Para sempre: Meu pai, meu homem 2 ( Parte 4)


Passou uma semana após daquela madrugada de prazer à distância com meu pai, e alguns eventos fizeram-me amadurecer em mim a ideia de colocar um ponto final no meu relacionamento com meu marido.

Lembro que o dia amanheceu quente e abafado em João Pessoa, íamos ao trabalho juntos. Eu vestia uma camisa branca de botão ajustada, calça jeans que marcava minhas curvas volumosas, cabelo preto liso solto sobre os ombros, e sapatos discretos mas elegantes. Minha boca carnuda se destacava mais ainda por conta do batom vermelho, olhos negros atentos mostrava uma expressão de cansaço e preocupação.

Percebi Gui me olhando como se quisesse fazer alguma pergunta, mas foi o caminho inteiro em silêncio. Tínhamos passado a semana discutindo, ele me acusava de desinteresse e frieza e eu falava que ele não ligava para o que eu sentia, que já havia anos que seu unico interesse era pelo meu corpo.
Eu já tinha motivos de sobra para terminar, mas o que me fazia não terminar? era o medo da mudança? medo do desconhecido? Eu sempre que me considerei uma mulher forte e decidida me via paralisada.

Com relação ao meu pai, decidimos que por ora era melhor parar com as videochamadas apimentadas, inclusive partiu dele a ideia,após eu contar sobre as discussões com Gui.

Ocupei meus dias com saídas com as minhas amigas, Maisa e Renata, para jogar conversa fora, rir e tentar esquecer um pouco o que eu estava passando. Tentava focar nas trivialidades: histórias da vida cotidiana, piadas, cafés e tardes no shopping

Nesse meio tempo não deixei de manter contato com o meu pai, porém agora apenas voz, evitando qualquer comentário sobre a “noite da conversa longa”.

— Bom dia, pai. Como está? — perguntou, tentando soar leve.

— Bom dia, minha filha. Aqui tudo na rotina… fui ao bar com os amigos ontem, jogamos conversa fora — respondeu, a voz carregada de humor e um leve cansaço.

— Que bom que se distraiu. Estou muito feliz em saber que o senhor ta seguindo meus conselhos — respondi sorrindo por telefone,

— Estou tentando e por ai? Como estão as coisas?

— Aqui o trabalho está puxado, mas… pelo menos me mantém ocupada.

Cada um tinha se adaptado a esta nova forma de se comunicar. Os diálogos eram curtos, mas atentos; cheios de cuidado e preocupação, mas restritos a banalidades da vida diária, sem menção à intimidade do passado no interior. A saudade era perceptível, mas contida.

Então durante aquela fase, meu pai era meu conforto, meu aconselhamento e mesmo à distância eu me sentia no seu colo me sentindo segura.

— Pai… — sua voz saiu mais suave, quase vulnerável — se lembra quando o senhor me ensinou que meninas nunca devem aceitar o mínimo, que nunca devem desistir de seus sonhos, que precisam aprender sobre caráter e força?

— Claro que sim, minha filha — respondeu, com a voz firme, mas carregada de emoção — Isso é algo que nunca se esquece.

Respirei fundo, sentindo uma mistura de alívio e saudade que apertava o peito.

— Pai… — continuou, hesitante — eu… tomei uma decisão mas quero saber do senhor se você topa a mudança.

— O que você decidiu!?

— Eu vou terminar tudo com Jorge Guilherme e quero que o senhor venha morar aqui, comigo

Ele ficou em silêncio por alguns segundos, então eu brinquei

— O senhor tá com medo de abrir mão dessa vida sossegada aí no interior?

— Não, não é isso. Só estou emocionado.Na verdade, eu acho que já vivi tempo demais aqui. respondeu com a voz rouca

— Então, isso é um “sim” !?

— Sim… eu aceito morar com você, minha menina. — respondeu ele, com a voz rouca de emoção e desejo

Pulei de felicidade ao ouvir o “sim” dele, senti meu coração ficar mais leve, era uma sensação inexplicável.

Então iniciamos os primeiros passos da mudança, do lado do meu pai, ele ficou de procurar alguém para cuidar da casa para alugá-la e eu a conversa mais difícil dos ultimos anos

Não vou entrar em detalhes, mas após tudo ser dito ficou aquele silêncio denso. Mas era melhor para nós dois cada um seguir sua vida, não podíamos amarramos um ao outro, sabendo que tínhamos interesses diferentes, era até certo ponto egoísmo nosso.


Foram meses bem corridos, meu pai conseguiu com Gilvan, um amigo dele de confiança a pessoa certa para cuidar da casa e com tudo resolvido, tinha chegado o momento de ir buscá-lo no interior.

O calor da Paraíba se fazia presente naquela manhã de sábado, quando cheguei no interior. O carro deslizava lentamente pela estrada de terra, levantando pequenas nuvens de poeira que se dissipavam na brisa morna.

