Sujamos a Crente Inteira

Depois do acampamento com a galera da igreja, comecei a me enturmar de verdade e passei a frequentar as reuniões do culto de jovens com mais assiduidade.

Até que eu gostava. Estava me adaptando ao estilo do grupo e percebendo que eles não eram nem um pouco tão inocentes quanto eu imaginava.

Os caras demonstravam um interesse descarado nas meninas e viviam fofocando pelos cantos.

“Aquela ali só tem cara de santa. Já bateu uma punheta pra mim e deixou eu gozar bem nos peitos dela”, Diego apontou para Isabele — uma garota bem gostosinha, com cara de safada e olhar meio distante.


Eu sabia que com ela eu não tinha a menor chance. Diego era bonito pra caralho, as meninas sempre babavam nele. Eu não fazia esse estilo: cabeça raspada na zero, tatuagens espalhadas pelo corpo… a maioria das garotas se afastava só de olhar.

“Vocês só vêm na igreja pra isso, né?”, provoquei, querendo saber mais.

Todos deram risada e mudaram de assunto na hora. Mas, a cada domingo que passava, eu descobria mais podridão sobre aquele pessoal.

Leonardo, o filho do pastor, estava comendo Kelly com frequência. Kelly era outra que tinha cara de anjo: óculos de grau de armação fina (estilo nerd certinha), cabelos longos e lisos caindo pelas costas, vestidos sempre impecáveis, justos na medida certa. Mas o que ninguém conseguia ignorar era o corpo dela por baixo daquela roupa de “moça de igreja”.

Os seios eram grandes, redondos, empinados — do tipo que esticava o tecido do vestido e marcava os bicos quando estava mais frio ou quando ela se mexia rápido demais.

E a buceta… puta merda, a buceta dela parecia desenhada no vestido. O tecido fino e levemente elástico colava na virilha, delineando os lábios grossos e carnudos de um jeito quase obsceno.

Quando ela andava de salto alto, a bunda redonda balançava e o vestido subia um pouco, marcando ainda mais aquela fenda profunda entre as coxas. Todo mundo via. Homens casados coçavam o pau disfarçadamente quando ela passava, e as esposas ficavam vermelhas de ciúmes.

Kelly sabia exatamente o poder que tinha. Passava rebolando sutilmente, fingindo que não percebia os olhares.

Eu não vou mentir: já bati várias punhetas pensando nela. Imaginava ela de joelhos, chupando aqueles falsos crentes que só pensavam em buceta e cachaça escondido. A curiosidade foi crescendo, assim como as perguntas.

“Vocês acham que ela ficaria com um cara como eu?”, perguntei para Diego e Leonardo enquanto conversávamos depois do futebol.

Diego deu uma gargalhada.

“Aquela ali só quer saber de rola, meu irmão. Pra você ter ideia, já comemos ela juntos.”

Leonardo fez cara feia na hora, claramente puto que o Diego estava o expondo assim.

“Esse assunto não sai daqui”, ele cortou, sério.

Mas a imagem já tinha se formado na minha cabeça: Kelly de quatro, os óculos embaçados, os seios balançando pesados pra fora do decote, a boca cheia de duas rolas ao mesmo tempo, babando, gemendo baixinho como quem reza. Meu pau pulsou forte dentro da bermuda só de imaginar.

“Se você quiser, a gente pode arrumar uma maneira de vocês se conhecerem melhor”, Leonardo falou, agora com um tom mais calculado.

Diego completou, com aquele sorriso de quem já sabe o final da história:

“Temos um método infalível.”

Naquela noite de culto de jovens, Diego e Leonardo já tinham tudo armado. Depois da oração final e do lanche comunitário, Leonardo chamou a galera para “uma reunião rápida de planejamento do próximo acampamento” na salinha dos fundos da igreja — um quartinho pequeno, usado para guardar Bíblias velhas e cadeiras extras. Kelly, como sempre, se ofereceu para ajudar a arrumar.

Ela estava particularmente gostosa naquele dia: vestido soltinho de algodão floral (o tipo “moça de igreja” que abraça o corpo sem parecer pecado), mas justo o suficiente para marcar tudo. Os seios pesados empurravam o tecido na frente, os bicos endurecendo levemente com o ar fresco da noite. A bucetona carnuda se delineava na virilha toda vez que ela se abaixava para pegar algo — Os cabelos longos soltos caíam pelas costas como uma cascata preta, e em vez dos saltos habituais, ela usava sandálias rasteirinhas de couro que deixavam os pés delicados à mostra, unhas pintadas de vermelho discreto. Óculos de armação fina completavam o visual de crente inocente que me deixava louco.


Diego inventou uma desculpa qualquer para sair correndo “buscar água”, Leonardo “foi ver se o pai precisava de ajuda na saída”. Em menos de dois minutos, a salinha ficou vazia… exceto pela minha presença e a de Kelly.

Ela parou de arrumar as cadeiras e virou pra mim, cruzando os braços debaixo dos peitos (o que só os levantou mais).

