— Como assim!?
Ele nem olhou pra mim.
— Foi o que você ouviu.
Meu coração deu uma acelerada.
— Pai…
— Você me atrapalhou aquele dia — ele continuou, calmo. — Agora vou terminar.
Balancei a cabeça, rindo de nervoso.
— O senhor só pode estar de brincadeira…
Ele pegou uma das revistas com toda naturalidade.
— Esse é o “castigo final”.
— Não… não é possível…
Eu olhava pra ele… sem acreditar.
— O senhor não vai fazer isso não.
Ele deu um pequeno sorriso de canto.
— Vou.
Meu corpo travou.
Olhei pra televisão.
Olhei pra porta do quarto.
Voltei o olhar pra ele.
— Pai… a Jandira pode aparecer!
— Ela tá dormindo.
— E se acordar!?
— Não vai.
Ele se inclinou na cadeira, completamente tranquilo.
Como se estivesse sozinho.
Como se aquilo fosse… normal.
Mas eu estava ali.
Sentada.
Sem saber onde enfiar a cara.
— Eu não acredito nisso… — murmurei, passando a mão no rosto.
Meu olhar ia e voltava.
Pra porta.
Pra escada.
Pra ele.
— Sério… se ela aparecer agora, a gente tá perdido.
Ele soltou uma risada baixa.
— Você que tava fazendo piada a semana toda…
— Mas eu não achei que ia virar isso!
Balancei a cabeça, ainda sem acreditar.
Levantei um pouco do sofá… depois sentei de novo.
Sem saber se ficava.
Se saía.
Se falava alguma coisa.
— Eu vou sair daqui… — falei, meio sem convicção.
— Pode ir.
Mas eu não fui.
Fiquei.
Parada.
Nervosa.
Com o coração acelerado.
Ouvindo qualquer barulho da casa.
Imaginando Jandira surgindo na porta a qualquer segundo.
— Isso é muito errado… — murmurei.
— Relaxa — ele respondeu.
— Relaxa!?
— Ninguém vai aparecer.
Olhei pra ele de novo.
Ele parecia… completamente despreocupado.
E aquilo me deixava mais nervosa ainda.
— Eu não sei nem pra onde olhar…
— Então não olha.
— Mas eu tô aqui!
— Problema seu.
Eu soltei uma risada nervosa.
— O senhor é impossível.
— Você que começou.
Balancei a cabeça.
— Eu só fiz piada!
— E agora tá aprendendo a não mexer com quem tá quieto.
Respirei fundo.
Passei a mão no cabelo.
E continuei olhando… mais pra porta do que pra qualquer outra coisa.
Porque, no fundo…
o medo não era nem da situação em si.
Era de ser pega.
De alguém aparecer.
De tudo explodir de uma vez.
Mas o tempo passava.
E nada acontecia.
E, aos poucos…
o choque ia dando lugar a outra coisa.
Um tipo estranho de incredulidade.
Misturada com nervosismo.
E até… um pouco de riso.
Porque aquela cena…
era absurda demais pra ser real.
E ainda assim…
era.
Meu pai na minha frente, a uma pequena distância de mim, com os short arriados com o pau pra fora batendo punheta com uma revista de mulher nua.
Aos poucos a cena na minha frente começou a me fazer respirar cada vez mais fundo, eu puxava o ar e soltava.
E foi ficando pior, quando eu percebi que a revista já não era o foco dele, mas sim a mim. Ele estava me olhando,não para um lugar especifico, mas para o meu corpo.
Podia notar ele olhando para cada detalhe, os contornos dos meus seios, a cintura, os lábios daqueles shorts justos de lycra que se moldavam às minhas curvas.
— Pai, a revista!?
— O que tem ela!?
—O senhor não ta mais folhando ela
A revista estava no colo dele, uma revista com imagem de uma mulher loira voluptuosa estava lá, mas ele não estava olhando para ela. Sua atenção estava inteiramente voltada para mim, como se a revista fosse apenas um artefato abandonado, um substituto pobre para a realidade que agora estava presente, viva, em carne e osso.
— Eu tenho coisa melhor na minha frente.
— Pai, o senhor ficou maluco
— Você não está interessada!?
— Em que!!?
