem razão! Não é só porque o cara tem um pau bem gostoso, e isso eu até já sei, porque já provei, que vou me precipitar, querendo o cara como amante fixo! Você tem razão! Eu me lembro, que você falou a mesma coisa do Rogério, depois de dois meses juntos, eu mesma já nem aguentava mais nem olhar para a cara dele!
Eu fiquei quieto, e ela continuou:
- Outra vez você tem razão, mas, é que ele é tão gostoso! Dei até a bundinha para ele, e você sabe que não sou muito fã de sexo anal, mas o cara mete muito bem, ele sabe como comer um cuzinho, como ninguém! Só mesmo uma mulher saberia o que senti com a cabeça da rola de Jorge no meu cuzinho... E você sabe que eu sou criteriosa nesse quesito... O cara é bom mesmo, mas você tá certo amor... Vamos dar um tempo, para conhece-lo melhor...
Subimos abraçadinhos os degraus da escada, e já no corredor ouvimos sons de gemidos vindos do quarto da minha filha, claro que minha filha e filho estavam transando.
Eles transavam desde os dezoito anos, eles não são irmãos sanguíneos, são primos, ele é filho da minha irmã que havia morrido em um acidente de automóvel, mas ele vive conosco desde os três meses de vida, me chama de mãe e meu marido de pai.
Quando descobrimos que ele estava comendo a irmã, ou prima, meu marido conversou com eles calmamente e falou que sabia de tudo, o garoto ficou sem graça e pediu desculpas ao pai, mas meu marido o tranquilizou e pediu para não acontecer mais, disse que era errado, apesar de não serem irmãos de sangue eles tinham sido criados como irmãos, e aquilo que eles estavam fazendo não era certo.
Eles prometeram que não fariam mais sexo, porém, ele sempre dava um jeitinho de sair na madrugada, direto para o quarto dela, e como minha filha é meio escandalosa na hora da transa, eu e meu marido ouvíamos os dois lá do nosso quarto, os gemidos da minha filha, e por mais que falássemos, e até discutíssemos, não adiantava, os dois transavam escondidos, por isso resolvemos deixá-los transar à vontade, mas claro que a orientei sobre sexo, fui ao ginecologista com ela e ele prescreveu pílula anticoncepcionais para que tomasse.
Falei para ela não permitir, jamais, que seu parceiro metesse nela, sem camisinha.
Sei que ela usa o anticoncepcional regularmente, mas camisinha eu sei que o meu filho não usa, quando a parceira é a irmã.
Ela me confidenciou isso em uma de nossas conversas.
Disse que pararam de usar logo no começo, pois na maioria das vezes não as tinham disponíveis na hora da transa, ou, que gostavam de sentir melhor o contato de pele um com o outro, mas ela me garantiu que com o namorado usava sempre, e o irmão também usava quando transava com outra mulher.
Disse que a relação melhorou muito, tornando-se muito mais prazerosa depois que parou de usar camisinha, e isso a fez procura-lo mais na hora do sexo, do que ao namorado.
Além do irmão, ela namora Pedro, com quem transa quase todos os dias aqui em casa, no quarto dela.
Eu e meu marido adoramos Pedro, ele é um menino muito bacana e inteligente.
Trabalha, ganha bem e faz faculdade de direito.
Ela me contou que Pedro sabe do caso dela com o irmão, até mesmo aprova, o que me deixa muito feliz, pois se tem uma coisa que eu detesto são mentiras, e saber que ela não mente para o namorado é muito bom!
Não existe esse negócio de ciúmes, entre meu filho e filha.
Ele tem diversas namoradas que transam com ele aqui em casa, até passam a noite.
Eu e meu marido, achamos tudo muito normal.
Elas são maiores de idade e podem fazer o que quiser no que se refere a sexo.
Ele não tem namorada fixa, mas é bonito, tem facilidade de arrumar namoradas, por isso come todas que lhe interessam.
Acho que a única namorada fixa dele é a irmã.
Ele também encara com normalidade o fato dela ter namorado.
Os dois são conscientes que a relação amorosa entre eles é só sexo, e que um dia, os dois irão se casar com outros parceiros, e provavelmente, não irão mais ter um relacionamento, a não ser que a futura esposa do meu filho, concordasse com o relacionamento deles, como Pedro concorda.
