Conhecendo o amor de homem com meu pai - PARTE 3

Acordei com o pescoço duro e a boca seca.

Por alguns segundos não entendi onde estava. A luz da manhã entrava fraca pela janela da sala, iluminando partículas de poeira que dançavam no ar. O ventilador ainda girava, lento, como se também estivesse cansado.

Foi quando percebi que tinha dormido no sofá. Não só isso, mas por cima do meu pai.

Olhei pra ele, expressão relaxada, um ronco leve, mas não foi isso que mais chamou minha atenção. Meu corpo estava encolhido, as pernas dobradas contra o corpo dele

Minha canela fazia contato com algo firme, afastei de leve minha perna e olhei discretamente para baixo e notei um volume considerável por de baixo do short azul que ele vestia.

Em seguida, inclinei a cabeça olhando de volta para o rosto dele a nada havia mudado. Estiquei minha perna, em seguida a outra, conseguindo me levantar e sair de cima dele. Fui me trocar e fazer o café


Enquanto preparava as coisas me dava conta do alivio que foi ter acordado primeiro, imagina se fosse ele? como ia ser constrangedor ele se dando conta que estava de pau duro comigo por cima dele.Enfim aquilo ficou só pra mim.

Mais tarde quando acordou, meu pai me levou de carro ao trabalho.Meu celular tocou algumas vezes durante o dia, mas com medo de ser Iago, eu não atendia.

Já em casa, depois de voltar do trabalho, eu e papai conversávamos na sala até que...

O telefone fixo tocou, já era noite e eu não esperava por ligação de ninguém

Silencioso.

O som atravessou a sala como uma lâmina.

Meu corpo inteiro enrijeceu.

Meu pai estendeu a mão primeiro.

— Não atende — eu sussurrei.

Meu pai respirou fundo e atendeu.

— Alô.

— É ele!? perguntei

— Não fala nada, acho que é

Meu estômago virou.

Do outro lado da linha, a voz de Iago saiu abafada, mas ainda assim reconhecível

Meu pai não falou nada por alguns segundos. Apenas escutou.

Então o rosto dele endureceu.

— Você não vai mais ligar para minha filha, entendeu moleque!!?

Silêncio.

Eu conseguia ouvir apenas fragmentos da voz de Iago.

E então meu pai falou, mais alto:

— Escuta aqui, rapaz. Você não chega perto dela nunca mais, ta ouvindo né!!?

A resposta veio rápida.

O olhar do meu pai mudou.

Mais escuro.

— Repete.

Outro silêncio pesado.

Quando ele falou de novo, a voz estava diferente.

— Você acabou de ameaçar minha filha e a mim. É isso mesmo?

Meu coração começou a bater tão forte que parecia ecoar na sala.

Meu pai desligou.

Ficamos nos olhando.

— O que ele disse? — perguntei.

Ele demorou alguns segundos para responder.

— Disse que você vai voltar para ele. De um jeito ou de outro.

Senti um frio subir pela coluna.

— E…?

Meu pai passou a mão no rosto.

— Disse que se eu continuar “me metendo”, posso me arrepender.

O silêncio que veio depois parecia pesado demais para caber na sala.

Meu pai levantou devagar.

— Vamos na delegacia.

Eu olhei para ele.

— Temos que denunciar esse marginal.

No dia seguinte fizemos a denuncia

Meu pai explicou a situação para o escrivão. Falou das ameaças, das ligações, dos hematomas que eu carregava.

Eu fiquei sentada ao lado, com as mãos apertadas no colo.

Responder perguntas simples parecia exigir uma força absurda.

— Ele já foi agressivo antes? — perguntou o policial.

Minha garganta travou.

Meu pai respondeu por mim.

— Sim.

O homem anotou algo no papel.

— Vamos registrar ocorrência. Se ele continuar ligando ou aparecer aqui, a senhora avisa imediatamente.

Senhora.

A palavra me fez sentir mais velha do que eu era.

Saímos da delegacia com o sol forte batendo no rosto.

Mas o medo não ficou lá dentro.

Ele veio comigo.

As ligações continuaram.

