Desejo ardente...- Parte 2

Parte 2


Já contei no conto “Permissão para ser corno – parte 1”, a primeira, “acho”, traição de minha mulher. {Se você ainda não leu e quiser ler agora, clique aqui} Salientei o “acho” porque imagino que tenha sido naquela ocasião, a primeira vez que ela foi possuída por outro homem. Pelo menos que eu tenha visto.

Naquele dia prometi que acompanharia – sempre que pudesse - as escapadinhas de Sophia sem nada falar.

Quando ela me fez de corno, naquela vez anterior, que como disse - imagino que tenha sido a primeira vez - eu assisti todo o ato, mas nunca comentei nada com minha esposa.

Como já havia dito, sou médico e tendo 46 anos.

Minha mulher é advogada, embora ela não esteja exercendo a profissão.

Ela tem 1.72 de altura (três cm a mais que eu), tem 28 anos, loira, seios bonitos (na verdade são grandes) com biquinhos bem acentuados (que crescem ao serem colocados ao frio), bumbum lindo, bastante acentuado e pernas bem torneadas.

Em uma de minhas folgas de fim de semana fomos à praia e ficamos hospedados na casa de uns parentes.
Minha mulher colocou trajes de banho emprestados (ela havia esquecido seus biquínis), bem menores que seu tamanho, pois pertenciam (e foram emprestados por uma sobrinha), que vestia um ou dois números a menor que Sophia.

Naquela micro vestimenta minha mulher ficou linda a chamava a atenção de todos vizinhos e pessoas que passavam pela rua, principalmente os homens.

Eu, sentado, fingindo ler o jornal, observava um tanto excitado aqueles olhares para todo o corpo de Sophia.

Quem mais olhava minha mulher era um rapazola de uns 16/17 anos que estava aparando a grama da casa da frente.

Vi que ele demorava muito no trabalho.

Imaginei que era porque seria preguiçoso, mas o sem-vergonha estava mesmo era olhando e desejando minha esposa.

Observei também que ela estava um pouco assanhada e disfarçava este sentimento.

Passados uns minutos o rapaz entrou em casa e imediatamente saiu todo arrumado, com aparência de ter tomado banho.

Fiquei maluco e pensando como ele teria conseguido aquilo em tempo recorde.

Pegou o carro e saiu em direção ao centro do local.

Dois minutos depois, suado, outro rapaz saiu de dentro de casa.

Como conseguiria sair de carro e ao mesmo tempo estar em casa.

Para minha tranquilidade, minha sobrinha explicou que eram gêmeos e que veraneavam na praia pela primeira vez.

A partir daquela manhã, eram dois que ficavam cobiçando Sophia.

À noite fomos a um baile de pré-carnaval no modesto clube que ficava a uma quadra da praia e de onde se podia ver o mar.

Eu fui de bermuda, com uma camisa estampada com bolinhas de várias cores.

Sophia colocou uma camiseta branca (sem soutien), uma saia um tanto rodada em cima de uma pequena calcinha enterrada nas suas polpinhas.

Logo vi que, quando ela sambasse, iria aparecer tudo.

Mas, como bom marido, nada falei.

Mesmo assim, vi que o namorado de nossa sobrinha não tirava os olhos dela.

Para minha sorte, os parentes não iriam ao baile.

Estaria, então, livre das críticas de que Sophia fosse mulher fácil.

Nem bem entramos no salão avistei os gêmeos.

Eles não me viram, pois estavam fissurados em minha mulher.

Para meu azar (ou sorte?) ficamos perto da mesa daqueles dois quase meninos.

O baile transcorria animado.

Eu sambando (mal como sempre) e minha esposa dando um show de rebolado, ora na pista, ora em cima de uma cadeira.

Quando subia, suas coxas, com a saia rodada, ficavam bem pronunciadas e a calcinha enterradinha na bundinha aparecia aos olhares de todos, principalmente à visão dos irmãos.

A camiseta de Sophia, com o suor, grudava em seu corpo evidenciando os seios e marcavam no pano os duros biquinhos.

Quando minha mulher descia e sambava no salão, um dos gêmeos sempre dava um jeito de ficar por detrás dela e aproveitava aquele rebolado que se esfregava em seu pau.

Sentado eu podia ver que o volume que aparecia era bastante grande.

Os dois se revezavam no meio da pista bolinando, com a permissão dela, a bunda de Sophia que doidamente rebolava para aqueles dois machos.

Um deles, o mais ousado, encoxava minha mulher e espalmava suas mãos nos seios, apertando com força os biquinhos.

Como era carnaval poucos prestavam atenção nesta loucura, porquanto, o que todos queriam, era se divertir.

