Rosa, um tesão de filha - PARTE 1

Bom, o que eu vou contar aqui é como brotou o mais puro desejo dentro do meu jardim.

Me chamo Ricardo eu tinha quarenta e oito anos naquela época. Homem moreno, alto — um metro e oitenta — ombros largos. Cabelo curto, óculos sempre no rosto, não por charme, mas por necessidade mesmo. Nunca fui bonito de chamar atenção. Mas eu tinha presença.

Já ela, a minha flor, aqui chamarei de Rosa… bom, ela era difícil de não notar.

Uma jovem mulher de 24 anos, sua pele era parda, cabelos pretos e lisos que caía sempre certinho, como se soubesse onde ficar. Os olhos um pouco puxados, traços que lembravam origem indígena. Corpo jovem, bem resolvido: quadril fino, glúteos grandes, seios médios, tudo ali no lugar certo — não de forma provocante, mas viva.

Pois bem, me lembro que aquele dia estava claro, céu azul aberto, aquele calor típico de Goiânia que começa cedo e não dá trégua. Eu estava sentado sozinho num banco de madeira, no jardim da casa, esperando o tempo passar até chegar a hora de ir pra cerimônia.

O jardim era simples. Grama bem cuidada, algumas roseiras que eu mesmo plantara anos antes, sombra de um pé de ipê que ainda não estava florido.

Foi ali que tudo terminou. Ou começou de verdade.

Ela apareceu sem o vestido. Maquiada, cabelo preso num coque simples, alguns fios escapando perto do rosto. Usava um robe branco, amarrado na cintura. Parecia calma demais para alguém que ia se casar em poucas horas.

Sentou ao meu lado como se fosse qualquer outro dia.

Ficamos em silêncio por alguns segundos. O vento mexia as folhas do jambo acima da gente.

— Você sempre gostou desse banco — ela disse.
— Sempre — respondi. — Dá pra pensar melhor aqui.

Ela sorriu de lado.

— Eu imaginava.
— Tá nervosa!!?
— Muito. rsrs
— Pois nem parece..
— É que eu sei disfarçar bem. Mas eu fico pensando, são muitas mudanças. Não sei se estou preparada.
— Talvez a gente nunca esteja, mas nunca esqueça, qualquer coisa a gente vai ta aqui. Sempre vai ter para onde você voltar
— Aain pai, obrigada. Vou sentir tanta falta de vocês, do senhor.
— Oh minha filha, eu também vou sentir sua falta.

Então acolhi ela num abraço. Era a ultima vez que ela estaria debaixo da minha proteção.

Fomos desfazendo o abraço,então ela virou o rosto pra mim. Os olhos puxados, atentos, mais sérios do que de costume.

Começou, parou, respirou fundo.
— Pai, posso perguntar uma coisa pro senhor?
— Pode, é claro.

Respondi tranquilamente, sem fazer a mínima ideia do que estava por vir. Ela olhou pra frente, não pra mim.

— Pai. Eu sempre quis saber uma coisa…..
— Hum…o que é?

Então ela começou a falar, fiquei paralisado vendo os lábios dela mexer e ao ouvi-la automaticamente um filme passou na minha cabeça.Minha mente me fez retornar a coisas que aconteceram nos últimos oito anos antes daquele momento.

No dia a dia, a gente funcionava como qualquer pai e filha. Tomavamos café da manhã juntos, jogamos conversa fora, riamos enquanto assistimos programa de tv iamos ao mercado fazer compras, dava a ela mesada, ia buscar no shopping, etc..

Nesse meio tempo ela crescia — não só no corpo, mas no jeito. Ganhava firmeza, opinião, autonomia e de repente tudo começava a girar em torno dela

Então eu via surgir momentos…certos momentos que eu, como posso dizer, via ela com outros olhos. Não era algo que eu observava de forma deliberada, pelo menos não no início, era quase involuntário.

Via ela vestida pela casa com roupas curtas e apertadas e eu pensava algo como: “nossa, quando foi que ela ganhou esse corpo? e esses quadris estreitos, e essa bunda? eram grandes e davam uma estrutura que chamava atenção não pelo exagero, mas pela firmeza.”

