Conhecendo o amor de homem com meu pai - PARTE 1

Conhecer o Iago pra mim foi um achado, bem era isso que eu pensava. Conheci ele ainda na adolescência, e na fase adulta a gente resolveu dar mais um passo indo morar juntos. Levávamos uma vida simples, mas feliz, pelo menos nos dois primeiros anos. Depois disso, comecei a observar comportamentos estranhos nele, como ficar irritado por besteira. As vezes eu fazia uma pergunta simples de como foi o dia dele, o que ele fez e ele respondia com um tom de voz agressivo, por vezes eu queria achar que ele tinha tido um dia ruim, então procurava fazer a comida que ele tanto gostava, como uma forma de amenizar a situação.

Mas as coisas não melhoravam, muito pelo contrário, iam ficando cada vez pior. A virada total veio no dia que eu comecei a desconfiar que ele me traia.Foi uma noite, onde fui confronta-lo que sonho se tornou pesadelo. Ele negou tudo, disse que eu era louca, depois me empurrou me fazendo cair no chão batendo as costas da comoda.

No dia seguinte, eu fui até ele e pedi desculpas por desconfiar dele, mas que ele não devia ter reagido daquela forma e bastou isso para ele se irritar mais uma vez.

Com o tempo, a imagem do rapaz educado, de "aperto da mão firme", como dizia meu pai, foi se distanciando, o empurrão da outra vez tinha se tornando tapas e socos.As visitas que eu fazia a minha familia diminuiam e meu pai era o que mais me procurava

Até que um dia para minha surpresa, meu pai aparece lá em casa, Iago não estava, tinha saido a pouco com os amigos. Quando vi ali, parado na minha frente, pulei nos braços dele. Aos sessenta e dois anos, com seus cabelos grisalhos cortados curtos, o bigode grosso bem aparado, a pele parda marcada pelo sol e seus 1,80 de altura ainda imponentes, ele carregava uma postura firme — não de quem impõe medo, mas de quem sustenta responsabilidade.

Meus cabelos loiros de raízes naturalmente escuras, caiam até o meio das minhas costas. Meus olhos castanhos grandes e expressivos já denunciavam uma vergonha que eu queria esconder.

Ficamos num abraço forte, podia sentir meus seios fartos pressionar o peito dele, enquanto ele perguntava :"você ta bem Alessandra!!? você ta bem minha filha!?"

E eu respondia com um "humrum" abafado.

— Pai? O que senhora tá fazendo aqui?

— Vim ver você — respondeu simplesmente.

Me afastei para dar passagem, e foi nesse movimento que a manga subiu levemente.


A marca arroxeada começando no pulso e subindo pelo antebraço.

Ele parou.

— O que é isso?

— Nada. Eu bati na porta do banheiro.

Ele se aproximou, devagar. Não com agressividade. Com incredulidade.

— Deixa eu ver.

— Pai, para…

Não era uma marca isolada. Havia outra mais amarelada perto do ombro, parcialmente escondida sob o tecido.

O silêncio que se instalou foi pesado.

— Ele fez isso?

A pergunta saiu baixa, quase um sussurro.

virei o rosto. Os olhos marejaram, mas ela não chorou.

— Eu gostei dele — disse meu pai, quase para si mesmo. — Nunca vi nada de errado. Isso que me deixa puto

— Ele não é assim… sempre.

Meu pai passou a mão pelo bigode, gesto que fazia quando estava tentando controlar a emoção. O corpo grande parecia pequeno naquele apartamento.

— Filha… ninguém que te ama deixa marca.

Comecei a chorar, meu pai me abraçou, me fez sentar no sofá tentando me acalmar

— Ele volta que horas? — perguntou.

— Não sei… ele disse que ia resolver umas coisas.

A minha voz tremia de um jeito que ele nunca tinha ouvido antes. Não era apenas tristeza. Era antecipação.

Depois de mais ou menos uma hora e meia escuto a chave girando.

Meu coração disparou tão forte que pensei que os dois podiam ouvir.