Algumas durante o dia.

Outras de madrugada.

Às vezes o telefone tocava e, quando atendíamos, ninguém falava.

Outras vezes era a voz dele.

Mais fria a cada dia.

— Eu sei onde você está.

— Você acha que seu pai pode te proteger?

— Isso vai acabar mal para vocês dois.

Depois de alguns dias, eu simplesmente parei de conseguir dormir sozinha.

A casa parecia cheia de sons..

O vento batendo na janela.

Passos que talvez não existissem

Sentia que estava pirando, acahava que ele podia entrar lá em casa a qualquer momento.

Então fui até ao meu pai lhe fazer um pedido.

Na primeira noite em que pedi para meu pai ficar comigo, me senti envergonhada.

— Pai… você pode… ficar aqui um pouco?

Ele nem hesitou.

— Claro.

Acabamos sentados no quarto, cada um encostado em um lado da cama.

E começamos a conversar.

No começo, sobre coisas pequenas.

Depois, sobre coisas que nunca tínhamos dito em voz alta.

— Ele começou com coisas pequenas — contei — Comentários. Ciúme.

Meu pai escutava em silêncio.

— Depois começaram as discussões.

— E os empurrões?

Balancei a cabeça.

— Primeiro foi só uma vez.

Minha voz falhou.

— Depois virou mais.

Meu pai apertou as mãos com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos.

— Desgraçado!!! Eu bati foi pouco naquele covarde

— Eu achava que ia melhorar — continuei. — Que ele ia mudar.

Silêncio.

— Eu tinha vergonha de contar pro senhor

Meu pai olhou para mim.

— Não precisa mais ter vergonha de nada. E outra, enquanto eu viver você não vai passar mais por isso. Lhe garanto minha filha.

Sorri ao ouvir aquilo. Encostei meu rosto no ombro dele dando-lhe um abraço. Ele deu um beijo na minha testa.


— Não precisa mais ter vergonha de nada.

Meu pai respirou fundo antes de continuar. A voz dele saiu firme, como se estivesse fazendo uma promessa não apenas para mim, mas para si mesmo.

— Enquanto eu viver, você não vai passar mais por isso. Lhe garanto, minha filha.

Sorri ao ouvir aquilo.

Senti um peso estranho sair do peito, mesmo que só por um instante. Encostei meu rosto no ombro dele e o abracei com força. Meu pai passou o braço em volta de mim e beijou minha testa, como fazia quando eu era mais nova

Ficamos assim por alguns segundos.

O ventilador continuava girando, espalhando o ar quente da madrugada pelo quarto.

Então ele limpou a garganta, como se quisesse mudar de assunto.

— Você lembra do seu baile de formatura? quando você fez 18 anos!?

Levantei o rosto, surpresa.

— Lembro.

Um sorriso pequeno apareceu no meu rosto.

— Eu lembro de perguntar se era assim que as princesas dançavam… enquanto dançava com o senhor.

Meu pai riu baixinho.

— E eu disse: “É assim. Exatamente assim que elas dançam.”

Balancei a cabeça, lembrando da cena.

O salão iluminado, o vestido azul que minha mãe tinha ajudado a escolher(alias, o último ano dela conosco), meu pai meio sem jeito tentando acompanhar a música.

— Aí eu falei: “Então se eu sou uma princesa… eu vou conhecer o príncipe um dia?”

Ele olhou para mim com aquele mesmo ar fingidamente sério.

— E eu disse: “Claro que sim.”

— Aí eu perguntei quando… — continuei, rindo — e o senhor disse: “Ah, isso eu não sei”, com aquela voz de rabugento.

Meu pai abriu um sorriso mais largo agora.

— É… mas em seguida eu disse outra coisa.

— Disse mesmo.

Ele apontou o dedo para mim.

— Eu falei: “Na hora certa”. Lembra?

Suspirei.

— É… eu lembro.

Baixei o olhar por um momento.

— Pena que ainda não chegou.

Meu pai ficou em silêncio por alguns segundos, pensando na resposta.

Depois falou com calma:

— Talvez ele esteja esperando o momento certo de aparecer… quando você estiver pronta para ele.

