Gabriel riu baixinho, os olhos brilhando com sadismo enquanto observava Julinha de joelhos, ainda ofegante e com o gosto dele na boca. "A lição só começou, ruivinha. Levante-se e tire tudo", comandou, pegando um cinto de couro da gaveta da mesa. Ela obedeceu tremendo, a saia e a blusa caindo no chão, revelando sua pele pálida salpicada de sardas e os mamilos rosados já duros de antecipação.Ele a arrastou pelo braço até a mesa, dobrando-a sobre a superfície fria de madeira. "Mãos atrás das costas", ordenou, e Julinha entrelaçou os dedos, o corpo nu exposto como uma oferta. O primeiro golpe do cinto estalou contra suas nádegas, deixando uma marca vermelha ardente. Ela gritou, mas o som se misturou a um gemido de prazer submisso. "Conte, vadia. E agradeça.""Um... obrigada, patrão!", choramingou ela, as lágrimas escorrendo novamente. O segundo veio mais forte, cortando o ar e mordendo a carne macia. "Dois... obrigada pelo castigo!" Gabriel alternava os golpes – bunda, coxas, até roçar os lábios da boceta molhada dela, fazendo-a arquear as costas em agonia deliciosa. Cada estalo ecoava no escritório vazio, e o corpo gordinho dele suava de excitação enquanto ele a marcava.Após dez chicotadas, sua bunda era um mapa de vergões roxos e vermelhos, latejando como fogo. Ele jogou o cinto de lado e se posicionou atrás dela, esfregando o pau endurecido de novo contra a entrada encharcada. "Você aprende sofrendo, não é? Peça para eu te foder como a puta sadomasoquista que é." Julinha, voz rouca de dor e desejo, implorou: "Por favor, patrão Gabriel, me foda forte... me quebre!"Ele investiu sem piedade, o pau grosso rasgando-a por trás, batendo na bunda machucada a cada estocada violenta. Ela gritava, unhas cravadas na mesa, o prazer misturado à dor lancinante. Gabriel puxou seus cabelos ruivos como rédeas, forçando-a a arquear mais, enquanto sua mão livre apertava um mamilo até ela uivar. "Sinta o chicote na memória enquanto eu te encho", rosnou ele, acelerando até gozar fundo dentro dela, o sêmen quente escorrendo pelas coxas marcadas.Exausta e marcada, Julinha desabou na mesa, corpo trêmulo de êxtase doloroso. Gabriel a virou gentilmente, beijando uma lágrima em sua bochecha. "Boa lição, submissa.Reza para não tá chovendo amanhã por que se não amanhã,tem mais."
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