“Eu sei que isso foi armadilha dos dois”, disse ela, com um sorrisinho malicioso nos lábios. “Diego e Leonardo acham que eu sou burra? Eles me jogaram aqui com você de propósito.”

Meu coração disparou. Eu fiquei parado ali, nervoso pra caralho, mãos suando, pau já meia-bomba na calça só de estar tão perto dela. Não sabia o que dizer. Ela percebeu na hora — o jeito que eu engolia seco, o olhar desviando pros peitos dela e voltando pro chão.

Kelly deu uma risadinha baixa, quase carinhosa.

“Relaxa, grandão. Você tá parecendo que vai explodir.”

Antes que eu pudesse responder, ela se aproximou devagar, sandálias fazendo um barulhinho suave no piso. Parou bem na minha frente, olhou nos meus olhos por trás dos óculos… e então se ajoelhou devagar, sem pressa.

Pela fresta da janela lateral (onde a cortina estava mal fechada), Diego e Leonardo espiavam tudo. Coçando o pau disfarçadamente enquanto assistiam.

Kelly abriu meu zíper com calma, puxou a cueca pra baixo e meu pau grosso e veiudo saltou pra fora, já latejando. Ela arregalou os olhos um segundo, depois sorriu — um sorriso largo, safado, de quem gostou do que viu.

“Olha só… você escondeu bem isso aí”, murmurou, lambendo os lábios.

Ela envolveu a base com a mãozinha delicada e começou a chupar devagar no começo — língua rodando na cabeça, descendo pelas veias grossas, lambendo tudo com vontade. Eu não estava acostumado com isso. Nenhuma mina nunca tinha me dado um boquete assim, com tanto capricho. Segurei firme, tentando não gozar rápido, mas ela não facilitava.

Kelly aumentava o ritmo aos poucos: sugava mais forte, engolia mais fundo, os óculos embaçando com a respiração quente. O cabelo solto balançava pra frente e pra trás, caindo no rosto dela. E o tempo todo, aquele sorriso safado no rosto — olhos semicerrados de prazer, como se chupar minha rola fosse a melhor coisa do mundo. Ela gemia baixinho, vibrando no pau, e babava bastante, deixando tudo molhado e brilhando.

Diego e Leonardo mal piscavam. Diego já tinha a mão dentro da calça, se masturbando devagar. Leonardo respirava pesado, apertando o pau por cima do tecido.

Eu aguentei o que deu. Mas Kelly não parava — acelerou ainda mais, cabeça subindo e descendo rápido, mão girando na base, outra apertando minhas bolas. O som molhado enchia o quartinho.

“Porra… Kelly… eu vou…”, gemi, tentando avisar.

Ela não tirou a boca. Pelo contrário: enfiou tudo até a garganta e ficou ali, sugando forte.

Explodi. Gozei como nunca — jatos grossos, quentes, intermináveis. O primeiro acertou direto na boca dela, ela engoliu rápido. O segundo e terceiro saíram com tanta força que escorreram pelos cantos da boca, pingando no queixo, no pescoço, molhando o decote do vestido. Mais veio, sujando os óculos, o cabelo solto, os peitos enormes que balançavam com o movimento. Era muito gozo — mais do que ela já tinha visto na vida, dava pra perceber pela cara de choque e deleite misturados.

Kelly tirou a boca devagar, ainda lambendo a cabeça pra limpar o resto. Engoliu o que pôde, limpou o queixo com o dedo e levou pra boca, saboreando. Olhou pra cima, pro meu rosto, com os óculos embaçados e sujos de porra, o vestido manchado, o cabelo grudado na pele molhada.

E sorriu de novo — um sorriso deslumbrado, quase apaixonado. Os olhos brilhavam de um jeito diferente. Ela nunca tinha visto um cara gozar tanto, e aquilo a deixou louca de tesão.

Eu percebi na hora. Aquele olhar não era só safadeza. Era interesse de verdade. Ela queria mais. Muito mais.

Do lado de fora, Diego e Leonardo trocaram um olhar cúmplice, as calças marcadas de tanto tesão acumulado. O plano tinha dado certo… mas talvez mais do que eles esperavam.

Kelly se levantou devagar, ainda lambendo os lábios.

“Da próxima vez… sem armadilha. Só você e eu”, sussurrou, antes de ajeitar o vestido e sair como se nada tivesse acontecido.

Eu fiquei ali, pau ainda semi-duro, coração na boca, sabendo que aquilo era apenas o começo.

Os planos de Kelly não deram certo. Ela queria me ter só pra ela, sem plateia, mas em menos de uma semana lá estávamos nós quatro de novo na salinha dos fundos da igreja, depois do culto de jovens. Porta trancada, luz baixa, Bíblia velha em cima da mesa servindo de apoio pra cerveja que Diego tinha escondido.

Diego e Leonardo já chegaram com aquele sorrisinho de quem planejaram tudo.

“Olha só, o filho do pastor trouxe a ovelhinha de volta pro redil”, Diego zoou, dando um tapa nas costas de Leonardo.

