Pedro e Janete chegaram ao hotel no fim da tarde, depois de uma viagem longa. O quarto era amplo, com uma cama king size e vista para a cidade. Assim que se instalaram, Janete tomou um banho quente e vestiu apenas um robe fino de seda preta, que mal cobria suas coxas. Pouco depois, bateram na porta. Era o atendente de quarto, um rapaz alto, moreno, de uns 28 anos, chamado Lucas. Corpo definido, uniforme justo, sorriso confiante. Ele trouxe o vinho que haviam pedido. Janete não disfarçou. Seus olhos percorreram o corpo dele abertamente enquanto ele colocava a bandeja na mesa. Quando Lucas se virou para sair, ela falou com a voz rouca: — Fica mais um pouco... Pedro, sentado na poltrona, ergueu as sobrancelhas, surpreso. Lucas hesitou, mas o olhar faminto de Janete foi claro. — Eu tô muito tarada hoje — confessou ela, sem rodeios, abrindo um pouco o robe e mostrando os seios fartos e os mamilos já duros. — Quero dar pra você. Quero sentir esse corpo dentro de mim. Lucas olhou para Pedro, que ficou em silêncio por um segundo, sentindo o pau começar a endurecer dentro da calça só de ver a cena. — E eu quero que meu marido veja tudo... — continuou Janete. Depois, com um sorriso safado, olhou para Pedro: — E você também vai dar o cu pra ele, amor. Quero ver você sendo fodido por ele enquanto eu assisto. Pedro sentiu o rosto queimar de excitação e vergonha ao mesmo tempo. O desejo na voz da esposa era inegável. Lucas se aproximou, já tirando a camisa do uniforme, revelando o peito definido e a barriga tanquinho. Janete puxou ele pela cintura e o beijou com fome, enfiando a língua na boca dele enquanto suas mãos desciam e apertavam o volume que já crescia na calça do rapaz. — Caralho, que pau grosso... — murmurou ela, abrindo o cinto dele. Pedro observava, o coração acelerado. Janete se ajoelhou, puxou a cueca para baixo e lambeu o pau de Lucas devagar, da base até a cabeça, gemendo de tesão. Depois o enfiou na boca, chupando com vontade, babando enquanto olhava para o marido. — Vem cá, Pedro — ordenou ela, com a voz abafada pelo pau na boca. Pedro se levantou, trêmulo de excitação. Janete puxou a calça dele para baixo, expondo seu pau já duro. Enquanto chupava Lucas, começou a masturbar o marido. Lucas, dominando a situação, segurou a cabeça de Janete e fodeu sua boca com estocadas firmes. Depois virou ela de quatro na cama, levantou o robe e enfiou o pau grosso na buceta molhada dela de uma vez só. Janete gritou de prazer: — Ai, que delícia... fode mais forte! Enquanto metia nela com força, Lucas olhou para Pedro e disse com voz grave: — Tira a roupa e vem aqui. Sua mulher quer ver você levando no cu. Pedro obedeceu. Ficou nu, de quatro ao lado da esposa. Janete, sendo fodida sem parar, esticou a mão e abriu as nádegas do marido. Lucas cuspiu na mão, passou no próprio pau e depois no cuzinho de Pedro. Devagar no começo, ele pressionou a cabeça grossa contra o anel apertado. Pedro gemeu alto quando sentiu o pau entrando, abrindo ele centímetro por centímetro. — Isso... toma esse pau, amor — gemeu Janete, excitada ao máximo ao ver o marido sendo arrombado. Lucas começou a meter mais fundo, alternando entre a buceta de Janete e o cu de Pedro, trocando de buraco com fome. Os dois gemiam alto, o quarto cheio de sons molhados e tapas de pele contra pele. Janete gozou primeiro, tremendo inteira enquanto apertava o lençol. Depois foi a vez de Pedro, gozando sem nem tocar no pau, só com o cu sendo fodido fundo. Lucas, por fim, puxou o pau e gozou forte nos dois — jatos grossos e quentes nas costas de Janete e na bunda aberta de Pedro. Exaustos e suados, os três caíram na cama. Janete, com um sorriso safado, beijou o marido e sussurrou: — Amanhã a gente pede o serviço de quarto de novo...
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