Voltando à história título do conto, no baile de carnaval, começamos a beber e depois de tomar algumas cervejas fiquei meio altinha e resolvi dança um pouquinho com Renato, ficamos no salão dançando abraçadinhos, e foi quando notei que meu marido estava sorrindo para um cara nas proximidades, olhei para ele e perguntei quem era.
Ele me beijou e disse que tinha avistado um amigo dos tempos de faculdade, olhei de novo para o cara e não reconheci, perguntei quem era o bonitão, ele sorriu e falou que o nome dele era Roberto.
O cara se aproximou de nós, e sorrindo apertou a mão do meu marido e depois o abraçou carinhosamente.
Roberto o apresentou e nos beijamos nas bochechas ao nos cumprimentarmos.
Ficamos os três conversando no meio do salão, meu marido o convidou para ir para a nossa mesa, ele aceitou e ficamos conversando, ele ao meu lado e meu marido ao lado dele.
Pedi para o meu marido me levar ao banheiro, estava doida de vontade de fazer xixi, e em baile de carnaval, como já disse, basta à mulher passar no meio de multidão para levar dedadas na bunda, e como detesto os caras que fazem isso, meu marido foi junto comigo ao banheiro.
Já na porta de um dos banheiros, na fila que se formou, eu disse para o meu marido que o amigo dele tinha passado a mão na minha boceta por baixo da mesa, era mentira, mas eu só queria deixar meu marido com tesão, e ele realmente ficou, o pau dele começou a ficar duro por baixo da calça, e ele foi logo perguntando sobre os detalhes, dizendo que não havia percebido nada.
Falei que ele tinha colocado a mão discretamente, embaixo da minha saia e que tinha ficado brincando com meu clitóris por alguns minutos!
Ele sorriu nervosamente, e perguntou:
- Mas você não está de calcinha, sua safadinha?
Respondi:
- Onde já se viu alguma mulher vestir calcinha para vir em baile de carnaval?
Ele sorriu e falou:
- Mas você é mesmo muito putinha, amor, acho que é por isso que eu te amo tanto!
Fui ao banheiro e não pude fechar a porta, o banheiro estava muito fedorento, fiz xixi com a porta aberta, tinha um monte de mulheres e homens também, atrás de mim, tinha um cara na fila que era o próximo depois de mim, ele ficou encarando minha boceta, quando procurei a melhor posição para fazer xixi.
Notei que o pau dele começou a ficar duro, e sorrindo perguntei se ele nunca tinha visto uma boceta na vida, e ele, me olhando nos olhos falou:
- Fazendo xixi, é a primeira vez, e é muito bonitinho mulher fazendo xixi!
Eu sorri, enxuguei a xota com um pedaço de papel higiênico, baixei a saia, que estava na altura da minha cintura, e saí, quando virei à cabeça para trás vi que ele também não fechou a porta do banheiro, e eu parei para ver aquele pauzão grosso que o cara tinha, e ele, muito sem vergonha, apontou a rolona, grossa e grande para o vaso e fez xixi para todo mundo que estava ali ver, parecia que queria deixar a mulherada com água na boca, bom, pelo menos eu garanto que fiquei!
Quando contei, o meu marido sorriu muito e falou:
- Aposto que até ao final do baile, você ainda vai mamar aquela rolona!
Eu sorri, e falei:
- Aquela, eu não sei, mas a do seu amigo com certeza, essa eu vou mamar.
Voltamos para mesa e eu já comecei a dar bola para o cara, descaradamente, meu marido só ficava rindo e me chamando de putinha no ouvido.
Tomei coragem e chamei o Roberto para dançar.
Ele ficou olhando para a cara do meu marido, e Renato, meu marido, fez sinal de que estava tudo bem.
Saímos para a pista de dança e fui logo abraçando e apertado o cara, depois de sentir o volume da pica dele nas minhas pernas, desci a mão até ao pau dele e fiquei apertando a tora por cima da bermuda, o pauzão estava completamente duro e fazia um grande volume na bermuda.
Meu marido só olhando o que nós estávamos fazendo, nós não, eu...
O cara só me abraçava, nervoso com a presença do meu marido na mesa, não pegava em nada, e então eu resolvi tomar uma atitude mais audaciosa e fui metendo a mão na bermuda larga que ele estava usando e peguei no pauzão dele, e fiquei punhetando devagar dentro da bermuda.
