Coroa Insaciável 2

Algumas semanas se passaram desde aquela manhã inesquecível na casa de Rosângela, a coroa insaciável. As mensagens trocadas eram curtas e quentes, cheias de promessas:

“Saudade da sua boca”, “Quero sentir você de novo hoje”, “Tô pensando no seu pau agora no trabalho”. A vida real atrapalhou — trabalho, compromissos, uma gripe chata que pegou nós dois. Até que veio o convite.

Zé, amigo em comum do rolê do karaokê, ia fazer 45 anos e armou uma festa no sítio dele, perto de Atibaia. Churrasco, piscina, som alto, cerveja gelada. Cida me mandou mensagem: “Tem que vir, Cláudio. A Rosângela confirmou que vai”. Meu coração acelerou na hora.
Respondi: “Tô dentro”.

Cheguei no sábado à tarde de moto, com uma garrafa de uísque barato na mochila como presente. O sítio estava lotado: gente dançando, crianças correndo, cheiro de carne na brasa. Logo vi Zé no quintal, de bermuda e chinelo, rindo alto com a turma. Ele me abraçou forte, agradeceu o presente e já enfiou uma cerveja gelada na minha mão.

— Tá vendo aquela ali de biquíni vermelho? — apontou com o queixo, discretamente. — É a Rosângela. Tá um tesão, né?

Olhei. Ela estava de costas, conversando com duas mulheres perto da piscina. O biquíni vermelho era minúsculo, a calcinha cavada nas laterais marcando a bunda redonda e empinada. Quando virou de lado, vi o corpo bronzeado, a barriguinha levemente marcada pela idade, os seios fartos quase escapando do top. Meu pau deu sinal de vida imediato. Lembrei dela de quatro, consolo enfiado na buceta enquanto eu socava tudo no rabo.

Mas o tom de Zé me incomodou. Parecia de quem já tinha provado. E, pior: quando ela olhou na nossa direção, sorriu pra ele primeiro — um sorriso cúmplice, daqueles que duram um segundo a mais. Depois virou pra mim e piscou devagar. Meu estômago revirou. Será que ela tava dando pro Zé também? Será que eu era só mais um na lista?

Tentei esquecer. Bebi mais, conversei, dancei um pouco. Mas meus olhos não desgrudavam dela. Em certo momento, vi os dois perto da churrasqueira: ele falando no ouvido dela, ela rindo e dando um tapa leve no braço dele. O ciúme subiu como bile, mas o tesão veio junto, mais forte. Queria provar que ela ainda era minha — pelo menos naquela noite.

Perto das dez, a festa estava no auge. As famílias já tinham ido embora, restava o pessoal mais solto. Rosângela sumiu por uns minutos. Fui atrás, fingindo pegar cerveja na cozinha. Quando entrei na casa, ela saía do banheiro do corredor, ajustando o biquíni.

— Tá fugindo de mim? — perguntei, bloqueando a passagem com o corpo.

Ela sorriu, lento e safado.

— Fugindo? — Passou a mão leve no meu peito, descendo até a barriga. — Pensei em você a noite toda, seu safado.

Os olhos dela brilharam. Olhou pros lados — ninguém no corredor — e me puxou pelo braço pra dentro do banheiro. Trancou a porta com um clique..
Eu a prensei contra a pia, beijando com força, mordendo o pescoço. Ela gemia baixo, esfregando a buceta no meu pau por cima da bermuda. Arrancuei o top do biquíni num puxão; os peitos saltaram, bicos duros. Chupei um com vontade enquanto apertava o outro, deixando os seios melados de saliva. Roçava minha rola dura no corpo dela, sentindo o calor.

— Tira esse biquíni — mandei.

Ela obedeceu, deslizando a calcinha pelas pernas. Estava encharcada. O cheiro subiu forte: suor, protetor solar, tesão puro. Abri a bermuda, tirei o pau pra fora — já babando. Ela se virou de costas, empinando a bunda na minha direção, mãos na pia. Segurei as nádegas com as duas mãos, abri devagar e vi o cuzinho piscando, rosado, convidativo.

— Me come assim, Cláudio. Quero sentir você fundo.

Enfiei de uma vez na buceta. Ela soltou um gemido rouco, abafado pela própria mão. Estava molhada demais, quente, apertada. Comecei a meter forte, batendo a virilha na bunda, o barulho de pele contra pele ecoando no banheiro. Ela rebolava, apertando o pau a cada estocada.

