Um sonho a dois - 7 final


Depois daquela noite fodendo com estranhos, voltamos para o nosso quarto e dormimos sem falar muito do que tinha acontecido.

Na manhã seguinte acordamos tarde.

O corpo pesado.

A mente leve.

Tomamos café perto da piscina principal enquanto uma brisa quente atravessava o resort.

Então eu toquei no assunto, não sobre a transa em sim, mas sobre do que conversamos com o casal com quem transamos

— Então Jennifer me perguntou: “como vocês se conheceram?

— Meu cérebro entrou em pânico por um segundo.

Livia riu

— E ai ? o que o senhor disse pra ela?

— Eu falei Faculdade.

— Faculdade pai!!? é sério!!?

— É, Jennifer fez essa mesma cara que a sua kkkkk e inventei que você fazia arquitetura.

— Realmente tudo a ve comigo rsrs

— Nem sei por que falei arquitetura. E não para por ai, do nada ela perguntou: “ e quem se apaixonou primeiro?

— O senhor disse o que!?

— Que fui eu.

Livia sorriu.

— Pois o Maike perguntou quanto tempo estavamos casados

— O que voce respondeu!!?

— Falei que tinha cinco anos.

— Cinco!!? kkkk

— Sim, não ri pai, falei o que veio na cabeça rsrs e não para por ai, o senhor disse pra Jennifer que nos conhecemos na faculdade e eu disse pro Maike que foi numa viagem ao sul do país em um festival de música.

— Nossas historias totalmente contraditórias. Eu falei que nos casamos no interior de minas

— Eu falei que foi na praia

— Praia!?

— Sim, pai, tudo a ve. Olha onde a gente ta, interior de minas não combina rsrs

Ficamos dando risadas

— Ai pai, Imagina eles conversando depois!

Eu então imitei uma conversa:

— “Espera… achei que eles tinham se conhecido na faculdade.”

Ela respondeu imediatamente entre gargalhadas:

— “Não! Foi num festival de música!”

Aos poucos as risadas diminuíram.

O silêncio voltou devagar.

Livia me olhou ainda sorrindo.

— Foi divertido.

Assenti lentamente.

— Muito..respondi

— Que pena que ta acabando

— Quem disse!!?

— Pai, o senhor tem dinheiro pra mais um dia aqui!!?

— Não estou me referindo a nossa estadia aqui

Livia ficou séria. Entendeu imediatamente que eu não estava falando da estadia na ilha.

— Pai… o senhor quer mesmo viver o impossível?

A pergunta ficou suspensa entre nós.

Pesada.

O barulho da piscina ao redor parecia distante agora.

Casais conversavam.

Copos tilintavam.

Uma música baixa tocava perto do bar.

Mas naquele instante eu só conseguia olhar para ela.

Respirei fundo antes de responder. Então eu falei

— Eu não sei mais o que eu quero.

Ela abaixou os olhos lentamente.


Os dedos brincavam com a borda do copo de suco.

— Isso me assusta.

Assenti devagar.

— A mim também.

O vento quente passou entre nós.

Livia ficou em silêncio por alguns segundos antes de perguntar:

— quando eu te dei aquele selinho…

Ela parou.

Como se tivesse medo da continuação.

Meu coração apertou imediatamente.

Ela respirou fundo.

— Você queria que eu não tivesse feito aquilo?

Fechei os olhos por um instante.

Porque qualquer resposta parecia errada.

Quando abri novamente, ela ainda me observava.

Esperando.

Vulnerável.

Sincera.

Passei a mão no rosto cansado.

— Parte de mim queria.

Ela absorveu aquilo em silêncio.

Então perguntei baixinho:

— E você?

Livia desviou os olhos para a piscina.

O reflexo da água dançava no rosto dela.

— Parte de mim também.

A resposta doeu.

Porque havia honestidade demais nela.

Ficamos calados.

Até que ela voltou a falar:

— Mas a outra parte…

Meu peito tensionou.

Ela ergueu os olhos lentamente para mim.

— A outra parte não consegue parar de pensar nisso.

Engoli seco.

O café da manhã parecia ter perdido completamente o gosto.

Tudo parecia girar ao redor daquela conversa.

Livia então soltou uma risada nervosa.

Tentando aliviar o peso.

— Olha a gente…

Balançou a cabeça devagar.

— Parece roteiro de novela problemática.