O bom, de um baile de carnaval, é que a gente punheta um cara no meio do salão, e ninguém está nem aí, a coisa é muito largada, mas se uma mulher sai sozinha para o salão todo cara quer dedar a bunda dela, é uma merda!
Depois da dança vi que o nosso amigo ficou meio sem graça na mesa, meu marido tranquilizou-o, dizendo que eu era meio louquinha mesmo, e que ele não precisava ficar encabulado, que no carnaval, valia tudo.
Fui de novo ao banheiro e meu marido foi comigo, apenas para evitar os encoxadores de plantão, mas no meio do caminho o cara que estava na fila da outra vez, e que tinha um pauzão enorme, me pegou pelo braço e falou no meu ouvido:
- Encontro você, no canto do salão!
E apontou com o dedo!
- Meu marido encostou a boca no meu ouvido, por causa da música, e falou alto:
- O que foi que ele falou para você?
Sorri para ele e falei:
- Ele pediu para eu ir chupar o pau dele, lá no canto do salão.
Meu marido me olhou assustado e perguntou:
- E você, vai topar chupar o pau do cara?
E eu sorrindo, perguntei:
- Você deixa corninho? Deixa sua mulherzinha ir chupar o pau deste caralhudo? Eu já vi o pauzão dele, e isso me deixou molhadinha.
Meu marido, espantado, me falou:
- Amor, faça como quiser minha querida, hoje, a noite é sua.
Dei-lhe um beijo bem molhado na boca, e depois fui fazer xixi no banheiro fedorento, e mijei com a porta aberta de novo, era impossível fechar a porta com aquele fedor, e como tanto os homens, como mulheres, estavam usando os mesmos banheiros e, outra vez, eu tive que mostrar a boceta para as pessoas (homens e mulheres que estavam lá) e quando terminei, enxuguei a xota com papel higiênico e fui até ao canto do salão, para procurar o pauzudo.
Lá já havia uns três casais se pegando para valer, mão naquilo e aquilo na mão.
Uma mulher estava punhetando o pau do parceiro ostensivamente e ninguém estava nem aí para aquilo.
Encontrei o cara que já chegou me beijando e me chamando de linda, a boca dele tinha gosto de cerveja azeda, ele beijava mal para caralho, mas, não estava interessada nos beijos do sujeito, queria era mamar aquele pau enorme.
Fui tirando o pau dele para fora da bermuda, punhetei um pouco, para ficar mais duro, vestindo logo nele uma camisinha, e imediatamente caí de boca!
Os pelos da virilha, estavam com ligeiro cheiro de xixi, mas, o pau era grosso e grande, e eu cheia de tesão, abocanhei aquela rolona, e mamei gostoso!
O pauzão estava muito duro e delicioso de chupar, mamei por uns dez minutos, e com todo o tesão que sentia a única coisa que temia eram as câmeras das emissoras de televisão que estavam cobrindo o carnaval nos clubes.
Em poucos minutos o cara gozou dentro da camisinha e parei de chupar.
Voltei para a nossa mesa e meu marido e o amigo conversavam animadamente, meu marido sorrindo, perguntou se eu não queria ir embora.
Já eram três horas da manhã e disse que o Roberto iria dormir conosco...
Eu não podia acreditar!
Meu marido naturalmente, já tinha combinado um ménage com o cara, e é claro que eu topei na hora!
Depois de chupar aquela piroca azeda de xixi, eu já estava maluca, para sentir um pauzão dentro de mim, e o tal Roberto, além de muito bonito, tinha um pauzão lindo, mas, antes de ir embora, sentei ao lado dele e ficamos nos beijando, que diferença da boca do cara do banheiro, para a boca do Roberto! A boca do Roberto, cheirava a uísque doze anos, e a do cara, tinha cheiro e gosto de cerveja azeda! A língua de Roberto passeava gostoso, dentro da minha boca, a do cara, era meio até que meio nojenta!
Então eu peguei no pau dele por cima da bermuda, e fiquei sentindo a grossura e o tamanho com a mão, vi que tinha uma cabeça mais grossa que o resto do pau.
Eu adoro pau cabeçudo!
Ele terminou de tomar o uísque e fomos embora para a minha casa, ele nos acompanhando com o carro dele.
Chegando à nossa casa, subimos para o quarto e fomos os três para a suíte, tomar banho.
No banho, onde só rolou uns dedinhos na xoxota, beijo na boca e punhetinha no pau do convidado.
