No quarto, enquanto me preparava para sair, olhei para Sophia com um sorriso malicioso.
— Sabe, tava pensando... que tal a gente fazer diferente essa noite? — disse, passando a mão pela cintura, já sentindo o calor da expectativa subir.
Ela ergueu a cabeça, curiosa.
— Como assim?
— Eu durmo no quarto dos meninos com o Rafael — falei devagar, olhando nos olhos dela — e você fica com o Matías no nosso.
Sophia piscou, rindo e já animada.
— Achei ótimo!
Fui até a minha mala, abri e tirei de lá um conjunto de lingerie que havia separado especialmente para a ocasião. Era uma obra de arte em renda preta, quase transparente, com detalhes em tiras finas que brincavam com o corpo, desenhando curvas e provocando com sutilezas.
O sutiã era um triângulo delicado, mas com bordados florais que pareciam ganhar vida contra a pele, sustentando os seios com firmeza e deixando os mamilos levemente marcados por baixo da renda. As alças finas tinham pequenos laços vermelhos, dando um toque de cor inesperado.
A calcinha combinava perfeitamente — fio dental com as mesmas rendas florais, que se estendiam até as laterais em tiras delicadas, fazendo um desenho quase geométrico que realçava a entrada da bunda, deixando a pele nua em destaque. O cós tinha um leve brilho acetinado, que refletia a luz do quarto quando eu me movia.
Vesti o conjunto lentamente, sentindo cada detalhe abraçar meu corpo, me deixando pronta para aquela noite de mistérios e desejos compartilhados.
Sophia me olhou e sorriu.
— Uau, Ma... você tá de matar. Você já pretende transar com ele no segundo dia?
— Ah, nunca se sabe. Prefiro ir preparada. — Respondi com a inocência de quem não tinha mamado aquele pauzão e engolido todo aquele leite na noite anterior.
Nos arrumamos rapidamente e descemos para o restaurante, onde os rapazes nos esperavam, sorrisos fáceis e olhares que prometiam que aquela noite ainda estava só começando.
Era um restaurante com tema indiano. Demos muitas risadas, bebemos, descobrimos um pouco mais sobre a vida do outro e fomos para os quartos. Entrei no quarto dos meninos com o Rafael e Sofia seguiu com Matias para o nosso.
Rafael fechou a porta, já me agarrando e me prensando na parede, com um desejo desesperado. Agarrei seu pau por cima da calça, estava duro, louco para me comer. Começamos a nos despir ali: tirei a camiseta dele com pressa, soltei o cinto e deixei sua calça cair. Ele levantou toda minha saia, tirando-a e jogando ao lado. Parou por um momento e ficou me admirando:
"-Gata, você é tesuda demais!”
Eu estava de frente pra ele, com as costas encostada na parede. Comecei a fazer a fazer um certo charme pra ele.
"-Voce acha que sou tão gosta assim?”
Ainda encostada na parede, me virei para mostrar o fio dental que eu usava, empinando minha bunda. Eu ainda estava com o salto no pé, o que deixava minha raba na altura certinha do pau dele. Ele não resistiu e veio me enrabar, ainda de cueca, mas podia sentir aquele pauzão gritando pra sair dali e me fuder.
"-Que bunda gostosa! Fico louco!””
Eu ficava louca com cada elogio desesperado dele, desesperado de tesão, com aquele pau pulsante. Empurrei ele lentamente para abrir passagem para mim, e caminhei pelo corredor até a cama, ainda de salto, vestindo minha lingerie completa. Ele precisava me ver direitinho, eu dediquei muitos minutos escolhendo-a. Subi na cama engatinhando e empinando a raba e olhando pra tras. Ele com uma cara de bobo, segurando o pau. Ele veio se aproximando, subiu na cama sem saber por onde começar: apalpava minha bunda, sentia o tecida da minha calcinha, me enrabava ainda de cueca. Eu rebolava pra torturar ele, e ele se deixava ser torturado. Que tesão voltar a ter esse controle.
Ele esfregava beijava a minha bunda, mordiscava, esfregava a mão na minha buceta por cima da calcinha, esfregava o rosto. Ele estava louco.
Ele esfregava, beijava minha bunda, mordiscava com aquela urgência gostosa, enquanto a mão dele explorava minha buceta por cima da calcinha, acariciando, apertando, provocando. O rosto dele encostava na minha pele quente, respirando pesado, totalmente entregue ao desejo que me dominava.
Eu estava de quatro na cama, sentindo cada toque e cada mordida como uma faísca que incendiava minha pele. Lentamente, me virei para ele, olhando fundo nos seus olhos que brilhavam com aquela fome quase selvagem. Com um movimento cheio de intenção, empurrei seu peito, fazendo ele recuar devagar, até sair da cama e ficar em pé na minha frente.
Sem desviar o olhar, engatinhei até a beirada da cama e me ajoelhei diante dele. Minhas mãos deslizaram pela cintura dele, puxando a cueca lentamente para baixo. O pau escapou com um leve estalo, batendo no meu rosto com aquela pressão gostosa que me fez prender a respiração.
