Um amor de mãe - Parte 5

Algumas noites depois, estou no meu quarto e escuto três batidas na porta.

— Entra — disse..

A porta abriu.

Eis que surge minha mãe, ela estava com uma peruca loira meio torta, óculos grandes, bem extravagantes, um monte de pulseiras barulhentas e um vestido
florido que claramente ela tinha saído do fundo do guarda-roupa.

Ela entrou com uma bolsa enorme no ombro.

— Desculpa o atraso — disse ela, ajeitando os óculos. — O metrô da linha verde tava um caos hoje.

Eu pisquei algumas vezes pra saber se o que eu estava vendo era verdade

— …caramba mãe

Ela sorriu de lado.

— Funcionou, né?

Fiquei de frente pra ela, curioso.

— Quem é você?

— Priscila.

— Claro que é. Falei rindo

— Acho que com isso você vai ficar menos travado, e vai poder imaginar que sou outra pessoa, vamos tentar?

— Ta.

— E você deve ser o Kleber

Ela sentou na cadeira do quarto como se fosse uma mesa de cafeteria.

— Achei seu perfil interessante.

Eu apoiei o cotovelo no joelho.

— Você sabe que a Internet sempre exagera né!!?

Ela riu.

— Verdade.

Ela olhou ao redor do quarto.

— Então… você é mais quieto pessoalmente.

— Ou você é mais falante do que parecia.

— Eu sou muito falante.

As pulseiras tilintaram quando ela cruzou os braços.

— Mas fala aí… que você faz além de postar foto surfando?

Levantei uma sobrancelha.

— Como você sabe l?

— Eu stalkeei.É assim que se fala né!?

Ela riu e eu também

— É sim ma..digo Priscila kkk

— Então você faz surfa hein

— Eu gosto de surfar. É meio que meu jeito de desligar do mundo.

— Faz sentido. — disse ela. — Quem encara onda grande não pode ser tão tímido assim.

— Na água é mais fácil.

— Porque lá não precisa conversar!!?

— Exato.

Ela inclinou o corpo pra frente.

— Então talvez você só precise aprender a surfar… conversa.

Eu ri.

— Essa foi boa.

Ela tirou os óculos por um segundo e limpou a lente.

— Mas me diz… você sempre chama desconhecidas da internet pra sair!?

— Tou tentando algo diferente

Ela cruzou as pernas, olhando ele de cima a baixo como se estivesse avaliando.

— E você acha que eu aceitei por quê?

— Curiosidade!?

— Talvez.

Ela se aproximou um pouco mais da mesa imaginária.

— Ou talvez porque você parecia diferente.

Mantive o olhar.

— Diferente, bom ou estranho?

— Ainda tô decidindo.

Respirei fundo.

— Então acho que vou ter que caprichar na conversa.

Ela inclinou a cabeça de novo.

— Boa resposta.

Silêncio breve.


Ela começou a mexer nas pulseiras distraidamente.

— Só não faz igual um cara que saí semana passada.

— O que ele fez?

— Dez minutos de conversa e perguntou se eu queria “relaxar de um jeito interessante”.


— Nossa…

— Pois é.

Ela olhou diretamente pra mim.

— Espero que você não seja desses.

— Tou tentando não ser

Ela abriu um sorriso.

— Ainda bem.

Ficamos alguns segundos em silêncio.

— EU SABIA que ia funcionar! — ela disse

Apontei pra peruca.

— Isso ajudou muito

— Sim, senti você mais envolvido na conversa

— Porque parecia outra pessoa!

— Era esse o problema o tempo todo!

— Sem isso meu cérebro só vê...você sabe!

Ela tirou os óculos e a peruca.

— Então pronto.

Ela levantou, animada.

— Já sabemos o caminho

— A senhora vai preparar outros figurinos!?

— Meu filho — disse ela com orgulho — se é pra passar vergonha, vamos fazer isso direito.

