A transformação de Paula - Parte 6

Parte 6


Após minha esposa ter o primeiro orgasmo na pica do Felipe, ela ficou deitada na cama, com respiração ofegante, encolhida, olhando para vazio, provavelmente refletindo o que acabara de fazer.

Felipe saiu da cama e se dirigiu para chuveiro, provavelmente pela sua experiência com essa situação, para nos deixar alguns minutos a sós, para digerirmos a experiência.

O silencio pairava no quarto, quebrei o gelo, toquei nos seus cabelos, fiz carinho no seu rosto passando as costas das mãos em seu rosto, disse que eu a amava muito e queria que cada dia ela tivesse mais prazer, se soltasse, que as suas fantasias seriam realizadas, a beijei, e disse que tudo que acontecesse naquela noite com Felipe era somente sexo.

Ela olhando nos meus olhos disse que sou maluco, perguntei se tinha gostado, ela disse que sim, então a beijei novamente e disse para ela relaxar, que seria a nossa puta essa noite, que a foderíamos de todas as maneiras, que queria que ela tivesse inúmeros orgasmos, meu pau continuava duro, ela sorrindo pegou no pau, ficava alisando, eu tocando nos seus seios, ela me chamando de tarado.

Nisso Felipe saiu do banheiro, ficou por um tempo nos observando, depois subiu na cama e disse:

- A putinha está querendo rola de novo?

Pediu que eu ficasse em pé, ela abaixada entre nós, vamos dar pica para essa vagabunda, nós dois com o pau próximo a boca dela, que entendeu o recado, chupava nossas picas, alternando entre a minha e a dele, depois Felipe foi descendo e chupando os seios dela enquanto ela com meu pau na boca, depois foi minha vez, desci no outro peito dela, cada um chupava um peito, ela gemia, quando fui com a mão na direção da boceta dela, Felipe já estava, com os dedos enfiados, ela se contorcia, gemia, exalava tesão, duas bocas chupando seus seios e dedos na boceta.

Felipe pegou camisinha, colocou, olhou no rosto dela e perguntou

– Quer pica na boceta?

Ela não respondeu, ele segurou no queixo dela, virou para si e disse:

- Sua puta, vagabunda, sou seu macho hoje, vai fazer o que eu quiser, quando eu quiser, do jeito que eu quiser, quando eu lhe perguntar algo, me responda.

Ela olhou para mim, balancei a cabeça consentindo.

Felipe perguntou de novo:

- Quer pica na boceta vagabunda?

Ela disse que sim...

Ele:

- Então pede.

Ela:

- Coloca.

Ele:

- Não é assim que puta pede pica, pede direito.

Ela:

- Coloca pica em mim

Ele:

- Pede mais, implora

Ela:

- Por favor, me coma, enfia em mim, quero pica

Ele mandou que ela abrisse as pernas, ela assim o fez, colocou a pica dele de uma vez, forte, e bombava, ela gemia, gritava, urrava

Ele:

- Vagabunda, é disso que você gosta?

Ela:

- Sim, gosto de pica me comento, mete!

Ele:

- Quer que eu tire?

Ela:

- Não, quero que meta, que me foda, mete pica .... ai ..... ai... que delicia de pica.

Ele continuava socando, o som, as expressões faciais deles transando me deixava louco de tesão, meu pau babava de tesão.

Ele sentou na cama, mandou que ela sentasse em cima dele, de costas para ele e abrisse no último as pernas, assim ela fez, a boceta dela engolia o pau dele, parecia que sugava para dentro, ela cavalgando, gemendo, eu ali, a um metro deles, aquela cena jamais sairá da minha cabeça, eu a via se acabando naquela pica, adorando, gemendo, subindo e descendo, completamente escancarada naquela pica, enquanto ele apertava os seios dela.

Mais alguns minutos assim, ele retirou ela dá pica dele, e disse:

- Vai lá e senta na pica do seu marido, para ele sentir como a boceta da putinha dele está aberta, melada.

Ela veio e sentou no meu pau, ele não a deixou que ficasse nem dois minutos no meu pau e a retirou novamente.

Mandou que ela sentasse no pau dele novamente, dessa vez de frente para ele, enquanto ele comia a boceta dela, chupava os seios e enfiava dois dedos no cuzinho dela, ela só gritava de prazer e teve outro orgasmo, ele continuando a fudê-la e brincava com cuzinho dela.

Depois, colocou ela de quatro e continuava a comer a boceta dela, e já enfiava 3 dedos no cuzinho dela e disse.

Ele:

- Diga ao seu ao seu marido o que vou fazer agora e posicionou a pica dele na porta do cuzinho dela.

