Conhecendo o amor de homem com meu pai - PARTE 4

Meu coração batia rápido… mas não de medo dessa vez.

Era algo que nunca imaginei que veria, nem imaginaria.

Por que o corpo dele reagiu assim, seria algo natural, ligado à saúde masculina?

Já era a segunda vez que ele "acordava" assim

Passei a mão no rosto várias vezes tentando dissipar aquela sensação estranha que tomava conta de mim.

Por que além da pergunta dele amanhecer assim, tinha uma que eu me recusava a fazer a mim mesma: "por que eu gostei de sentir ele atrás de mim!?

Coloquei água para ferver.

O silêncio da casa parecia mais pesado do que nunca.

Alguns minutos depois ouvi os passos dele no corredor.

Meu pai apareceu na porta da cozinha com o mesmo jeito de sempre… mas havia algo diferente na postura dele. Um leve embaraço que eu nunca tinha visto antes.

Ele coçou a nuca.

— Dormiu bem?

Peguei duas xícaras.

— Dormi.

Silêncio.

Ele abriu o armário, pegou um copo de vidro, colocou água.

— Hoje está calor — comentou, olhando para a janela.

— Está.

Outro silêncio.

Era como se os dois soubéssemos que havia algo não dito pairando no ar… mas nenhum dos dois tinha coragem de tocar no assunto.

Talvez por respeito.

Talvez por vergonha.

Talvez porque certas coisas, mesmo sendo naturais, simplesmente não cabiam entre pai e filha.

Meu pai pigarreou.

— Filha tou precisando comprar umas coisas no mercado

Assenti.

— Tem um mercantil ali na esquina, não tem!?

— Tem sim pai. Tava precisando compras umas coisas pra dentro de casa mesmo. Quando for mais tarde, vamos lá.

E foi assim que encerramos aquele momento e passamos o restante do dia fingindo que nada tinha acontecido.

O mercantil ficava a duas ruas de casa.

Um daqueles mercados pequenos de bairro, com prateleiras apertadas e o cheiro misturado de pão, frutas e café recém-passado.

Meu pai me buscou no trabalho, como vinha fazendo desde que foi me fazer companhia em casa.

Chegamos no supermercado. Eu empurrava o carrinho enquanto meu pai pegava algumas coisas da lista.

Arroz.

Feijão.

Café.

Macarrão.

A rotina simples de uma compra comum parecia quase terapêutica depois de tantos dias de tensão.

— Pega também aquele molho de tomate ali — ele disse.

Fui até a prateleira. Em seguida fui para o caixa, fique passando as compras, enquanto meu pai saiu pra pegar cerveja e cigarro

Ele voltou com uma caixa de cerveja da Brahma e um cigarro derby

Terminamos de passar no caixa e fomos em direção ao carro.

Tinha terminado de colocar as compras no carro, quando me virei e percebi algo estranho.

Meu pai estava olhando para o outro lado da rua

O rosto dele tinha mudado.

Os olhos atentos.

Sérios.

Segui o olhar dele.

Do outro lado da rua… um carro parado.

Dentro dele, uma silhueta que eu conhecia bem demais.

Meu estômago virou.

Iago.

Tudo aconteceu em segundos.

Meu pai segurou meu braço com força.

— Alessandra.

A voz dele saiu baixa… urgente.

— Fica atrás de mim.

Meu coração começou a disparar.

A porta do carro abriu.

Iago saiu.

O olhar dele estava completamente diferente de qualquer coisa que eu já tinha visto.

Frio.

Decidido.

E então percebi o que ele tinha na mão.

— Pai… — sussurrei, paralisada.

Meu pai não hesitou.

No exato momento em que Iago levantou o braço, meu pai me empurrou com toda a força para o lado.

— CORRE!

Um estampido ecoou na rua. Depois outro e mais um

Um som seco.

Alto demais.

Caí no chão do mercantil, bem na entrada e acabei derrubando algumas caixas.

Ouvi um gemido.

Levantei o rosto.

Meu pai estava de pé… mas segurava o braço direito.

O sangue escorria entre os dedos dele.

— Pai!

Corri até ele.

As pessoas dentro do mercantil começaram a gritar. Alguém puxou a porta de metal.

O carro de Iago arrancou cantando pneu.

Eu segurei meu pai antes que ele caísse.

— Pai! Meu Deus!

— Calma… calma… — ele disse, respirando com dificuldade.

Pressionei o ferimento com um pano que o dono do mercado me entregou.

Minhas mãos tremiam.

— Foi… só de raspão — meu pai murmurou, tentando me acalmar.

Mas eu não conseguia parar de tremer.

Mais tarde, já em casa, sentei meu pai no sofá enquanto limpava o ferimento.

O tiro tinha atravessado o braço de raspão.

Nada vital… por sorte.

