Para sempre: Meu pai, meu homem 2 ( Parte 7 )

Os dias foram se ajeitando sozinhos, quase sem a gente perceber. Não teve combinado, nem conversa séria. As coisas simplesmente passaram a funcionar.
Eu saía cedo pra trabalhar, ainda meio sonolenta, e ele já estava de pé. Café passado, janela aberta, rádio baixinho — não mais como fuga, mas como companhia. Meu pai assumiu a casa com uma naturalidade que me surpreendeu.

Varreu, lavou, fez mercado, aprendeu os horários do prédio melhor do que eu. Uma vez por mês, separava as contas direitinho e ia até a lotérica pagar tudo, com os comprovantes dobrados no bolso da camisa.

— Pode deixar, fIlha. Isso aqui agora é comigo. Ele dizia e era mesmo.

Eu voltava cansada, cheia de ruído da rua, do trabalho, da vida. E encontrava a casa em ordem, comida simples no fogo, aquele cheiro que não pesa. Aos poucos, a sensação de estar “visitando” meu próprio apartamento foi passando. Aquilo virou casa de verdade.

À noite, a cama ainda exigia adaptação. Meu pai demorou a se acostumar a dormir com alguém por perto depois de muitos e muitos anos. Às vezes acordava assustado, como se tivesse esquecido onde estava. Eu sentia o corpo dele enrijecer, a respiração mudar.
Nessas horas, eu só me aproximava um pouco mais.

— Tá tudo bem… sou eu.

Então ele me agarrava, um abraço forte mesmo e a cabeça apoiava-se no meu peito. Eu começava a acariciar, fazer um dengo na cabeça dele que ficava cada vez mais sem cabelos e o sono voltava devagar.

Com o tempo, o corpo dele foi relaxando. Já não se afastava instintivamente. Às vezes até puxava o cobertor pro meu lado, num gesto pequeno, quase tímido, mas que dizia muito.

Passei a cuidar dele como tinha prometido que cuidaria. Marquei médico, fui junto, sentei ao lado na sala de espera. Insisti em exames, remédios, rotina.

Aproveitei a “deixa” do médico para convence-lo de ir a academia.

Ele fez uma careta na hora.

— Academia é coisa de gente nova, filha

— Nada disso. É saúde. E eu vou com o senhor.

Foi isso que convenceu.

Começamos a ir juntos. Eu de legging, cabelo preso, ele com camiseta larga e tênis novo, ainda meio sem jeito entre os aparelhos. No começo, reclamava.

Depois passou a rir. Criou amizade com o instrutor, aprendeu o nome das máquinas, começou a se orgulhar de pequenas conquistas

— Hoje aumentei o peso. Pouquinho, mas aumentei.

Eu fingia normalidade, mas por dentro comemorava como se fosse um troféu.

Meses passaram assim. Em cuidado, repetição, presença. O que antes era exceção virou cotidiano. E o cotidiano, curiosamente, foi curando coisas que
conversa nenhuma tinha dado conta.

Até que um dia, voltando da academia, eu falei quase sem pensar:

— Pai… o senhor já pulou carnaval alguma vez?

Ele riu, achando graça da pergunta.

— Nunca. Isso nunca foi pra mim.

Olhei pra ele, suado, vivo, rindo fácil… e tive certeza de uma coisa.

— Então esse ano vai ser.

Ele me encarou, desconfiado.

— Você tá falando sério?

— Tô. — sorri. — O senhor saiu do isolamento, aprendeu a dividir cama, rotina, cidade grande… não vai ser o carnaval que vai te vencer.

Ele balançou a cabeça, ainda rindo, como quem não acredita muito, mas já começa a imaginar.

Nunca vou esquecer aquele dia.

Acordamos cedo, com o som distante do batuque já ecoando pela cidade. O calor prometia, o céu estava aberto, e tinha no ar uma energia diferente — daquelas que avisam que algo bom vai acontecer.

Me vesti sem pensar muito: top branco, short verde, tênis confortável. Quando saí do quarto, encontrei meu pai na sala, de camisa branca passada com cuidado e bermuda bege. Ele se olhava no espelho como quem não se reconhecia totalmente… mas gostava do que via.

— Tá bonito, viu? — eu disse, sorrindo.

— Bonito demais pra minha idade, talvez. — ele respondeu rindo, meio sem jeito.

A gente saiu de casa e, à medida que se aproximava do bloquinho, o som crescia. Ruas lotadas, gente espremida sorrindo, latinha de cerveja gelada na mão, ambulantes gritando preços de tudo quanto é coisa: água, glitter, chapéu, espetinho. Era bagunça, era calor, era vida pulsando sem pedir licença.

Meu pai olhava tudo com olhos atentos, quase infantis. Cada detalhe parecia novidade. Uma banda passando, uma fantasia exagerada, um casal dançando no meio da rua como se o mundo tivesse parado só pra eles

— É sempre assim? — ele perguntou, alto, por causa do barulho.

— Carnaval é isso aí. — respondi.

Em algum momento, o corpo começou a acompanhar o ritmo sem pedir permissão. Primeiro os pés, depois os ombros. Quando percebi, eu já estava sambando no meio da rua. Olhei pro lado e vi meu pai me observando, rindo.

— Não fica só olhando não! — puxei a mão dele. — Vem!

