Meu nome é Lucas, programador freelance em Santa Luzia, Minas Gerais. Minha vida era previsível: códigos intermináveis, noites no laptop e minha esposa Ana, uma morena de curvas generosas que trabalhava como designer gráfica. Ana tinha 32 anos, eu 35, e nosso casamento de oito anos tinha esfriado no quarto. Mas havia uma faísca: ela adorava fantasias de corna, de me ver com outra enquanto assistia, se masturbando em silêncio. E a "outra" perfeita era minha melhor amiga de infância, Carla.Carla, 30 anos, solteira e devoradora de corações, morava no Rio mas veio passar o fim de semana na nossa casa simples de dois andares. Ela era fogo puro: loira platinada, peitos fartos (natural), bunda empinada de academia e uma buceta depilada que eu só imaginava em sonhos úmidos. Nós três éramos inseparáveis desde a faculdade de TI – eu e Carla andamos juntos, Ana sempre a terceira roda que virou esposa. Na sexta à noite, depois de umas caipirinhas, a conversa deslizou pro proibido."Imagina se eu te pegasse aqui na sala, com a Ana do lado", Carla provocou, lambendo os lábios carnudos, pernas cruzadas no sofá mostrando a calcinha fio dental preta. Ana corou, mas seus olhos brilharam. "Eu assistiria tudo. Quero ver você gozar dentro dela, Lucas. Me deixa molhada só de pensar." Meu pau endureceu instantaneamente na calça jeans. Não resisti. "Então vem, Carla. Mostra pra ela como se fode de verdade."Carla se levantou devagar, balançando os quadris como uma stripper profissional. Ela tirou a blusinha cropped, revelando os seios perfeitos, mamilos rosados já duros como pedrinhas. Ana se ajeitou no sofá ao lado, mão dentro da saia jeans curta, mordendo o lábio. "Vai, amor. Fode ela pra mim." Puxei Carla pro meu colo, beijando sua boca faminta, línguas se enroscando num duelo molhado. Minhas mãos apertaram sua bunda carnuda, dedos escorregando entre as nádegas pra sentir o calor úmido da buceta dela através do tecido fino.Ela gemeu no meu ouvido: "Tira tudo, Lucas. Quero teu pauzão me arrombando." Desabotoei a calça, meu caralho de 19cm saltou livre, veias pulsantes, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Carla se ajoelhou no tapete felpudo da sala, engolindo metade dele de uma vez. Sua boca era um vácuo quente, língua rodando na glande enquanto chupava com força, baba escorrendo pelo queixo. "Caralho, que boquete gostoso", gemi, olhando pra Ana que agora tinha a saia levantada, dedinhos circulando o clitóris inchado, buceta raspadinha reluzindo de tesão. "Olha como ela mama teu pau, amor. Maior que o meu."Carla cuspiu no meu pau, masturbando com as duas mãos enquanto lambia as bolas peludas. "Agora me come de quatro, bem do lado dela." Ela se posicionou no sofá, de quatro com a bunda empinada pro alto, buceta inchada e lábios abertos pingando mel. Ana se inclinou pra perto, cara a centímetros da ação, respirando ofegante. Segurei os quadris de Carla e enfiei tudo de uma vez – ela gritou de prazer, parede interna apertando meu pau como luva de veludo quente. "Porra, que buceta apertada! Mais gostosa que a tua, Ana?" Minha esposa assentiu, gemendo: "Sim, fode ela forte. Me faz corna de verdade."Meti com raiva, pau saindo e entrando num ritmo brutal, bolas batendo na bundona dela com estalos molhados. Carla rebolava pra trás, cravando até o talo, gemidos ecoando na sala: "Me fode, Lucas! Arromba essa buceta! Ana, olha teu maridão me destruindo!" Ana se masturbava furiosamente, dois dedos enfiados na própria xota, sucos escorrendo pela coxa. Virei Carla de lado pra Ana ver melhor a penetração – o pau grosso esticando os lábios rosados, creme branco saindo a cada estocada. "Tá vendo como ela engole tudo? Vou encher ela de porra."Depois de uns 15 minutos selvagem, Carla tremeu no orgasmo, buceta contraindo e esguichando um jato quente nas minhas coxas. "Gozei! Não para!" Saí dela, pau ensopado, e mandei: "Agora monta, vaqueira. Cavalga até eu gozar dentro." Ela obedeceu, Cravei o meu pau de frente pra Ana. Seios balançando, ela quicava com força, bunda batendo nas minhas coxas, buceta devorando cada centímetro. "Olha, Ana! Teu marido tá me fodendo melhor que nunca!" Ana, agora nua da cintura pra baixo, se tocava com uma mão e com a outra apertava o próprio peito duros. "Cavalga nele, Carla! Faz ele gozar na tua puta safada!"Carla acelerou, rebolando em círculos, clitóris roçando na minha pélvis. Eu sentia o gozo subindo, bolas apertando. "Vou encher tua buceta, sua vadia!" Ela gritou no segundo orgasmo, unhas cravadas no meu peito: "Enche! Me engravida!" Ana sussurrou rouca: "Goza dentro dela, amor. Marca ela como tua." Não aguentei – jatos grossos de porra quente explodiram lá no fundo, enchendo a buceta de Carla até transbordar, creme branco escorrendo pelas minhas bolas. Ela desabou em mim, ofegante, enquanto Ana lambia os lábios, gozando forte só de ver.Ficamos os três ali, suados e exaustos, Ana finalmente se juntando pra lamber o resto da porra da buceta de Carla. "Melhor noite da vida", murmurou minha esposa corna. E era só o começo do fim de semana.
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