Eu dando para meu Alazao


O calor daquela tarde de sexta-feira em março era sufocante. Cheguei no sítio já com a camisa grudada nas costas, o cheiro de diesel da caminhonete ainda nas mãos, misturado com suor e poeira da estrada de terra. Estacionei de qualquer jeito perto do galinheiro, tirei as botas na varanda rangente e fui direto pra baia. Tinha passado o dia inteiro pensando nele. No Trovão. No jeito que ele me olhava diferente ultimamente, com aqueles olhos negros profundos, quase humanos de tão intensos.
Abri o trinco da porta de madeira e entrei devagar. O cheiro dele me acertou em cheio: suor de cavalo, feno seco, macho puro. Ele estava no fundo da baia, de lado, mas virou a cabeça assim que me viu. Deu um passo largo, depois outro, batendo o casco com força no chão de terra batida. O pau dele já estava saindo da bainha, grosso, rosado na ponta, balançando pesado entre as pernas traseiras. Não era mais disfarçável. Fazia uns três meses que a coisa tinha começado de verdade — primeiro um roçar “acidental” quando eu limpava a baia, depois ele encostando o peito largo em mim enquanto eu escovava, depois… depois eu parei de resistir.
“Ei, garotão… sentiu minha falta?” falei baixo, quase sussurrando.
Ele bufou forte pelas narinas, jogou a crina preta pro lado e veio direto. Não esperou carinho na testa nem cenoura. Empurrou o focinho quente no meu peito, desceu até a barriga, cheirando fundo, como se estivesse me catalogando. Minha mão foi automática pro pescoço dele, sentindo os músculos duros, o calor da pele. Mas ele não queria carinho. Queria mais.
Deu um passo pra frente, me obrigando a recuar até encostar na divisória de madeira. Senti as tábuas ásperas nas costas. Ele subiu as patas dianteiras nos meus ombros — o peso me fez dobrar os joelhos um pouco, o ar escapou dos pulmões. O pau dele, agora totalmente duro, encostou na minha coxa por cima da calça. Estava quente, pulsando, babando um fio grosso de líquido pré-gozo que molhou o jeans na hora.
“Caralho, Trovão… tu tá com pressa hoje, hein?”
Ele respondeu com um relincho baixo, quase gutural, e empurrou o quadril pra frente, esfregando aquela vara monstruosa contra mim. Eu sentia cada veia, cada latejada. Minha mão desceu, tremendo um pouco, e segurei ele. Não cabia na palma. Era grosso demais, quente demais, a pele macia deslizando sobre a rigidez de ferro por baixo. A cabeça inchada escorria mais, molhando meus dedos. Eu esfreguei devagar, sentindo ele pulsar na minha mão, crescendo ainda mais.
Ele não aguentou esperar. Deu um passo pra trás, me soltou das patas dianteiras, e girou o corpo, me empurrando de lado até eu ficar de frente pra parede da baia. Coloquei as mãos nas tábuas pra me equilibrar. Ele veio por trás de novo, o peito largo colado nas minhas costas, o focinho quente roçando minha nuca, mordiscando de leve a camisa. Senti as patas dianteiras subirem de novo, me prendendo contra a madeira. O pau dele escorregou entre minhas nádegas por cima da roupa, procurando, cutucando.
Rasguei o zíper da calça com as duas mãos, quase arrancando o botão. Baixei tudo de uma vez — jeans, cueca boxer, meias. Fiquei com a bunda de fora, o ar quente da baia batendo na pele arrepiada. Meu próprio pau estava duro pra caralho, babando no chão de terra, mas eu nem toquei nele. Era pro Trovão que eu queria tudo.
Ele encaixou. A cabeça grossa, quente e escorregadia, encostou bem na entrada. Empurrou devagar no começo, testando. Eu respirei fundo, forcei o corpo a relaxar. Ele sentiu e socou de uma vez — uns quinze centímetros entraram sem aviso. Gritei alto, o corpo todo se contraindo, as unhas cravando na madeira.
“Porraaaa… devagar, caralho!”
Mas devagar não era com ele. Puxou quase todo pra fora, deixando só a cabeça dentro, e meteu de novo, mais fundo. Senti meu cu se abrindo, queimando, esticando ao limite. A dor era forte, mas vinha junto com um prazer doentio, daqueles que fazem a cabeça girar. Ele começou um ritmo lento, mas brutal. Cada estocada entrava até bater no fundo, as bolas pesadas dele batendo contra as minhas, o som molhado ecoando na baia.
Eu gemia sem controle, empinando mais a bunda, abrindo as pernas pra receber melhor. “Vai… me fode… me arromba, vai…” As palavras saíam entre os dentes, roucas, sujas.
Ele acelerou. O ritmo ficou animal, curto e violento. Cada socada fazia meu corpo balançar pra frente, batendo no madeira. Meu pau babava sem parar, pingando fios longos no chão. Senti ele inchar ainda mais dentro de mim — a base engrossando, travando quase, como se quisesse me deixar preso.
De repente ele parou, todo enterrado. Bufou alto no meu ouvido, mordeu de leve meu ombro por cima da camisa. E então gozou.
O primeiro jato foi tão forte que senti explodir lá no fundo, quente, grosso, enchendo tudo. Ele continuou socando enquanto gozava, jorrando mais e mais, o sêmen escorrendo pelas minhas coxas, pingando no chão em poças brancas. Meu cu apertava em volta dele, pulsando, ordenhando cada gota. Eu não aguentei — gozei sem encostar em nada, jatos fortes batendo na divisória, o corpo todo tremendo, as pernas quase cedendo.
Ele ficou ali uns bons segundos, ainda pulsando dentro de mim, pingando os últimos fios. Depois desceu as patas dianteiras devagar, saiu com um som molhado e obsceno. Meu cu ficou aberto, latejando, escorrendo porra quente que escorria devagar pelas pernas, molhando as botas que eu tinha deixado do lado.
Caí de joelhos na terra, ofegante, o corpo suado, a camisa grudada, o cu ardendo deliciosamente. Olhei pra trás. Trovão estava parado, lambendo o próprio pau ainda semi-duro, depois veio e lambeu meu ombro uma vez, devagar, quase carinhoso.
“Filho da puta…” murmurei, rindo torto, a voz fraca. “Tu me destruiu hoje.”
Levantei devagar, as pernas bambas. Puxei a calça pra cima sem nem limpar, sentindo o sêmen dele escorrendo ainda, molhando a cueca, a calça. Fechei o portão da baia, olhei pra ele uma última vez. Ele me encarava, tranquilo, satisfeito, o pau voltando pra dentro da bainha devagar.
“Descansa aí, garotão…” falei, passando a mão na madeira. “Porque amanhã eu volto. E aí quem manda sou eu.”
Saí mancando um pouco até a casa, o rastro quente escorrendo pelas pernas, o corpo todo dolorido e saciado. Entrei no chuveiro frio, mas nem a água gelada apagou o sorriso safado que eu tinha no rosto.
Amanhã tinha mais. Muito mais.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Eu dando para meu Alazao

Codigo do conto:
257467

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
21/03/2026

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