Um sonho a dois - 5

Depois daquela experiência terapêutica, decidimos enfim ir ao ambiente naturista.

Ela caminhava devagar ao meu lado com o vento forte que fazia balançar os cabelos cacheados dela.

Por alguns minutos nenhum de nós falou nada.

Apenas caminhamos.

Silenciosos.

Processando tudo.

Até que ela soltou uma pequena risada.

Olhei para ela.

— O quê?

Ela balançou a cabeça.

— Eu ainda não acredito que comecei a tremer daquele jeito.

Sorri de leve.

— Você me assustou um pouco.

— Eu também fiquei assustada.

Ela olhou para as próprias mãos.

— Mas ao mesmo tempo…

Parou por um instante procurando palavras.

— Parecia que alguma coisa presa dentro de mim estava finalmente saindo, sabe!?

— É, parecia mesmo

— E aquelas coisas que o senhor disse hein!?

— Olha, agradeça pro eu ser noveleiro

Começamos a rir e e então visualizamos uma placa de madeira com a inscrição: “Freedom Zone”

Livia leu aquilo em silêncio.

Depois me olhou.

— Última chance de fugir. Eu falei

Ela riu baixinho e disse.

— O senhor primeiro.

Assenti lentamente.

Baixei minha sunga de uma vez e quando olhei para trás, tive a visão que me fez ve tudo de forma diferente.

Livia esta nua na minha frente, seios fartos, firmes, barriga seca e buceta cujo os pelos parecia formar um coração.

Como era bela a minha filha, que mulherão que tinha feito e agora estava vendo ela em toda sua magnitude.

Claro que entre a contemplação também havia um certo constrangimento

Cru.

Violento.

A sensação de vulnerabilidade

Ambos, eu e ela mapeou o corpo um do outro. Sabe aquele olhar rapido que depois você desvia quando percebe a pessoa olhando? foi mais ou menos isso que
aconteceu

Livia ficou vermelha na mesma hora.

Eu provavelmente também.

Por alguns segundos evitamos até olhar um para o outro.

Mas ninguém ao redor parecia se importar.

Ninguém encarava.

Ninguém ria.

O vento do mar bateu na minha pele.

Livre.

Sem peso.

Sem tecido.

Sem máscaras.

Livia fechou os olhos por um instante respirando fundo.

Depois começou a rir.

Uma risada nervosa.

Mas verdadeira.

Olhei para ela.

— O quê?

Ela abriu os olhos ainda rindo.

— Isso é completamente maluco.

Acabei rindo também.

Caminhamos pela areia e começamos a ter o primeiro impacto, era inevitável.

Corpos.

Homens.

Mulheres.

Casais.

Todos completamente nus.

Conversando normalmente.

Tomando drinks.

Lendo livros.

Nadando.

Como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo.

Livia imediatamente cruzou os braços sobre o corpo. Querendo esconder os seios e boceta

Instintivamente.

Eu também senti tensão.

Desconforto.

Anos e anos de vergonha social não desaparecem em segundos.

Ela se aproximou um pouco de mim.

— Meu Deus…

Falei baixo:

— Quer ir embora?

Ela olhou ao redor novamente.

Ninguém parecia nos observar.

Ninguém julgava ninguém.

Era estranho.

Muito estranho.

Mas ao mesmo tempo…

estranhamente pacífico.

— Não — ela respondeu. — Acho que preciso me acostumar.

Nos demos as mãos e caminhamos devagar pela praia.

A areia branca queimava levemente os pés.

O som das ondas ajudava a relaxar.

Depois de alguns minutos Livia falou:

— Como isso é estranho. rsrs

— Muito.

Ela observou um casal mais velho entrando no mar de mãos dadas.

Livres.

Sem vergonha.

Sem medo.

A nossa esquerda, uma mulher passava bronzeador nas costas do parceiro enquanto ria.

Ali ninguém parecia tentar impressionar ninguém.

Os corpos eram reais.

Imperfeitos.

Humanos.

Havia cicatrizes.

Barrigas.

Peles envelhecidas.

Tudo coexistindo sem julgamento.

Talvez aquilo fosse liberdade mesmo.

Ficamos parados, de frente ao mar, Livia soltou minha mão e caminhou em direção a agua. Observava o balançar da bunda dela, o sol iluminando a pele dela. Fiquei admirando ela, aquela visão se tornou um quadro na minha mente.

De repente escuto ela gritar:

— VEM PAI!!!

Olhei assustado para os lados com medo de alguém ter ouvido ela, mas as pessoas estavam a uma distância considerevel.