Ela:

- Amor, ele vai comer eu cuzinho

Ele:

- Pergunta para ele se posso comer se cu que está piscando querendo rola

Ela:

- Amor, ele pode comer meu cuzinho?

Eu:

- Você que dar cuzinho para ele?

Ela:

- Quero!

Ele deu vários tapas na bunda dela e mandou que pedisse rola no cu

Ela:

- Por favor, me coma, come meu cuzinho, coloca tudo dentro dele, coloca...

Ele colocou pau no cuzinho dela, segurava pelos cabelos e enfiava, tirava, voltava a enfiar, enchia a bunda dela de tapas, a xingava de puta, vagabunda, de biscate, que puta tem que levar vara no cu mesmo, eu sentei na cabeceira da cama, estava em transe de tanto tesão, parecia que não conhecia aquela mulher, não conhecia minha esposa, como ela se transformava numa puta na cama, e estava adorando, pensava comigo, se soubesse que eu e ela sentiria tanto tesão assim, já teria feito antes.

Com pau dentro do cu dela, foi empurrando ela na mina direção e andou que ela me chupasse, com pau do Felipe no cu, ela abocanhou meu pau, não demorei 3 minutos e gozei abundantemente, gozei na boca, no rosto, ela ainda tomando no cu, minha porra escorria pelo canto da boca, com rosto cheio de porra e ela teve mais um orgasmo, e não aguentou, caiu na cama, ficou com a bunda para cima, rosto cheio de porra, boceta e cuzinho vermelho e esfolados enquanto Felipe nem tinha gozado ainda.

Ficamos respirando assim, por uns cinco minutos, levantei e fui ligar chuveiro, voltei e ajudei-a ir para o banheiro, tomamos banho juntos, nos beijamos, trocamos carinhos, voltamos para o quarto e Felipe foi tomar seu banho.

Sentamos a mesa, fomos tomar vinho, depois Felipe juntou-se a nós, ficamos conversando amenidades,

Felipe contando algumas de suas aventuras com casais, super educado, gentil, atencioso, após uns 40 minutos, ele reencarnou o garoto de programa, puxou Paula para seu colo novamente, arrancou a toalha dela, ficou chupando seus seios, foi o estopim para ficarmos excitados novamente, ele sugava os bicos dos peitos dela, e enfiou dedos na boceta dela novamente e disse:

- Essa puta está querendo vara de novo, está molhadinha outra vez, se prepara amigo, agora que libertou essa puta, ela vai querer muita pica sempre.

Ficou em pé, pegou taça de vinho, mergulhou o pau dentro e colocava na boca dela, servindo vinho para ela no pau, fazia com que ela sugasse, depois a jogou na cama literalmente, colocou a camisinha, ergueu as pernas dela e cravou o pau, bombava, ela gritava de novo, comeu ela por uns 10 minutos, colocou ela de 4 e enfiava muito forte o pau na boceta dela, batia na bunda, ela com bunda toda vermelha, quando menos ela esperava enfiou pau no cuzinho dela, que deu pulo para frente, ele a puxou pelos cabelos e socava sem dó.

Depois disso, mandou ela sentar no meu pau, de frente pra mim e ela cavalgava em mim e ele olhando, após uns 5 minutos, ele pediu para eu abrir a bunda dela, e foi colocando o pau no cuzinho dela, chegou na porta do cuzinho e perguntou se ela queria, ela disse que sim, ele foi colocando, eu na boceta dela, parecia que os dois paus estava juntos, a sensação é indescritível, ele no ouvido dela, perguntava o que ela era, ela dizia que era puta, vadia, ficamos assim mais um pouco, e não aguentei, gozei, gozei muito de novo e logo em seguida ela gozou também e só depois que Felipe gozou, pela primeira vez na noite.

Ficamos descansando um bom tempo, os 3 na cama, depois tomamos banho juntos, os 3, ainda aquela noite, no chuveiro, ela chupou nós dois.

Preparamo-nos para ir embora. já era umas 3h da manhã, paguei o combinado a ele, e iriamos leva-lo embora, quando fomos sair do quarto, ele olhou para Paula e disse:

Ele:

- Onde você pensa que vai assim?

Ela:

- Como assim, vamos embora!

Ele:

- Puta de madrugada não anda assim!

Ela:

- Não entendi

Eu ainda vou comer você, arrancou o vestido e calcinha dela, deixou-a peladinha e disse, enquanto vamos embora, vou comendo você dentro do carro, e realmente foi assim, eu dirigindo e os dois transando dentro do carro, em plenas vias públicas.

Deixamos ele em frente ao seu prédio e fomos para nossa casa, ela nua, morta de canseira, deitada dentro do carro.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A transformação de Paula - Parte 6

Codigo do conto:
251454

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
08/01/2026

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