Familia incestuosa em construção 2


Alguns dias depois, Lucas se aproximou de mim novamente e nós fizemos as pazes. Saimos, fomos no barzinho cheio de luzes piscando e gargalhadas espalhadas.Eu estava sentada em um canto da mesa comprida, cercada pelos amigos de Lucas. Ele, como sempre, estava no centro da atenção, contando histórias exageradas das aventuras dele em esportes radicais.

Eu tentava sorrir, mas me sentia deslocada Vestia uma saia curta, um saltinho, com copo de bebida pela metade… sentia que nada daquilo me preenchia. Começava a entender que nem tudo era sobre festas, sobre lugares lotados, sobre estar sempre rindo. No fundo, a sensação era de estar rodeada de gente e, ainda assim, sozinha.

Dois amigos de Lucas se aproximaram. Um deles, já visivelmente alterado pela bebida, se inclinou na minha direção.

— Você tá muito quieta hoje… tá sem graça sem o namorado perto?

O outro riu, encarando-a de cima a baixo de um jeito que fez seu estômago revirar.

Lucas estava a poucos metros, rindo com um grupo, sem perceber — ou sem se importar. Me levantei, fui até o Lucas e sussurrei em seu ouvido algo, em seguida saimos para um lugar mais reservado.

Era uma sala escura, com puffs vermelhos espalhados pelo ambiente.

-Tem certeza que quer fazer isso aqui!? perguntou Lucas

-Sim, quero.

Então eu baixei o flash da calça de Lucas, coloquei minha mão pelo buraco passando a punheta-lo. Pela situação em si, rapidamente Lucas fica de pau duro.

Em seguida sentei no colo de Lucas, posiciona a pica dele na entrada de sua buceta e vai sentindo ele entrando cada vez mais fundo.

Comecei a movimentar meus corpo, um vai e vem disfarçado..Mas logo o tesão faz com que o balanço se intensifique.

Não aguentei, comecei a me mover um pouco mais rapido, começa a querer ficar afogente. Lucas me olhava com um misto de aflição e tesão.

A tensão do momento tirava nosso ar.

Minha boceta começa a se contrair, meu corpo a tremer…queria beijar e agarrar ele, mas quem passasse perto da gente iria perceber o que estava acontecendo.

Então Lucas apertou minha cintura, olhei pra ele e falei baixinho:”vai gozar amor!!?” Ele balançou a cabeça…alguns segundos depois sentir o jato da porra dele dentro de mim.

Fiquei com tanto tesão de sentir ele gozar em meio ao ambiente em que estávamos que gozei em seguida..eu tremia muito, e quando o tesão diminuia eu olhava ao redor se alguém tinha notado algo.

Aparentemente não, então nos ajeitamos discretamente e cada um foi ao banheiro e retornamos ao local onde estavam as outras pessoas que estavam com a gente.

Nós agíamos normalmente, parecia que nada tinha acontecido, então o celular vibrou. Eu olhei: “pai”.

Antonio: “Como você tá? Faz dias que não nos falamos direito.”

Flavia: “Num bar com o Lucas e os amigos dele.”

Antonio: “Se divertindo?”

Flavia: “Tou tentando.”

Antonio: “Bom, então vou deixar voce se divertir..qualquer coisa tou por aqui”

Então,um detalhe me chamou atenção: a foto de perfil do meu pai havia mudado. Ele estava ao lado de uma mulher, rindo, no que parecia ser um restaurante. O meu peito apertou de um jeito que eu não entendi — ou não quis entender.

Então mandei uma mensagem…

Flavia: “Quem é na foto?”

Antonio: “Uma amiga. Tenho saído um pouco… bom conversar com gente nova.”

Flavia: “Amiga!? e quem coloca foto de perfil com amiga?

Ele respondeu a pergunta com um emoji de sorriso…Em seguida ele escreveu: “A gente tá apenas se conhecendo”

Então eu escrevi: Hum..senhor parece até mais leve na foto. tentando não deixar transparecer a ponta de ciúme.Em seguida escrevi:”Pra quem ta apenas se conhecendo não é apressado mudar a foto de perfil com ela”.

“Só achei a foto bonita”… ele devolveu. “ Sei….”respondi

Alguns dias depois eu descobri que a moça da foto era um colega de trabalho do meu pai. Então eu decidi ver com os próprios olhos quem era a moça. Usei como pretexto: devolver um livro que meu pai havia emprestado meses atrás — ,

Cheguei no escritorio onde ele trabalhava, passei por um corredor tinha plantas metálicas, um mural com cartazes de oficinas e uma cafeteria pequena, com mesas que olhavam para a rua.

Olhei de longe a sala do meu pai,ela tinha um porta de vidro que permitia ve quem estava dentro da sala.Meu pai estava de pé, encostado na mesa, os ombros largos e a postura calma que tanto me acalmava. Ao lado dele, a mulher da foto, ela ria de algo que ele dizia — uma risada curta, prática. Não foi um riso de casais, mas havia intimidade; gestos que pareciam livres, mãos que se encostavam sem cerimônia. Quando ele se aproximou dela para pegar algo, a mão dele tocou o antebraço dela por um segundo que se estendeu até parecer eterno.

Entrei na sala deixando o livro cair quase sem querer no balcão. Ambos olharam. Meu pai sorriu: aquele sorriso de surpresa, meio envergonhado,.A mulher me olhou de imediato com um brilho profissional — a curiosidade equilibrada por educação.

