De biquíni então ela ficava simplesmente irresistível: barriguinha lisinha e definida, seios médios que ela fazia questão de deixar uma parte sempre à mostra, provocação pura.
Passear com ela na praia era uma tortura deliciosa. Os marmanjos não disfarçavam: olhavam descaradamente, e ela adorava. Deixava claro, com sorrisinhos e rebolados, que curtia ser o centro das atenções.
À noite, os pais dela dormiam no quarto ao lado e nós ficávamos no beliche improvisado na sala. Era ali que a viagem virava de verdade.
Ela subia rápido no beliche de cima comigo, se enfiava debaixo do lençol fino e colava o corpo quente no meu. O beijo dela era absurdo.
Começava suave, quase inocente, com aqueles lábios macios roçando nos meus, mas em segundos virava uma coisa gulosa, molhada, profunda. A língua dançava na minha boca, lambendo, chupando, explorando tudo. Eu gemia baixo enquanto meu pau endurecia só com aquilo.
Ela sabia o estrago que causava. Quando o beijo ficava mais intenso, ela gemia na minha boca, saliva escorrendo, misturando com a minha. Meu pau já babava antes mesmo de ela tocar — a cabeça melada, escorregadia. Luana percebia na hora.
Interrompia o beijo por um segundo só para me olhar com aquele sorrisinho safado, depois deslizava a mão por baixo do short. Os dedos envolviam a rola inteira, sentindo a baba que já tinha se formado. Ela espalhava tudo devagar, subia e descia, masturbando com a mistura da saliva dela e do meu pré-gozo, deixando tudo liso, quente, brilhando.
Sem desviar os olhos dos meus, levava os dedos melados à boca. Chupava devagar, lambendo cada gota, fazendo aquele barulhinho de sucção que me levava à loucura. “Tá gostoso, né?”, sussurrava rouca, antes de voltar a me devorar com a boca.
Eu sabia onde aquilo ia terminar: meu pau enfiado no rabinho dela. Mas adorava o caminho. Explorava ela de todas as formas — lambia, chupava, espalhava o mel da bucetinha dela no cuzinho, deixando tudo encharcado e pronto.
Depois de uns beijos molhados e daquela mãozinha safada, ela virava de costas, ficava de quatro no beliche apertado e olhava para trás com olhos famintos. “Vai, mete no meu cuzinho… quero sentir tudo hoje”, sussurrava, a voz carregada de tesão.
Ela empurrava a bunda contra mim com vontade, sem esperar. Eu ainda estava todo babado da saliva e da mão dela. Quando a cabeça encostava na entradinha apertada, ela mesma forçava para trás, engolindo devagar no começo, depois com fome. Rebolava empinando e empurrando ao mesmo tempo, como se quisesse me devorar por trás.
Quando eu entrava de vez, as sensações eram indescritíveis. O calor era absurdo, um aperto quente e pulsante envolvendo cada centímetro da rola. Ela era tão apertadinha que eu sentia cada veia, cada pulsação, o anelzinho se contraindo e relaxando enquanto eu afundava mais fundo. Cada estocada parecia sugar mais de mim para dentro dela. O barulhinho molhado misturado aos gemidinhos abafados era enlouquecedor.
A gente era safado no mesmo nível — isso tornava tudo perfeito. Ela não fingia pudor, não pedia pra ir devagar: queria forte, fundo, queria sentir a rola pulsando dentro do cu. Eu não segurava nada: metia com força, segurando nas nádegas enormes, abrindo-as para ver tudo sumindo lá dentro. Às vezes parava só para sentir ela apertar, para ouvir o “mais fundo, porra…” abafado, e então voltava com tudo.
A casa estava silenciosa, os pais dormindo no quarto ao lado. Então eu tapava a boca dela. Colocava a mão firme sobre os lábios carnudos, sentindo o calor da respiração quente contra a palma enquanto ela gemia abafado. Às vezes mordia de leve meus dedos ou lambia a palma, me provocando ainda mais. Eu apertava um pouco mais forte para controlar o som, e isso a deixava louca — ela empurrava a bunda com mais força, rebolava como se quisesse me fazer gozar ali mesmo.
Era entrega total dos dois lados. Ela se entregava ao prazer de ser arrombada, tremendo inteira quando gozava. Eu me perdia na sensação de possuir aquele rabão apertado, ouvindo os gemidos abafados na minha mão, sentindo ela pulsar e me ordenhar até eu não aguentar mais e gozar fundo dentro dela, enchendo tudo enquanto a gente tremia junto.
A gente era cúmplice na safadeza, e isso fazia tudo ficar mil vezes mais intenso.
Curtam essa história para eu postar a continuação
Nem é que eu goste de tomar no cu, mas é difícil fugir disso porque, tanto os guris quanto os coroas, ficam insistindo em fuder minha raba. Os únicos que não comem o meu cu são os meus cachorros. Mas se eles falassem, aposto que iam pedir. Lambeijos molhados pra geral.
A gata que curte dar a bundinha para seu macho sabe fazer feliz o mesmo.
Isso é maravilhoso... Quando eu fazia facul, tinha uma japa que era noiva e virgem, ela só dava o cuzinho, a gente saia no meio da aula, eu enchia o rabo dela de porra e no final da aula tava lá o noivo esperando pra levar ela pra casa...