Professor comendo aluno

Era uma tarde abafada de sexta-feira em Santo André, o sol escaldante filtrando pelas persianas do meu apartamento. Eu, Pedro, 45 anos, 1,75 m, 80 kg, professor particular de matemática, estava suando só de pensar no que ia propor. O interfone tocou, e meu pau já deu um pulo na cueca.
“Professor Pedro? É o Lucas. Cheguei pra aula.”
Lucas. 19 anos, 1,82 m, magrinho e definido de academia, cintura fina como se fosse pra ser agarrada, ombros largos começando a se formar, pele morena clara suada e brilhante. E aquele pau... porra, desde a primeira aula eu não conseguia parar de olhar. Ele usava calças skinny pretas que marcavam tudo: uns 22-23 cm de rola grossa, veias saltadas, cabeça inchada que balançava pesado entre as coxas finas mesmo quando mole. Eu já tinha fantasiado com aquilo me arrombando mil vezes.
“Entra, Lucas.”
Ele subiu, camiseta cinza colada no peito ossudo, cheiro de suor masculino misturado com desodorante barato me deixando louco. Sentou na cadeira, abriu o caderno de cálculo, mas eu fechei o livro com força, encostei na mesa e fui direto ao ponto, voz rouca de tesão acumulado.
“Lucas... esquece a aula por um minuto. Eu sei que você tá fudido com dinheiro. Seu pai não banca mais cursinho, e eu cobro caro pra te dar reforço todo dia até o vestibular militar. Mas eu tô louco por você. Louco pra caralho. Eu te dou aula de graça, todo dia, te faço gabaritar em cálculo, te ensino tudo que precisa pra passar. Mas em troca... eu quero que você me coma. Me coma forte, me arrombe esse cu como se eu fosse uma puta barata na rua. Me fode sem dó, me estupra o rabo inteiro, me deixa escorrendo porra, andando torto por dias. Pode me chamar de vadia, de cadela no cio, de buraco aberto pra rola... me estapeia a cara, me enforca, goza dentro quantas vezes aguentar, me faz engolir sua porra grossa. Eu aguento tudo, porra. E depois, quando eu estiver destruído, eu te como também. Te arrombo esse cu magrinho, te encho de leite quente, te faço gozar gritando como uma puta. É troca justa. Aceita ou vai embora pagando o preço cheio.”
Ele ficou parado, olhos castanhos claros arregalados, o volume na calça inchando visivelmente, esticando o tecido até quase rasgar. Engoliu seco, o pomo de adão subindo e descendo.
“Professor... você quer mesmo que eu te foda assim? Forte mesmo?”
“Quero. Agora. Aceita?”
Ele assentiu devagar, levantando da cadeira com o pau já duro marcando tudo. “Aceito. Vou te arrombar tanto que você vai implorar por mais aula só pra levar rola de novo.”
Eu sorri, o cu piscando de ansiedade. “Então tira tudo. Mostra essa rola enorme que eu quero tanto.”
Ele arrancou a camiseta, revelando o peito magro e definido, mamilos duros. Tênis, meias, calça e cueca voaram pro chão. O pau saltou livre: 23 cm de carne grossa, veias pulsando como cordas, cabeça vermelha inchada vazando pré-gozo, bolas pesadas penduradas. Cheirava a macho suado, e eu caí de joelhos na hora, abocanhando aquela tora inteira.
“Chupa, professor... engole tudo, sua vadia gulosa.”
Eu engoli fundo, a garganta se abrindo pra aquela grossura, saliva escorrendo pelos cantos da boca enquanto eu mamava com fome. Ele segurou minha cabeça e começou a foder minha boca com raiva, batendo no fundo da garganta até eu engasgar e lacrimejar, porra pré-escorrendo na minha língua. “Isso, engole minha rola, seu puto... vai se preparar pro cu agora.”
Depois de minutos me usando como boqueteira, ele me puxou pelo cabelo. “De quatro, empina esse rabo gordo. Hora de eu te estourar.”
Eu obedeci, de quatro no tapete, empinando o cu já lubrificado — eu tinha me preparado com plug o dia todo sonhando com isso. Ele cuspiu na mão, esfregou na rola enorme, cuspiu direto no meu buraco e meteu a cabeça grossa de uma vez, abrindo tudo com força bruta. Eu gritei alto, o cu queimando como fogo, mas empinei mais, pedindo o resto.
“Fode, Lucas... me arromba todo... estupra esse cu de professor... me faz sua puta particular!”
Ele socou até o talo, as bolas batendo na minha bunda, o pau inteiro me preenchendo como se fosse me rasgar ao meio. Começou a meter forte, estalando a virilha contra mim, cada estocada me fazendo gemer rouco de dor e prazer insano. Puxou meu cabelo pra trás, estapeou minha cara com força — uma, duas, três vezes —, me chamou de “cadela no cio, buraco frouxo pra rola de novinho”. Eu sentia o pau dele pulsando dentro, abrindo meu cu cada vez mais, o anel inchado e vermelho se esticando ao limite.
