Depois que você sente pela primeira vez… começa a perceber o peso invisível que carregou a vida inteira.
Voltamos para suite já no final da tarde. Tomamos um banho, nos arrumamos e descemos para jantar
Tochas espalhadas pelas trilhas iluminavam o caminho com uma luz dourada suave enquanto o som distante do mar acompanhava nossos passos.
Livia caminhava ao meu lado descalça, segurando as sandálias nas mãos.
De vez em quando nossos braços se tocavam sem querer.
E cada toque parecia durar mais do que deveria.
Jantamos normalmente, e ao final da refeição senti o peso do dia inteiro cair sobre mim de uma vez.
A adrenalina emocional.
O calor.
O esforço físico.
E principalmente…
a doença.
Uma pontada forte atravessou minha cabeça.
Fechei os olhos por um instante.
Ela percebeu imediatamente.
— Pai?
Abri os olhos devagar.
— Só uma dorzinha de cabeça.
Ela franziu a testa na mesma hora.
— Forte?
Tentei disfarçar.
— Já tive piores.
Mas ela me conhecia bem demais. Voltamos para o nosso quarto.
— Senta. Ela disse
Obedeci sem discutir.
Sentei na beirada da cama enquanto ela desaparecia rapidamente no banheiro.
Ouvi água correndo.
Quando voltou, trazia uma toalha pequena úmida nas mãos.
Ela sentou ao meu lado.
Muito perto.
Então encostou delicadamente a toalha fria na minha testa.
Fechei os olhos automaticamente.
— Melhorou? — Ela perguntou baixinho.
— Um pouco.
Ela ficou em silêncio por alguns segundos antes de começar a massagear lentamente minha têmpora.
Os dedos dela eram suaves.
Cuidadosos.
A pressão exata.
Soltei o ar devagar.
— Isso tá bom demais.
Ela sorriu discretamente.
— Já fiz muito isso quando você ficava doente, com febre, lembra!!?
Abri os olhos lentamente para olhar ela.
Os cabelos ainda um pouco úmidos do mar.
O rosto relaxado.
Os olhos verdes atentos em mim.
Senti um aperto estranho no peito.
Livia continuou massageando minha cabeça em silêncio por alguns instantes.
— Claro que lembro né pai
— Lembro de você fungando o nariz, gripada, de como era reclamona
Ela riu
Ela riu de verdade dessa vez.
Mas ao mesmo tempo os olhos começaram a lacrimejar.
Percebi imediatamente.
— O que foi? — perguntei baixinho.
Ela tentou disfarçar.
Mas não conseguiu.
A voz saiu falhando:
— É que eu não quero que o senhor morra.
A frase entrou em mim como uma faca.
Meu peito apertou forte.
Ergui lentamente a mão e toquei o rosto dela.
— Ô meu amor…
Ela abaixou os olhos tentando segurar as lágrimas.
Acariciei a pele dela delicadamente.
— Não pensa nisso agora.
Respirei fundo.
— Desde que chegamos nessa ilha… às vezes eu esqueço completamente que estou doente.
Ela fechou os olhos por um instante sentindo minha mão no rosto dela.
Então sussurrou:
— Eu também esqueço.
O quarto ficou silencioso.
Só o som distante do mar entrando pela varanda aberta.
Livia continuava perto de mim.
Muito perto.
Os dedos dela ainda massageavam lentamente minha cabeça enquanto eu acariciava o rosto dela sem perceber.
Então ela abriu os olhos novamente.
Os olhos verdes úmidos encontraram os meus.
E naquele instante…
O rosto dela se aproximou do meu, a boca dela estava centímetros da minha. Então ela encostou os lábios nos meus rapidamente.
Um selinho breve.
Meu coração disparou imediatamente.
Ela também percebeu o que tinha feito.
Os olhos dela se arregalaram levemente logo depois.
Mas ela não se afastou de imediato.
Continuou perto.
Respirando perto de mim.
desviou o olhar primeiro.
A mão dela ainda repousava na lateral do meu rosto.
— Desculpa… — ela sussurrou, nervosa.
Mas a voz dela não parecia realmente arrependida.
Parecia confusa.
Assustada.
Eu também estava.
Olhei para ela por alguns segundos sem saber o que responder.
Porque a verdade era perigosa demais.
E naquele momento…eu não sabia mais onde terminava o amor de pai…
e onde começava outra coisa.