— Isso… me fode… mais forte… — pedia, voz entrecortada..
Segurei os cabelos ruivos, puxei a cabeça pra trás e meti mais fundo. Ela tremia na minha rola, a buceta pulsando em espasmos. Pressionei o corpo contra o dela, deixando o pau ainda mais ereto. De repente, um jorro quente: ela gozou mijando de tesão, molhando meu pau, minhas bolas, escorrendo pelas coxas dela até pingar no chão frio. O líquido quente escorria pela panturrilha, chegava aos pés, molhando os calcanhares rosados.

— Caralho… você tá mijando no meu pau… — gemi, louco.

— Tô gozando… tô gozando forte… — respondeu, corpo convulsionando.

Não aguentei. Tirei de dentro, virei-a de frente e enfiei na boca. Ela chupou com fome, lambendo o próprio gosto misturado ao meu pré-gozo. Segurei a cabeça dela, fechei os olhos e gozei na garganta: jatos grossos que ela engoliu quase tudo, deixando um fio escorrer pelo queixo.

Ficamos ofegantes, encostados na pia. Ela riu, limpou o canto da boca com o dedo.

— Viu? Ninguém me faz gozar assim. Nem o Zé.

— Então por que dá mole pra ele?

Deu de ombros, sorriso malicioso.

— Porque adoro ver você com ciúme. Fica mais safado, mais possessivo. — Aproximou-se, beijou devagar. — E eu adoro ser sua putinha quando você fica assim.

Saímos discretamente, ela com o biquíni no lugar, eu ajeitando a bermuda encharcada. Voltamos pra festa como se nada tivesse acontecido. Mas nossos olhares se cruzavam e ela passava a língua nos lábios devagar. A noite ainda não tinha acabado.

Rosângela ficou até o fim, dançando, bebendo, rindo alto. Perto das duas da manhã, com a maioria já indo embora e só uns poucos bêbados espalhados, Zé se aproximou com dois copos de uísque.

— Cláudio, fica aí, cara. Vamos fechar a noite direito. A Rosângela pediu pra você não ir embora.

Olhei pra ela: sentada numa cadeira de praia perto da piscina, pernas entreabertas, me encarando com aquele olhar de quem já tinha tudo planejado. Acenou com a cabeça, mordendo o lábio.

Entramos na casa. Zé nos levou pro quartinho dos fundos: caixas de cerveja empilhadas, geladeira velha, colchão improvisado no chão — daqueles que ele usava pra cochilar depois de beber. Luz fraca de uma lâmpada pendurada.

Não era possível. Aquela coroa só pensava em rola e agora queria duas de uma vez.

Rosângela não perdeu tempo. Tirou o biquíni inteiro, ficou nua. A bunda enorme brilhava de suor e protetor solar. Ajoelhou-se entre nós, pegou nossas rolas — a minha ainda meio dura do banheiro, a do Zé latejando — e começou a chupar as duas ao mesmo tempo.

Alternava: lambia uma cabeça, depois a outra, enfiava as duas na boca o quanto conseguia, babando muito, olhos fixos nos nossos rostos. Era insaciável. Gemia com a boca cheia, apertava nossas bolas, rebolava a bunda no ar implorando pra ser comida.

— Duas rolas… é isso que eu quero… — murmurava entre lambidas. — Me enchem de porra, vai…

Zé e eu nos entreolhamos — surpresa e tesão puro. Ele pegou ela por trás primeiro, enfiando na buceta enquanto ela chupava meu pau. A bunda enorme balançava a cada estocada forte. Depois trocamos: meti no cu dela, já lubrificado pelo gozo anterior e pela baba. Ela gritava de prazer, pedia mais força, mais tapas na bunda. A pele branca ficava vermelha com as marcas das nossas mãos.

— Me fode o cu, Cláudio! Me arromba! — gritava, sorrindo mesmo com a cara contorcida de tesão.

Zé metia na buceta ao mesmo tempo, ritmados, sentindo o pau do outro pela parede fina. Ela gozava sem parar, molhando tudo de novo, o chão ficando escorregadio. O sorriso dela era o mais safado que já vi: olhos semicerrados, boca aberta, língua pra fora, como se estivesse no paraíso. Dava a buceta e o cu com vontade absurda, rebolando pra receber mais fundo, apertando as duas rolas dentro dela.

Gozei primeiro, enchendo o cu de porra quente. Zé veio logo depois, gozando na buceta, misturando tudo. Ela caiu de lado no colchão, ofegante, rindo, sêmen escorrendo pelas coxas e pela bunda enorme. Passou os dedos na mistura e lambeu, olhando pra nós dois.

A coroa que eu via na fila da padaria estava virando minha putinha favorita. Acabara de gozar, mas já não via a hora de comer aquela bucetinha de novo.


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Ficha do conto

Foto Perfil raskcs
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Nome do conto:
Coroa Insaciável 2

Codigo do conto:
254409

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
11/02/2026

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