Sou médico e tendo 46 anos.
Minha mulher, Sophia, embora não esteja exercendo a profissão, é advogada.
Ela tem 1.72 de altura (três cm a mais que eu), têm 28 anos, loira, seios bonitos, empinadinhos e com biquinhos bem acentuados.
Sua bunda é seu cartão de visitas.
Tem um bumbum bastante acentuado, arrebitado e pernas bem torneadas.
Além disto, sempre se apresenta apetitosa.
Certo dia, eu estava na Internet lendo as histórias sobre sexo que um site mais ousado publicava.
Necessitei me afastar e, ao voltar, vi que minha mulher estava sentada à frente da tela e observava atenta a matéria.
O conto falava de como um sujeito que estava sendo traído pela esposa e, ao invés de sofrer, descobriu que sentia grande prazer e até um forte tesão com isso.
Ela lia com avidez as linhas.
Notei que seus mamilos premiam a camiseta para fora mostrando os bicos durinhos.
Fiquei, de longe, observando-a ler atentamente o conto erótico.
A partir daquela data deixei minha mulher ler as historietas sobre o assunto.
Logo a seguir minha mulher começou a participar nas salas de bate-papo, onde aconteciam coisas que, quando ela me contava, me deixavam louco.
Após conversarmos sobre tudo que ela lia e aprendia nos bate papos com os amigos virtuais, tínhamos um sexo maluco, quando eu fingia e fantasiava que ela estava sendo possuída por outro homem.
Este fato não me saía da cabeça.
A ideia de vê-la com outro, apesar do ciúme, não me saía dos pensamentos.
Em um fim de ano, na festa do hospital onde trabalho, aconteceu o que eu estava esperando há muito tempo.
Eu fui vestido normal e minha esposa estava portando uma blusa acetinada, sem sutiã e saia curta, que escondia uma calcinha micro.
Durante a festa eu via que olhavam quando ela cruzava e descruzava as pernas e mostrava suas grossas e lindas coxas.
Após o jantar, os discursos e os sorteios de brindes, aconteceu um pequeno baile, onde se afastaram as mesas para liberar uma pista de dança.
Todos tinham bebido bastante e, liberados pelo álcool, dançávamos alegremente.
Eu, sempre ao lado de minha esposa, notei que um empregado que trabalhava na lavanderia hospitalar não saía de nossa volta.
E sempre que podia esbarrava em nós, principalmente em Sophia.
Aquilo, no início nos causou alguma aversão, mas aos poucos, aquilo foi criando um clima extremamente excitante.
Minha mulher me disse no ouvido que o sujeito, quando podia – no ritmo da dança – roçava no bumbum dela.
Pude ver que o funcionário também estava excitado.
E, incrivelmente, fiquei até satisfeito, pois interpretei aquilo como uma homenagem à minha bela esposa.
Esta cena durou uma meia hora mais ou menos.
Avisei minha mulher que necessitava ir ao banheiro e deixei-a na beira da pista de dança.
Quando voltei vi que haviam escurecido o ambiente e uma música bem lenta saía dos autofalantes.
Procurei minha esposa e no primeiro momento não a encontrei.
Fui vê-la bem no meio dos casais dançarinos, sendo conduzida pelo tal servidor.
Fiquei de longe observando.
O sujeito apertava o corpo de minha mulher com força e ela deixava.
Seus seios estavam espremidos contra o peito daquele ousado homem.
Vez que outra ele introduzia a perna no meio das coxas de Sophia.
Eu olhava para os lados e pude ver que algumas pessoas notavam aquilo.
Mas confesso que estava excitado, pois o membro do homem deveria estar roçando nas pernas e na calcinha da minha mulher.
E se ela deixava também pouco poderia me importar.
Aquela cena durou muitos minutos, pois várias músicas, sem intervalo, foram sendo tocadas.
