Familia incestuosa em construção

Me chamo Flavia e tenho 21 anos, 1,67 de altura, cabelos pretos cacheados, pele clara, sou magrinha mais daquelas bem feitas de corpo.

O que pretendo contar aqui( não sozinha, em algum momento meu pai também vai falar a respeito) é como aos poucos vai surgindo uma familia inecstuosa.

Vou começar contextualizando vocês, como a minha vida estava.

Eu acordava cedo, umas 6 da manhã, já tinha preparado café preto forte, sem açúcar, um hábito que herdara do meu pai. Eu morava somente com a minha mãe, Teresa e minha irmã mais nova Cecília.

Minha mãe, também já tinha acordado, estava sentada à mesa, folheando uma revista de produtos de beleza, sem se importar em disfarçar a indiferença no olhar.

Lembro dela perguntar:

— Vai sair cedo? sem erguer os olhos.
— Estágio — respondi, seca.

Essa era a forma que nós interagiamos, uma série de diálogos curtos, sempre mornos, que deixavam no ar um incômodo difícil de dissipar.

No caminho para o estagio, o celular vibrou. O nome na tela fez seu estômago revirar: Renato. O ex, persistente como uma sombra que não se dissipa. Ignorei a chamada, mas ele insistiu. Duas, três vezes. Guardei o telefone na mochila, apertando a alça com força, como se isso fosse capaz de silenciar não só o toque, mas as memórias.

Cheguei ao hospital-escola alguns minutos antes. Vesti o jaleco, prendi os cabelos e entrei na ala pediátrica. Ali, longe das paredes da casa materna, sentia que podia respirar.

O som das conversas das crianças, os passos apressados dos médicos, tudo criava uma atmosfera onde eu podia me perder e, paradoxalmente, me encontrar.

No intervalo, enquanto tomava café com Patrícia, uma amiga do estagio comentou:


— E o Lucas? Vai te buscar hoje?

— Acho que não. Ele disse que tinha treino.


Patrícia levantou uma sobrancelha.


— Treino ou campeonato de ego?

comecei a rir, mas era uma risada curta. No fundo, já sabia que era isso mesmo.Meu namorado era viciado em academia e muitas vezes me deixava de lado.
À tarde, após o estágio, decidi ligar para meu pai. Não o via fazia quase duas semanas. Lembro dele dizer: “Filha, se quiser passar aqui pra almoçar, vou preparar macarronada”


O convite tinha o peso de um abraço. Então decidi passar lá, mas não para o almoço, mas para jantar.

A casa do meu pai tinha cheiro de manjericão fresco, cheiro de acolhimento e luz entrando pelas janelas abertas. As paredes guardavam fotografias antigas, e na estante havia livros de história e música.

Jantamos, conversamos sobre coisas simples, como estava indo a faculdade e o estagio, para mim aquilo era raro e precioso, não tinha isso com a minha mãe.

Em determinado momento, meu pai lamentou ter perdido alguns momentos comigo por causa do relacionamento dele com a minha mãe.

Eu sempre dizia: “Pai, eu sei que não foi sua culpa”.A minha mãe teve os traumas dela e ela tinha carregado para o casamento.

Quando cheguei em casa naquele mesmo dia, encontrei minha mãe sentada no sofá, assistindo jornal nacional. Ela nem perguntou onde eu tinha estado durante o dia. Apenas fez um comentário seco:

— Tem macarrão na panela, se quiser.
— Já comi. respondi

Eu me fechei no quarto, peguei meu celular e as mensagens. Lucas tinha mandado duas fotos da academia, uma delas, com o bíceps flexionado. Nenhuma pergunta sobre o meu dia. Nenhuma frase que soasse como carinho.

Apenas a reafirmação de que o espelho era a prioridade dele.Enquanto olhava a tela, outra notificação apareceu: Renato.

“Eu sei que você tá me evitando. Só quero conversar.”

Eu apertei o botão de bloqueio. Pela terceira vez naquela semana. Sabia que ele criaria outro número. Sempre criava.
Meu coração acelerou. Respirei fundo, tentando não chorar. Patrícia, minha amiga já havia dito: “Você se envolve com homens que não te veem. Que só querem te usar, te comer,.”

E era verdade, eu tinha o dedo podre para homem. Meu ex um policial agressivo que não aceitava o término do nosso relacionamento e me ligava constantemente e meu atual um homem obcecado pela aparência.

No sábado, eu decidi ir até o meu pai novamente. Sentia que precisava daquele espaço seguro,ao entrar, vi ele regando as plantas.

Ele vestia um short azul,frouxo, camisa regata branca surrada.

— Você parece cansada — ele disse, enxugando as mãos no pano.
— É… estou.

Não era só cansaço, era preocupação por conta do meu ex. Sentamos na varanda que dava de frente para a rua, com duas xícaras de café. Eu olhei para o quintal e me lembrei de um dia, quando tinha uns oito anos, em que corri por ali gritando “Pai, olha eu!”. Ele olhou. Sempre olhava.

— Pai… lembra do Renato!?
— Sim, lembro. O que tem ele?

Então falei que ele me ligava constantemente, às vezes também rondava próximo a minha casa. Meu pai, ficou apreensivo, nervoso, mas tentou me acalmar dizendo que ia na policia. Eu me desesperei logo, dizendo que ele devia ter amigos lá e que talvez não desse em nada.

Então falei pra ele que ainda não queria que ele fizesse nada, só que me ouvisse, já que nem minha mãe e muito menos meu namorado faziam isso.

