Diego continuava namorando a gostosa da Isabele — aquela morena de corpo escultural, curvas que desafiavam qualquer vestido modesto, bunda empinada e peitos que pareciam querer pular pra fora da blusa toda vez que ela respirava fundo. Aliás, Isabele era a melhor amiga de Kelly, a crente nerd que nós tínhamos sujado inteira com nosso esperma naquela noite louca no quartinho dos fundos. O gozo escorrendo pelos óculos dela, pingando nos seios pesados, lambuzando a bucetona aberta… aquela imagem ainda me deixava duro só de lembrar.
Tudo era segredo absoluto entre nós quatro. Mas o que eu não sabia — e estava prestes a descobrir — era que Leonardo, o filho do pastor, fodia Isabele escondido do próprio melhor amigo. Ele traía Diego com a namorada dele. E esse segredinho sujo ia me trazer muitos… frutos.
Descobri por acaso. Já vinha notando olhares trocados demais, toques disfarçados no braço, risadinhas cúmplices. Mas o que confirmou tudo foi a mensagem que vi de relance no celular de Leonardo, quando ele deixou o aparelho na mesa do lanche:
“A noite foi ótima. Você faz muito melhor que o Diego.”
Era dela. Isabele, a cavala insaciável. Aquela puta de cara de anjo não se contentava com uma só rola — precisava de variedade, de ser fodida por quem quisesse, quando quisesse. E agora eu tinha a prova na palma da mão.
No domingo seguinte, saímos do culto e nos encontramos na frente da igreja. Isabele apareceu primeiro, rebolando naquele vestido justo que marcava cada centímetro: coxas grossas se roçando ao andar, bunda balançando hipnoticamente, decote discreto mas que deixava os seios fartos quase transbordando. Ela nos viu juntos — eu, Diego e Leonardo — e soltou, com tom de deboche:
“Vocês não se desgrudam mais, hein? Devem fazer tudo juntos…”
Eu sorri por dentro. Ela nem imaginava o quanto aquilo era verdade.
Kelly chegou logo depois. Nós três a devoramos com os olhos dos pés à cabeça. Ela usava um vestido soltinho de algodão claro, mas o tecido fino colava sutilmente na pele suada do calor da tarde. Os seios grandes e redondos empinavam o pano na frente, os bicos endurecendo levemente com a brisa. A bucetona carnuda se delineava na virilha toda vez que ela dava um passo — um cameltoe perfeito, lábios grossos desenhados como se implorassem por atenção. Cabelo solto caindo pelas costas, óculos de armação fina, sandálias rasteirinhas mostrando os pés delicados. A mesma Kelly que tinha gemido “mais fundo, porra” enquanto levava rola nos três buracos.
A imagem dela estirada no chão da salinha, pernas abertas, corpo inteiro coberto de jatos grossos de porra nossa, piscando vermelha de tanto foder… veio como um flash na minha mente. Meu pau deu um pulso forte dentro da calça.
“Sob o que estão falando?”, Kelly perguntou, abraçando Isabele. As duas se encostaram, peitos se tocando de leve, um abraço de amigas que escondia muita safadeza.
“De como esses três não desgrudam. Devem fazer tudo juntos”, Isabele riu, maliciosa. Kelly também riu — um riso baixo, cúmplice. Ela com certeza se lembrou da nossa “oração em grupo”, da boca cheia, da buceta apertando, do gozo escorrendo.
Eu encarei Isabele direto nos olhos.
“Eu sei que você não gosta de mim, Isabele.”
Ela ergueu uma sobrancelha, fingindo surpresa.
“Como assim?”
“Sim. Metida e arrogante. Sempre me olhando com desprezo, como se eu fosse lixo.”
Peguei minhas coisas e virei as costas, saindo sem olhar pra trás. Ouvi Kelly soltar, baixinho mas alto o suficiente pra Isabele ouvir:
“Toma, distraída.”
Isabele não era santa coisa nenhuma. Gostava de julgar todo mundo, de posar de moralista, mas mal sabia que eu tinha descoberto um dos seus segredos mais podres. Ela se entregava pro filho do pastor pelas costas do namorado. E agora… ela estava nas minhas mãos.