Quando as luzes ficaram mais intensas e começou um ritmo mais frenético de samba, minha esposa veio em minha direção.
Perguntei por que estava dançando daquela forma.
Ela me explicou que foi agarrada a força e, impossibilitada de resistir, dançou várias músicas com ele.
No entanto, uma coisa me surpreendeu.
A blusa estava mais entreaberta e o seio direito estava molhado, evidenciando o biquinho que estava bastante pronunciado.
Perguntei o porquê daquele molhado e ela disse que, quando eu saí, o servidor, ao se aproximar, derramou cerveja por cima de seus seios.
Com isso a blusa colou e mostrou todos os encantos daquelas mamas maravilhosas.
Ao perguntar sobre os botões da blusa abertos (eram os três botões de cima) ela me disse:
“-Foi ele, ao tentar limpar a cerveja, que abriu. E como me agarrou – sem pedir licença - para dançar, não pude abotoar mais”.
Depois deste fato, como tocava samba, fomos para o meio do salão e minha mulher dançou rebolando loucamente o bumbum.
Eu, como danço mal só ficava por volta enquanto o rebolado de minha mulher fazia subir alguns centímetros de sua saia.
Os seios balançavam lindamente soltos dentro da blusa e também aparecendo quase que totalmente, pois os botões não foram mais abotoados.
Durante a batucada, outros homens, às vezes nos cercavam e “roubavam” por algum tempinho minha mulher e, na minha frente sambavam separados.
Ela balançava as cadeiras com toda sua magia de fêmea, se exibindo para aquele monte de machos.
E eu arrastava os pés por ali, só observando e deliciando-me com o espetáculo.
Um dos que mais “solicitava” minha mulher era aquele funcionário que havia dançado coladinho com ela.
Ele ousava porque era bem aceito em volta de Sophia, pois ela sorria quando ele se aproximava.
Avisei minha mulher que ia comprar cerveja e sai em direção ao bar interno.
Quando voltei, com duas latinhas na mão, não vi minha esposa.
Sem perguntar para ninguém, procurei-a por todo lugar do salão e não a encontrei.
Resolvi sair para a rua.
O local, na frente daquele local (vamos dizer clube) tinha diversas árvores e carros estacionados.
Vários casais estavam namorando em volta dos gramados.
Os mais ousados estavam em lugares com menor intensidade de luz.
Foi para este local que me dirigi.
E assisti – não nego que com grande satisfação – o cara beijando minha mulher na boca, encostados num automóvel.
Ele sentado no capô e ela entre suas pernas, puxada por braços fortes.
E ela, além de deixar, enlaçava aquele pescoço com volúpia, prolongando o beijo por minutos.
Vez que outra ela alisava, por cima das calças dele, o pênis daquele sem-vergonha.
Escondi-me entre outros carros e fiquei observando.
Os beijos eram cinematográficos.
Com a mão direita a blusa de minha mulher foi desabotoada e seus lindos seios saltaram para fora.
Imaginei que o cara deveria estar se deliciando com aqueles biquinhos durinhos e as aréolas rosadas, bem pronunciadas dos mamilos de minha mulher.
Os seios foram chupados, apertados e mamados com muita sofreguidão.
As mãos do cara desciam até à bunda de minha esposa e puxavam a saia para cima.
E ela, neste ritmo, rebolava sensualmente o bumbum.
As calcinhas dela foram puxadas para cima penetrando profundamente no reguinho de Sophia, mostrando sua linda bundinha.
E ela, lasciva, rebolava alucinada.
Eu podia ver que a língua penetrava doidamente na boca de minha mulher e, vez que outra, ele tirava a língua e ela colocava os lábios para frente para pegá-la novamente.
Minha mulher mamava na língua do funcionário.
Ele tirava e botava sua língua para dentro e para fora dos lábios dela, parecendo que estava fodendo a boca de Sophia.
