Pai safado? Conhecendo o lado oculto do meu pai

Ai por onde começar, já faz tanto tempo

Meu nome é Jorgiane. Em 1997 eu tinha 20 anos, fazia faculdade de Administração e trabalhava como estagiária em um escritório no centro de Salvador.

Morava com meu pai, Jorge, vigilante, e minha madrasta, Jandira, empregada doméstica.

Nossa casa era pequena. Dois quartos, uma sala apertada, cozinha colada com área de serviço. O ventilador fazia mais barulho do que vento, e a televisão de tubo às vezes precisava de um tapa na lateral pra pegar direito.

Mas era ali que a vida acontecia.

Principalmente nos fins de semana.

Domingo era sagrado.

— Jorgiane, venha me ajudar rapidinho aqui na cozinha — Jandira gritava da sala.

Eu ia lá, ajudava ela com alguns afazeres domésticos, enquanto meu pai ficava na sala, com o prato na mão, geralmente arroz, feijão e o que tivesse dado pra fazer naquele dia.

— O que ta passando de bom na tv pai?

— Ta tocando é tchan, sei que você adora

— Amo!!!

Quando começou a tocar “Bambolê”, não aguentei. Comecei a dançar no meio da sala. Eu vestia um shortinho até parecido com o das meninas, era branco bem apertado no corpo.

Só lembro de ouvir meu pai dizendo da cadeira de plástico.

— Ih, lá vai ela… —rindo

— Ah, pai… é o É o Tchan!

Minha madrasta chegou bem na hora e começou a bater palmas rindo de mim

— Isso mesmo! Mostra pra ele que você sabe dançar

Comecei a rebolar no ritmo, rindo sozinha, deixando o corpo ir com a música. Era automático. Cresci ouvindo aqueles tipo de musicas. Aquela batida fazia parte de mim.

— Menina, você não tem vergonha não? — meu pai falou, mas já rindo.

— Vergonha de quê?

— De ficar se exibindo na sala!

— Exibindo nada, isso aqui é talento!

Jandira levantou também.

— Sai daí, Jorgiane, deixa eu ver se ainda sei!

— Quero ver! — falei, rindo.

Ela tentou acompanhar, meio desajeitada, mas animada.

meu pai gargalhava

A gente ria.

Ria de verdade.

Depois de alguns segundos, a música acabou e entrou aquele intervalo típico do programa.

Gugu apareceu no palco, todo animado, segurando um CD.

— Olha aqui, Brasil! O novo CD de É o Tchan!

Jandira abanava o rosto com a mão, ainda com calor por causa de ter dançado alguns segundos

A vinheta acabou.

E lá estavam eles de novo.

— Ih… — falei, levantando devagar — vem outra.

Começou a batida de “Dança do Poe Poe”.

Não pensei duas vezes.

Levantei de novo.

— Jorgiane! — meu pai riu — você não cansa não?

— Agora que começou!

Dessa vez fui sozinha.

No meio da sala.

Rodando, rebolando, rindo… deixando a música tomar conta de mim.

Jandira ficou sentada, só olhando, com um sorriso cansado no rosto.

— Vai, menina… — ela disse — aproveita essa energia.

— Sempre!

Meu pai batia o pé no chão, acompanhando o ritmo, mesmo tentando disfarçar.

— Tou vendo viu pai

— Vendo o que menina!!?

— O senhor batendo o pezinho

— Isso aí pega até quem não quer — ele murmurou.

— Tá vendo? — falei, apontando pra ele. — Até o senhor gosta!

Antes que ele pudesse negar, fui até ele e puxei pela mão.

— Vem!

— O quê!? — ele resistiu, rindo. — Eu não!

— Vem dançar comigo!

— Nem pensar!

— Pai, deixa de ser chato!

Puxei com mais força.

Ele acabou levantando, meio sem jeito.

— Olha a vergonha, Jorgiane…

— Vergonha nada!

Levei ele pro meio da sala. Ele era um homem muito envergonhado, fazer ele dançar comigo devia ser um sacrifício pra ele

A música ainda tocando, o ritmo contagiante… e ele ali, parado, sem saber o que fazer.

— Mexe! — falei, rindo.

— Não faz isso comigo

— Anda pai, se mexe

— Eu tô mexendo!

— Isso não é mexer!

Ele tentava acompanhar, mas o corpo dele parecia travado. O quadril duro, os movimentos duros, quase mecânicos.A única coisa que mexia mesmo era a barriga saliente que ele tinha.

Eu não aguentei.

— Pai! Parece que o senhor engoliu um cabo de vassoura!

Jandira caiu na risada do sofá.

— Jorge, pelo amor de Deus!

— Eu não sei fazer isso aí! — ele disse, já rindo também, mas visivelmente desconfortavel

— É só soltar!

Comecei a dançar na frente dele, mostrando.

Quadril solto, leve, minha bunda ia pra frente e para trás no ritmo da música.

— Assim!

Ele tentou imitar. Olhava na direção do meu quadril tentando entender como eu fazia o que fazia.Mas não sai legal

Deu errado.

Muito errado.

— Não, pai! — eu gargalhava — não é desse jeito!

Nunca vou esquecer essa cena dele colocando o quadril pra frente e pra trás com os braços duros, parecia um peixe boi encoxando alguém

— Então é como!? ele perguntava

— Relaxa!

Cheguei mais perto e segurei os braços dele, tentando guiar o movimento.

— Solta o corpo!

Ele tentou de novo.

Um pouco melhor… mas ainda completamente desajeitado.

— Já melhorou — falei, incentivando.

— Já chega filha, já chega

Jandira, do sofá, gritava:

— Continua, Jorge! Tá parecendo um robô!

A gente ria.

Ria sem parar.

Eu dançando leve, natural com meu shortinho enfiado na minha bunda grande e morena até o talo, suada, já com o um pingo de suor descendo pelo rosto.

E ele tentando acompanhar, duro, fora do ritmo, sem camisa, apenas seu shortinho azul com sua uma barriguinha saliente saltando pra lá e pra cá

Mas tentando.

Enfim, um doce lembrança de um momento bobo, mas cheio de significados...

Continua....


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Pai safado? Conhecendo o lado oculto do meu pai

Codigo do conto:
258522

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
03/04/2026

Quant.de Votos:
2

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