Iago entrou como sempre entrava: confiante, cheiro de perfume forte, camisa alinhada. Parou quando viu meu pai ali.

O sorriso dele congelou.

— Senhor Araújo?

Eu conhecia aquele tom. Era o tom de quem ainda está decidindo qual máscara usar.

— A gente precisa conversar — meu pai disse.

Eu fiquei entre os dois. Não fisicamente, mas emocionalmente. Era como se eu estivesse sendo puxada por lados opostos.

Iago olhou para mim primeiro.

— O que foi que você falou?

A pergunta parecia simples. Mas eu senti o peso.

Meu pai levantou-se devagar. Ele é alto, sempre foi. Quando fica em pé, parece maior do que realmente é.

— Eu vi as marcas.

O silêncio que se seguiu foi diferente de todos os outros que eu já tinha vivido. Não era o silêncio de discussão. Era o silêncio antes de algo quebrar.

— Ela se machuca sozinha — Iago disse. A voz dele estava firme demais. — O senhor sabe como ela é distraída.

Eu senti vergonha. Como se eu fosse culpada por aquilo.

— Tropeço não deixa marca de dedo — meu pai respondeu.

Eu não tinha pensado nisso. Marca de dedo.

Iago deu um passo à frente. Eu recuei sem perceber.

— O senhor está exagerando.

E foi ali que tudo saiu do controle.

Meu pai empurrou primeiro. Eu vi o movimento, rápido, impulsivo. Iago reagiu. Os dois se agarraram.

Foi feio, desorganizado, barulhento. Móveis arrastando, respirações pesadas, um soco que acertou o rosto de Iago, outro que raspou o ombro do meu pai.

Eu gritava para eles pararem, mas minha voz parecia pequena demais.

Não era só medo da briga.

Era medo do depois.

Meu pai conseguiu empurrá-lo até a porta. Segurou a camisa dele com força.

— Você nunca mais encosta nela.

A frase ficou ecoando na minha cabeça.

Meu pai expulsou ele pra fora de casa. Do lado de fora, Iago gritou alguma coisa que eu não consegui entender. Depois passos rápidos pelo corredor.

Silêncio.

Meu pai ficou parado alguns segundos, respirando pesado. A mão dele tremia. Não sei se de dor ou de raiva.

Eu estava encolhida perto do sofá, abraçando minhas próprias pernas.

Ele se ajoelhou na minha frente.

— Acabou.

Eu queria acreditar.

Mas eu conhecia Iago quando estava com raiva. Eu já tinha visto aquele olhar. Não na frente dos outros. Só quando estávamos sozinhos.

— Você não sabe como ele fica — eu sussurrei.

Meu pai me olhou como se aquela frase fosse uma revelação maior do que os hematomas.

— Então eu fico.

— Fica? — eu perguntei, sentindo algo que não sentia há meses: alívio.

— Fico aqui. O tempo que for preciso.

Eu não queria parecer fraca. Não queria precisar disso. Mas a verdade é que eu estava com medo de dormir sozinha naquela casa.

— Pai… fica uns dias. Até eu ter certeza que ele não vai voltar.

A palavra certeza parecia impossível, mas eu precisava fingir que existia.

Ele assentiu.

Naquela noite, meu pai dormiu no sofá. Ou fingiu que dormiu. Eu ouvi os passos dele indo até a porta duas vezes para conferir a fechadura.

Fiquei deitada no quarto, olhando para o teto, tocando de leve o hematoma no meu braço.

Pela primeira vez, eu não estava tentando justificar nada.

Pela primeira vez, eu estava tentando sobreviver.

E, do outro lado da parede, havia um homem de cabelos grisalhos, bigode grosso e mãos ainda doloridas da briga, disposto a não me deixar enfrentar aquilo sozinha.

Eu não sabia o que ia acontecer quando Iago resolvesse voltar.

Mas eu sabia que, naquela noite, eu estava protegida.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Conhecendo o amor de homem com meu pai - PARTE 1

Codigo do conto:
256053

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
03/03/2026

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