Eu podia usar aquilo quando quisesse. Fazer ela calar a boca. Ou melhor: fazer ela abrir as pernas. Porque, no fundo, eu sabia: garotas como Isabele e Kelly só fingem santidade. Quando a máscara cai, elas viram putas famintas por rola. E eu estava começando a gostar do jogo.
A imagem das duas juntas — melhores amigas, se abraçando inocentemente enquanto eu lembrava de Kelly suja de porra — só aumentava o tesão. O segredo queimava no meu bolso como uma promessa de mais noites pecaminosas.
Na terça-feira à noite, o culto de oração estava mais vazio que o normal — só uns poucos fiéis espalhados pelos bancos, luz baixa, hinos suaves ecoando.
Eu cheguei cedo, sentei no fundo como sempre, e Isabele apareceu logo depois. Ela usava um vestido azul-escuro justo na cintura, decote discreto mas que realçava os seios fartos e firmes, saia que abraçava as coxas grossas e terminava um pouco acima do joelho. Cabelo solto ondulado caindo pelos ombros, batom vermelho discreto, salto que fazia a bunda empinar a cada passo. Ela era o tipo de mulher que entrava e tudo mudava — tesão puro disfarçado de santidade.
Ela me viu e veio direto, sentando do meu lado sem pedir licença. Cruzou as pernas devagar, o tecido subindo um pouco, revelando a pele morena das coxas. Olhou pra mim com aquele ar de superioridade.
“Vocês homens são todos iguais”, sussurrou ela, voz baixa pra não chamar atenção. “Você se acha e nem me conhece direito.”
Eu sorri de lado, sem desviar o olhar dos olhos dela.
“Eu te conheço melhor do que você pensa, Isabele.”
Ela franziu a testa, confusa.
“O que você quer dizer com isso?”
Eu me inclinei mais perto, sentindo o perfume doce dela invadir meu nariz, o calor do corpo dela a centímetros do meu.
“Sei que você dá para o Leonardo só porque ele é filho do pastor. Porque acha que isso te dá status, te faz sentir especial. Trai o Diego pelas costas, abre as pernas pro ‘príncipe da igreja’… e depois vem aqui posar de santa.”
O rosto dela mudou na hora. Os olhos arregalaram, a boca entreabriu em choque. Tentou negar, voz tremendo um pouco:
“Você… você tá louco? Isso é mentira. Eu nunca—”
Eu a cortei com calma, mantendo a voz firme, baixa, controlada. Mostrando que não era blefe.
“Vi a mensagem no celular dele. ‘A noite foi ótima. Você faz muito melhor que o Diego.’ Palavras suas, Isabele. Não precisa negar. Eu não sou burro. E não vou contar pra ninguém… ainda.”
Ela engoliu em seco, o peito subindo e descendo rápido, os seios pressionando contra o tecido do vestido. Ficou desconcertada, sem saber o que fazer. Mas eu percebi: em vez de raiva pura, tinha um brilho diferente nos olhos dela. Curiosidade. Tesão misturado com medo. Minha postura — calma, inteligente, sem tremer — a pegou de surpresa. E isso a atraiu.
Meu pau já estava duro pra caralho só de estar perto dela, o cheiro, o corpo, o segredo. A calça marcava forte. Ela baixou o olhar por instinto… e viu. Ficou olhando fixo por uns segundos, mordendo o lábio inferior.
“Você nunca teria chance comigo… nem com a Kelly que você não para de olhar”, ela tentou, voz rouca, mas soava mais como provocação do que ameaça.
Eu sorri devagar.
“Seu olhar diz outra coisa.”
Isabele se levantou e eu a segui, estávamos na lateral da igreja quando a alcancei.
Antes que ela pudesse falar qualquer coisa, eu segurei o queixo dela com firmeza, levantei o rosto dela pro meu e roubei um beijo. Não foi suave — foi faminto. Minha língua invadiu a boca dela na hora. Isabele hesitou um segundo… e depois correspondeu. Passou a língua na minha com vontade, gemendo baixinho na minha boca, mãos subindo pros meus ombros. O beijo virou longo, sexy, molhado — línguas brigando, saliva misturando, respiração pesada. Ela chupou minha língua devagar, como se quisesse provar tudo.