Lá pelas três horas da madrugada resolvi dar uma saída de dentro do salão e ir à rua tomar um ar, pois o calor era muito acentuado.

Com uma cerveja bem geladinha, fiquei encostado em um automóvel que estava estacionado um pouco distante da porta da sociedade.

Demorei bastante tempo (mais que 15 minutos) e ficava pensando no que minha mulher poderia estar aprontando no meio do salão.

Estava distraído quando vi, saindo, minha esposa que era seguida de perto pelos gêmeos.

Ela foi em direção à praia.

Logo atrás, com as bermudas estufadas pelos grandes membros aqueles dois safados a seguiam.

E eu, me esgueirando, segui-os.

Pude ver que os dois tiraram os paus para fora e ficavam alisando aqueles fabulosos falos, enquanto iam a um metro (mais ou menos) de minha mulher.

Como ela estava de salto alto, ao pisar na areia, a danada caminhava rebolando a bunda exageradamente.

Quando chegou perto do mar, Sophia estacou os passos e os dois se aproximaram pelo lado.

Eu me escondi em uma duna de areia que ficava mais ou menos a uns seis metros de onde eles estavam.

Daquele lugar eu tinha certeza que eles não poderiam me ver.

Mas eu podia vê-los e ouvir tudo que falavam.

Eles a mandavam dizer que eu era corno.

E para meu prazer ela dizia:

“-Vou colocar mais chifres no meu corno”.

E ela acatava com voz mais forte:

“-Meu marido é corno. Me fode pouco e eu adoro dar para vocês!”

Então ela pegou os pênis dos dois e, caminhando, puxou-os em direção à beira da água.

Pude ver que suas delicadas mãozinhas quase não podiam circundar aqueles dois exagerados paus.

Caminharam um pouco e pararam.

Os dois fizeram um sanduíche com minha mulher.

O que estava na frente introduzia a língua dentro da boca de Sophia com uma volúpia quase que agressiva.

E ela beijava aquela língua correspondendo com grande prazer.

Ele puxava, por cima da camiseta, as pontas dos seios com força, parecendo querer arrancar os biquinhos.

O outro, colado por detrás, lambia o pescoço de minha mulher.

Os paus enterrados nas coxas deveriam estar se encontrando naquele vaivém sensual.

Ela prensada entre dois machos jovens parecia estar delirando.

Um dos gêmeos começou a retirar a camiseta de minha mulher, enquanto o outro se abaixou e puxou as calcinhas perna abaixo.

Sophia ficou somente de saia.

Mas não por muito tempo, pois praticamente eles arrancaram-lhe aquele último pano que cobria sua quase total nudez.

Minha esposa ficou nua entre os dois taradinhos, somente de sapatos altos e (risos) de brincos.

Ela ajoelhou-se e, enquanto fazia uma punhetinha em um deles, mamava no pau do outro.

Eu via os lábios de Sophia abraçar a glande que estava enorme e quase alargavam a boca ao máximo para entrar.

Ela mirava para o macho que possuía sua boca com um olhar revirado que era um misto de carinho e de prazer.

Diversas vezes os dois trocavam de posição.

Ora um era punhetado, ora outro era sugado pela boca de lábios carnudos de minha esposa.

Os dois também ficaram pelados.

Tiraram do bolso das bermudas camisinhas de Vênus e o que estava à direita colocou ele mesmo.

O outro fez minha mulher encasular seu cacete, tarefa que ela cumpriu delicadamente e com prazer que podia ser visto no seu semblante.

Um deles deitou-se de costas na areia e acomodou minha mulher em cima.

Quando ela sentou, o pau entrou todo de vez.

Minha mulher começou a cavalgar aquele macho, enquanto seus seios balançavam com as subidas e descidas do corpo que pedia para ser penetrado.

Sophia, com o membro atolado até ao talo, encostou seus seios no peito do rapaz e expôs sua bundinha para o outro. Pensei:

“-O danado vai enrabar a bunda da minha esposa”.

Eu sabia que aquele orifício era virgem ainda (pelo menos eu imaginava que era) e que ela não iria aguentar.

O cara colocou a cabeça na portinha daquele buraquinho rosadinho.

Eu, em silêncio, pedi a tudo que é sagrado que a camisinha fosse lubrificada para não judiar muito de Sophia, pois não gosto de vê-la sofrer.

Ela olhou e com uma carinha das mais inocentes, balançou a cabeça de um lado para outro, parecendo pedir que ele não colocasse aquilo dentro dela.

Mas o bandido não obedeceu. Encostou a ponta e introduziu toda a glande.

O que estava por baixo - e com o pau todo dentro da bocetinha - fez sinal para que o irmão, que penetrava por trás, parasse, pois ele via que ela estava sentindo dores.