O meu marido ficou só olhando, eu ensaboando Roberto e ele me ensaboar, ele demorando na limpeza do meu anelzinho, massageando gostoso “in loco”.
Vesti uma calcinha e fui à cozinha para beber água.
Quando passei pelo quarto da minha filha, ouvi gemidos característicos de sexo, não sei o porquê, abri a porta, e vi o que esperava ver, minha filha de quatro e o irmão dela metendo a rola na boceta dela.
Ele olhou para mim e sorriu, não parando o que estava fazendo, ela virou a cabeça para o meu lado e me olhou sorrindo.
Eu não sabia o que dizer, respirei fundo e falei:
Não façam muito barulho, meninos, eu e o pai de vocês estamos com uma visita no quarto.
Minha filha sorrindo falou:
- Que sorte da senhora, hem mãe? Meu sonho, é qualquer dia desses fazer igual. Eu também pretendo dar para dois, deve ser muito gostoso duas rolas bem durinhas, dentro da gente.
Em nenhum momento o menino parou de socar, e eu vendo aquela rolona entrando e saindo de dentro dela, confesso que fiquei com mais tesão ainda.
Então, voltei da cozinha e encontrei Roberto, que já estava comendo a bunda do meu marido e me posicionei na frente do Renato, onde eu fiquei beijando sua boca.
Depois de alguns minutos, Roberto gozou gostoso dentro do cu do Renato.
Eu já tinha visto meu marido gozar dando a bundinha.
Eu mesma, já tinha feito ele gozar, usando uma cinta daquelas, que vendem em sex-shop e que têm um cacetão, mas nunca havia visto ainda ele dando a bunda ao vivo, e gemendo tanto assim...
Depois deitamos na cama e Roberto sentou-se entre nós dois e ficamos os dois chupando o pau dele.
Ainda dei para Roberto três vezes no final da noite, e meu marido, Renato, ainda deu a bunda mais uma vez para ele.
Dormi pesadamente e no outro dia de manhã acordei e não vi ninguém ao meu lado, ouvi gemidos na minha suíte do quarto, e pensei:
- Aquela “putinha” do meu marido já está dando o rabo novamente para o nosso amigo Roberto, o puto gosta mais de rola do que eu!
E fui até a suíte e para minha surpresa, quem estava entrando na rola, não era meu marido, era Roberto, ele também gemia muito gostoso, parecia que estava adorando o pauzão do meu marido, e com certeza, não era a primeira rola que ele levava na bunda.
Ele se mostrava bem experiente nesse quesito!
Acho até que desde os tempos de faculdade, eles se pegavam.
Meu marido até mesmo já tinha me dito que tinha transado com alguns amigos de faculdade, e o Roberto naturalmente, devia ser um deles.
O Roberto agiu normalmente quando cheguei à porta da suíte e vi Renato comendo a bunda dele, sorri e fui até Roberto e beijei gostoso a boca dele, peguei o pau dele e fiquei punhetando enquanto meu marido socava na sua bunda.
Tomamos café, e depois Roberto foi embora prometendo ligar para repetirmos a brincadeira.
Faz dois anos que isso aconteceu e nunca mais vi Roberto, mas, acho que meu marido transa com ele até hoje e quando pergunto ele sorri e desconversa.
Nunca me preocupei com o fato de o meu marido, gostar de dar a bundinha, eu também gosto e ele é quase uma amiga para mim, inclusive conversamos sobre moda, novela das oito, ele pinta minhas unhas, penteia meus cabelos, sabe até fazer chapinha!
Ele depila minha bunda, a xota e as axilas, mas, amante é diferente.
Não gosto de amantes delicados, amantes tem que ser viril, macho de verdade, não que meu marido não seja macho de verdade, mas Jorge é um macho alfa, pegador, bruto, um verdadeiro arregaçador de bocetas.
Jorge é homem para o meu prazer, já o meu marido, é meu companheiro do dia a dia, e é o pai dos meus filhos.
Algumas pessoas, podem até já ter lido esse conto, mas garanto que agora ele está bem mais tesudo.
Acrescentei alguns elementos que não faltavam no conto original, e também, incluí novos personagens, que também fizeram parte da história, que – JURO – foi mesmo uma cadeia de fatos dados e passados na cidade do Rio de Janeiro, mais conhecida por todos, como Cidade Maravilhosa!
Um abraço a todos.