Sorri sem humor.

— Daquelas que passam tarde da noite.

Ela riu fraco.

Mas logo ficou séria outra vez.

— O pior é que aqui dentro…

Ela tocou o próprio peito.

— Parece tão natural.

Olhei para ela em silêncio.

Porque eu entendia exatamente aquilo.

A ilha.

A liberdade.

A proximidade.

O medo da morte.

Tudo parecia ter dissolvido limites que antes eram inquestionáveis.

Livia então perguntou baixinho:

— Quando a gente voltar… isso acaba?

A pergunta me atingiu fundo.

Porque eu não sabia responder.

E talvez o mais assustador fosse justamente isso.

Olhei para o relógio no pulso e percebi o horário.

Quase meio-dia.

O horário do checkout se aproximava.

Senti um aperto estranho no peito.

Então falei:

— Se sair daqui significa acabar… então falta uma hora e meia pra isso.

Livia me olhou por alguns segundos.

Depois sorriu de leve.

— Do jeito que o senhor falou… parece uma lamentação.Parece até que me...

Ela não terminou a frase, mas eu sabia o que significava

Soltei uma risada baixa.

Olhei ao redor da piscina.

O resort parecia ainda mais bonito naquele horário.

A água azul brilhando sob o sol forte.

Pessoas caminhando despreocupadas.

Rindo.

Vivendo.

Como se o mundo lá fora não existisse.

Respirei fundo.

— Talvez eu esteja lamentando mesmo

Livia baixou a cabeça lentamente.

Ficou alguns segundos em silêncio antes de dizer:

— Vamos arrumar nossas coisas.

Ela desviou o assunto. Ela estava assustada com a possibilidade

Bom, e talvez tenha sido melhor assim.

Subimos para a suíte sem falar muito.

O clima leve da piscina tinha desaparecido.

Agora existia apenas aquela sensação estranha de fim.

Começamos a arrumar nossas malas em silêncio.

O som dos zíperes.

Roupas sendo dobradas.

Objetos guardados lentamente.

Tudo parecia simbólico demais.

Como se cada peça colocada dentro da mala fosse também uma tentativa de guardar tudo o que tinha acontecido naquela ilha.

Em determinado momento encontrei a pulseira do resort sobre a mesa.

Fiquei olhando para ela por alguns segundos.

Livia percebeu.

Mas não falou nada.

Nenhum de nós falou.

Quando terminamos, fizemos o checkout.

Nos despedimos dos funcionários do resort com sorrisos educados e agradecimentos sinceros.

O gerente apertou minha mão desejando melhoras na cirurgia.

Uma funcionária abraçou Livia dizendo que esperava ver “o casal” novamente algum dia.

Nós dois apenas sorrimos sem corrigir.

A viagem de volta foi silenciosa.

Longa.

O mundo parecia diferente fora da ilha.

Mais frio.

Mais duro.

Mais real.

A volta para casa significava voltar à realidade.

E a realidade tinha nome.

Hospital.

Cirurgia.

Possibilidade de morte.

Minha operação estava marcada.

E a data se aproximava rápido demais.

Tentava não sentir medo.

Mas era impossível.

Às vezes eu acordava no meio da madrugada imaginando se abriria os olhos novamente depois da anestesia.

Tudo poderia mudar depois daquela cirurgia.

Talvez eu nem sobrevivesse.

Um dia antes da operação, Livia passou o dia inteiro comigo.

Ela apareceu cedo em casa trazendo comida pronta.

Tentava agir normalmente.

Falava sobre coisas simples.

Programas de televisão.

Notícias.

Lembranças da infância.

Depois paramos para assistir um filme. Ela estava fazendo de tudo para me deixar relaxo e esquecer o que viria

Mas existia algo escondido atrás de cada silêncio.

Algo sufocado.

As tensões da viagem.

Os olhares.

O beijo.

As conversas na escuridão.

Tudo que não tinha sido realmente resolvido.

Tudo voltou com força máxima por causa da proximidade da cirurgia.

Porque agora existia a possibilidade cruel de que nunca mais tivéssemos tempo para resolver nada.

No fim da noite comecei a separar documentos médicos na mesa da sala.

Livia me ajudava em silêncio.

Até que encontrei uma das fotos da viagem no meio das coisas.

Nós dois na praia.

Sorrindo.

Bronzeados pelo sol do Caribe.

Felizes.