— Estou velho pra competir com esse mar.

— Anda logo, vem aproveitar

Ela jogou água na minha direção mesmo estando distante.

Acabei entrando um pouco mais.

A água quente bateu na minha cintura enquanto as ondas iam e voltavam lentamente.

Livia se aproximou nadando devagar até ficar perto de mim.

Os olhos verdes brilhavam.

Então me abraçou.

Senti os braços dela ao redor do meu pescoço enquanto o mar balançava nossos corpos suavemente.

— Obrigada por me proporcionar essa experiência — ela disse baixinho.

Olhei para ela.

O rosto molhado.

Os cabelos escuros grudados parcialmente na pele.

Os olhos verdes brilhando sob a luz intensa do sol.

Sorri.

— Eu que agradeço por realizar meu sonho.

Ela ficou me olhando em silêncio.

No fundo dos olhos.

De uma forma serena.

Profunda.

E por alguns segundos eu me perguntei:

O que será que ela está pensando agora?

A curiosidade falou mais alto.

— O que foi? — perguntei.

Livia sorriu de leve.

Então passou a mão lentamente pela minha cabeça calva, num gesto inesperadamente carinhoso.

— Só quero que esse momento não acabe.


Senti algo apertar dentro do peito.

Ergui a mão devagar e toquei o rosto dela.

A pele ainda molhada do mar.

Quente pelo sol.

— Eu também.


E então…

as coisas ficaram estranhas.

Não ruins.

Mas diferentes.

O silêncio entre nós mudou.

O jeito que ela me olhava mudou.

Os olhos verdes dela vacilaram por um instante.

Como se tivesse percebido que tínhamos ido longe demais emocionalmente.

Então, abruptamente, ela jogou água no meu rosto.

Fechei os olhos na mesma hora.

Ela começou a rir nervosamente.

— Ah, então é assim!?

Entendi o que ela estava fazendo.

Tentando quebrar o clima.

Voltar à leveza.

E acabei entrando na brincadeira.

Joguei água nela também.

Ela gritou entre risos.

E foi assim que começou nossa pequena guerra no meio do mar.

Livia me empurrava.

Eu puxava ela pela mão.

Ela ria quando as ondas me desequilibravam.

Em um momento ela escorregou por causa da areia sob a água e acabou caindo parcialmente sobre mim. Senti a bunda dela encostar no meu pau, foi rapido, breve, mas suficiente para me marcar.

Continuamos a brincadeira, novos empurrões e abraços aconteciam. Meu corpo procurava o dela e estava mais convicto que o dela procurava pelo meu. Nosso corpos se esfregavam um no outro, sentia a pele dela roçar na minha.

Em momento consegui abraçar ela por trás, agarrando-a pela cintura fazendo cocegas na barriga dela e entre empurrões, abraços e risadas, cairmos juntos na areia rasa quando uma onda mais forte atingiu nossas pernas ao mesmo tempo.

Livia caiu primeiro e acabou me puxando junto.

Soltei uma gargalhada enquanto tentava me apoiar, mas já era tarde demais.

Caí sobre ela parcialmente.

A água passou por cima dos nossos corpos antes de recuar lentamente.

Por um instante ficamos ali.

Ofegantes.

Rindo.

Muito próximos.

Perto demais.

Livia ainda segurava meu braço.

Os cabelos escuros espalhados na água ao redor dela.

O peito subindo e descendo rápido por causa das risadas e da respiração acelerada.

As risadas começaram a diminuir aos poucos.

E aquele silêncio voltou.

O mesmo silêncio estranho de antes.

Pesado de algo que nenhum dos dois queria nomear.

Livia me olhou diretamente nos olhos.

Por tempo demais.

Então desviou o olhar primeiro.

Respirou fundo.

E voltou a rir nervosamente.

— Acho que estamos ficando malucos nessa ilha.

A frase quebrou a tensão imediatamente.

Sorri e saí um pouco de cima dela.

— Culpa do Caribe.

Ela riu enquanto limpava o rosto sujo de areia com a água.

Fiquei deitado de costas na areia e ela deita de bruços com a agua do mar batendo levemente no corpo dela

A agua ia e voltavam cobrindo as coxas e bunda dela. Eu ficava hipnotizado e meu pau começou a dar sinal de vida. Aquilo não podia acontecer, por milhões de motivos, mas estava acontecendo, não conseguia me controlar.

Eu olhava para os lados nervoso, com medo de alguém se aproximar de nós ou até dela virar de repente e notar meu pau cada vez mais duro.

