Para sempre: Meu pai, meu homem 2 ( Parte 3)

Conforme o tempo passava, cada vez mais reclusa eu ficava. As manhãs e tardes na concessionária me consumiam, mas as noites eram inteiramente minha e do meu pai. Depois que Jorge adormecia profundamente, eu me retirava discretamente para o banheiro, onde as luzes suaves do abajur criavam sombras nos azulejos.

Lá, eu me permitia ficar completamente nua, sentindo o meu corpo moreno, os seios volumosos, a bunda grande, e as coxas torneadas. Cada curva, cada detalhe do corpo, era lembrança e estímulo ao mesmo tempo. O celular em mãos, eu iniciava a videochamada que se tornara rotina, e a tela mostrava ele, meu amado pai, também nu, sentado na cadeira da sala de Cabaceiras.

— Pai… — sussurrei, mordendo o lábio inferior, as mãos deslizando delicadamente pelo próprio corpo.


— Rosana— ele respondeu, a voz rouca, segurando o membro com firmeza — essa saudade… me consome.

A tensão da distância se transformava em prazer contido. Cada olhar, cada gesto era amplificado pelo desejo reprimido, mas também carregado de respeito e afeto. A videochamada tornou-se um espaço seguro, onde podíamos matar a saudade do corpo do outro sem expor nada a Jorge.

Nesse meio tempo, as minhas amigas mais próximas começaram a perceber mudanças sutis. Maisa comentou com Renata:

— Ela anda diferente… parece que está sempre distraída, até no trabalho.

— É impressão minha ou ela tem olhares de quem carrega algo… secreto? — respondeu Renata, franzindo a testa.

Eu sempre desconversava, dizia que elas estavam imaginando coisas. Era algo que definitivamente eu não poderia compartilhar, nem mesmo com as minhas melhores amigas.

E assim eu seguia a minha vida, entre distração com os papéis da concessionária, tentando esconder o peso de uma vida dupla.

Na noite seguinte, enquanto Jorge dormia, eu entrei novamente no banheiro, sentando-se na beira da banheira. O baby doll azul-marinho curto estava jogado sobre a pia. Deixei o corpo à mostra, deslizando a mão pelo peito, lembrando do toque dele. Meu pai, na tela, reagiu com firmeza e desejo, suas mãos firmes refletindo o que não podiam fazer presencialmente.

— Você é… minha necessidade, lugar onde encontro paz — murmurou ele, olhos fixos na tela.

— own pai… — sussurrei, excitada, tremendo levemente — com o senhor eu me sinto completa

Por horas, aquele ritual se repetia. Nenhum toque físico, apenas digital e imaginário, mas intenso, carregado de desejo, saudade e intimidade. A cada noite, eu me permitia mais, enquanto no fundo, o peso de Jorge adormecido ao lado só intensificava a sensação de liberdade e perigo.

Houve uma noite, em que eu estava sentada na cama, ajeitei os óculos sobre a mesa de cabeceira e segurei o celular. O coração acelerava quando a chamada de vídeo se conectava.

— Rosana— disse meu pai, com a voz grave, os olhos se iluminando diante da tela. — Meu Deus… olha só você.

O olhar dele era de quem via mais do que a câmera mostrava. Ficou preso no decote, e eu percebi. Sorrindo de canto, inclino-me um pouco mais para frente, deixando a seda abrir espaço para a visão tentadora.

— Está com cara de cansado, pai… — disse em tom leve, provocador, puxando devagar a alça para o lado como se fosse descuido. — Não dormiu bem?
Ele respirou fundo, quase engolindo em seco.

— É que a saudade não me deixa dormir… ver você assim… me deixa sem chão.

Eu mordi discretamente o lábio carnudo, sentindo a excitação subir. A respiração acelerou, o corpo quente.

— Saudade também aperta aqui… — respondi, voz baixa, como se o simples ato de falar fosse perigoso.

Jorge estava no escritório ao lado, ainda mexendo em papéis. O risco aumentava a tensão.

— Rosana— murmurou, apertando a têmpora com os dedos — você sabe o quanto eu queria poder tocar…

Fechei os olhos, sentindo o peso daquela confissão. Então deslizei a mão pelo próprio colo, entre os seios, até segurar a seda no limite.

— Não fala assim… senhor me deixa sem ar.