Eu desci a mão pela cintura dela, apertando a carne macia, e enfiei dois dedos por baixo da saia. A calcinha já estava encharcada. Afastei o tecido de lado e entrei na xota dela — quente, apertada, pulsando. Comecei movimentos de vai e vem lentos no começo, depois mais rápidos, o polegar roçando o clitóris inchado. Isabele gemeu na minha boca, quadris se mexendo contra minha mão, se esfregando nos meus dedos como se precisasse gozar ali mesmo.
“Porra… continua…”, ela sussurrou entre beijos, voz tremendo de tesão.
Foi quando ouvimos passos.
“Mas o que é isso aqui?
A pastora Elenice estava parada no corredor lateral, braços cruzados, olhando pra nós com expressão séria.
Ela era uma milf daquelas: uns 45 anos, corpo escultural mantido por academia e genética boa, pele morena clara, cabelos cacheados pretos longos soltos, óculos de armação fina que davam um ar intelectual sexy.
Vestia um vestido longo vinho justo no busto — seios grandes e empinados que desafiavam a idade, cintura fina, quadris largos que balançavam ao andar. A saia abraçava a bunda redonda, e o decote modesto mostrava o suficiente pra deixar qualquer um babando.
Pernas grossas e torneadas terminando em saltos discretos. Era o tipo de mulher que parecia santa de dia… mas tinha cara de quem sabia muito bem o que era prazer.
“A igreja não é lugar pra isso”, ela disse, voz firme, mas sem gritar. “Vocês dois… se controlem.”
Isabele se afastou rápido, ajeitando a saia, rosto vermelho. Eu tirei a mão devagar, lambendo os dedos disfarçadamente enquanto olhava pra Elenice. Ela não desviou o olhar. Pelo contrário: os olhos dela percorreram meu corpo, parando na marcação da calça. E eu desconfiei na hora — ela não tinha acabado de chegar. Estava espiando. O jeito que respirava um pouco mais rápido, as bochechas coradas, o brilho nos olhos… ela tinha visto tudo. E gostado.
Elenice virou as costas devagar, mas antes de ir embora, olhou por cima do ombro direto pra mim.
“Conversamos depois”, disse ela, voz baixa, quase um convite.
Isabele me encarou, ainda ofegante.
“Você… você é louco.”
Eu sorri.
“E você adorou.”
Ela não respondeu. Mas o olhar dela dizia tudo: o jogo tinha mudado. E agora não era só ela e Kelly nas minhas mãos… talvez a pastora também quisesse um pedaço.
Dias depois, era final de tarde na praça em frente à minha casa — aquele cantinho arborizado onde a galera da igreja e do bairro se reunia pra bater papo depois do trabalho ou do culto. Isabele estava lá com as amigas: sentada num banco de madeira, pernas cruzadas, vestido curto verde-escuro colado no corpo, destacando as coxas grossas e bronzeadas, os seios fartos esticando o tecido na frente, cabelo ondulado solto balançando com a brisa.
Ela ria alto com as meninas, mas quando me viu saindo de casa, o riso morreu um pouco. Os olhos dela encontraram os meus.
Kelly também estava no grupo — sentada do lado, óculos de armação fina, vestido soltinho floral marcando os seios pesados e a bucetona carnuda como sempre. Ela notou na hora que eu vinha direto pra Isabele.
Chamei Isabele de canto com um gesto discreto da cabeça. Ela hesitou um segundo, olhou pras amigas (e pra Kelly), mas veio. Paramos atrás de uma árvore maior, meio escondidos, mas ainda visíveis o suficiente.
“Não é assim, Isabele”, falei baixo, olhando direto nos olhos dela. “Eu não beijo namorada de amigo meu. Não faço isso. Foi um erro na igreja. Não vai acontecer de novo.”
Ela me encarou por um longo momento. O sol batendo no rosto dela realçava o batom vermelho, os lábios carnudos entreabertos.
Percebi a sinceridade no meu olhar refletida no dela — ela viu que eu falava sério, que tinha limites. O ar entre nós ficou pesado de tensão.