Livia pegou a foto devagar.

Ficou olhando por alguns segundos.

Então falou baixinho:

— Parece outra vida.

Olhei para ela.

E talvez realmente fosse.

Ela continuou segurando a foto enquanto o silêncio crescia entre nós novamente.

Pesado.

Cheio de coisas não ditas.

Então perguntou sem olhar pra mim:

— Pai…

Respirei fundo.

— Oi?

Ela demorou alguns segundos antes de falar.

Como se estivesse lutando contra si mesma.

— E se alguma coisa acontecer amanhã…?

Meu peito apertou imediatamente.

— Não fala assim.

Ela ergueu os olhos.

Estavam úmidos.

— Eu preciso falar.

O coração bateu forte no meu peito.

Ela respirou fundo.

E continuou:

— Porque eu não sei se vou aguentar perder você… sem entender o que aconteceu com a gente naquela ilha.

Talvez a mesma necessidade que existia dentro de mim.

Respirei fundo.

— Eu também não entendi direito o que aconteceu.

Ela abaixou lentamente a foto da viagem.

— Mas aconteceu.

Assenti em silêncio.

Porque negar aquilo agora seria inútil.

Livia sentou devagar no sofá.

Parecia emocionalmente exausta.

Sentei ao lado dela.

Por alguns segundos apenas ficamos olhando a foto nas mãos dela.

Livia ficou alguns segundos calada.

Depois perguntou:

— O senhor acha que foi só confusão?

A pergunta veio baixa.

Dolorosa.

Olhei para ela.

A sinceridade nos olhos dela me desmontava.

Respirei fundo antes de responder:

— Acho que foi real.

Ela fechou os olhos imediatamente.

Como se aquela resposta doesse e aliviasse ao mesmo tempo.

Continuei:

— Mas real não significa que deveria existir.

O silêncio caiu entre nós.

Pesado.

Livia segurava a foto com força demais agora.

— Desde que o senhor falou desse tumor que eu fiquei com medo de te perder.

Meu peito apertou.

Ela continuou:

— E depois do diagnóstico… parece que eu comecei a me agarrar em você de um jeito desesperado.

Olhei para ela atentamente.

— Na ilha… parecia que o mundo tava acabando.

Ela riu fraco entre lágrimas.

— E talvez por isso eu tenha parado de pensar nos limites.

Respirei fundo.

Porque eu entendia aquilo profundamente.

— Eu também.

Ela virou o rosto lentamente pra mim.

— Então por que parece tão difícil simplesmente esquecer?

A pergunta me destruiu por dentro.

Porque parte de mim também não queria esquecer.

Olhei pra ela em silêncio antes de responder:

— Porque nós nos amamos.

Os olhos dela encheram de lágrimas imediatamente.

A distância entre nós no sofá ia diminuindo. Eu fui me aproximando e ela me olhando fixamente nos olhos. O perfume dela, algo floral e quente, me invadia. O calor do corpo dela irradiava, mesmo através da fina camiseta.

— É hoje, pai. É só hoje.

— Sim filha, essa noite e nada mais

— Vamos nos permitir explorar o que sentimos

— Sim, eu te quero minha filha. Quero te provar pelo menos uma única vez

Olhei para ela, para os lábios carnudos, para os seios que a camiseta não conseguia esconder totalmente, para os olhos que não escondiam nada agora.

Quando fui beija-la, ela desviou-se lentamente, levantou-se do sofá e colocou-se a minha frente. Suas mãos desceram para os botões da minha camisa.

Não resisti. Cada botão que ela abria era uma liberação. Quando a última foi solta, ela puxou a camiseta, revelando meu peito.

Então ela tirou sua própria camisa .Os seios dela eram médios, firmes, com mamilos rosados que já pareciam erectos pela excitação.

Eu não conseguia tirar os olhos.

— Que saudades eu tava de te ver assim

Ela riu..

— Tava é!!? e o que mais?

— Quero sentir seu corpo

Ela se aproximou, colocando-se sobre mim no sofá. A pele dela encontrou a minha. O calor foi instantâneo, avassalador. Eu podia sentir a textura dela, a maciez, a vitalidade. A grande bunda dela pressionava meus quadris. Suas mãos foram aos meus ombros, e então desceram, explorando meu peito e barriga.

Cada toque era uma ignição.

— Então sente, me toca.