Enquanto eu passava o pano úmido e colocava a gaze, meus olhos começaram a encher de lágrimas.

Meu pai me observava em silêncio.

Foi então que lembrei.

Das palavras dele.

Do baile.

Do príncipe.

“Quando ele te amar incondicionalmente.”

“Quando ele te proteger.”

“Quando entender que você é uma joia rara.”

Olhei para meu pai.

Ali.

Ferido.

Porque tinha se colocado entre mim e a bala.

Minha voz saiu baixa.

— Pai…

Ele levantou o olhar.

— O que foi?

Engoli seco.

— Acho que… eu entendi uma coisa agora.

Ele franziu a testa.

— O quê?

Apertei a gaze no braço dele com cuidado.

— O príncipe… talvez não seja quem eu pensei que fosse.

Meu pai me olhou sem entender completamente.

Mas eu sabia.

Porque naquele momento… eu tinha visto com meus próprios olhos o que significava alguém se colocar na frente do perigo para proteger quem ama.


Ficamos alguns segundos em silêncio depois que eu disse aquilo.

Meu pai ainda me olhava, tentando entender exatamente o que eu quis dizer. Eu terminei de prender a gaze no braço dele com cuidado. O ferimento estava limpo agora, mas ainda assim meu estômago embrulhava ao lembrar da cena.

Quase.

A palavra ficava ecoando na minha cabeça.

Quase.

Poderíamos não estar ali.

Poderíamos não estar vivos.

Meu pai soltou um suspiro longo, recostando-se no sofá.

— Acho que a gente merece uma cerveja depois dessa — ele disse, tentando abrir um meio sorriso.

Olhei para ele.

Pela primeira vez desde o tiro… eu ri.

Uma risada nervosa, meio sem controle.

— Acho que merece mesmo.

Fui até a geladeira. Peguei as latinhas que ele tinha comprado no mercantil.

Voltei com duas.

Entreguei uma para ele.

— À vida — falei, levantando a lata.

Ele encostou a dele na minha.

— À vida.

O som metálico do brinde ecoou suave na sala.

Tomamos o primeiro gole quase ao mesmo tempo.

Ficamos alguns segundos em silêncio, apenas respirando o alívio de ainda estarmos ali.

Depois de um tempo, olhei para ele.

Havia algo que ainda pesava na minha cabeça desde aquela manhã.

Algo que estava entre nós dois como uma pequena nuvem.

Respirei fundo.

— Pai…

Ele virou o rosto.

— Hm?

Cocei o braço, sem saber muito bem como começar.

— Sobre… hoje de manhã

Ele congelou.

Literalmente congelou.

A lata de cerveja parou no meio do caminho até a boca.

— Que… que tem? — ele perguntou, visivelmente desconfortável.

Meu rosto esquentou de novo, mas decidi continuar.

— Aquilo….que aconteceu mais cedo...do senhor naquele estado

Ele demorou alguns segundos para responder.

Depois baixou os olhos.

— É, não tem mais como eu fingir que não aconteceu

O silêncio voltou.

— Eu só queria entender o por que daquilo se é algo natural do corpo do senhor amanhecer daquele jeito ou...

Deixei em aberto, queria ouvir dele

— Sabe filha, como eu posso dizer isso...

Fiquei calada observando ele procurar as palavras

— Para um homem é muito difícil ficar sem mulher. No meu caso já são cinco anos sem ninguém

— Sim. eu sei como vocês são. Imagino que minha mãe faz falta também nesse sentido

— Sim minha filha, faz muita falta. Acho que dormir com uma mulher na mesma cama, depois de tanto tempo despertou meus desejos

— Deu pra notar rsrs

— E não é só isso. Olhe, com todo respeito que você sabe que eu tenho por você

— Eu sei pai

Ele parecia nervoso, nunca tinha visto ele gaguejar daquele jeito

— Eu vou dizer...eu tenho que dizer

— Pode dizer pai.

— Você é gostosa minha filha, tem um corpo do jeito que eu gosto, com carne. Peitão, coxona, bundona, até essas gordurinha na barriga que você vive reclamando eu gosto, sabia!!?

Não deu nem tempo de ficar abismada com o que ele disse, devido ao último comentário que ele fez sobre minha barriga, pois eu dei uma risada

— Então eu sou o tipo de mulher que o senhor gosta!?

Ele suspirou.

— É.

Puxei uma cadeira e sentei na frente dele.

— Se o senhor me ve com mulher não pode reclamar que eu lhe veja como o príncipe que eu procurava

Ele me olhou com os olhos brilhando

Comecei a me aproximar mais ainda dele, toquei com as duas mãos no rosto dele e dei um selinho na boca dele.

— O senhor é o único homem que realmente me protegeu.

Depois o segundo..

— O único que me colocou acima de tudo.

Depois o terceiro

— O único que nunca me machucou.