Olhei para ele.

— E quando eu vou saber que é ele?

Meu pai cruzou os braços, pensativo, como se estivesse escolhendo cada palavra.

— Quando ele te amar incondicionalmente.

Fez uma pausa curta.

— Quando ele te proteger.

Outra pausa.

— Quando ele entender que você é uma joia rara… a mais importante da vida dele.

Fiquei olhando para o chão.

As palavras dele ecoaram dentro de mim de um jeito estranho.

Depois de tudo que tinha vivido com Iago, parecia difícil acreditar que alguém assim realmente existisse.

Meu pai percebeu meu silêncio.

— Não deixa um erro te convencer de que o mundo inteiro é igual a ele.

Levantei o olhar.

— Eu sei.

Mas, no fundo, eu ainda tinha medo de acreditar.

— Vamos tentar dormir um pouco. Disse ele com cara de cansado

Assenti.

Meu pai desencorou as costas da cama e se deitou. Meu corpo acompanhou o movimento. Fiquei com o rosto colado no peito dele. Com as mãos eu ficava fazendo círculos com os cabelos do peito dele.

Quando dei por mim, ele tinha dormido. Fiquei olhando para o rosto dele e pensando nas palavras que ele tinha me dito.

"Ai pai, como eu queria que esse homem que você diz existisse mesmo, mas eu acho que só em sonhos ou em conto de fadas."

Ao poucos o cheiro do corpo dele foi entrando pelo meu nariz e como um sonífero fui adormecendo.

Despertei com a luz batendo no meu rosto. Vinha de uma minúscula fresta da janela. Olhei em volta e eu estava deitada de lado, com o braço do meu pai sobre a minha cintura.

Estávamos de "conchinha".Automaticamente me senti protegida, como se nenhum mal pudesse me acontecer ali.

Mas de forma que eu não sei explicar passei a sentir algo diferente. As palavras que ele tinha me dito na noite anterior voltaram com força na minha mente

"Quando ele te amar incondicionalmente" "Quando ele te proteger" "Quando ele entender que você é uma joia rara… a mais importante da vida dele"

Eu sorria sozinha pensando nelas quando de repente escuto tossir

— Pai!!? acordou!!?

— Hum..filha!!? te acordei com a minha tosse

— Não, eu já tinha acordado.

— Ta..

Continuamos abraçados e algo começou a chamar minha atenção. Tinha algo encostando na minha bunda e esse algo vibrava a cada 3 ou 4 segundos.

Eu pensei: "não é possível, ele ta de pau duro!?"

Diferente da outra noite, dessa vez ele estava acordado. Eu fiquei sem saber o que fazer. Mas o abraço continuava, seu pau vibrando em contato com a minha bunda também.

As vezes eu fazia um movimento involuntário, com a perna tentando estica-la e meu quadril mexia junto, com ele minha bunda. Ao fazer isso rocei minha bunda no pau dele. Ainda que nossas vestimentas, ele com um short e eu com minha camisola, tentasse, era possível sentir o pau dele mais firme.

Minha garganta secou na hora, engoli o cuspe seco.

Então movimentei meu quadril para trás, agora de proposito e esperei a reação dele.

Ele não falou nada. Mas a respiração dele falou por ele. Veio um suspiro fundo e forte. Ao perceber aquilo mordi os lábios.

Dei mais uma mexidinha subindo e descendo o bumbum, então e ele apertou minha cintura com força. Eu revirei os olhos

Mas de repente fique apavorada, saltei da cama e falei quase que sem voz

— Vou fazer o café!!!

Me levante atônita, ele desviou o olhar de mim e eu sair em direção a cozinha..

Fiquei parada, de frente a pia da cozinha tentando entender o que estava acontecendo..

Foto 1 do Conto erotico: Conhecendo o amor de homem com meu pai - PARTE 3

Foto 2 do Conto erotico: Conhecendo o amor de homem com meu pai - PARTE 3

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Conhecendo o amor de homem com meu pai - PARTE 3

Codigo do conto:
256221

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/03/2026

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