Meu pai então acabou se acalmando e me entendendo que eu só queria desabafar. Fui embora mais leve. Nas semanas seguintes viajem com o Lucas. Mas não sozinhos, haviam viajado com um grupo de amigos dele até o interior, para um local conhecido com saltos de bungee jump.

Para Lucas, aquilo era diversão pura. Para mim, era mais um dia se esforçando para gostar do que ele gostava.Ele me tentava me convencer em pular mas eu não aceitava. Enquanto ele ia, observei que alguns dos "amigos" dele me olhavam mais do que deveriam. Um, em especial, começou a puxar conversa, perguntando sobre minha faculdade, sobre o que gostava de fazer. Lucas não demonstrou nenhum incômodo, sequer percebeu.

Eu tratei de cortar logo de cortar "as asinhas" dele. Que percebendo que eu não tava afim de conversa, se afastou.

Depois que ele saltou, voltamos para a pousada simples onde noss grupo estava hospedado, me tranquei no quarto e peguei o celular. O dedo deslizou automaticamente até o contato salvo como Pai.

Flavia: “Oi… senhor tá em casa?”

Antonio: “Tô sim, acabei de fazer café. E você? Onde anda?”

Flavia: “Viajando com o Lucas. Ele e os amigos gostam dessas coisas de altura, velocidade… não é muito a minha praia.”

Antonio: “Então porque você vai?”

Flavia: “…Eu tento me encaixar no que ele gosta, sabe?”

Antonio: “Você não precisa tentar gostar do que te faz mal ou te deixa desconfortável. Isso não é amor.”

Fiquei encarando a última mensagem por alguns segundos, sentindo um nó se formar no peito

No dia seguinte, o grupo foi fazer rapel em uma trilha. Lucas estava mais uma vez cercado pelos amigos, tirando fotos, rindo alto, então eu tive uma ideia.

Puxei Lucas de lado, sussurrei em seu ouvido algo que fez com que eu e ele ficassem para tras. Apoiando-se numa arvore, eu estava com a saia levantada, calcinha de lado e bunda empinada, enquanto Lucas estava em pe de calças arriadas.

Lucas começou a pincelar sua rola na entrada da minha buceta raspadinha

-Anda fode logo seu arrombado, fode minha buceta
-Você é uma puta mesmo, fuder no meio da trilha
-Que é!? vai dizer que não ta com tesão!!?
-Claro que tou porra

Ele começou a bombar, acelerando as metidas. A cada estocada, eu tinha meu corpo jogado de encontro com a arvore.

-ISSSO, COM FORÇA, ASSIM QUE EU GOSTO

Lucas metia forte, seu pau parecia pegar fogo em contato com a minha buceta quente. Talvez por causa da aproximação do orgasmo, eu pedir que Lucas segurasse meu pescoço.

Ele atende de imediato o pedido, eu olhei para tras com cara de puta, e sentir meu utero sendo encharcado de porra. Eu gemia que nem uma cadela chegando ao orgasmo em meio aquela mata fechada.

Dei pra ele gostoso mesmo ele não merecendo, Mas eu tinha esses tesão por fazer sexo em lugares diferentes. Achei que era uma boa oportunidade.

Mas não demrou muito para ele me irritar novamente.Uma semana depois, eu acordei doente, meu corpo estava fraco, a garganta arranhando e a febre insistente que me deixava lenta.

Me deitei novamente, abraçando o travesseiro. No celular, uma notificação: Lucas.

Lucas: “Vai estar melhor amanhã, né? Tava pensando em passar aí à noite.”
Flavia: “Ainda tô com febre.."
Lucas: “Relaxa, é só tomar um remedio. A gente se vê mais tarde.”

Eu sabia o que ele queria dizer com “a gente se vê mais tarde”. Não era sobre cuidar dela. Não era sobre sopa quente, remédio ou companhia. Era sobre sexo. Sempre sobre sexo.

Então abri a conversa com meu pai, sentindo a necessidade de falar.

Flavia: “Pai, fiquei gripada… e o Lucas não parece se importar.”

Antonio: “Tá tomando algo? Gripe não é brincadeira.”

Flavia: “Sim. Mas sabe, ele não perguntou se eu precisava de alguma coisa… só quer saber de…bom deixa pra lá...”

Antonio: “Ele ta pensando em outra coisa? Se for,isso não é cuidado. Isso é egoísmo.”

Flavia: “Acho que ele só pensa no que quer. Não no que eu sinto.”

Antonio: “Filha… amor de verdade é sobre presença, não sobre desejo.”

As palavras dele ficaram gravadas, como se tivessem peso físico.

À noite, Lucas apareceu mesmo assim. Entrou no quarto, sentou-se na beira da cama e, após um “E aí, melhorou?”, começou a acariciar a minha perna. Me afastei, mas ele insistiu.

— Lucas, não tô bem… tô com febre. — falei a voz fraca.
— Ah, mas é só um beijo… — ele sorriu, ignorando o tom dela.

Ele não ficou mais de vinte minutos. Saiu dizendo que tinha que encontrar um amigo, me deixando sozinha.

No dia seguinte, ainda com o corpo dolorido, ela decidiu mandar uma foto para seu pai: uma caneca de chá fumegante, com a legenda:
“Obrigada por se importar, mesmo de longe.”

Meu pai respondeu com uma selfie sorrindo, segurando um pacote de bolachas e um pote de mel, com a legenda: “Pra quando eu puder passar aí e cuidar de você de verdade.”

Naquele momento eu percebi que eu esperava mais pela visita do meu pai… do que pela do meu namorado.


Por enquanto é isso, não quero escrever demais também para não cansar quem for ler, volto depois....


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Familia incestuosa em construção

Codigo do conto:
254385

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
10/02/2026

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