Toquei o braço dela, fui descendo até encontrar as coxas. Trouxe ela mais ainda pra perto de mim, os seios dela encostaram no meu peito

Nos beijamos enquanto ela roçava o corpo dela no meu. Podia sentir o calor crescente entre as pernas, a presença da sua boceta, mesmo através das roupas.
O meu pau estava agora completamente ereto, pressionado contra o jeans, ansiando por liberdade. O movimento dela era deliberado, uma dança silenciosa de
provocação.

"Tire isso." ela murmurou, seus lábios agora próximos do meu ouvido. Sua voz estava rouca, cheia de um desejo que correspondia exatamente ao meu .

Com movimentos rápidos, quase frenéticos, eu soltei minha bermuda jeans puxando-o junto com a cueca. Meu pau surgiu, ereco e pulsante, Livia olhou, seus olhos verdes dilatando, uma expressão de desejo genuino cruzando seu rosto.

— Também tava com saudade de ve ele.

— Aqui você pode pegar nele

— É o que eu mais desejo

Ela disse, e a frase era tão intensa, que me fez quase perder o controle

Ele começou a me punhetar, mordia os labios inferiores enquanto movia meu pau pra cima e para baixo

— Ele ta mega duro

— É que você me deixa louco filha

— Sério, mas eu ainda não fiz nada falou com um voz mansa, debochada e com um sorrisinho de canto de boca

— Tira logo o resto da roupa, vai, não tou aguentando mais

Ela tirou o short e calcinha observei com a respiração completamente suspensa. A visão foi quase dolorosa de tão intensa. Os pelos da boceta dela, cobrindo a entrada da sua xota. As curvas da sua bunda grande, agora completamente expostas, eram um convite que não podia ignorar.

Eu não consegui mais aguentar. Com um movimento impulsivo, me levantei do sofá e agarrei-a.

Coloquei-a de frente para o sofá, de bunda arrebitada, com as mãos imediatamente agarrando os dois montes de carne da bunda dela. A sensação era incrível era firme, macia, abundante. Comecei a massagear, apertar a bunda dela enquanto ela soltou um gemido longo, profundo, que reverberou na sala.

"Aaain Pai…"

Então, levei uma das mãos para frente, para entre as pernas dela. Encontrei a boceta dela, já quente, já molhada. Pressionei, encontrando a abertura, e então inseri um dedo. O calor interno era quase uma combustão. Livia gritou, um som de prazer absoluto, e seu corpo arqueou-se contra o sofá.

"Assim, isso…"

Em seguida inseri outro dedo, trabalhando dentro dela, sentindo-a apertar e relaxar em torno do meus dedos. A lubrificação dela era abundante, natural, e o cheiro dela, intenso e animal, invadia meus sentidos.

Inebriado com o cheiro do sexo dela, comecei a chupar a boceta dela.

"Assim, chupa pai, chupa gostoso"

— Sua gostosa, como eu ansiei por isso

— Mata seu tesão pela minha boceta, vai aainn!

Passava a lingua pelo clitores dela fazendo ela gemer mais alto ainda

— AAAIIIIN ASSSIIIIM HUUUM CHUPA CARALHO!!"

— Que boceta e rabo gostoso você tem meu amor

Livia, por sua vez, virou-se e se posicionou sobre mim, agora no sofá. Ela estava de costas para mim, oferecendo sua bunda grande, sua boceta molhada e cabeluda.

Guiei meu pau, totalmente ereto e pulsando até a entrada da boceta dela. O contato foi um choque de prazer. A sensação de tocar aquele calor, aquela
lubrificação, foi quase transcendental.

Com um movimento deliberado, comecei a inserir meu pau na boceta dela. Sentia a boceta dela abri mais e mais, enquanto isso um gemido crescente dela se fazia ecoar pela sala


Quando eu estava completamente dentro dela, ambos pararam por um momento, sentindo a realidade do que estava acontecendo. Eu estava dentro dela. Da minha filha. Era uma violação de todas as normas, e também a realização de um desejo profundo.

E então ela começou a mover-se.

Cada movimento de entrada e saída era uma nova onda de sensação. Eu podia sentir cada detalhe dela – a textura interna, os pontos mais sensíveis. Livia estava respondendo com gemidos cada vez mais altos, mais descontrolados. Suas mãos agarravam o sofá, e ela começou a mover-se mais rapido, encontrando seu ritmo.