Ele resistiu um segundo, só um. Depois se deixou levar. Meio duro no começo, passos tímidos, mas logo o corpo foi soltando. A camisa branca já suada, o sorriso aberto, o riso fácil. A gente sambava no meio da multidão como se aquele espaço tivesse sido feito só pra nós dois.

Ali, dançando no meio da rua, eu entendi tudo.

Ele já não era mais aquele homem curvado pela solidão, preso a uma casa silenciosa no interior. E eu já não carregava aquele peso antigo de culpa, de ausência, de ter ido embora cedo demais.

A gente estava ali. Inteiros. Presentes.

Voltamos pra casa no fim do dia, cansados, suados, felizes. Tomamos banho juntos, sentamos na sala ainda com o som distante da festa entrando pela janela. Conversamos pouco, mas o suficiente.

— Nunca pensei que ia viver isso. — ele disse, com a voz tranquila.

— Nem eu. — respondi. — Mas ainda bem que a gente deixou.

Nos olhamos com aquele orgulho silencioso de quem sabe que construiu algo raro. Não perfeito. Mas verdadeiro. Uma mistura estranha e bonita de entrega, compreensão, prazer de estar vivo e emoção que não cabe em explicação simples.

Fomos pra cama ainda com o corpo quente do dia, o lençol colando de leve na pele. A cidade já estava mais silenciosa, só um eco distante de tambor insistindo em não ir embora.

Apaguei a luz deixando só a luz de fora da janela iluminando o quarto e fiquei de lado, olhando pro teto.

— Pai… — falei, segurando o riso. — Tu viu aquela mulher do bloquinho? A de vestido azul, cheia de glitter no cabelo?

Ele soltou uma risada baixa.

— Vi demais. E o homem que tava com ela então? Pense num sujeito animado. Mais velho que eu, e pulando que nem menino.

— Ela disse que eles se conheciam fazia décadas. — completei. — E ainda assim tavam ali, sambando como se fosse a primeira vez.

Ficamos um instante em silêncio, cada um preso naquela imagem.

— Sabe o que me passou pela cabeça? — ele disse. — Que talvez o fim da vida da gente seja assim… não no sentido da festa, mas da companhia.

Virei o rosto pra ele no escuro.

— Como assim?

— Você mais velha… eu mais velho ainda. — respondeu com simplicidade. — Você cuidando de mim, do jeito que já cuida. E eu tentando não dar trabalho demais.

Sorri, sentindo os olhos marejarem.

— Eu imagino isso às vezes. — confessei. — Eu reclamando, fingindo impaciência… mas ali. Até o fim.

Ele respirou fundo.

— Se for assim, eu vou ter vivido mais do que jamais imaginei.

Aproximei meu corpo do dele e o abracei forte, como quem tenta guardar aquele futuro dentro do presente. Ele me envolveu com os braços, apertando devagar, com emoção contida.

Ele segurou meu rosto, apesar da sua mão ser pesada, ele a usava de forma delicada e carinhosa. Ficamos nos olhando nos olhos

— Eu amo a forma como o senhor me toca e me olha sabia painho!!?

— É por que eu te amo minha filha, mais que tudo nessa vida.

— Eu sei painho, eu sinto.

Fechei os olhos, senti o lábios dele encostando nos meus. A boca dele se encaixava perfeitamente na minha. Os movimentos pareciam ensaiados.

Ele mordia meus labios, Enquanto eu começava subir em cima dele...

Tirei minha camisola, joguei longe. Fico nua.Ele segura minha cintura enquanto eu começo a me movimentar pra frente e pra tras.

Já conseguia sentir o pau dele duro por cima da roupa. Ele tratou de baixar o short e cueca. Peguei o pau dele posicionando na entrada da minha boceta, com um simples movimento pra trás senti ele entrar de vez.

Inclinei meu corpo de encontro ao dele passando a beija-lo enquanto rebolava meu rabo na piroca dele.As mãos dele desceram pelo meu quadril chegando na minha bunda, onde ele apertava

Eu gemia no ouvido dele: “aaaain aaain assim painhoo”

- AAAH MINHA ROSANA, MINHA FILHA, MEU AMOR COMO VOCE FODE GOSTOSO

- COME PAINHO, COME GOSTOSUUN AASSSINN

Ele segurava minha bunda com força, metendo cada vez mais fundo e forte. E eu queria mais, mais e mais, queria que aquele momento não acabasse nunca. mas a conexão dos nossos corpos não permitiam. Gozamos rapidamente.

Meu corpo estremecia enquanto eu rebolava na pica dele. Sentia meu corpo ficar mole, ele me segurar pela cintura até ciar sobre ele lentamente. Aos poucos fui adormecendo. Lembro apenas de sentir ele me abraçando de conchinha

O carnaval acabou naquela noite. Mas o que começou entre nós… isso não tinha data pra terminar.

Foto 1 do Conto erotico: Para sempre: Meu pai, meu homem 2 ( Parte 7 )

Foto 2 do Conto erotico: Para sempre: Meu pai, meu homem 2 ( Parte 7 )

Foto 3 do Conto erotico: Para sempre: Meu pai, meu homem 2 ( Parte 7 )


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Para sempre: Meu pai, meu homem 2 ( Parte 7 )

Codigo do conto:
254557

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
13/02/2026

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