— Em saber como seria!?
Olhei pra pica dele, que brilhava com a luz da tv que atingia o corpo dele
— Sério!!?
—Por que não!!?
— Talvez por sermos pai e filha!!?
— Isso são convenções sociais, antes somos homem e mulher com desejos
Não falei mais nada depois daquilo, só fiquei observando ele bater punheta. Eu conseguia notar que o pau dele estava muito duro ,muito mais do que na primeira vez que eu o vi.
Eu já não conseguia ficar quieta, meu corpo se movia sem eu pensar. Comecei a levar a minha mão na direção da minha boceta. Então, abri as minhas pernas, meu pai reagiu ao meu movimento olhando onde a minha mão ia parar
Em seguida, passei a tocar na minha boceta, ainda por cima da calcinha.Ele diminuiu o ritmo da punheta, ficou acompanhando meu ritmo.
— Como você parece com a sua falecida mãe!
Eu não lembrava dela, tinha partido quando eu era muito nova, mas tinhas algumas fotos, e de fato eramos parecida. Inclusive, herdei minha pele morena dela
— É e no que eu mais pareço com ela!!? Falei enquanto afastava a calcinha de lado, enfiei dois dedos na minha boceta e me surpreendi com o que senti
— Nossa!!!
— O que foi!?
— Eu tou muito molhada
— Ta vendo, já devia ta com tesão desde que eu botei o pau pra fora. Mas respondendo sua pergunta. Além da cor da pele, os olhos e a boca
— Entendi...
Comecei a encarar o pau dele e fui me abaixando, até meus joelhos encontrar o tapete firme ao lado da poltrona. Meu rosto agora estava ao nível de seus joelhos.
Agora de mais perto, pude notar o pau dele pulsando, e a cabeça do pau rosinha. Não só isso, como senti o cheiro de homem que seu pau produzia.
Então estiquei o braço,toquei no pau dele com a ponta dos dedos, ainda numa mistura de medo e desejo.
Depois segurei o pau dele com mais firmeza, movimentei um pouco pra cima, um pouco pra baixo Me aproximei um pouco mais e meus labios fizeram contato com o pau dele
Um beijo leve, experimental, na ponta. Era quente, firme, vivo. Meu pai soltou um suspiro profundo, um som de surpresa e entrega.
E então continuei
Meus lábios se abriram, e envolvi a ponta com a boca. O calor era intenso, a sensação de pele elástica sob seus lábios era uma revelação. Começei a mover-se, lentamente, explorando com a língua. Um movimento circular, uma pressão.
Meu pai agora respirava com dificuldade, cada inspiração sendo um som rouco de êxtese. Suas mãos agora se agarravam aos apoios da poltrona, os dedos apertando o material.
Aumentei a pressão, começando a usar mais da minha boca. Eu envolvi mais da extensão, sentindo a forma cilíndrica, a firmeza. Minha língua explorava cada curva, cada veia, com uma curiosidade que era agora uma técnica.
A minha cabeça se movia de forma ritmada, meus lábios apertando e relaxando, a língua pressionando e acariciando. A minha própria saliva misturando-se com o calor do corpo dele escorria até as bolas dele. Meu pai emitia pequenos gemidos, sons curtos de prazer que escapavam de seus lábios.
"AAAAH Meu Deus...como isso é bom" ele murmurou, e a frase era uma confissão de perdição.
Eu não paro. A intensidade crescia. Minha mão agora se moveu para a base do pau dele, agarrando-o firmemente, dando-lhe um ponto de apoio para o
movimento da boca. A pele era tão sensível, tão quente.
Comecei a usar mais força, mais velocidade. O prazer dele era evidente, eu podia sentir o orgasmo dele aproximando-se.
E então eu parei.
Retirei minha boca do pau dele, deixando o pau dele brilhando com a saliva produzida pela minha boca. Meu pai soltou um gemido de frustração.
— Eu quero mais que isso, eu disse, a voz agora firme, dominante.
— Então vem pro colo do papai, vem
Coloquei uma perna sobre a poltrona e então a outra.Coloquei as minhas mãos sobre o ombro dele, me estabilizando.Nossos olhos se encontraram, dei um
selinho na boca dele e fui me abaixando, enquanto ele posicionava seu pau na entrada da minha boceta
Fui descendo,descendo cada vez mais sentindo o pau dele entrar na minha boceta.Quando desci até o talo ele agarrou minha cintura.