Eu usava um óculos grande quadrado cobrindo parcialmente o rosto, vestida com um vestido vermelho que ia até altura dos joelhos, mantinha o semblante sério.

Encontrei meu pai no lugar de costume, sentado na varanda de sua casa, camisa de linho e calça simples, cabelos grisalhos levemente bagunçados pelo vento

— Rosana!!

— Oi, pai… — respondi a voz baixa, quase um sussurro, mas carregada de peso.

Ele estendeu o braço de forma protetora, envolvendo-me num abraço que não era apenas físico, mas emocional. Eu me abriguei por alguns segundos nos braços dele, sentindo a segurança que há tanto tempo buscava, antes de recuar levemente para olhar para ele.

— Que saudades eu tava do senhor pai

— Eu também estava morrendo de saudades filha.

Entramos em casa e caminhamos juntos para a cozinha, onde meu pai já havia preparado o almoço. O aroma de arroz, feijão, legumes frescos e temperos bem dosados preenchia o ambiente, trazendo conforto imediato. Eu me sentei à mesa, comemos e conversamos sobre o futuro que batia à nossa porta.

— Pai…sabe do que eu lembrei agora? o tom da voz suave, quase sussurrado — lembrei de quando eu corria por aqui sem me preocupar com nada
Meu pai sorriu, os olhos negros refletindo a nostalgia, enquanto a mão, involuntariamente, roçava a dela por alguns segundos.

— Lembro sim, minha menina.Lembro que meu objetivo era fazer com que você nunca perdesse esse seu lindo sorriso.

— E o senhor conseguiu painho

Voltamos a nos abraçar, sentia o cheiro e o corpo dele colado ao meu era a manifestação da certeza do que eu queria.

— Te amo painho

— Também de amo minha carolina

Então senti ele afastar meus cabelos pro lado, deixando meu pescoço livre.Ele deu um beijo, depois o segundo, depois o terceiro. Todos com bastante cuidado e zelo.

Aos poucos os beijos foram se deslocando para o meu ombro, enquanto ele dizia:”você ta tão cheirosa” eu respondia: “humm. o senhor gostou!!?” “muito” dizia ele

Comecei a massagear a nuca dele, quando sinto a alça do meu vestido cair e descer pelo meu braço direito.Então ele enfiar a cara dele nos meus peitos cheirando-os.

Eu só consigo sussurrar: “aawn” .Quando dou por mim, já tou com meus peitos pra fora com ele me mamando e falando repetidas vezes: “que saudade que eu tava desses peitos”

Eu inclinava meu corpo para trás sentindo o prazer do que um dia foi tabu me consumir. Meu vestido foi pro chão, ao mesmo tempo que ganhava beijos pela barriga até chegar na minha boceta.

Ele se agachou e começou a tirar minha calcinha vermelha.Em seguida, afastou minhas pernas e com o auxilio dos dedos indicador e medio começou a me masturbar.

Minha boceta já devia estar molhada quando sinto a lingua dele trabalhar. Eu gemia “aainww painhuuun que tesão” e ele dizia repetidamente: “ Que saudades que eu tava de você, que saudades”

Me levantei e fomos para o quarto dele, onde tirei a roupa dele, deitamos na cama, as mãos explorando suavemente cada curva, a respiração compartilhada, o calor intenso, os suspiros, gemidos e “ains” e “hums” se perdiam pela casa.

Fiquei por cima dele, deslizando as mãos pelos ombros e peito dele, sentindo a firmeza de seu corpo, do seu pau grosso me penetrando. Ele, em contrapartida, percorreu as minhas coxas torneadas com cuidado e reverência, marcando cada contorno, cada toque com respeito, desejo e gratidão, como se todo o tempo de espera tivesse culminado naquele instante.

Fudemos feito dois malucos apaixonados, eu rebolava no pau dele com força sentido ele todo dentro de mim, numa intensidade que se dava pelo que sentíamos.

Fiquei de quatro com a bunda arrebitada, sentia o pau dele deslizar na minha boceta, ele metia forte e fundo, não aguentei

— Nossa painho, como é gostoso fuder com o senhor

— Ta melhor a cada dia

— Senhor tem razão rsrs

E eu sabia qual era o tempero que fazia daquilo ser tão gostoso. Era a entrega, a compreensão, o prazer e a emoção que se misturavam, criando um elo que nada poderia quebrar. Não eram apenas pai e filha; naquele momento, eram amantes, cúmplices, parceiros na vida e no desejo.

Foto 1 do Conto erotico: Para sempre: Meu pai, meu homem 2 ( Parte 4)

Foto 2 do Conto erotico: Para sempre: Meu pai, meu homem 2 ( Parte 4)

Foto 3 do Conto erotico: Para sempre: Meu pai, meu homem 2 ( Parte 4)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Para sempre: Meu pai, meu homem 2 ( Parte 4)

Codigo do conto:
253430

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
29/01/2026

Quant.de Votos:
4

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3