Alguns dias se passaram, tentei por em pratica as “aulas” que eu estava tendo com a minha mãe com uma garota que conheci online.

Nesse meio tempo, também curtia meus momentos de lazer. Era um dia de sol forte, ela parecia uma moeda branca e quente no céu, clareando a areia e fazendo o oceano brilhar.

Quando estava voltando para casa após um domingo de surf, minha prancha debaixo do braço, a água salgada ardendo nos meus olhos. Minha mente estava deliciosamente vazia, preenchida apenas pelo ritmo das ondas. Essa paz se despedaçou no segundo em que empurrei a porta dos fundos da cozinha.
Ela estava lá. Mas não era ela.

Minha mãe, Regia, estava encostada no balcão, mas parecia... diferente. Uma peruca preta e lisa caía em uma cascata reta pelos ombros.


Óculos de sol grandes repousavam em sua cabeça, jogando o cabelo para trás. Seus lábios eram de um vermelho ousado e chocante, uma cor que eu nunca tinha visto usar. Ela vestia um vestido de verão simples, mas ele se ajustava ao corpo de uma forma que suas roupas habituais não conseguiam. Era o corpo da minha mãe — as curvas generosas, os seios médios, a inegável protuberância dos quadris — mas emoldurado por uma estranha.


— Ah, oi, disse ela, com a voz um pouco mais aguda e leve.

— Você deve ser o surfista que eu vi lá fora.

Congelei, pingando água no azulejo. Meu cérebro deu um curto-circuito.

— M… Mãe?

Ela inclinou a cabeça, com um sorriso travesso naqueles lábios vermelhos.

— Esqueceu que a gente ia ensaiar hoje!!?

Ela pegou um copo de agua gelado, tomando um gole lento, sem nunca desviar o olhar do meu por cima da borda. Depois encheu o copo novamente e estendeu o braço me dando agua

— Ah. Obrigado”, murmurei, encostando minha prancha na parede. Senti meu rosto esquentar, e não era por causa do sol

— Então, disse ela, sentando-se num banquinho.

— Você vem aqui sempre

Ela soltou uma risada suave e autodepreciativa.

— Nossa, essa cantada é péssima, né? Vamos começar de novo.

— Estou aqui de visita esta semana. Você parece ser daqui. Alguma dica para uma garota que não conhece o lugar?”

Era esse o procedimento. Conversa. Eu deveria puxar assunto. Minha língua parecia um pedaço de areia molhada.

— Aaah tem um certo lugar da praia que é o melhor lugar para ver o por do sol e tem poucas pessoas também

Acabei me enrolando pouco na minha fala. Ela riu

— Ta nervoso!!? disse ela, assentindo com provocação.

Seus olhos percorreram meu torso, eu só estava vestido com meu calção.

— Um pouco, não estou acostumado com mulheres tão bonitas por essa região.


Ela sorriu, se levantou e caminhou até a geladeira, o vestido balançando com seus quadris. O tecido era fino, e a luz da janela delineou sua silhueta perfeitamente por um segundo.

— Muito bem. Você ta cada vez melhor.

Ela elogiou meu comentário enquanto isso eu tentava afastar de mim pensamentos inapropriados

Desviei o olhar rapidamente. “Esta é minha mãe. Se recomponha” falei pra mim mesmo.

Ela voltou a pegar duas garrafas de água.

— Você ainda parece estar com sede. Aqui.

Ela se aproximou, estendendo uma. Quando a peguei, nossos dedos se roçaram. Um toque simples, acidental. Senti um arrepio na pele. Seu perfume também
estava diferente — algo floral e intenso, não seu aroma suave de sempre.

— obrigado

—De nada… Ela fez uma pausa, esperando.

Ela apoiou o quadril no balcão, cruzando os braços sob o peito. O movimento levantou levemente os seios contra o decote do vestido. Meus olhos se desviaram por uma fração de segundo antes de eu voltar a encará-la. Seu sorriso não mudou, mas vi seus olhos se estreitarem um pouco por trás dos óculos imaginários.
Ela percebeu.