— AAAIIN que tesão paizinho
— ´Fode minha filha, fode gostooso
Comecei a me movimentar sobre o pau dele, ainda devagar, mas suficiente para tirar um gemido do meu pai
—Xiuuuu, não faz barulho pai
— Não deu pra segurar
Então continuei, agora o movimento era mais rápido. Meu pai abraçou minha cintura e começou a chupar meus peitos.
— AAAIÊ AAAIÊ
gemia baixinho, no ouvido dele, era um esforço enorme
— Mexe essa bundinha meu amor
— Senhor gosta né, aposto que ficava me olhando dançar é o tchan olhando a minha bunda
— Sim, sim ficava
— SAFADO!!! AAAIN SEU SAFADO
— Eu ficava imaginando como era te comer, como era sentir sua boceta
— Seu safaduun..aain seu safadun
Ele beijava meu pescoço, enquanto eu inclinava mais ainda o quadril sentindo a pica dele por inteiro dentro de mim.
— Assim, assim continua filha
— ai ai
Eu cavalgava com mais força e naturalmente minha coxa em contato com a dele começou a produzir um som úmido e rítmico, a poltrona rangendo suavemente
sob o peso e o movimento.
Meu peitos balançavam na cara dele que tentava beija-los e lambe-los. Ele soltou meus quadris e agarrou meus peitos com as duas mãos. Lancei minhaa
cabeça para trás enquanto descia e subia num rimot cada vez mais frenetico
—Que boceta gostosa, caralho!!
—Eu vou gozar pai
— Goza filha que papai ta no limite
Rebolei no pau dele, um movimento de quadril mais devagar até que sentir um calor intenso saindo da minha boceta
Um tremor violento percorreu o meu corpo por inteiro. Meus músculos da boceta se contraíram em espasmos rítmicos e apertados em volta do pau dele, um
aperto pulsante e irresistível. Um grito abafado escapou contra o pescoço dele.Foi a forma que achei de conter.
Aquilo foi o limite para ele, senti o pau dele pulsando e algo quente em seguida.Ele abraçou meu quadril com força,enfiou o rosto entre meus peitos abafando
seu gemido.
— AAAAAAHH
— Isso paizinho, goza…gozaaa
— aaah caralhoo que tesão meu amor
— assim goza, que delicia
Ficamos abraçados enquanto a onda de prazer se dissipava. A respiração era o único som, ofegante e desencontrada. O suor nos unia. A realidade, com todo
seu peso moral, começou a se infiltrar lentamente nas bordas da nossa consciência.
Comecei a relaxar os braços, meu corpo ficando pesado e mole contra o dele. Ele ainda estava dentro de mim, macio agora, mas ainda presente. O
constrangimento pós-clímax não veio imediatamente. Em vez disso, veio uma estranha paz, uma completude exausta.
Meu pai lentamente recostou-se na poltrona, me levando-a com ele. Suas mãos deslizaram pelas minhas costas, numa carícia lenta, pós-sexual, cheia de
maravilha. Ele olhou para o meu rosto, seus olhos suaves, questionadores.
— O que nós fizemos foi maravilhoso
— Também gostei.Mas o senhor sabe que não podemos ficar fazendo isso
— Jandira
— Isso também
Depois daquele dia foi difícil viver como vivíamos antes. Se antes ele disfarçava os olhares de desejo dele por mim, olhares esses que eu nunca tinha notado até então, agora ele fitava meu corpo sem pudor
Eu ia nele e dava um beliscão alertando que jandira podia perceber, ele ria e provocava:”Quem mandou tá cada vez mais gostosa” e depois dava uma palmada
de leve na minha bunda.
Eu acabei não resistindo, e dei pra ele mais algumas vezes até que três anos depois, no inicios dos anos 2000 me envolvi com um rapaz e sai de casa. Meu pai que na epoca era cinquentão, veio a a falecer em 2008, de ataque cardiaco, mas guardo comigo até hoje as lembranças dos momento que passamos juntos