Decidimos ir dormir.
Talvez porque nenhum dos dois soubesse mais o que dizer.
Ou porque continuar aquela conversa parecia perigoso demais.
Livia apagou as luzes da suíte uma por uma.
O quarto mergulhou numa penumbra azulada vinda apenas da lua entrando pela varanda.
Deitamos.
Cada um de um lado da cama.
Em silêncio.
A dor de cabeça tinha amenizado.
Mas minha mente continuava inquieta.
O selinho.
A sensação rápida dos lábios dela nos meus.
O olhar que veio depois.
Tudo voltava repetidamente na minha cabeça.
Fechei os olhos tentando afastar aquilo.
Mas não conseguia.
E, pelo barulho do colchão se movendo constantemente, percebi que ela também não conseguia dormir.
Livia se virava de um lado para o outro.
Suspirava.
Puxava o lençol.
Soltava devagar.
O ar-condicionado soprava frio pelo quarto, mas ainda assim eu sentia calor.
Muito calor.
Passei a mão no rosto tentando organizar os pensamentos.
Aquilo foi um erro.
Precisava ter sido.
Mas então por que meu coração acelerava toda vez que lembrava?
Ao meu lado, ouvi Livia suspirar profundamente outra vez.
Depois de alguns minutos ela falou no escuro:
— Tá acordado?
Demorei um instante antes de responder.
— Tô.
Silêncio.
O som distante do mar preenchia o quarto.
Então ela perguntou baixinho:
— Você tá bravo comigo?
A pergunta apertou meu peito imediatamente.
Virei o rosto na direção dela, embora mal conseguisse enxergar na escuridão.
— Não.
Ela ficou quieta por alguns segundos.
— Parece que tá.
Respirei fundo.
— Eu só… tô tentando entender tudo isso.
Ela também respirou fundo.
O colchão se moveu levemente quando ela virou mais na minha direção.
— Eu não planejei aquilo.
A voz dela saiu pequena.
Sincera.
— Eu sei.
Silêncio outra vez.
Então ela perguntou:
— Você se arrependeu?
Fechei os olhos imediatamente.
Porque aquela era exatamente a pergunta que eu estava evitando fazer pra mim mesmo.
Demorei para responder.
Tempo demais.
E talvez meu silêncio já tivesse dito muita coisa.
Quando finalmente falei, minha voz saiu baixa:
— Eu acho que estou com medo de responder essa pergunta.
O quarto ficou imóvel.
Pesado.
Então ouvi ela se mover novamente na cama.
Dessa vez mais perto.
Muito perto.
E senti os dedos dela encontrarem minha mão no escuro.
Os dedos dela tocaram os meus com hesitação.
Como se ainda houvesse tempo de recuar.
Mas ela não recuou.
Entrelaçou lentamente os dedos nos meus.
Meu coração bateu pesado no peito.
Ficamos assim em silêncio.
Deitados na escuridão.
O som do mar entrando pela varanda aberta parecia distante agora.
Tudo parecia distante.
Exceto aquela mão segurando a minha.
Livia falou primeiro.
A voz baixa.
Quase um sussurro.
— Eu acho que essa ilha mexeu comigo mais do que eu imaginava.
Respirei fundo.
— Comigo também.
Ela apertou levemente minha mão.
— Quando senhor falou hoje na praia que a gente tava mexendo um com o outro…
Ela parou.
Como se tivesse medo de continuar.
— Eu fiquei pensando nisso sem parar.
Engoli seco.
Meu corpo inteiro estava tenso.
— Livia…
— Eu sei.
Ela interrompeu imediatamente.
— Eu sei que isso é complicado.
A palavra pareceu pequena demais para descrever aquilo.
Complicado.
Não.
Era muito mais que isso.
Ela continuou:
— Mas desde que chegamos aqui… parece que eu comecei a te enxergar diferente.
Meu coração acelerou ainda mais.
Fechei os olhos.
Porque parte de mim sabia exatamente o que ela queria dizer.
E porque eu também estava começando a sentir aquilo.
O silêncio voltou.
Pesado.
Então ela perguntou baixinho:
— Você também sente isso?
Demorei para responder.
Porque qualquer resposta mudaria tudo.
Finalmente falei:
— Eu estou tentando lutar contra isso.
Ela soltou o ar devagar.
Não parecia surpresa.