“Pede mais, vai... pede pra eu te encher de porra quente.”
“Me enche, porra... goza dentro, me inunda esse cu... sou sua vadia, me usa!”
Ele aumentou o ritmo, socando como um animal, suor pingando nas minhas costas. Meu pau balançava duro embaixo, vazando sem ninguém tocar. De repente, ele apertou meu pescoço com uma mão, me enforcando levemente enquanto metia fundo, e eu gozei sem mão: jatos grossos de porra jorrando no tapete, o corpo convulsionando, o cu apertando a rola dele como um torno. Ele riu rouco, “Goza levando rola, sua puta... agora é minha vez.”
Meteu mais forte ainda, ignorando meu tremor, até gozar gritando: porra quente explodindo dentro de mim, enchendo tudo, transbordando pelas coxas, escorrendo quente e grosso. Tirou devagar, o cu meu escancarado, latejando, um buraco aberto vazando leite.
Mas não acabou. Ele me virou de costas, ainda ofegante, e disse: “Agora abre as pernas, professor. Quero mais. Me faz gozar de novo antes de você me comer.”
Eu obedeci, deitado no tapete sujo de porra, pernas abertas. Ele montou em mim, posicionou a rola ainda dura e babada no meu cu destruído e meteu de novo, dessa vez devagar no começo, depois acelerando pra um ritmo brutal. “Toma mais rola, seu guloso... sente como eu te abro todo de novo.” Eu gemia alto, as unhas cravando nas costas dele, o pau dele me fodendo profundo, batendo na próstata até eu gozar outra vez sem mão, porra espirrando no meu peito. Ele estapeou minha cara de novo, mordeu meu ombro forte o suficiente pra deixar marca, e gozou dentro pela segunda vez, enchendo mais, porra misturada escorrendo como um rio.
Finalmente, ele saiu, ofegante, o pau pingando. “Agora é sua vez, professor. Me arromba.”
Eu me levantei tremendo, o cu ardendo e vazando, mas o pau duro como pedra. “Deita de costas, abre essas pernas magrinhas.”
Ele deitou, pernas abertas, o cu pequeno e rosa piscando. Cuspi na rola, posicionei e entrei devagar, sentindo o aperto virgem dele. “Relaxa, sua cadela... agora eu te estupro.”
Comecei a socar forte, estalando contra as coxas finas, segurando o pescoço dele como ele tinha feito comigo. Estapeei a cara dele — uma, duas vezes —, chamei de “buraco apertado, vadia de rola grossa, novinho guloso”. Ele gemia rouco, o pau endurecendo de novo só com a foda, balançando e vazando.
“Pede, vai... pede pra eu te encher.”
“Me enche, professor... goza dentro, me arromba mais... sou sua puta agora!”
Aumentei o ritmo, socando sem piedade, o cu dele se abrindo, ficando vermelho e inchado. Ele gozou sem mão, jatos grossos no peito magro dele, tremendo inteiro. Eu continuei metendo, ignorando, até gozar fundo: porra quente inundando o cu dele, transbordando pelas coxas ossudas.
Mas eu queria mais. “Vira de quatro, Lucas. Quero te foder como cachorro antes de acabar.”
Ele virou, empinando o rabo destruído, porra escorrendo. Eu meti de novo, socando forte, puxando o cabelo dele, mordendo a nuca. “Toma mais, sua vadia... goza de novo pra mim.” Ele gritou, gozando outra vez no tapete, o corpo convulsionando. Eu estapeei a bunda dele até ficar vermelha, meti até o limite e gozei pela segunda vez dentro dele, enchendo tudo de novo.
Caímos os dois no chão, suados, cobertos de porra, ofegantes, cus latejando e escancarados.
“Então... amanhã tem aula de derivada, né?” ele murmurou, voz rouca, sorrindo exausto.
Eu ri, limpando o suor e a porra da cara. “Tem. E toda segunda, quarta e sexta até a prova. E toda aula termina assim: você me arrombando forte, eu te arrombando forte, múltiplas gozadas, estapeadas, porra pra todo lado. Se você errar exercício, eu te castigo com mais rola. Combinado?”
Ele assentiu, o cu ainda vazando. “Combinado, professor. Mal posso esperar pra pagar as próximas aulas.”
E assim nosso acordo virou rotina. Toda sessão de estudo acabava em sexo bruto, intenso, com cus arrombados e porra escorrendo. O vestibular militar nunca foi tão prazeroso.
Foto 1 do Conto erotico: Professor comendo aluno


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Comentários


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rotta10 Comentou em 25/01/2026

Delícia adorei




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Professor comendo aluno

Codigo do conto:
253080

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
25/01/2026

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