Comecei a chupar aquele pauzão levemente, lambendo com delicadeza o eixo, subindo e descendo só o suficiente para torturá-lo, provocando cada centímetro com minha língua. Mordisquei as bolas suavemente, sem pressa, sabendo que se fosse chupar com vontade, ele se entregaria ali mesmo, enchendo minha boquinha com seu prazer, como na noite anterior — e eu ainda precisava muito daquele pau.
Fiquei em pé, ele puxou meu sutiã. Quando o tecido finalmente deslizou para baixo, meus seios ficaram livres, expostos sob a luz tênue do quarto. Meus seios médios, firmes e naturais, com a pele macia que chamando por seus toques. Os mamilos endurecidos pelo frio do ar-condicionado e pelo calor da excitação se projetavam levemente, rosados e sensíveis, quase pulsando sob o toque invisível da antecipação.
Ele passou a mão devagar pela curva dos meus seios, deslizando os dedos com suavidade, explorando cada contorno, cada ponto que fazia meu corpo estremecer. A boca dele desceu para um dos mamilos, chupando com uma mistura de força e delicadeza que me arrancava gemidos abafados.
Ele sentou no canto da cama e eu sobre uma das coxas dele. Sua outra mão permanecia firme nas minhas costas, como se impedisse minha fuga enquanto sua língua traçava círculos ao redor do meu peito, causando arrepios que subiam pela minha espinha. Cada sucção era um convite para perder o controle, e eu me entregava completamente àquela sensação quente, quase hipnótica. Eu estava onde eu queria, sendo contemplada, desejada, adorada, provada, saboreada. Jamais fugiria dali. Minhas mãos segurando e punhetando aquele pauzão com cautela, lentamente, para deixa-lo mais louco.
Eu me arqueava para o toque dele, querendo mais e mais, desejando que essa a noite durasse uma eternidade. O desejo pulsava em mim como um fogo intenso, alimentado por cada gesto, cada sussurro, cada mordida leve.
Enquanto ainda se dedicava a chupar meus peitos, sua mão deixa de apalpá-los e desce explorando meu corpo, sentindo minha pele, minha cintura, encontrando o cós fino da minha calcinha. Seus dedos entraram por baixo e foram seguindo o trajeto da cintura até minha virilha. Seus dedos passando levemente nas bordas delicadas da calcinha que cobriam minha bucetinha em chamas, consequentemente tocando e contornando os lábios melados e lisos dela. Carinhosamente ele puxou e ajeitou o tecido rendado e delicado de ladinho, deixando minha bucetinha exposta. O choque do ar fresco com o rio de tesão que escorria entre os labios me arrepiava. Acho que ele achou minha calcinha linda demais para não participar daquele sexo gostoso que era prometido. Ele entrou em mim com dois dedos, sem esforço algum, fazendo movimentos lentos, gostosos, sem pressa, mostrando maestria em seus toques. com os dois dedos enterrados dentro de mim, senti seu polegar tocando meu grelo, e massageando-o com movimentos e pressão correta.
"-ahhh!” - Gemi instantaneamente.
Delicia! Acertei naquele homem! Que tesão. Implorei por dentro para que ele continuasse até eu gozar, mas aparentemente ele sabia o que estava fazendo, e só deixou o doce na minha boca… ou para ser mais especifica, nos labios encharcados na minha bucetinha. Eu não tinha mais nem coordenação para segurar naquele pau.
Ele me conduziu para que eu deitasse na cama. Abriu minha pernas, se aproximou com o rosto da minha bucetinha, sentiu o aroma, beijou, lambeu e enfiou a linha deliciosamente dentro dela, como quem quer matar a sede de um desejo avaçalador.
Murmurou com a boca rente à minha pele, antes de mergulhar a língua novamente em mim, provocando um arrepio profundo. Eu sentia o calor crescer dentro de mim, cada toque, cada lambida, cada gemido compartilhado nos aproximava ainda mais. Que química!
Ele segurava forçava minhas coxas para cima, fazendo meu corpo se arquear e expor ainda mais minha intimidade. Quando repentinamente ele me deu um banho de linha no cuzinho. Eu não gemi, eu gritei! "-AAAAIIIHH”
Nessa hora cai no jogo dele. Ele só queria uma confissão minha e meu gemido cincero respondeu com todas as letras: Meu cuzinho é seu! Fode ele gostoso!
O olhar e sorriso safado dele era a prova de que ele leu meus pensamentos.
O tesão que eu sentia me traiu, tendo um homem que eu mal sabia o nome, e mesmo assim, ele já estava lá, conhecendo cada pedacinho meu com intimidade, sabendo o sabor da minha buceta e do meu cuzinho.
Ele deu um banho de linha no meu cuzinho e começou a introduzir um dedo, carinhosamente, e cada vez mais dentro de mim. Eu arqueava de prazer.