Parecia apenas triste.
— Então sente.
A frase saiu quase como uma confirmação dolorosa.
Virei lentamente o rosto na direção dela.
Mesmo no escuro eu conseguia perceber sua silhueta próxima da minha.
— Você é minha filha.
Minha voz falhou um pouco ao dizer aquilo.
Ela ficou em silêncio.
Depois respondeu baixinho:
— Eu sei.
Mas aquela resposta não resolveu nada.
Porque nós dois continuávamos ali.
De mãos dadas.
Sem conseguir soltar um ao outro.
O vento soprou pela varanda fazendo as cortinas balançarem lentamente.
Então Livia se aproximou mais.
Perto o suficiente para eu sentir a respiração dela.
Meu corpo inteiro ficou tenso.
— Talvez amanhã isso passe — ela sussurrou.
Mas a voz dela parecia não acreditar nisso.
Olhei para a escuridão acima de nós.
E pela primeira vez em muito tempo…
o que me assustava não era morrer.
Era desejar continuar vivendo aquele momento proibido um pouco mais.
— Boa noite pai
— Boa noite filha
Enfim conseguimos dormir
Definitivamente eu tinha que parar de desejá-la, aquilo não era certo em nenhuma medida.
Então passei a agir diferente e ela notou, automaticamente ele entendia o recado.
Tivemos um terceiro dia na ilha mais sossegados, até pela minha condição. Como tinhamos completado os 3 dias, Já podiamos ir embora, se quiséssemos, mas eu não poderia ir sem visitar a famosa "playroom"
Era de noite, passavam das 23 horas, quando chegamos na sala. O ar dentro da sala de jogos era denso, carregado de perfume, suor e o zumbido baixo de sussurros. A iluminação era quente, âmbar, vinda de lustres de cristal que lançavam padrões dançantes sobre os corpos nus.
Nos despimos conforme as regras estabelecidas para entrar na sala, e entramos de mãos dadas e pude perceber que elas estavam úmidas. Sinal que ambos estavam nervosos.
No mesmo instante o anfitrião, um homem alto e bronzeado chamado Dominguez, sorriu e nos explicou como as coisas funcionam lá dentro. De forma clara, ninguém era obrigado a ficar com ninguém, a gente podia transar lá tranquilamente.
A regra era de civilidade, cortesia, ou seja, nada podia ser obrigado.
Entramos.
Havia uma música suave.
As luzes baixas.
As conversas.
E claro, transas
— Pai, ta vendo isso. Livia perguntou baixinho
— Tou
— Minha nossa, tem gente fodendo pra todo lado kk
Quanto mais andavamos pelas salas, mais casais transando viamos. Tudo criava uma sensação estranha de suspensão da realidade.
Nos encostamos num sofá e não demorou muito para um casal vim falar com a gente. Eles se chamavam Maike e Jennifer.
Conversávamos.
Bebíamos.
Ríamos..
Como se o mundo lá fora tivesse deixado de existir.
Maike Tinha 49 anos, Jennifer 45 anos,eram casados ha quase 10 anos, era um casal liberal.
Em determinado momento veio a proposta, sem rodeios “O que vocês acham de trocar de casal!!?”
Olhei para Livia, ela para mim e falamos quase juntos:” por que não experimentar né!!?”
Então, em um momento Jennifer me puxou para uma conversa mais reservada perto de uma varanda iluminada apenas por lanternas baixas.
Enquanto isso, Livia permaneceu conversando com Maike proximo a mim e Jennifer
E foi aí que começou o desastre.
Porque aparentemente… eu e minha filha inventávamos mentiras completamente diferentes…
Mas isso vou deixar para contar mais a frente..
A conversa acabou, Jennifer me empurrou me fazendo sentar num sofá. Ela subiu em cima de mim, sentando no meu colo, de costas para mim, mas se virando para beijár-me profundamente. Livia viu a minha mão subindo pela coxa de Jennifer, hesitante no início, depois mais firme.
A atenção da minha filha foi arrancada de volta por Maike. Ele se inclinou e capturou seus lábios em um beijo. Foi invasivo, experiente, sua língua exigindo
entrada e encontrando a dela em uma dança úmida. Um gemido escapou de sua garganta. Vi as mãos dela, por vontade própria, subiram pelos ombros largos de Maike.
Maike era alto, mais ou menos da minha altura, tinha barba e cabelos compridos já grisalhos.