Isabele respirou fundo, o peito subindo e descendo, os seios pressionando contra o vestido. De repente, ela se aproximou e me abraçou forte, corpo colado no meu. Senti os peitos macios esmagados contra meu peito, a cintura fina nas minhas mãos, o perfume doce invadindo tudo. Meu pau endureceu na hora, latejando forte contra a calça, roçando na coxa dela.
Ela sentiu. Não se afastou — pelo contrário, apertou mais o abraço, quadril se mexendo sutilmente contra o volume. Um gemidinho baixo escapou da garganta dela, quase inaudível.
“Tem alguém na sua casa agora?”, perguntou ela, voz rouca, sussurrando no meu ouvido. Os lábios roçando minha orelha.
“Não”, respondi, voz grossa de tesão.
Ela se soltou devagar, mas manteve a mão na minha cintura por um segundo a mais. Olhou pros lados — as amigas ainda conversando, mas Kelly não tirava os olhos de nós. Estava parada, braços cruzados debaixo dos seios, expressão fechada, um misto de curiosidade e algo mais escuro. Ciúmes? Raiva? Difícil dizer. Mas ela viu tudo: o abraço, a proximidade, nós dois indo embora juntos.
Entramos na minha casa em silêncio. Mal fechei a porta, Isabele me empurrou contra a parede da sala e me beijou com fome — língua invadindo minha boca, mãos puxando minha camisa pra cima. Eu respondi na mesma intensidade, apertando a bunda redonda dela por baixo do vestido, sentindo a calcinha já molhada. O gostinho era o mesmo que ela tinha quando fiquei com ela do lado de fora da igreja.
Fomos pra cozinha. Ela sentou na mesa, abriu as pernas devagar, o vestido subindo até a cintura. A calcinha preta fio-dental estava encharcada, delineando os lábios grossos da xota. Eu abaixei a calcinha dela e enfiei dois dedos, depois três, fodendo devagar enquanto chupava o pescoço dela. Ela gemia alto, sem se importar com vizinhos. Eu tentava tapar a boca dela com a outra mão, ela sorria.
“Me fode… agora”, pediu, voz tremendo.
Eu tirei a calça, pau grosso e veiudo pulando pra fora. Ela desceu da mesa, se ajoelhou e me chupou com vontade — língua rodando na cabeça, engolindo fundo, babando tudo. Olhos fixos nos meus. Depois se levantou, virou de costas, apoiou as mãos na cadeira da cozinha e empinou a bunda. O seu cuzinho piscando a buceta pedindo rola.
Entrei nela de uma vez — xota quente, apertada, escorrendo. Comecei devagar, depois acelerei, metendo forte, a bunda dela batendo contra minha barriga. Isabele gritava alto: “Mais forte… porra… aposto que você consegue melhor que usso!” Os seios balançavam livres quando tirei o vestido dela, apertando os bicos duros enquanto socava mais fundo.
Troquei: ela sentou na minha rola na cadeira, cavalgando com força, quadris rebolando, buceta apertando como se quisesse me sugar inteiro. Gemia sem parar, unhas cravadas nas minhas costas. Eu chupei os peitos dela enquanto ela subia e descia, mordendo os bicos rosados, deixando marcas vermelhas. Eu me segurava, essa transa era uma competição entre mim, Diego e Leonardo
No final, tirei e gozei forte, tanto ou mais como em Kelly, jatos grossos no rosto dela, nos seios fartos, na barriga, nas coxas. Ela ficou toda lambuzada, gozo escorrendo pelo queixo, pelos cabelos, sujei o chão da cozinha. Isabele passou o dedo no meio da porra, levou à boca e lambeu devagar, olhos brilhando de prazer.
“Você é foda…”, murmurou, ofegante. "Isso não sai daqui"
Enquanto isso, do lado de fora, Kelly ainda estava na praça. Tinha visto a gente entrar na casa. Não foi embora logo. Ficou ali, olhando pra janela, braços cruzados, expressão dura. Ciúmes puro — Aquilo ia ter desdobramentos. Kelly não era de deixar barato. E segredos como esse… sempre explodem.
A imagem de Isabele lambuzada na minha cozinha ficou na minha cabeça. Mas o olhar de Kelly na praça? Aquele sim prometia problemas… e talvez mais putaria.