Certa vez já tarde da noite encontrei ela parada na cozinha, apoiada na pia vestida com um shortinho (segundo ela era um short) amarelo micro, muito curto que mostrava sua bunda.

Fiquei parado, babando, observando como ela era gostosa. Sim, minha filha estava se tornando uma mulher gostosa. Não anunciava a minha presença para prolongar o máximo de tempo possível a minha contemplação.

Eu já mordia os lábios de tanto tesão quando ela vira-se de repente, se assustando: “ai pai que susto” ao mesmo tempo que me assustava

“Desculpa” respondi com a voz embargada.

Não deu nem muito tempo para eu me recuperar do susto, pois quando ela virou me presenteou com seus “faróis” acesos. Ela vestia uma camisa branca tecido de algodão, sem sutiã por baixo.

Era transparente suficiente para ver a aréola marrom dos peitos dela.

- O que você ta fazendo a corda a essa hora menina!?
- Um lanche da madrugada. Disse ela rindo
- Eu fico imaginado onde essa comida toda que você come vai parar
- As vezes faço essa mesma pergunta.

Eu conversava com ela enquanto meus olhos iam fintando o corpo dela. E eu sentia a tensão subir pelo peito quando percebia que estava olhando além do aceitável.

Então eu desviava…sempre desviava..também por medo dela perceber algo.

Mas bastava uma outra ocasião com ela passando pela sala, de shorts curtos e apertados, descalça, cabelo preso de qualquer jeito, e meu olhar ia antes de eu conseguir segurar.

Outras vezes, ela se abaixava pra pegar alguma coisa, sua bunda empinada na minha frente era um convite ao prazer.

Então minha imaginação trabalhou pela primeira vez, sim, deixei meus pensamentos mais loucos agirem naquele momento. Me vi atrás dela, segurando na cintura dela, ambos pelados.

Eu metendo nela por trás, sentindo a boceta dela quente e molhada. Ela me olhando com aquela carinha de ninfeta safada pedindo para eu meter mais e mais fundo.

“Vai pai, mete, mete com força”

Fiquei tão distraído pensando naquilo, só voltei a si,com a minha esposa me chamando.

“Que cara de bobo é essa Ricardo” dizia ela

E eu só dizia que não era nada.E percebia Rosa me olhar com um olhar indagador. Então eu me perguntava no que ele estava pensando,será se desconfiava de algo? será se podia ler a minha mente e descobrir que eu estava pensando em fuder a boceta dela naquele momento?

Claro que não podia, era só o meu cagaço agindo sobre mim...então eu tentava deixar o tempo passar para esquecer aquilo.E funciona por tempo.

Meses depois, em uma outra noite, estávamos os três sentados à mesa. Conversa normal. Risos leves. Cada um falando de como foi o dia do outro, então minha filha inclinou o corpo pra frente pra alcançar algo, e eu vi, por um segundo apenas, um pouco dos seios dela através do decote da roupa.

Levantei o olhar rápido demais.E dei de cara com o dela. Ela abriu um sorriso curto,sereno completou dizendo:

— O senhor ta bem!?
— Eu!!? tou sim, porque!!? respondi mantendo o tom da voz firme tentando disfarçar o nervosismo
— Sei lá, ta com uma cara estranha. rsrs

Minha esposa ao lado me olhou e disse: “é você parece nervoso”

—Tou mesmo, Rosa não termina nunca de colocar a carne no prato. Tou morrendo de fome e com vontade de provar a carne

Rosa riu e minha esposa se calou, mas aquele segundo ficou suspenso no ar. Mas várias interrogações brotavam na minha mente: “caralho, será se eu olhei de alguma forma diferente”? Será se Rosa percebeu? ou pior, será se minha esposa percebeu!?”

Era um alerta, para eu parar com aquela merda, para deixar de pensar besteiras.Mas não adiantava muito, minha filha era muito carinhosa comigo. Abraços.
Toques rápidos. Proximidade sem malícia. E cada gesto desses vinha acompanhado da mesma luta interna: manter o corpo quieto, o rosto neutro, e passei a me vigiar ainda mais.

A vida seguia, uns dois anos depois, quando eu achava que tinha conseguido superar aquele desejo inapropriado, na sala, à tarde, ela(Rosa) sentava no chão com as pernas dobradas, concentrada no celular aproveitando o final de ano sem aulas.Eu ali do lado observando-a.