Livia deitou-se e Maike posicionou-se entre suas pernas abertas.A boca dele desceu, pelos lábios dela, depois para seu pescoço, depois para a curva de seu seio. Ele tomou um mamilo em sua boca, sugando e lambendo até que ele endurecesse em uma ponta rosa e sensível.
Vi minha filha arquear as costas, um “ah” ofegante escapando. Seus olhos, sem querer, se desviaram.
Ela me viu, logo ali em frente, Jennifer galopando no meu pau, fodia que nem uma vagabunda.
— AAH SIIII PAPI, QUE RICO
Eu apertava a cintura dela e beijava o pescoço,mas meu olhar era em direção a minha filha.
Maike notou e segurando o queixo de Livia, ele gentilmente virou seu rosto de volta para o dele.
Vi a mão dele deslizar, seus dedos encontrando a boceta molhada e quente dela. Ele não foi gentil. Dois dedos longos entraram nela de uma vez, preenchendo-a com uma pressão imediata. Livia gritou, seus quadris se contorcendo para cima involuntariamente.
— AAAH seu cachorroo
Ele usou do polegar para esfregar círculos rápidos sobre clitóris da minha filha. Livia gemia mais alto e aquilo que deixava louco e aposto que ela ficava louca também comigo ali vendo ela fuder
Ela agarrou os braços Maike, suas unidas cavando em sua pele.
Seu olhar fugiu novamente, irresistivelmente atraída por mim
Eu fiquei de pé agora. Jennifer estava curvada sobre o encosto da poltrona, sua espinha formando uma curva perfeita.
Fique atrás dela, minhas mãos firmes nos quadris dela. Enfiei meu pau na boceta dela novamente.
Livia podia ver a tensão nos músculos das minhas costas, o movimento rítmico e potente de meus quadris enquanto fodia Jennifer.
Eu fodia olhando para minha filha, imaginando ser ela ali. O contato visual foi um choque elétrico que percorreu todo o meu corpo.
A vergonha, a proibição, a confusão explodiram dentro dela, tenho certeza que sim, pois aconteceu comigo.
Nunca tive tão excitado na minha vida, aquilo tinha sido a coisa mais erotica que eu tinha experimentado.
Então vi Maike colocar minha filha de quatro e penetra-la sem cerimônia, preenchendo cada centímetro da pica dele dentro da boceta dela.
Livia gemeu, seu expressão de prazer fixou em mim.
Eu continuava lá,atrás de Jennifer, mas agora havia desacelerado o ritmo.
Jennifer fala “ mais papi, mais papi” aparentemente quando fodia trocava de idioma, do inglês para o espanhol.
Enquanto eu olhava minha filha ser fodida por um outro homem.
Cada estocada na boceta de Jennifer era na boceta da minha filha que eu pensava.
O som de pele batendo contra pele preenchia o ar, misturando-se com os gemidos de Jennifer e de Livia.
Apertei os seios de Jennifer sentindo a boceta dela cada vez mais pressionando meu pau e olhei para Livia então sussurrei algo.
Livia viu a minha boca formar uma palavra silenciosa. Ela leu meus lábios.
"Minha filha..."
Ela franziu a testa e pude ler em seus labios: “Sim, pai”
Continuei sussurrando: "eu te quero filha" e ela assentiu positivamente com a cabeça e sussurrou: "eu também te quero pai"
Maike continuava estocando pica na boceta da minha filha.
Vi ela os dedos agarrando desesperadamente o sofá
Livia sussurrou:” vai pai, fode gostoso”
Naquele momento suspenso, eu não aguentei, gozei na boceta de Jennifer. Fechei os olhos e imaginei socando todo meu leite na boceta da minha filha
Quando abri os olhos vi Livia com o corpo tremendo e ofegante. Ela tinha espasmos em um ritmo pulsante.
O silêncio caiu, pesado e denso, quebrado apenas pela respiração ofegante de quatro corpos.
Maike recuou lentamente, desabando ao lado dela no divã com o pau pingando porra.
Livia voltou a me olhar vendo Jennifer caida de lado, com as pernas abertas recuperando o folego.
O meu olhar foi direto e claro. Não continha desculpas. Carregava fome, uma pergunta e um reconhecimento aterrorizante.
Desejavamos um ao outro profundamente...



Maravilhoso muito bom