- Bom dia - a mãe da inquilina de camisola curta preta sem sutiã e bem decotada e depois de um bocejo - o cheiro esta ótimo, o que está fazendo? Podia ter me chamado. - ficou em pé me olhando.
- Que nada, bom dia, eu prometi o café, então eu tinha que fazer - peguei ela pelos ombros e coloquei ela na cadeira sentada - Só pode ver mas não pode tocar - ela riu, e eu fui olhar o croque monsieur no forno me agachei e quando virei estava no celular no celular com as pernas entre abertas e uma calcinha de linho cinza claro que contornava toda a sua buceta, olhei e pensei “ só pode ver mas não pode tocar”, ri e depois perguntei - E as mensagens, respondeu seus fãs. - ela abriu um sorriso, ficou um pouco vermelha e me olhou.
- Sim, respondi para um deles, mas nada demais - eu balancei a cabeça.
- E se você escolheu o mais lerdo, melhor mandar para todos e descobrir qual o melhor, o mais apressado e o mais - eu ri e ela ficou esperando - o que mais te agrada. - ela fez uma cara de que estava espertando outra coisa.
- Você tem razão, já que posso escolher, melhor eu testar antes. - fez uma pausa - ainda fico preocupada com o que podem pensar, e - fez uma nova pausa mordendo o lábio - faz tempo que não saio não sei nem como é, acho. - eu ri olhando para porta, para ter certeza que não tinha barulho.
- Duvido que não saiba como é, e vamos ser honestos, não estamos na idade de perder tempo, e o importante é curtir o momento. - eu parei a seu lado - Abre ai as mensagens e vamos responder juntos, e um deles vai vir hoje aqui no final do dia. - ela riu e se virou para mesa para pegar o celular e sua camisola abaixou um pouco na parte dos seios, revelando um peito medio e o bico duro, ela estava se divertindo mesmo com tudo aquilo. Ela ficou lendo e eu respondendo e um dos caras disse que iria passar umas 7 da noite na casa dela, eu disse para ela dizer que poderia vir e que só iriamos embora depois que ela voltasse, para ela se divertir e brinquei: - Só coloca uma calcinha mais sexy. - ela mordeu o labio e ficou vermelha.
- Você estava olhando minha - ficou mais vermelha e eu ri e continuei fazendo-a s coisas
- Foi sem querer, eu abaixei assim - abaixei para pegar as coisas no forno - e quando virei, para falar com você, bem - ela de novo estava com a perna entre aberta e tinha alem do contorno um tom mais escuro no cinza - eu vi. - ela me olhou e levantou rápido riu nervosa e se levantou, quando ouviu um som e porta se abrindo.
- Daqui a pouco todos chegam, depois agente continua e te atualizo das mensagens. - ela piscou e riu e saiu da cozinha e dando bom dia para a inquilina e para o neto.
A irmã chegou já estávamos com a mesa arrumada, os meninos brincando na sala e todos comendo e elogiando o café, a mãe ficou toda hora respondendo mensagens e sorrindo. Quando foram 11 da manhã a irmã foi embora levando os meninos, já que iriamos no churrasco somente eu a inquilina e a mãe. A mãe ficou arrumando a cozinha e respondendo no celular e falou para irmos tomar banho. Subimos e fomos para o quarto, assim que tiramos a roupa e entramos no Box ela me abraçou e me beijou e ficou me encarando.
- Me explica que cara safada era da minha mãe olhando o celular e te olhando. - Eu sorri e prensei ela na parede com meu corpo, ela deu aquela respiradinha e sorriu mordiscando minha orelha - Vamos me conta e me fode também, que não temos muito tempo.
- Você precisa decidir - eu comecei a passar o pau no meio das suas pernas - ou eu conto, ou eu te fodo - comecei beijar seu pescoço e alisar a lateral do seu corpo - pelo tempo não vou conseguir fazer as duas coisas. - eu esfreguei o pau pelos lábios da sua buceta, e passando ele pelo seu clitoris, ela gemia e respirava no meu ouvido sem falar, eu encaixei o pau na entrada da sua buceta - O que vai querer? - ela abriu um pouco as pernas e deixou o corpo ir descendo com meu pau entrando nela.
- Na volta você me conta - e começou a se mover se esfregando contra meu corpo, eu sorri e dei um tapinha na lateral da sua bunda e comecei a alisar seu corpo até pegar suar pernas e erguer ela do chão, presando ela contra a parede sem que os pés dela tocasse o chão, ela foi erguendo as pernas até colocar os pés em volta da minha cintura e eu fiquei batendo ela contra a parede e ela gemendo e me apertando, só diminui as batidas dela na parede quando ela me beijava ou encostava a cabeça na parede, e ao voltava com as pancadas dela na parede fazendo meu pau ir bem fundo, eu desci ela dessa posição e virei ela de costas na parede, e com os corpos encostados e segurando ela pelos cabelos com uma das mão e com a outra alisava seu clitoris com força, comendo ela com força, a agua espalhava para todos os lados e ela gemia alto, eu puxava seu rosto pelos cabelos para debaixo da agua e ela engasgava nos gemidos e eu tirava ela debaixo do chuveiro quando ela ofegava, deixava ela respirar um pouco e colocava ela novamente com o rosto em baixo do chuveiro, parecia que ela esmagar meu pau quando eu fazia isso, quando ela recompunha eu puxava ela para de baixo do chuveiro, então, começou a tremer e falar - Fode sua putinha, fode com força, eu te amo, essa puta te ama - ela não parava de falar enquanto gozava eu tirei meu pau de dentro a ideia era mudar a posição mas acabei gozando nas suas pernas e bunda. Ficamos ofegantes e ela com a bunda em baixo do chuveiro e a cara encostada na parede.
Eu me lavei rápido, e ela ficou naquela posição, respirando ofegante, ainda cuspindo agua e com gozo escorrendo pela bunda e atras da coxa, dei um tapa na sua nádega limpa e sai quando estava saindo ouvi ela rindo.
- Puta que pariu - ainda estava ofegante - Você não se safou de me contar - ela levantou o corpo ficando em baixo do chuveiro - Isso foi diferente - ela passou a mão no rosto estava meio vermelha, encostou na parede de novo rindo - Nossa - respirou fundo - vou tomar banho, pode ir na frente.