— Filha! — meu pai correu um passo, e o abraço dele foi tão natural que trouxe uma onda conhecida, antiga, de consolo. Senti as costas dele firmes, o cheiro do perfume dele misturado ao de café que vinha da camisa.

— Vim trazer o livro — disse, tentando dominar a voz.

— Que isso filha, não precisava vir até aqui trazer esse livro.A proposito, Marcela, essa é minha filha Flavia, Falvia essa é Marcela.

Agora a mulher desconhecida tinha um nome, era Marcela. Nos cumprimentamos brevemente. Eu um pouco fria, e ela tentando ser mais simpática
Marcela então alertou meu pai sobre algumas tarefas, meu pai me olhou como quem pede licença sem se desculpar. Havia calma na expressão dele, mas também um gesto de alguém dividido.

Tive que ir embora, fui caminhando em direção a saída e quando olhei para trás vi eles sorrindo enquanto conversava algo que eu não podia mais ouvir.


Por algum motivo,lembranças de um passado não tão distante tomavam conta da minha mente.Lembrei do pedalinho no rio, as águas se abrindo num chiado, o casco batendo suave contra as ondas que o vento fazia. Meu pai a empurrando com força controlada, rindo, deixando que eu comandasse o giro do barco; seus dedos, largos e morenos, guiando o remo enquanto eu batia palminhas de alegria.

Eram tardes simples: pipoca à beira da água, conversa leve, perguntas sobre qualquer bobagem — e depois, no caminho para casa, silêncio aconchegante, braço protetor na cintura.

Agora, as lembranças caíam como folhas mortas: cada passeio com seu pai estava ficando raríssimo. Então eu lembrava nitidamente de ter trocado, mais de uma vez, um domingo de pedalinho com meu pai, por uma viagens com Lucas, onde por muitas vezes eu nem queria ter ido.

E como eu suspeitava, o fluxo de mensagens trocadas entre eu e meu pai diminuiram. Marcela devia ta cada vez mais presente na vida dele, eles provavelmente estavam saindo juntos.

E eu me perguntava, será se o negocio esta ficando sério? será oficial? talvez tenha virado namoro.No fim de semana, sem avisar, liguei para meu pai e pedi que fosse me buscar no hospital-escola na segunda feira. Eu estava com saudades, precisava ver o rosto dele.

Quando ele chegou, fechando a porta do carro eu perguntei sem rodeios.

— Senhor está namorando com a Marcela? — a pergunta saiu dura, direto ao ponto.

Ele hesitou, olhando para o chão por um segundo. Depois levantou o rosto, e o olhar dele — profundo, moreno, sempre tão difícil de decifrar

— Não é nada formal — disse ele, remoendo as frases. — A gente… tem saído. Conversado.

A confissão, tão cuidadosa, soou como uma promessa não-pedida: ele não estava comprometido, mas também não estava só. Para mim, isso foi um golpe ambíguo: existia alívio (não é nada sério), e dor (ele não é só meu porto). O meu peito apertou porque entendia, enfim, a lógica adulta de quem busca companhia e se permite recomeçar, mesmo que aos poucos. E porque, secretamente, ela esperava um tipo diferente de exclusividade — injusta, imatura, mas real.

Fomos conversando no caminho, ele perguntou sobre meu ex, se ele tinha parado de me ligar, eu disse que sim. Perguntou sobre o Lucas e eu contei sobre o episodio da briga na academia, onde a gente brigou por coisa simples, como sobre quais exercícios íamos fazer.

Meu pai reagiu com um misto de riso e incredulidade e eu entendo ele. Mas tudo era motivo de briga entre eu e Lucas,eu já estava cansada e doida para dar as contas dele, mas sempre que eu tentava terminar, ele implorava, dizia que ia melhorar.

Mas eu tinha certeza que era da boca pra fora, ele não queria me perder por que eu era puta na cama, tinha alguns fetiches também e ele adorava, mas era só isso que ele via em mim e eu estava cansada.

Bom, quando foi a noite, enquanto rolava na cama, vi meu celular vibrar. Era uma notificação no WhatsApp do meu pai. Fiquei surpresa e curiosa, pois ele não conversava comigo a noite já tinha um tempo…então eu entrei na conversa... e então arregalei os olhos.

Era uma foto, de visualização única, mostrava meu pai sentado, apenas de cueca, e a mensagem: "O que você achou, Marcela?"

Soltei um riso abafado, misto de surpresa e vergonha alheia. "Meu Deus, pai... você é impossível." pensei, imaginando a confusão que viria.

Fiquei pensando: ”será se respondo?” ou finjo que nem vi?

Optei por ignorar, fingir que não foi comigo, ele também não falou nada, nenhuma mensagem. Mas eu não conseguia tirar da cabeça a imagem do meu pai de cueca. Ele não tinha o corpo malhado do meu namorado, longe disso.

Era um corpo normal, um pouco de barriga abdominal, de uma pessoa que não pratica nenhuma atividade física e toma seus chopes.

Só sei que o inusitado da situação me fez ficar relembrando a imagem da foto, talvez um desejo de não esquecer o que eu tinha visto…

continua...

Foto 1 do Conto erotico: Familia incestuosa em construção 2


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Comentários


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kabel-74 Comentou em 12/02/2026

Eita que esse pai é um tesão de gostoso 😍

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arlsa69 Comentou em 12/02/2026

Muito bom essa complicidade entre pai e filha

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gatabisolteira Comentou em 12/02/2026

Me acabei na siririca! Que delícia!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Familia incestuosa em construção 2

Codigo do conto:
254481

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
12/02/2026

Quant.de Votos:
4

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