O Manicômio do Prazer

A arrogância de Hans — achar que seus irmãos eram fracos, indignos — o jogou direto nesse inferno úmido e frio.

Corredores que fediam a mofo e suor velho, gritos abafados vazando pelas portas. Hans tentava pensar rápido, calcular uma fuga, mas os enfermeiros o empurravam adiante. Sua respiração já saía pesada, o peito subindo e descendo como se o ar doesse.

— Eu não sou louco — murmurou para o enfermeiro que nem olhava nos olhos dele. — Meus irmãos me trancaram aqui. Me tira disso.

A porta rangeu. Empurrado para dentro: quarto pequeno, paredes pingando infiltração, colchão encharcado que grudava na pele só de olhar. Hans ficou parado, coração na garganta.

Dia de triagem com Lorraine Saak. Ela escolhia três. Hans foi um deles. Ela gostava de "conhecer" os pacientes de perto.

Quando Lorraine entrou, o quarto pareceu encolher.

Óculos brancos grandes, olhos frios que devoravam. Sorriso lento, como se já soubesse o que viria. Parou perto demais, cheiro de perfume caro misturado a algo animal.

— Você tem um corpo que não merece ficar escondido aqui — sussurrou, voz rouca. Dedos subiram pelo braço dele, apertaram o bíceps com força possessiva. Depois desceram.

Cheirou o pescoço dele devagar, inalando como se fosse droga. A mão escorregou para dentro da calça do pijama, envolveu o pau dele por cima do tecido fino.

Hans traiu-se na hora: endureceu inteiro na palma quente dela, latejando forte. Lorraine apertou devagar, testando o comprimento, o grosso, o quanto pulsava.

— Meu Deus... isso aqui é raro — murmurou, olhos brilhando. Apertou mais, polegar circulando a cabeça por cima da calça. — Vamos nos divertir mais tarde, bonito.

Soltou. Saiu. Hans ficou ali, pau rígido latejando no ar frio, odiando cada batida do coração que o traía.

O tempo se arrastava como gosma. Quando os enfermeiros o buscaram à "noite", os corredores pareciam mais escuros, mais apertados..

Sala grande. Maca de linóleo rachado no centro. Cordas grossas jogadas no chão como serpentes. Três cadeiras de metal. Duas ocupadas..

Leroy: dreads caindo no rosto, olhos vermelhos, cabeça baixa, murmurando preces baixas, ombros tremendo de quem nega o que vê.

Muller: parecido com Hans, mas olhos loucos, respiração ofegante, já murmurando frases quebradas: "eles vêm... eles sempre vêm..."

Hans foi sentado na terceira. Sem algemas. Não precisava. Não havia saída.

Lorraine entrou. Sem pressa. Olhou os três como quem escolhe carne.

Um enfermeiro se aproximou. Desabotoou a blusa dela devagar. Saia caiu. Sutiã e calcinha preta simples. Depois ela mesma tirou tudo. Seios pesados balançando livres. Pelos ruivos e grisalhos na buceta já inchada, lábios entreabertos brilhando de umidade precoce.

Subiu na maca de quatro, empinando o rabo alto, coxas abertas. Os enfermeiros observavam, calças marcadas com volume duro.

Um amarrou os tornozelos — nós apertados que fizeram Lorraine arquear as costas e soltar um gemido baixo, prazer misturado com dor. Corda nas coxas, logo acima dos joelhos, forçando a bunda ainda mais para cima. Tudo exposto: cu rosado contraindo ritmicamente de expectativa, buceta escorrendo uma gota grossa que escorreu pelo linóleo com um plic audível.

Outro enfermeiro segurou a nuca dela contra o metal frio, amarrou os pulsos atrás. Cabelos ruivos espalhados. Corpo inteiro imobilizado, tremendo.

O primeiro abriu a calça, pau vermelho e veioso saltando livre. Posicionou atrás, segurou os quadris largos. Enfiou tudo de uma vez na buceta molhada — sem aviso, sem misericórdia. Lorraine gritou rouco, um som satisfeito que ecoou na sala fria.

O segundo contornou, pau duro na mão. Lorraine abriu a boca sozinha, língua para fora. Ele empurrou fundo, segurando os cabelos como rédea. Começaram juntos: estocadas ritmadas, pele batendo em pele, sons úmidos de sucção e penetração enchendo o ar. Gemidos abafados dela vibrando no pau da frente.

Hans não piscava. Pau latejando dolorosamente dentro da calça fina do pijama, pré-gozo encharcando o tecido. Coração martelando, sangue pulsando nas têmporas, mãos cravadas nos braços da cadeira até os nós dos dedos doerem brancos. Não era só tesão. Era ódio de si mesmo por querer aquilo, por sentir o corpo responder ao abuso como se fosse convite.

Leroy fechou os olhos com força, dreads tremendo, murmúrios virando soluços baixos. Recusava-se a olhar, mas o corpo traía: respiração acelerada, coxas apertadas.

Muller quebrou primeiro. Mão dentro da calça, punhetando rápido e descontrolado, olhos vidrados na buceta sendo arrombada, no cu piscando a cada estocada. Grunhidos baixos escapando, rosto contorcido de loucura e prazer.

Lorraine gemia alto, olhando direto para os três. Corpo tremendo com os impactos. Enfermeiros aceleraram: quadris batendo forte, pau da frente afundando na garganta dela até as bolas tocarem o queixo.

O de trás gozou primeiro — enterrou até o talo, grunhindo animal enquanto jorrava dentro, enchendo a buceta até transbordar. Gozo branco escorrendo pelas coxas dela. O da frente segurou a cabeça com mais força, gozou na boca aberta — grosso, quente, forçando-a a engolir. O resto escorreu pelo queixo, pingou no chão em fios viscosos.

Eles se afastaram, ofegantes, paus ainda semi-duros pingando.

Lorraine ergueu a cabeça devagar. Cabelos grudados no rosto suado, sêmen brilhando nos lábios inchados. Lambeu devagar, provando. Olhou para os três em silêncio longo, olhos queimando.

— Vocês sentem isso, não é? — voz rouca, baixa, quase carinhosa. — O corpo traindo a mente... o pau latejando enquanto a alma grita não.

Ela sorriu, ainda de quatro, buceta escorrendo mistura de gozo alheio e lubrificação própria, cu piscando devagar como se chamasse.

— Quem quer provar primeiro o que sobrou?

Não era pergunta. Era promessa. O ar na sala ficou mais pesado, mais quente, mais inevitável.


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Ficha do conto

Foto Perfil raskcs
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Nome do conto:
O Manicômio do Prazer

Codigo do conto:
252894

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
23/01/2026

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