Então ela comenta sobre a expectativa da entrada na faculdade, de que estava procurando conter a ansiedade dela pelo que ainda viria.

Ao mesmo tempo que eu tinha que conter minhas inclinações,olhava primeiro para o rosto dela. Depois… às vezes… o olhar escorria. Quadril fino, glúteos cheios.Eu puxava o freio na mesma hora. Tossia. Mudava de posição tendo que esconder dela meu pau pulsando por debaixo da bermuda.

Ela nem fazia ideia de como conseguia me deixar de pau duro com extrema facilidade. Naquele mesmo dia, só que à noite, eu estava na sala, assistindo televisão,minha esposa já tinha ido deitar.Então ela apareceu irresistível. Usava uma camisa branca de alcinha comprida que descia até a região da bunda.

“Pensei que você tinha ido dormir” falei surpreso ao vê-la
“Tinha, mas bateu uma fome” disse ela
“Não é possivel Rosa, nós jantamos não faz tanto tempo assim”

Ela riu, foi até a cozinha e voltou com uma barra de chocolate na mão. Ela sentou do meu lado e eu falei:

“Eu acho que seu caso não é fome” falei brincando
“Ai pai me deixa comer meu chocolate em paz” rsrs

Ficamos rindo, e alguns minutos depois, o sinal da TV começou a falhar, a imagem a picotar.

“Pai, a imagem ta horrivel, como o senhor consegue assistir algo assim!?”

Ela levantou e foi mexer na antena da tv

A televisão ficava presa a parede, a antena estava por de tras. Ela esticou o braço para alcançar a antena. A camiseta subindo um pouco nas costas, começava a mostrar o que escondia por debaixo.

Ela vestia um micro short azul atolado no rabo. A bunda dela mastigava o short, que se perdia a cada movimento que ela fazia.

Não me aguentei, comecei a me tocar discretamente por cima do short

— Assim melhora? — ela perguntou.
Respondi no automático: “Não, ainda não”

Mas realmente a imagem estabilizava por alguns segundos e depois ficava ruim de novo.Então ela começou a movimentar a antena em outras direções enquanto meu pau crescia cada vez mais.

E eu pensando:”como pode ser tão gostosa!?” “foi eu mesmo que fiz esse mulherão??”

Eu me orgulhava ao mesmo tempo que meu tesão aumentava.Peguei a almofada ao lado e coloquei sobre meu colo com intuito de esconder minha ereção. Em seguida fui colocando devagarinho minha mão por debaixo do short.

Comecei a bater punheta, mas fazendo um movimento bem devagar para o caso dela virasse não notasse.

— Ai, essa porcaria não fica boa nunca, eu tou quase desistindo. Disse ela
— Não!!

Falei de maneira efusiva fazendo-a olhar para atrás

— Nossa pai, calma. Vou tentar mais uma vez.

Tenta mais um pouco. Tenho certeza que vai pegar

Ela ficava de ponta de pé tentando prender o fio no prego na parede.Então ela ficou fazendo aquele movimentos repetidos, sua bunda balançando e a minha imaginação voltou a brincar comigo.

Imaginava ela sentada no meu pau, aquela bunda engolindo meu pau, subindo e descendo. Eu segurando a cintura dela a ponto de jorrar meu leite na boceta dela.

Enfim a imagem estabilizou. Ela voltou a sentar do meu lado enquanto eu congelava que nem uma estátua.

Eu ainda estava com a mão no meu pau encoberto pela almofada. Olhava para frente, com o pescoço duro com medo de virar para o lado e ela notar algo. Para piorar ainda mais, no instante seguinte ela se aproxima de mim e encosta a cabeça dela no meu ombro.

Ela fazia comentários a respeito do programa que passava na televisão e eu sorria, mas de nervoso.

Uma situação de merda, estava cagado de medo dela notar algo. Só pensando: “porra, se ela notar algo? o que eu digo!?” “O que foi que eu fiz!!?”

Então tive uma ideia:

— Filha, quer pegar um copo d´agua pro pai não!?
— Ai pai, tou tão bem aqui.
— Por favor!!
— Ta, ta bom. vou pegar.

