Era uma tarde abafada de verão em Santo André, o calor grudando na pele como uma segunda camada. A reforma da cozinha estava no auge, e Carlos, o pedreiro negão de 1,90m, corpo esculpido de concreto e suor, trabalhava sem camisa, os músculos das costas brilhando, a calça jeans baixa marcando o volume obsceno entre as pernas. Ana, minha esposa, andava pela casa como uma cadela no cio: short jeans tão curto que a bunda escapava pelas laterais, regatinha branca fina que deixava os mamilos duros visíveis, sem calcinha por baixo – ela mesma me confessou isso de manhã, sussurrando no meu ouvido enquanto me masturbava devagar: “Hoje eu quero ser fodida até não aguentar mais, Pedro. Quero sentir um pau que me rasgue.” Eu já sabia da obsessão dela. Há meses ela gozava gritando fantasias com “um negão de pau gigante me arrombando enquanto você assiste”. E eu, covarde e excitado, gozava junto só de imaginar. Quando Carlos pediu pra ficar sozinho com ela, meu coração quase explodiu no peito. “Deixa eu resolver isso com sua mulher, Pedro. Vai dar uma volta, compra um refrigerante. Quando voltar, você vai ver o que ela realmente quer.” A voz dele era grossa, autoritária. Eu obedeci como um cachorro adestrado. Saí pela porta da frente, dei a volta pelo quintal e entrei pelos fundos em menos de dez minutos. Meu pau já doía de tão duro dentro da cueca. Os gemidos vinham da cozinha antes mesmo de eu abrir a porta. Empurrei devagar e congelei. Ana estava de quatro no chão frio de cerâmica, as mãos apoiadas, a bunda empinada alto, o short arrancado e jogado num canto. Carlos estava atrás dela, calça nos tornozelos, o pau – meu Deus, aquilo era desumano. Pelo menos 28 cm de grossura absurda, veias saltadas como cordas, a cabeça roxa e inchada brilhando de baba e gosma da buceta dela. Ele segurava os cabelos dela com uma mão, puxando forte para trás, enquanto a outra mão dava tapas violentos na bunda, deixando marcas roxas instantâneas. “Fode, sua puta casada! Grita que quer pau de negão!” ele rosnava, socando com força bruta. Cada estocada fazia o corpo dela avançar meio metro no chão, os seios balançando loucamente, batendo um no outro. A buceta dela estava escancarada, vermelha, inchada, os lábios abertos como uma flor rasgada, o creme branco escorrendo em fios grossos pelas coxas até pingar no piso. “Ahhh, caralho! Tá me rasgando, Carlos! Mais fundo, porra! Me fode como se fosse me matar!” Ana berrava, a voz rouca, os olhos revirando. Ela gozou na terceira estocada profunda – um esguicho forte jorrou, molhando as bolas dele, o chão, até respingar na minha perna enquanto eu assistia escondido na porta. Carlos riu alto, safado. “Olha só, Pedro. Sua mulher tá esguichando no meu pau como uma fonte. Vem ver de perto, caralho.” Ele me viu. Não parou. Continuou metendo, agora mais devagar, sádico, deixando eu ver cada centímetro saindo coberto de espuma branca, entrando de novo até as bolas baterem com força na bunda dela. Ana virou o rosto, os olhos vidrados de tesão puro. “Vem, amor… olha como ele me abre… olha como eu gozo diferente com esse pauzão… me perdoa, mas eu preciso disso…” Eu entrei. Tirei a roupa tremendo. Sentei na cadeira a dois metros deles, pau na mão, masturbando devagar enquanto via Carlos acelerar de novo. Ele a virou de costas, ergueu as duas pernas dela sobre os ombros largos, dobrando-a ao meio. A buceta ficou totalmente exposta, o clitóris inchado pulsando. Ele cuspiu direto no buraco, enfiou tudo de uma vez – Ana gritou alto, um grito de dor e prazer misturados. “Porraaaa! Tá batendo no útero! Tá me matando de tesão!” Ela cravava as unhas nas costas dele, arranhando até sangrar. Carlos metia como um animal, o som molhado e violento enchendo a cozinha: ploc-ploc-ploc-ploc. Ele segurava os seios dela com força, apertando os mamilos até ficarem roxos, puxando-os enquanto socava. “Pede pra eu gozar dentro, vadia!” “Goza, negão! Enche minha buceta casada de porra! Me engravida, caralho! Faz meu marido criar seu filho!” Ele urrou, enfiou até o talo e explodiu. Jatos grossos, quentes, visíveis – dava pra ver a barriga dela pulsar a cada esguicho. A porra transbordou imediatamente, escorrendo em fios brancos grossos, pingando no chão em poças. Ana gozou junto, o corpo convulsionando, esguichando de novo, misturando os líquidos num caldo viscoso que escorria pelas coxas dela. Carlos tirou o pau devagar, ainda pingando. A buceta dela ficou aberta, um buraco vermelho escancarado, porra escorrendo sem parar. Ele se virou pra mim, o pau semi-duro balançando, brilhante. “Agora você, Pedro. De quatro. Quero foder esse cuzinho maricas que nunca levou rola.” Ana se arrastou até mim, beijou minha boca com gosto de porra e suor. “Vai, amor… deixa ele te comer. Eu quero ver você gemendo como eu.” Carlos me empurrou pro chão. Cuspiu na mão, esfregou no meu cu apertado. Enfiou dois dedos primeiro, abrindo sem dó. Eu gemi alto, dor e tesão misturados. Depois veio a cabeça – grossa, implacável. Ele forçou, centímetro por centímetro, até eu sentir minhas paredes se rasgando. Quando entrou tudo, as bolas dele batendo nas minhas, eu gritei. “Ahhh, porra! Tá me arrombando!” Ele começou a bombar. Forte. Fundo. Cada estocada batia na próstata, fazendo meu pau babar sem eu tocar. Ana se deitou na minha frente, abriu as pernas, enfiou três dedos na buceta cheia de porra e se masturbava olhando. “Olha como ele te fode, Pedro… olha como você tá gemendo igual putinha… goza pra mim, amor.” Carlos acelerou, segurando meus quadris com força, tapas na bunda, puxando meu cabelo. “Cuzinho apertado do caralho… melhor que o da sua mulher… vou gozar aqui dentro também!” Eu gozei primeiro – um jorro forte, espirrando no chão, no rosto de Ana. Segundos depois ele urrou, enfiou até o fundo e me encheu. Senti cada jato quente pulsando dentro de mim, enchendo meu cu, escorrendo pelas coxas quando ele saiu. Nós três caímos no chão, ofegantes, suados, melados de porra, suor e esguichos. Ana riu, rouca, passando a mão na buceta aberta e na minha bunda escorrendo. “Foi pouco… quero mais. Amanhã de novo?” Carlos deu um tapa na bunda dela, depois na minha. “Podem chamar. Vou trazer um amigo da obra. Vocês dois vão aprender o que é ser fodido de verdade.” E assim começou nossa nova rotina. A reforma nunca terminou. Mas a casa… a casa ficou marcada pra sempre.
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