Após vários minutos destas preliminares eu vi o cara colocar minha mulher em cima do capô, seios espremidos na lataria e a bunda bem oferecida para cima.
Ele tirou de dentro das calças um enorme falo (pude ver, mesmo no escuro, pela fraca luz que iluminava aquele local) e colocou entre as pernas de Sophia.
E o cara pincelava aquele pênis enorme por entre as coxas e o reguinho.
Parou de repente de fazer aquilo e retirou do bolso um pequeno envelope.
Vi que era uma camisinha de Vênus, pois ele abriu e emborrachou a rola que estava duríssima.
Depois, voltou a pincelar o lindo e amado reguinho.
Pois não é que minha mulher, com os braços para trás, baixou lentamente suas calcinhas e dirigiu aquele pau enorme para a portinha de sua xana?!
O sujeito colocou-o na portinha e quando minha mulher fez a bunda voltar para trás, ele foi introduzindo lentamente, entrando por completo dentro dela.
Ela, parecendo uma profissional, rebolava com ritmo cadenciado, permitindo aquele gozo.
Vez ou outra, minha mulher levantava o corpo e, mesmo de costas, enlaçava, ora pelo tórax, ora pelo pescoço, o corpo daquele macho que a fodia profundamente.
A blusa estava aberta, a saia estava toda enrolada na cintura e a calcinha estava jogada em cima da lataria do carro.
Senti que minha mulher iria gozar quando vi que ela colocou de mão fechada, os dedos (médio e indicador) dentro da boca.
Ela sempre quando goza comigo faz assim para evitar emitir som muito forte quando grita de prazer.
O sujeito ficou bombando e minha mulher gozou loucamente.
Eu pensei que iam terminar, mas o homem continuou sobrepujando minha mulher de encontro
ao carro e deixou tudo dentro dela.
Minha mulher ficou quietinha.
E começou um vai vem lento até gozar.
Ela como fêmea, que gosta de realizar também seu macho, deixou-o ir até ao fim.
Senti que o sujeito gozou em minha esposa, pois o vi tremer e soltar seu peso sobre ela, que aguentou por momentos aquele homem em cima dela, espremendo seus seios contra o carro.
Quando retirou ele tirou o pau de dentro da sua boceta, ele falou algo para Sophia.
Ela se abaixou e retirou lentamente a camisinha do pau, que ainda estava meio duro, e colocou-a fora em cima da grama.
Não é que o infeliz, pegando minha mulher pela cabeça, acarinhou seu rosto com o membro molhado de esperma?
E ofereceu aquele cacetão que imediatamente foi mamado por minha mulher, mesmo com a porra que o circundava?!
Após ter sido mamado e sugado por alguns minutinhos, o cara gozou novamente e sem retirar de dentro da boca fez minha mulher engolir todo seu esporro.
Sophia pegou suas calcinhas e limpou a sua vagina e também a jogou fora.
Passou as costas das mãos e secou os lábios que deveriam ter restos de porra.
Resolvi entrar para o salão e, após algum tempo, ela veio e foi direto para o banheiro.
Quando voltou estava toda recomposta e parecia estar feliz.
Dançamos algumas músicas, coladinhos e eu, estava super feliz por ela estar sem a roupa de baixo.
Tive vontade – mas não fiz – de levantar a saia curta dela e mostrar suas polpinhas no salão de danças.
Quando chegamos a casa, perguntei por suas calcinhas.
Ela gaguejou um pouco e eu, para não a constranger e aproveitando que ela estava assim, joguei-a na cama e fizemos um sexo gostoso.
Só que eu fantasiei que eu era aquele ousado cara que a fodia.
Vocês acham que devo contar para ela que assisti a foda que ela deu no capô do automóvel?
Continua...
Sensacional, incrível nossa super excitante, eu e minha esposa ficamos super excitantes , com esse conto minha esposa ficou com a buceta toda babada e fizemos amor loucamente, lemos mais de 5 vezes.