Meu pai se ajeitou na cadeira de madeira da varanda, mas não desviava os olhos da tela.

— Eu não consigo não falar. Você é a única coisa que preenche esse vazio.

Naquela noite, tive que desligar o celular quando Jorge veio se deitar, pois ele tentou me buscar com as suas mãos fortes, ele se pôs por cima de mim, com o seu corpo tatuado colado ao meu.

Dessa vez não pude fingir cansaço, já tinha extrapolado todas as desculpas possíveis nas últimas semanas.

Os lábios dele foram tocando minha bochecha, descendo meu pescoço até chegar nos meus seios. Fechava os olhos e quando isso acontecia mesmo sem ter a intenção, era a imagem do meu pai que surgia.

Jorge continuava apertando meus seios um contra o outro ao mesmo tempo que chupava meus mamilos e quando menos esperei seu pau já estava enfiado entre meus peitos.

Ele fodia meus peitos com força enquanto eu arranhava a barriga malhada dele. Seguimos o nosso roteiro na hora do sexo, ele me tratava como puta, sim, eu adorava ser tratada como puta na cama.

Era normal ele me dar uns tapinhas no meu rosto, bater com seu pau na minha cara e me chamar de cachorra safada.

Mas eu sentia que faltava algo, e eu sabia o que era. Tinha experimentado algo diferente, algo que misturava prazer e cuidado.

Aquela fudelancia com jorge, ele me penetrando com sua força bruta que outrora me deixavam mega excitada, já não tinha o mesmo efeito.

Já de quatro, de bunda pra cima, senti o pau dele entrar na minha boceta com força. Sentia ele cada vez mais fundo em mim.

Então ele puxou meus cabelos, jogando minha cabeça para trás.Ele gemeu mais forte, senti que ele estava perto de gozar. Então comecei a movimentar meu quadril com mais intensidade.

Ele gritava “aah sua puta, sua cachorra safada do caralho!!”

Então ele soltou meus cabelos e apertou minha cintura com força. Era o sinal que seu gozo estava vindo.

Senti o pau dele jorrar dentro de mim sua porra. Seu corpo repousou por cima do meu. Virei de lado, encontrando o rosto dele passando a beijá-lo, nossas línguas se encontravam ferozmente até ele enfim cair de lado na cama.

Ele estava adormecendo e eu de lado sentindo que algo me faltava. Olhei para a escrivaninha do meu lado, peguei o celular e saí do quarto indo para o banheiro.

Liguei para o meu pai, mas ele não atendia. Me perguntava se ele já tinha ido dormir, eram quase 00:00 horas. Então de repente ele atende

— Oi filha!!
— Oi painho
— Que isso!? você já tá nua!? ele disse surpreso
— Sim rsrss, painho!!?
— Diz filha!
— É com senhor que eu quero estar, falei quase deixando escapar um gemido baixo, controlado.
— ô meu amor, nem me fale. Estou aqui deitado sozinho olhando pro teto esperando o sono chegar.
— Tou com saudades do senhor
— Eu também tou minha filha
— Painho!!?
— Oi!!?
— Me faz gozar, faz!!?
— Claro meu amor.

Meu pedido veio acompanhado de um voz mansa que eu nem sabia que tinha. Ele botou o pau pra fora começando a bater punheta, enquanto eu olhava tudo e esfregava minha boceta.

A força do que sentíamos um pelo outro havia se tornado inexplicável. Ele não precisava fazer muito para me fazer gozar e vice-versa.

— Ain painho que tesão vê o senhor gozando assim
— Consegui fazer minha filha gozar!!?
— Horrores rsrs obrigada painho. Tou indo dormir, preciso acordar cedo amanhã
— Ta certo filha. Durma com Deus
— O senhor também. te amo
— Também te amo

Na madrugada, quando finalmente desliguei a chamada, eu fiquei deitada, suada, exausta, mas com um sorriso tímido nos lábios. Não havia mais volta: eu já trocava as noites de sexo com Jorge pelas explosões silenciosas de prazer à distância com meu pai.

Foto 1 do Conto erotico: Para sempre: Meu pai, meu homem 2 ( Parte 3)

Foto 2 do Conto erotico: Para sempre: Meu pai, meu homem 2 ( Parte 3)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Para sempre: Meu pai, meu homem 2 ( Parte 3)

Codigo do conto:
253252

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
27/01/2026

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