— Então, ela continuou, baixando a voz para um tom mais casual.

— Quando um cara como você conhece uma garota como eu… qual é o próximo passo? Pedir meu número? Sugerir um café?

Engoli em seco. Essa era a parte da correção. Onde eu gaguejaria e ela gentilmente apontaria uma abordagem melhor.


— Acho que… eu perguntaria se você quer caminhar na praia. Já que nós dois estamos aqui. É menos pressão do que um encontro formal.”


Ela ergueu as sobrancelhas.

— Isso é... na verdade, muito bom. Natural

Ela pareceu genuinamente impressionada, e uma onda de orgulho aqueceu meu peito, misturando-se desconfortavelmente com os outros sentimentos, mais intensos, que fervilhavam em meu estômago.

— Viu? Você não é um caso perdido. Você só pensa demais.Com calma você consegue

Ela se afastou do balcão.

— Ok, mudança de cenário. É mais tarde. Já fizemos nossa caminhada na praia. Foi ótimo. Agora eu te convidei para... digamos, meu apartamento alugado. Para tomar um drinque.

Ela gesticulou em direção à sala de estar.

— Vamos. Acompanhe.

Eu a segui, sentindo como se estivesse em uma peça de teatro onde havia esquecido todas as minhas falas. Ela se sentou na beirada do sofá, dando tapinhas no espaço ao lado dela. Eu me sentei, deixando um espaço cuidadoso de trinta centímetros entre nós. A sala parecia silenciosa demais.

— A conversa está fluindo, narrou ela, mergulhando ainda mais no papel.

— Estamos rindo. Há uma… conexão.

Ela se virou para mim, cruzando uma perna. O vestido subiu pela sua coxa. Eu olhei fixamente para um ponto na parede atrás dela.

— Mas você está um pouco distante. Uma garota pode pensar que você não está interessado. Um leve toque no braço, aqui, quando você ri… mostra que você está envolvido.

— Ela estendeu a mão e a colocou levemente no meu antebraço. Sua pele estava quente. Meus músculos se tensionaram sob seu toque.
“Assim”, sussurrou ela, num tom mais baixo e rouco. Seu polegar se moveu, um toque minúsculo, quase imperceptível, contra a minha pele. Não fazia parte da aula. Era um reflexo. Prendi a respiração.

O ar na sala ficou denso, carregado com algo que eu não conseguia nomear. Seus olhos estavam fixos em meu rosto, buscando algo, e vi um lampejo de algo neles — confusão, surpresa, a mesma consciência vertiginosa que estava causando um curto-circuito em meu próprio cérebro. Ela era minha mãe, mas com aquela peruca, aquela maquiagem, com a mão marcando meu braço com ferro em brasa, ela era uma mulher deslumbrante e confiante. E eu era um cara, dolorosamente consciente do meu próprio corpo e do dela.


Ela recuou a mão como se estivesse chocada. O movimento foi repentino, quebrando o encanto. Ela pigarreou, desviando o olhar, ajeitando a peruca que não precisava de ajeito.

— Certo. Então. Essa é... essa é uma boa aula disse ela, sua voz recuperando a leveza de antes, mas soando frágil agora.

—Nós... nós vamos continuar amanhã. Talvez na piscina. Para trabalhar em... cenários casuais.

Ela se levantou rapidamente, alisando o vestido.

— Tenho algumas coisas para fazer.

Ela não olhou para mim enquanto saía apressada da sala, me deixando sozinho no sofá com a sensação fantasma do seu toque no meu braço e uma tempestade de constrangimento e algo mais, algo quente e urgente, fervilhando no meu peito. A aula havia terminado, mas eu ainda estava com a minha cabeça presa naquele nosso mundo.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Um amor de mãe - Parte 5

Codigo do conto:
256573

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
10/03/2026

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