Leonardo, com aquela arrogância típica de quem sabe que o pai manda na igreja toda, deu de ombros e falou:

“Meu pai tá lá fora rezando com os velhos. Aqui dentro a gente reza de outro jeito. E hoje a oração vai ser em grupo.”

Kelly estava com o mesmo vestido soltinho da outra vez, cabelo solto, óculos de nerd, sandálias rasteiras. Mas o olhar dela já era outro — safado, faminto. Diego não perdeu tempo e começou a provocar:

“E aí, Kelly… vai ficar só com o novato ou vai dividir o amor cristão com todo mundo?”

Ela mordeu o lábio, olhou pros três e respondeu com voz rouca:

“Eu dou conta dos três… fácil.”

Diego riu alto.

“Dúvida.”

Foi o suficiente. Kelly virou pra Leonardo primeiro, segurou o rosto dele e enfiou a língua na boca do filho do pastor com vontade. Depois veio pra mim. Eu ainda estava parado, sem entender porra nenhuma do que estava acontecendo, quando ela me puxou pela nuca e me beijou fundo, gemendo baixinho na minha boca, a língua quente e molhada rodando na minha.

Enquanto isso, Diego já tinha abaixado as alças do vestido dela. Os grandes seios pularam pra fora — pesados, redondos, bicos rosados e duros. Ele se abaixou e começou a chupar um deles com força, mordendo, sugando, enquanto Leonardo apertava e massageava a bunda empinada de Kelly por baixo do vestido, enfiando os dedos entre as coxas e sentindo a bucetona já encharcada.

Eu ainda estava perdido, mas Kelly não deixou. Ela voltou a me beijar, segurando meu pau por cima da calça, sussurrando contra meus lábios:

“Relaxa… hoje você vai me foder também.”

Em poucos minutos o vestido dela estava no chão. Kelly ficou só de calcinha fio-dental branca (que não escondia nada). Os três paus já estavam pra fora, duros pra caralho.

Todos comemos ela de todas as formas.

Primeiro Leonardo deitou ela na mesa e meteu na buceta enquanto ela chupava Diego. Depois trocaram: Diego sentou na cadeira e Kelly cavalgou ele de frente, os seios balançando pesados na cara dele, enquanto Leonardo enfiava na boca dela. Eu fiquei olhando, pau na mão, até Kelly esticar o braço e me puxar. Ela virou de quatro na mesa e mandou:

“Vem… me fode enquanto eu chupo os dois.”

Eu meti na bucetona dela por trás — quente, apertada, molhada pra caralho. Kelly gemia alto, sem vergonha nenhuma, rebolando contra mim enquanto alternava as duas rolas na boca.

Parecia que ela só pensava em rola: olhos revirados, saliva escorrendo pelo queixo, buceta apertando meu pau como se não quisesse soltar nunca.

Depois colocaram ela no chão, de quatro. Leonardo fodeu a buceta, Diego a boca, eu fiquei com a mão no cabelo dela, guiando enquanto ela engolia fundo. Trocaram de novo: Diego na buceta, Leonardo no cu (ela pediu, gemendo “mais fundo, porra”), eu na boca. Kelly virava de um pro outro sem parar, pedindo mais, mais rápido, mais fundo. Parecia uma puta em transe — só queria rola, gozo, ser usada.

No meio da foda, Leonardo confessou, ofegante:

“A gente viu tudo… eu e o Diego espiando pela janela aquele dia. Vimos você engolindo e levando gozada na cara dele.”

Diego riu, metendo mais forte:

“E foi foda pra caralho. Por isso a gente quis repetir… mas agora com todo mundo junto.”

Kelly só gemeu mais alto, excitada com a confissão.

No final os três gozaram quase juntos. Primeiro eu, explodindo dentro da boca dela enquanto ela engolia tudo que dava. Depois Leonardo tirou do cu e jorrou nos peitos. Diego gozou na cara, pintando os óculos, o cabelo, os lábios.
Kelly ainda pediu:

“Mais… tudo em mim…”

A crente deitou no chão, pernas abertas, buceta e cu piscando vermelhos de tanto foder.

Os três esvaziaram o resto — jatos grossos caindo nos seios, na barriga, nas coxas, na bucetona aberta. O chão ao redor dela ficou uma poça branca, leitosa, brilhando. Ela estava literalmente lambuzada, esticada no piso frio da salinha, cabelo grudado no rosto, óculos sujos de porra, seios enormes cobertos, barriga pingando, até os pés sujos.

Kelly sorria, ofegante, passando o dedo no meio do gozo e levando à boca, olhando pra nós três com cara de quem tinha acabado de descobrir o paraíso.

Eu não conseguia tirar aquela imagem da cabeça: Kelly estirada no chão, cercada de gozo nosso, corpo inteiro marcado, olhos brilhando de satisfação. Aquilo ficou gravado em mim pra sempre.

E pelo olhar dela… eu sabia que não ia ser a última vez.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sujamos a Crente Inteira

Codigo do conto:
254908

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
18/02/2026

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