Ela saiu em direção a cozinha e eu na direção do banheiro. Tirei a roupa e comecei a bater uma punheta lembrando da cena do rabo gostoso dela. Aquela noite foi a primeira vez que bati punheta para minha filha.

Enquanto estava lá sentado na privada, cada vez mais proximo de gozar, escuto duas batidinhas na porta e uma voz suave a me chamar

— Pai!!? pai!?

Porra, era Rosa, o que ela queria, pensei

— Oi filha. O que você quer!!?
— Só para avisar que deixei o copo com agua lá na sala. Tou indo dormir.
— Ta certo... haaaa caralho!!!

Em meio a ejaculação deixar escapar um gemido de tesão.Claro que ela ouviu e perguntou:

— O senhor ta bem!?
— Mais ou menos. É que a janta não me fez muito bem.
— Entendi rsrs vou deixar o senhor em paz... beijos
— Beijos filha

Depois daquela aliviada, diminuí mais minhas inclinações por ela. Eu tentava me controlar mais. Passou mais alguns anos depois daquele episodio, cinco para ser exato. Rosa já tinha 21 e cada vez mais se distanciava de mim, algo natural da vida, ela fazia faculdade, trabalhava, eu tinha meu emprego, a correria do dia a dia nos afastava e de alguma forma aquilo me ajudava a esquecer meus delírios sexuais por ela.

Foi nessa época que surgiu o Fabricio, rapaz educado. Rosa falava dele com brilho nos olhos. Eu escutava com atenção verdadeira. O rapaz não parecia ser dos piores, então comecei a sentir que estava cada vez mais perto da minha Rosa sair do meu jardim.

Com isso em mente, voltei a sentir novamente os desejos que me atormentaram outrora.Rosa já tinha um corpo desejável antes, agora mais velha só melhorava.

Então eu criava meios de vê-la, passei a criar um hábito de sempre ir no quarto dela saber como ela tava, como tinha sido o dia dela, abraçá-la e desejar boa noite. Era nesses momentos que eu era agraciado com a beleza do corpo dela.

Ela vestida dentro daqueles babydoll curtos e apertados me deixavam repleto de tesão. Me fazendo voltar a bater punhata pensando nela.
Mas minha estratégia não parava por ai, conseguir com muito esforço leva-la ao Clube Jaó, numa tarde de domingo.

Fazia muito tempo que não iamos ao clube. O sol estava estalando no concreto quente, crianças correndo, gente conversando alto. O cheiro de protetor solar e cloro no ar. Eu e Rosa sentados na beira da piscina, os pés dentro d’água.

Ela usava um biquini onde peça de baixo era preta e a de cima branca com listras pretas. O cabelo solto. Ria de algo que eu disse, jogando água em mim.

— Para, pai! — ela dizia, rindo, enquanto me empurrava de leve.

Ela mergulhou. Quando voltou à superfície, fiquei olhando para a beleza dela, sem se dar conta que ela me observava. Não de um jeito óbvio.

— Que cara é essa!!? perguntou
— Nada. Só pensando em como você mudou desde a última vez que estivemos aqui.

Claro que eu menti, estava desejando-a em silêncio. Com uma saudade do que nunca tive.

Foi o ano mais intenso do meu desejo secreto por ela. Inumeras punhetas no banheiro com ela no pensamento se foram, e assim passou mais 2 anos. Nesse periodo Rosa e Fabricio ficaram noivos, e logo a veio o dia do casamento.

Estávamos todos arrumados, eu vestia um paletó cinza, blusa branca por baixo, gravata borboleta e minha esposa com um lindo vestido verde. Todos os preparativos foram feitos em casa.

Quem tinha que ir na frente foi, só ficou eu, minha esposa e minha filha em casa. Do lado de fora o carro que nos levaria para igreja estava a posto para nos levar.

Eu estava muito nervoso nesse dia, não conseguia ficar parado. Andava de um lado para o outro. Inquieto, sentei num banco de madeira velho que ficava no jardim.

E aqui volto ao momento onde tudo mudou. O momento da pergunta:

" Pai. Eu sempre quis saber uma coisa….. "


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Rosa, um tesão de filha - PARTE 1

Codigo do conto:
252179

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
14/01/2026

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