Eu, Pedro, estava naquela balada gay no centro de São Paulo quando vi ele pela primeira vez. Paulo era um negão imponente: 1,90m de pura masculinidade, corpo forte e musculoso de quem malha pesado, pele negra brilhando sob as luzes, peito largo, braços grossos e uma cara de macho que fazia qualquer um engolir seco. A gente trocou olhares intensos na pista, e em menos de meia hora já estávamos conversando no canto escuro. A química foi imediata. — Vou te comer gostoso hoje — ele murmurou no meu ouvido, a voz grave e rouca, enquanto apertava minha cintura com uma mão enorme. Não perdi tempo. Convidei ele pra minha casa, que ficava ali perto. No Uber, já rolava mão boba: eu sentindo o volume monstruoso que ele carregava na calça, e ele apertando minha bunda com força, prometendo que ia me arrombar. Chegamos no apartamento e mal fechei a porta. Paulo me prensou contra a parede, me beijando com fome, língua dominando a minha. Tirei a camisa dele e quase gemi alto ao ver aquele peitoral definido, os gominhos do abdômen e os braços que pareciam feitos pra me segurar no lugar. Ele sorriu safado e tirou a calça. Quando o pau dele saltou pra fora, eu fiquei sem palavras. Era enorme. Um pau preto, grosso, veioso, com mais de 25cm fácil, cabeça rosada brilhando de pré-gozo e bolas pesadas penduradas. O cheiro de macho subiu forte, me deixando louco. — Chupa — ele ordenou, segurando minha nuca. Eu me ajoelhei ali mesmo no corredor e abri a boca o máximo que pude. Mal cabia. Lambi da base até a cabeça, sentindo o peso e o calor, depois forcei pra engolir o quanto dava. Paulo gemia grave, segurando minha cabeça e fodendo minha garganta devagar no começo, depois mais fundo, me fazendo babar tudo. — Isso, putinho... engole esse pauzão negro. Depois de me usar na boca, ele me levantou como se eu não pesasse nada e me carregou pro quarto. Tiramos o resto da roupa rapidinho. Eu estava duro pra caralho, mas perto dele meu pau parecia brincadeira de criança. Paulo me jogou na cama de quatro e cuspiu no meu cu. Começou a comer meu rabo com força, enfiando aquele monstro centímetro por centímetro. Doía gostoso, me esticando ao limite. Ele segurava meus quadris com aquelas mãos grandes e metia fundo, batendo as bolas pesadas na minha bunda. — Caralho, que cu apertado... — rosnava ele, socando cada vez mais forte. Fodemos assim por um tempo bom, ele me arrombando sem piedade, eu gemendo e pedindo mais. Depois veio a troca-troca bem forte que eu queria. Eu virei ele de costas, passei lubrificante e entrei nele. O cu do Paulo era quente, macio e surpreendentemente guloso pro tamanho dele. Meti com vontade, segurando aquela bunda musculosa e negra, ouvindo ele grunhir de prazer enquanto eu batia fundo. — Isso, me fode também, vai... — ele dizia, empinando pra mim. Troquei de novo: ele me virou, me colocou de lado e enfiou aquele pauzão de novo, me abrindo todo. Depois me colocou por cima, cavalgando ele enquanto ele segurava minha cintura e socava pra cima com força bruta. A gente alternava sem parar — eu dando, ele dando, suados, gemendo alto, o quarto cheirando a sexo e macho. No final, ele me colocou de quatro de novo e meteu com tudo, bem forte, até eu sentir ele latejar dentro de mim. Gozou uma porra quente e grossa, enchendo meu cu. Eu gozei logo depois, jorrando na cama enquanto ele ainda pulsava dentro. A gente ficou ali, ofegantes, corpos colados. Paulo ainda deu umas estocadas lentas, tirando o pau devagar e vendo o cu piscando, cheio da porra dele. — Da próxima vez eu te arrombo mais ainda — ele disse, sorrindo com aqueles dentes brancos. E eu já queria mais.
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