O calor da tarde em Santo André estava insuportável, o ar parado cheirava a esterco fresco e terra molhada. Pedro, suado da cabeça aos pés, camisa grudada no peito definido, calça jeans aberta na braguilha, voltou pro chiqueiro do fundo da fazenda. Fazia três dias seguidos que ele ia ali, viciado no tesão proibido. Barrigão, o porco preto imenso de quase 200 kg, já o esperava: deitado de lado no barro, o pau em espiral já meio fora da bainha grossa e peluda, pingando um fio constante de pré-gozo claro que formava uma poça fedorenta na lama. Pedro parou na cerca, respirando pesado. Olhou pro animal e sentiu o cu piscar forte, já molhado de expectativa. “Hoje eu quero tudo, seu porco safado… vou te deixar me usar até não aguentar mais.” Ele abriu o portão, entrou devagar. Tirou a camisa, jogou no canto, depois abaixou a calça e a cueca até os tornozelos. Ficou nu, pau duro apontando pro alto, bolas pesadas balançando. Ajoelhou na lama fedorenta, de quatro, empinando a bunda morena pro porco. Abriu as nádegas com as duas mãos, expondo o cu rosado, já relaxado dos dias anteriores, mas ainda apertado o suficiente pra doer gostoso. Barrigão levantou pesado, grunhindo baixo. O focinho úmido veio primeiro: cheirou as coxas de Pedro, lambeu as bolas com a língua áspera e grossa, subindo devagar até o cu. A língua entrou um pouco, girando, lambendo o anel por dentro e por fora. Pedro gemeu alto, empurrando a bunda pra trás. “Chupa meu cu, vai… lambe bem fundo, seu nojento…” O porco obedeceu, enfiando a língua grossa vários centímetros, babando saliva quente que escorria pelas coxas de Pedro. Ele masturbava a própria rola devagar, gemendo rouco, enquanto o animal lambia sem parar. Depois de uns minutos, Barrigão subiu as patas dianteiras nas costas de Pedro, o peso esmagando ele contra a lama. A barriga peluda e suada roçava nas costas dele. Pedro sentiu a ponta da rola em espiral cutucando entre as nádegas: aquela mola de carne rosa-escura, grossa na base, afunilada na ponta como uma broca, com voltas perfeitas que pareciam feitas pra rosquear e arrombar. A glande entrou primeiro, abrindo o anel com um estalo molhado. Pedro gritou, os olhos revirando. “Caralho… tá girando… tá me rosqueando o cu…” Cada volta da espiral ia entrando devagar, forçando as paredes internas a se abrirem em movimento circular. Era uma sensação louca: pressão + torção + alongamento ao mesmo tempo. Quando metade já estava dentro (uns 12–13 cm), Pedro gozou forte sem nem tocar na rola — jatos grossos bateram na lama à frente, misturando com o barro. Barrigão começou a bombear: estocadas curtas no começo, depois mais longas. Cada puxada pra trás fazia a mola girar no sentido contrário, roçando todas as veias e pregas internas do cu. Cada empurrada pra frente rosqueava mais fundo, batendo direto na curva do intestino. O som era sacana pra caralho: ploc-ploc molhado, chiado da carne espiralada escorregando, grunhidos graves do porco misturados com os gemidos putos de Pedro. “Me fode mais forte… arromba esse cu de viado… enche de porra suína!” O porco acelerou. Pedro sentia a base engrossando, as voltas da espiral travando um pouco mais rígidas dentro dele. A próstata era esmagada a cada estocada, fazendo ele gozar de novo — dessa vez seco, só tremores e contrações, o corpo todo suando. De repente Barrigão parou, tremendo inteiro. A rola inchou mais ainda, selando o cu como uma rolha viva. Veio a gozada: jorros quentes, grossos, pulsando forte. Pedro sentia cada contração enchendo ele — o sêmen suíno era denso, quase cremoso, subindo pelo intestino reto, enchendo a barriga devagar. Ele gemia alto, sentindo o volume crescer, a barriga ficando ligeiramente estufada. “Porra… tá me enchendo… tá me deixando grávido de porco, caralho…” Foram quase 50 segundos de gozada contínua. O excesso começou a vazar pelas bordas do anel esticado, escorrendo em fios brancos grossos pelas coxas de Pedro, pingando na lama. Mas Barrigão não saiu ainda. Ficou travado uns minutos, a espiral travada no lugar, pingando os últimos pingos. Quando finalmente recuou, saiu com um “pop” alto e molhado. A rola em mola pulsava no ar, ainda dura, brilhando de porra e lubrificante. O cu de Pedro ficou escancarado: vermelho, inchado, as bordas viradas pra fora, incapaz de fechar. Um rio de sêmen branco jorrou pra fora em golfadas, escorrendo pelas pernas, formando uma poça fedorenta. Pedro caiu de bruços na lama, ofegante, barriga cheia, cu vazando sem parar. Mas o tesão não acabava. Ele virou de barriga pra cima, abriu as pernas, segurou as coxas e expôs o cu arrombado pro porco de novo. “Vem de novo… me fode de frente agora, seu animal imundo…” Barrigão entendeu. Subiu com as patas dianteiras nos ombros de Pedro, o peso esmagando o peito dele. A rola espiralada, ainda babando, cutucou o cu aberto e entrou fácil dessa vez — toda de uma vez, as voltas girando e rosqueando até o fundo. Pedro gritou de prazer doentio, masturbando a rola dura enquanto o porco bombava forte, a barriga peluda batendo na dele. Mais estocadas brutas, mais torção dentro do cu. Pedro gozou pela terceira vez, jatos fracos pingando na barriga do porco. Barrigão gozou de novo logo depois: outro jorro interminável, enchendo ainda mais, fazendo a barriga de Pedro inchar visivelmente, como se estivesse grávido de porra suína. Quando saiu dessa vez, Pedro rolou na lama, exausto, cu escancarado pulsando, porra escorrendo sem parar pelas nádegas, coxas, até os pés. Ele ria baixo, sacana, com o rosto sujo de barro e suor. “Filho da puta… amanhã eu volto… e trago vaselina pra você entrar mais fundo ainda.” Barrigão grunhiu satisfeito, lambendo a própria rola em espiral, ainda pingando. Pedro ficou ali deitado uns minutos, sentindo o cu latejar, a barriga cheia de sêmen quente, o corpo todo marcado pelo animal. Era o paraíso sujo dele.
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