— Fode filhaa, fode meu amor

o conhecimento de que isso era um evento único, isolado no tempo, sem futuro, sem repetição transformou a experiência física em algo quase brutalmente intenso.

Livia começou a aumentar a velocidade da rebolada, com força. Cada estocada agora era uma afirmação de vida, uma tentativa de extrair o máximo da
existência antes da possível morte.

— asssim, assim, come pai

— Fode, isso, fode gostoso

Dava umas leves palmadas na bunda dela, era dificil resistir essa inclinação.

— Isso, isso bate na minha bunda, bate

A bunda dela subia e descia na minha frente, as palmadas fazia a bunda dela ficar mais avermelhadas, mesmo que eu não batesse com muita força

Ela virou-se ficando de frente pra mim, nossos corpos pingavam de suor,agarrei a cintura dela enquanto ela continuava sedenta pelo meu pau rebolando num ritmo forte

— Não para, assim, fortee, fortee

O som dos seus corpos se colidindo, da lubrificação, do prazer, era o único som na sala.

Agarrei a bunda dela com força, usando isso para guiar os movimentos. Eu podia sentir o meu próprio orgasmo se aproximando, uma onda gigante que vinha não apenas do físico, mas do psicológico, a realização deste desejo proibido. Eu olhei para o corpo dela, para a curvatura da sua bunda, para os cabelos cacheados que caíam sobre seus ombros, e a emoção foi tão forte que acelerei as metidas

Livia estava gemendo continuamente, seu corpo tremendo com cada impacto.

Eu me inclinei pra frente, passando a ficar sentado com ela a minha frente.

Esta nova posição permitiu que eu veja o rosto dela, seus olhos verdes completamente perdidos no prazer. Eu também podia ver os seios dela, agora balançando com o movimento. Eu agarrarei um dos seios dela, sentindo a macies dele

— Eu vou gozar pai ela gritou

E então seu corpo começou a contrair-se violentamente. Um orgasmo forte, visível, tomou-a. Ela gritou, um som longo e rouco, e seu corpo apertou-se em torno do meu pau de forma intensa, quase dolorosa para ele.

Aquilo foi um gatilho pra mim, o aperto da buceta dela, o som da voz dela gemendo, a visão dela no orgasmo, foi a última ignição.

Eu soltei um grito também, um som primitivo, e então meu próprio orgasmo explodiu. Senti a onda de calor, a liberação, a ejaculação dentro dela. Cada
estocada final foi acompanhada por uma nova onda de prazer, até que finalmente parou, exausto, ainda dentro dela.

Ficamos assim por minutos, nossos corpos ainda conectados, a respiração pesada e sincronizada.

Ficamos abraçados sentindo um ao outro. Os cabelos dela caim sobre minha cabeça, um cheiro maravilhoso e refrescante de rosas.

— Ai pai que delicia te sentir dentro de mim

— Sem dúvidas a melhor sensação que já senti na vida. Agora posso morrer em paz

— Paaaii!!? ela resmungou me dando um leve tapa no braço

— Que foi!!?

— Não fala isso nem brincando ouviu!? me recriminou apontando o dedo na minha cara

— Desculpa, foi só uma forma de falar

— Sei...

— E agora!? vamos voltar para o filme?

— filme!? acho que pela hora é melhor irmos dormir

— É verdade, mas eu não quero que você saia de cima de mim

— Aaai eu também não consigo sair, quero ficar no seu colo pra sempre


Continuamos abraçados, querendo prolongar aquele momento ao maximo. A troca de caricias continuou, mas agora na cama. Dormiamos juntos pelados na minha cama esperando pelo amanhã

Na manhã seguinte fui internado.

O cheiro do hospital destruiu instantaneamente qualquer sensação de liberdade que a ilha tinha deixado em mim.

Agora tudo era branco.

Frio.

Clínico.

permaneceu ao meu lado até me levarem para o centro cirúrgico.

Segurava minha mão com força.

Os olhos cansados de quem não dormiu.

Antes de entrarem comigo, ela se aproximou e beijou minha testa.

— Eu te amo.

Sorri de leve.

— Eu também te amo, filha.

Então as portas fecharam.

A cirurgia demorou horas.

Longas horas.

Complicações aconteceram durante o procedimento.

Mas no fim…

eu sobrevivi.

Quando acordei dias depois no quarto do hospital, sentia a cabeça pesada.