Enquanto forçava carinhosamente seu dedo, ele voltou a chupar minha bucetinha, o que me deixava sem ar. Eu agarrava os lençois, tentava controlar meus gemidos para nao virar gritos, agarrava os cabelos do rafael e forçava a cara dele contra minha buceta com os pensamentos divididos em "acaba com isso, to ficando louca” e "continua maltratando essa menina má”.
Rafael lambuzou o dedo na minha bucetinha e introduziu o segundo dedo no meu cuzinho. Ele chupava minha bucetinha enquanto fazia movimentos com os dedos entrando e saindo do meu cuzinho, fudendo-o literalmente com os dedos. Nesse momento, meu tesão estava em um pico absurdo, era um desejo de gozar que chegava a doer de tanto desespero. Mas era uma dor gostosa que valia a pena aguentar para um final que prometia.
Rafael tirou os dedos do meu rabinho, e com o instinto de uma presa indefesa e entregue, eu me virei de quatro, empinando minha raba. Uma pose que fala mais do que palavras, que grita e implora para ser fodida.
"-Come meu cu, come!” - implorei com a voz tremula de tesão
Ele forçou o fio dental mais ao lado e senti ele encostando o pau na bordinha do meu cuzinho, ja relaxado pelos seus carinhos, entrando macio e gostoso, e depois sentindo aquele pau chegando onde os dedos do Rafael ainda não tinham chegado. Que pauzão delicioso.
Ele começou a bombar o pau dentro de mim, gostoso, e foi aumentando o ritmo. Seu pau cara vez saindo mais e entrando. Sua virilha batendo na minha bunda em um ritmo delicioso e vulgar. Eu com as mãos tocando um siririca enquanto aquele pau me fodia. Gozei rápido, com força, gritando de tesão.
Senti Rafael gemendo anunciando sua entrega, recheando meu cuzinho com seu prazer e ainda bombando em um ritmo cada vez mais lento, aliviado. Ao tirar o pau do meu cuzinho, um jato de gozo ainda voou na lomba das minhas costas. Me senti sua propriedade, mas ele merecia.
Deitei um pouco para tomar um folego.
O telefone do quarto tocou, pois reclamaram do barulho.
"-Preciso de um banho!”
Me levantei com certo cuidado, mas foi inevitável sentir aquele gozo escorrendo do meu cuzinho, molhando minha calcinha, escorrendo pelas minhas pernas.
Logo depois ele se juntou ao banho. Seu pau ficou duro novamente. Enrosquei uma das penas nele e ele comeu minha bucetinha.
Na madrugada, acordei sentindo um toque gostoso na pele: era o pau dele estava duro, pressionando minha bunda por baixo do lençol. Ele ainda desacordado, não disse nada, só suspirou quando mexi levemente o quadril, sentindo a excitação pulsar nele. Me virei devagar, encarei seu olhar sonolento e faminto, e ele já puxava minha perna por cima dele, encaixando-se outra vez.
Eu mexia o quadril contemplando aquele pau gostoso, sentindo a textura dele entrando e saindo. Foi uma transa lenta, romântica, quase silenciosa, feita mais de respirações e apertos do que de palavras. O quarto estava escuro, só o som abafado dos lençóis se movendo e nossos corpos se ajustando no ritmo. Ele me segurava pela cintura, eu passava as unhas de leve nas costas dele. Terminamos abraçados, com um beijo longo e calmo, como se estivéssemos prolongando o momento até o último segundo.
Já perto do amanhecer, ao deslizar as mãos pelo corpo dele, encontrei o pau dele firme e gostoso. Sorri no escuro e desci devagar, beijando sua barriga até envolver o pau dele com a boca. Ele gemeu baixinho, uma mão repousando no meu cabelo, guiando meus movimentos. Foi rápido e intenso, e senti o corpo dele estremecer quando gozou. Nada como um leitinho de manhã… que pensamento depravado… mas lembrei disso por causa de algum meme.
Pouco depois, levantei para tomar banho, ainda no quarto dele. Vesti o sutiã e o mesmo vestido curto da noite anterior, e a calcinha, não tinha condições, estava toda encharcada. Deixei lá em um cantinho para pegar depois do café. Ao chegar no restaurante, encontramos Sofia e Matias. Pedi licença aos meninos para tomar café com Sofia sozinha, coisa de meninas. Ela sorria com aquele ar cúmplice de que tinha aprontado. Contamos, entre risos e cochichos, como tinha sido a noite.
Ela confessou que se beijaram muito, e que Matias tinha chupado seus seios e colocado a mão dentro da sua calcinha e bateu uma pra ela. E ficaram por ai, não tinham ido além. Confesso que pela cara dela, eu estava esperando mais.
Eu apenas disse que chegamos a transar à noite, que tinha sido fofo e carinhoso… não disse nem a quantidade e nem os detalhes. Acho que a Sofia não precisa saber que eu agi como uma ninfomaníaca transando a noite toda.

Caralho, puta gostosa! Martina, você nos deixa louco! Derramei muito leitinho aqui lendo esse conto! Só faltou você aqui pra chupar.
Que tesão de conto! Parabéns pela riqueza de detalhes! Votado!