No quarto, o beijo já foi mais do que um selinho.

— Me ensina pai....

Recuei o rosto o suficiente para olhar no rosco dele

— o que minha filha!!?

— O amor de um homem de verdade

Ele sorriu, encostou a mão dele no meu rosto

— SERÁ A COISA MAIS FACIL QUE VOU FAZER NESSA VIDA

Ele me puxou de encontro ao corpo dele, nossas respirações ficaram mais ofegante. Então ele me beijou de forma intensa, sua linguem entrou na minha boca com tudo

Nossas cabeças movimentavam-se em sintonia enquanto sentia minha língua ser chupada.

Sentia um fogo intenso sair de dentro de mim, algo nunca havia sentido antes.


Nossas bocas se separaram, a dele começou a caminha pelo meu pescoço.

Em seguida descia pelo meu ombro. Sentia o bigode dele roçar e fazia cocegas em mim

Ele desceu a alça da minha camisa, em seguida saiu pelo meu braço.

Meu seio direito estava nu. Ele apalpou com sua mão esquerda e levou até a boca passando a chupar meu mamilo

— Aaain paiin que delicia

Inclinei meu corpo pra trás, sentindo o tesão fluir.

Ele começou a lamber o bico do meu peito em círculos. Depois saiu dando selinhos pelo meu peito até o pescoço.

Enquanto isso comecei a desabotoar a bermuda dele. Ele ficou de pé e tirou a sua roupa de vez.

O pau dele saltou pra fora da cueca, uma pica grossa, dura, roxinha e cheio de veias.

Dei um selinho na cabecinha e fui lambendo como se lambe um sorvete.

Aos poucos fui engolindo, centímetro por centímetro de pica ia entrando na minha boca.

Ele saia molhado e em seguida eu punhetava.


— QUE LINGUA GOSTOSA VOCE TEM HEIN


A sala ecoava o eco dos meus gemidos de tesão por mamar a rola do meu pai.


Lambia da cabeça até as bolas com o maior prazer da minha vida. Já não aguentando mais de tesão tirei a roupa e fiquei de quatro pra ele


Apoiei minhas mãos no sofá, deixando meu rabo bem empinado pra ele meter. Olhei pra trás e com uma voz mansa eu disse:

— Pai, eu adoro da de quatro, me come assim.

Ele sorriu, só aquilo serviu pro meu tesão aumentar.

Então ele começou a dar umas batidinhas com o pau dele na minha bunda.

— METE ESSE PAU VAI

— VAI PAI, METE ESSE PAU GOSTOSO QUE EU NÃO TOU AGUANTANDO MAIS


Ele enfiava um pouquinho e tirava, depois voltava a esfregar o pau dele na entrada da minha xoxota

— O SENHOR QUER QUE EU IMPLORE PRA METER É!!?

— NÃO, SÓ QUERO SENTIR ESSE MOMENTO, SUA BOCETA MOLHADA, DESEJANDO MEU PAU E VOCê ME OLHANDO COM ESSE OLHAR


Então ele enfiou devagar, enquanto observava minha reação. Não me aguentei, olhei pra ele com cara de menina dengosa

— EU TE AMO PAI

Minha respiração ofegante

— TAMBÉM TE AMO FILHA

Ele segurou na minha cintura e começou a meter. Aos poucos ele ia aumentando intensidade da metida

— EU TE AMO, TE AMO AAASSIM...ASSSIIN

Um sentimento inexplicável me controlou. Uma emoção que doía no peito


— AAAHH METE PAI, ASSSIIIMM

— AAH QUE BOCETA GOSTOSA VOCÊ TEM MEU AMOR

— COME ELA, COME GOSTOSO

— EU VOU GOZAR MEU AMOR

— GOZA PAI, GOZAÂ, GOZAA

— AAAASSS

— ISSOO ASSIIM QUE EU VOU GOZAA

Comecei a gozar ao sentir a pressão que o pau dele fazia dentro de mim. Minha boceta se contraia e meu corpo estremecia me fazendo bambear as pernas

Deitei no chão mesmo. Meu corpo quente e soado contrastava com o gelo do chão.

Meu pai deitou do meu lado ainda ofegante. Pegou minha mão e deu um beijo

— Isso foi incrível minha filha

— Eu não sei nem o que dizer.

— Não precisa dizer nada. Vamos só ficar aqui deitados juntos

— O senhor tem razão.

Me inclinei e deitei por cima do peito dele que pingava de suor, enquanto recebia carinho nos cabelos.

Foto 1 do Conto erotico: Conhecendo o amor de homem com meu pai - PARTE 4

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Comentários


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amanda8 Comentou em 06/03/2026

Gostoso




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Conhecendo o amor de homem com meu pai - PARTE 4

Codigo do conto:
256300

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/03/2026

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
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