Inumeras coisas passavam pela minha cabeça e mais louca de todas era me imaginar chegando por cima dela, cheirando o pescoço dela e enfiando minha pica na boceta dela.

Eu comecei a ficar suado e nem era por conta do sol quente. Ela começa a balançar o corpo, o movimento do quadril fazia a bunda dela abrir e fechar no lindo bater de palmas ou melhor glueteos. A boceta dela surgia e desaparecia, e eu babava querendo ta dentro dela, de repente sua voz me força sair da minha fantasia


— Pai!!!

— Oi filha, falei com a voz embargada

— O senhor ta bem!!?

— Sim, estou. Por que!!?

— Ta tão calado

— É que eu estou admirando a vista. O jeito que o sol bate no mar… na areia… parece um quadro.

Fiz uma pausa.

— Uma obra de arte.

— E eu deveria estar nessa imagem, não?

Os cabelos escuros molhados caidos na costas dela.A pele iluminada pelo sol

— E você está.

— O que o senhor gosta nessa imagem?

— Gosto de como o sol bate na superfície da água… e reflete o azul do mar.

Ela ouviu em silêncio.

Depois perguntou outra vez:

— E o que mais?

— Gosto também de como a luz do sol reflete na sua pele… deixando ela com uma cor diferente.

— Diferente? Como?

— Parece mais viva. Forte

— Causa algum impacto no senhor?

— O que!!? perguntei quase com a voz falhando

— A minha pele!!?

— Se eu disser que sim… o que você diria?

— Diria que é algo que deixa meu coração batendo mais forte.

— O meu também. Na verdade… está quase explodindo.

Ele riu, fixou em silêncio por alguns segundos e disse:

— Isso é assustador e ao mesmo tempo empolgante

— Concordo.

— Você sente qual das duas coisas com mais força?

— Se eu disser que a parte “empolgante” é a mais forte… o que você diria?

— Diria que essa ilha tá mexendo muito com a gente.

— Só a ilha? — perguntou baixinho.

— Acho que… a gente também está mexendo um com o outro.

Livia soltou o ar lentamente.

Como se aquela frase tivesse atingido ela em cheio.

Ela ficou alguns segundos em silêncio antes de responder:

— Verdade.

— Não tem como negar isso.

Meu coração apertou.

— Se continuar assim… aquelas histórias inventadas podem acabar ganhando capítulos inesperados...Ela disse

Soltei uma risada baixa, tentando aliviar a tensão.

— Algo tipo Angel e Alex em Verdades Secretas? perguntei

Livia gargalhou imediatamente.

— Não!

Balançou a cabeça ainda rindo.

— Tá mais pra Lurdinha e Glauco em América.

Começamos a rir sem conseguir parar.

Talvez porque o humor fosse a única forma segura de escapar da seriedade perigosa daquela conversa.

Ou talvez porque nós dois soubéssemos exatamente o quanto aquilo já tinha ido longe demais.

As ondas continuavam quebrando suavemente atrás da gente enquanto as risadas diminuíam aos poucos.

Então nos levantamos da areia. Eu abruptamente, mas Livia foi diferente. Não sei se ela fez de proposito, mas fez

Ela levantou devagar empinando o rabo dela para trás, a agua do mar escorria pela sua bunda e sua buceta surgia na minha frente, quase um convite para eu penetrá-la

E eu estava com muita vontade de fazer aquilo, ignorando completamente que ela era a minha filha, aquela que eu criei, eduquei, cuidei e agora desejava como mulher e pela conversa também me desejava como homem.

Ela se virou e a primeira coisa que fez foi olhar para o meu pau. Eu tinha feito um esforço descomunal para deixar ele normal, não consegui completamente, mas pelo menos não estava ereto, tava meia bomba.

Ela não falou nada.

Caminhamos devagar para fora do mar

Livia permaneceu silenciosa por alguns minutos.Parecia pensativa

Depois falou baixinho:

— Hoje foi o dia mais estranho da minha vida.

Olhei para ela.

— Estranho ruim?

Ela pensou antes de responder.

— Não.

Um pequeno sorriso surgiu no canto da boca dela.

— Estranho… bom.

Continuei andando ao lado dela em silêncio.

Mas dentro de mim algo tinha mudado.

Algo perigoso.

Porque pela primeira vez desde que chegamos naquela ilha…

eu comecei a ter medo não da morte.

Mas do que aquela liberdade estava despertando entre nós.

Foto 1 do Conto erotico: Um sonho a dois - 5

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Um sonho a dois - 5

Codigo do conto:
260663

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/04/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
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