Mas o rapaz não retirou, deixou somente a cabeça dentro do cuzinho e as preguinhas abraçavam a cabeça daquele imenso cacete.

Ela ficou quietinha sem se mexer.

O pau foi penetrando mais e mais por trás, até desaparecer por completo.

Fiquei até emocionado com valentia dela.

Sophia tinha agasalhado e suportado tudo dentro de si.

Ela estava, para meu deleite e orgulho, sendo possuída por dois belos e viris machos.

E eles ficaram bombando nos dois buraquinhos por vários minutos.

Parecia até que eles não iriam gozar nunca, prolongando em muito o prazer de Sophia.

Minha esposa acompanhava o ritmo com galhardia e rebolava (quando podia) a bunda desesperadamente.

Do meu esconderijo, tapando a boca para não gritar, eu ouvia minha mulher falar:

“- Eu amo vocês, eu amo vocês, amo muito minhas paixões!”.

E num ritmo alucinante - talvez por serem jovens - os dois fodiam minha esposa de uma maneira muito linda!

E, num último grito, ela gozou:

“- Ai, meus amores, eu gozo..., eu gozo..., eu gozo por vocês dois”.

Os dois também explodiram dentro dela (nas camisinhas, não?) e ficaram esparramados na areia, com minha mulher lânguida no meio deles.

E os dois - espremendo o corpo dela entre eles - davam beijinhos nos lábios e na nuca como se estivessem agradecendo aquele obséquio ganhado de minha esposa.

Eu adorei isto que eles fizeram, porquanto eu sei que após o sexo ela gosta de ficar coladinha comigo.

Os três ficaram assim durante uns 10 minutos e os paus moles foram saindo dos orifícios da minha amada mulher.

Retiraram as camisinhas e enterraram na areia.

Minha esposa levantou-se e suja de areia retirou-a com a palma das mãos, o que foi ajudada pelos irmãos que aproveitavam o derradeiro prazer de bolinar um pouco mais aquele corpo já saciado.

Os irmãos vestiram suas camisetas e as bermudas.

Quando Sophia quis vestir-se, os danados não deixaram e fizeram-na desfilar, um bom pedaço do caminho de volta, peladinha.

Ela, sorridente, aceitou e caminhava rebolando a bunda.

Outros casais passavam e davam risadinhas antevendo o que havia se passado.

Quando eu saí do meu lugar onde me escondera pude ver que - numa elevação de areia próxima dali - uns quatro meninos, ainda pequenos, mas já taludinhos, batiam punheta em homenagem à Sophia enquanto assistiam-na levar rola por todos os lados.

Segui-os a regular e discreta distância.

Ao chegar mais perto onde existia mais gente, os dois vestiram minha mulher que, quietinha, deixou-os fazer aquela delicadeza.

Só não colocaram nela as calcinhas que um deles guardou como souvenir no bolso da bermuda.

Corri, entrei no salão e sentado à mesa aguardei a volta de minha mulher.

Ela entrou sozinha e dizendo estar exausta, sentou-se ao meu lado.

Perguntei por que estava tão cansada e ela com uma carinha safada me disse:

“-É esse carnaval e este calor!...”.

Ainda bem que ela, mostrando um pouco de recato, não sambou mais em cima da cadeira.

Mesmo assim, quando rebolava no salão, podia-se ver que ela estava sem nada por baixo.

Pelo menos era o que eu via pelas caras dos outros homens no baile que à distância a desejavam.

Quando os gêmeos voltaram e sentaram à mesa ao nosso lado, vi o volume da calcinha de Sophia em seu bolso.

E ele me olhando disse:

“-Tio, o senhor não pagaria uma cervejinha para nós?”.

E os dois sacanas, além de comerem minha mulher, tomaram até ao amanhecer várias cervas por minha conta.

Mas paguei com muito prazer!...


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Comentários


foto perfil usuario wevertonpp

wevertonpp Comentou em 07/01/2026

Parabéns ótimo conto, mas acho q vc tem q falar pra ela q vc sabe e adoro ser corno , aliás ela já sabe pq vc sempre dá uma saída pra deixá-la sozinha a mercê dos tarados....

foto perfil usuario denismachado

denismachado Comentou em 07/01/2026

Parabéns pelo conto super bem contado ricos em detalhes, isso ajudo os leitores ater mais desejos. Também ajuda os casais que estão começando, nesse meio que isso não é feito por que acabou o amor ou coisa assim. Mas por que existe muito desejo e uma vontade insana de se satisfazer por completo junto com a mulher que ama. Parabéns..




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Ficha do conto

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dudusaint

Nome do conto:
Desejo ardente...- Parte 2

Codigo do conto:
251244

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
06/01/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
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