O corpo fraco.

As lembranças confusas.

Livia estava sentada ao meu lado dormindo na cadeira.

Observei ela em silêncio.

Os olhos dela imediatamente se encheram de lágrimas de alívio ao me ve

— Pai…

Sorri fraco.

— Oi, filha.

Ela segurou minha mão emocionada.

— Que bom que o senhor ta bem

Sorri fraco.

— Tô sim… mas sinto que falta alguma coisa na minha mente.

mudou de expressão imediatamente.

Uma preocupação silenciosa apareceu no rosto dela.

— O que foi? — perguntei.

Ela hesitou por um instante antes de falar:

— Me fala como foram suas últimas vinte e quatro horas antes da cirurgia.

Franzi a testa tentando organizar as lembranças.

— Ah… eu fiquei em casa o dia inteiro.

Ela continuava me olhando atentamente.

— Você ficou comigo.

Respirei devagar tentando lembrar.

— A gente assistiu televisão… conversou um pouco… e depois fomos dormir.

Livia ficou em silêncio.

Os olhos verdes analisando meu rosto como se procurassem alguma coisa.

Então perguntou:

— Não lembra de mais nada?

Franzi ainda mais a testa.

— Como assim?

Olhei pra ela confuso.

— Teve mais alguma coisa?

Ela me encarou por alguns segundos longos demais.

Depois sorriu de leve.

Um sorriso estranho.

Triste.

— Não.

Baixou os olhos lentamente.

— Não teve nada demais.

Os medicos disseram que eu tinha perdido algumas memorias. Que elas podiam voltar outras não

Pra quem estava na iminência de morrer, não era de tão ruim ficar desmemoriado

Conforme os dias passaram…

algumas memórias começaram a voltar aos poucos.

Fragmentos.

Sensações.

Pequenos flashes.

A ilha.

O mar.

As conversas na praia.

A tensão.

O medo.

Às vezes eu acordava no meio da madrugada com imagens rápidas atravessando minha cabeça com a Livia nua sorrindo no pôr do sol

Nós dois conversando no escuro, deitamos juntos na cama

A sensação de algo importante que eu ainda não conseguia alcançar completamente.

Os meses passaram.

Minha recuperação foi lenta.

Mas continuei vivo.

E isso já parecia um milagre.

Então, numa noite qualquer, enquanto organizava algumas caixas antigas em casa…

encontrei a fotografia da viagem.

A mesma da praia.

Eu e Livia sorrindo diante do mar do Caribe.

No instante em que toquei aquela foto…

algo voltou.

Não inteiro.

Mas forte o suficiente.

A conversa da última noite antes da cirurgia.

Beijos, cheiro, carícias, corpos se encontrando…

Senti o corpo gelar imediatamente.

Sentei lentamente no sofá tentando respirar direito.

As lembranças vinham em ondas desordenadas.

Olhei para o sofá e comecei e ve imagens minhas e de Livia sobre ele. Ela de quatro e eu abrindo a bunda dela chupando a boceta dela.

Fiquei pensando

Tentando entender se aquilo tinha realmente acontecido ou se minha mente estava misturando emoções por causa do trauma da cirurgia.

Cada vez mais imagens surgiam na minha cabeça, com Livia sobre mim gemendo no meu ouvido dizendo: “assim..fode…fode paizinho”

Não podia ser real

No dia seguinte procurei Livia

Ela abriu a porta do apartamento surpresa ao me ver.

— Pai?

Entrei devagar.

Ela percebeu imediatamente que havia algo errado.

Sentamos na sala.

Fiquei alguns segundos em silêncio antes de falar:

— Lembra no dia do hospital… quando você perguntou sobre minhas últimas vinte e quatro horas?

Ela ficou imóvel.

Os olhos verdes presos nos meus.

— Sim.

Respirei fundo.

— Acho que lembrei de algumas coisas.

O rosto dela perdeu a cor lentamente.

O silêncio entre nós ficou pesado.

Muito pesado.

Ela desviou o olhar primeiro.

E naquele instante…

nós dois entendemos que certas memórias talvez nunca devessem ter voltado.


FIM!!!?

Foto 1 do Conto erotico: Um sonho a dois - 7 final

Foto 2 do Conto erotico: Um sonho a dois - 7 final

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Um sonho a dois - 7 final

Codigo do conto:
260820

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
30/04/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
5