Dando para Garoto de programa

Era uma noite abafada em São Paulo, o tipo que deixa a cueca colada na bunda e o pau latejando o dia inteiro. Eu, Pedro, cheguei em casa puto de tesão. Tinha passado o dia inteiro imaginando rola, sentindo o cu piscar de vontade, e o pré-gozo já molhava a cueca desde o meio da tarde. Tomei banho, mas foi pior: a água quente escorrendo no pau deixou ele ainda mais inchado, a cabeça vermelha e brilhando, babando um fio grosso que pingava no chão do box.
Abri o app com a mão tremendo de sacanagem. Deslizei uns perfis meia-boca até que ele apareceu: Lucas. Olhos verdes de foder a alma, cílios longos, boca carnuda que já dava pra imaginar chupando tudo. Na foto sem camisa, pele morena dourada suada, tanquinho definido, aquela trilha de pelos pretos grossos descendo do umbigo e sumindo dentro de uma cueca boxer preta que mal continha o volume. O pau marcava grosso, a cabeça quase escapando pela perna da cueca. Bio: “Versátil, mas quando vejo cu gostoso eu viro só macho que mete até gozar dentro”.
Mandei sem rodeio:
“Tô com o cu piscando de tesão, rola babando na cueca.
Teu olhar já me arrombou na foto.
Desce aqui agora e me fode até eu não conseguir sentar amanhã.”
Resposta dele em 30 segundos:
“Manda o endereço, putinha. Tô saindo agora com o pau duro só de ler.”
Dez minutos depois, interfone. Abri a porta só de jockstrap preto, pau duro pra cima, babando no abdômen, cu já lubrificado com o dedo que enfiei no banho pensando nele.
Ele entrou, fechou a porta chutando, me olhou como se eu fosse o jantar. Sem dizer nada, me agarrou pelo pescoço com uma mão, apertou de leve e colou a boca na minha com violência. Língua invadindo fundo, chupando minha língua como se quisesse engolir. A outra mão já dentro do jock, apertando meu pau com força, esfregando o polegar na uretra aberta, espalhando o leitinho que escorria sem parar.
— Caralho, que rola gostosa… mas hoje quem manda aqui sou eu — rosnou no meu ouvido, mordendo o lóbulo até doer gostoso.
Me virou de costas na mesma hora, empurrou meu corpo contra a parede fria da entrada. Arrancou o jockstrap com um puxão, deixando minha bunda exposta. Deu um tapa forte que ecoou, depois outro, e mais outro, até minha pele ficar vermelha e ardendo.
— Empina essa bunda, vadia… mostra o buraco que tá pedindo rola.
Empinei sem vergonha, abri as pernas, segurei as nádegas e abri o cu com as duas mãos. Ele cuspiu direto no meu ânus, viu o cuspe escorrer pra dentro, depois enfiou dois dedos sem aviso. Abriu, girou, achou a próstata e pressionou forte.
— Olha como tá molhado… esse cu já tá implorando pra ser arrombado. Quer minha rola crua, né, sua putinha?
— Quero… me fode sem camisinha, enche meu cu de porra quente — gemi, rebolando nos dedos dele.
Ele riu baixo, tirou os dedos, baixou a calça e a cueca. O pau dele saltou: grosso, veias saltadas, cabeça roxa e brilhando de pré-gozo, uns 20 cm fácil. Cuspiu na mão, passou no pau inteiro, alinhou a cabeça no meu cu e empurrou devagar.
A cabeça entrou com um estalo molhado, ardeu delicioso. Ele segurou minha cintura e foi enfiando até o talo de uma vez só. Senti os bagos dele batendo na minha bunda, os pelos pubianos roçando minha pele.
— Porra… que cu apertado… engoliu tudo, safado do caralho.
Começou a socar. Forte. Fundo. Sem dó. Cada estocada fazia meu pau balançar e babar no chão um rio de pré-gozo. O barulho era sacana pra caralho: ploc-ploc-ploc da pele batendo, meu gemido alto de puta no cio, o grunhido rouco dele.
— Rebola nesse pau, vai… engole até o saco… mostra que é minha cadela.
Eu rebolava como louco, empinando mais, abrindo o cu pra ele entrar mais fundo. Ele segurou meu cabelo, puxou minha cabeça pra trás, mordeu meu pescoço forte o suficiente pra deixar roxo.
— Isso… geme alto, quero os vizinhos ouvindo que tô te arrombando.
Me virou de frente, levantou minha perna direita no ombro dele, meteu de novo olhando nos meus olhos verdes nos dele. Socava sem parar, acertando a próstata a cada estocada, fazendo meu pau pulsar e jorrar pré-gozo sem controle.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo, Pedro… quero ver tua cara de macho gozando no pau alheio.
Apertou meu saco com a mão livre, massageou, apertou mais forte. Não aguentei: gozei sem encostar, jatos grossos e quentes voando até meu peito, escorrendo na barriga, pingando no chão. Meu cu apertou em volta da rola dele como um torno, pulsando forte.
— Caralho… goza apertando assim… isso… ordenha meu pau, vadia.
Ele acelerou, meteu mais fundo ainda, grunhindo alto. Enfiou até o talo, ficou parado tremendo e gozou. Senti jato atrás de jato de porra quente enchendo meu cu, escorrendo pelas coxas enquanto ele ainda pulsava dentro de mim.
Ficamos colados na parede, ofegantes. O pau dele amolecendo devagar, ainda dentro, o leitinho dele vazando devagar pelo meu cu aberto.
Ele beijou minha boca devagar, língua preguiçosa misturando com a minha.
— Te enchi todo, safado… agora esse cu é meu. Toda vez que quiser rola crua, me chama que eu venho arrombar de novo.
Deu um tapa leve na minha bunda melada de porra, pegou o celular e falou:
— Anota meu número. E da próxima vez, quero te ver de quatro na cama, algemado, implorando pra eu gozar no teu rosto também.
Saí dali com o cu ardendo, latejando, cheio de porra escorrendo pelas pernas… e já contando os minutos pra chamar ele de novo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dando para Garoto de programa

Codigo do conto:
254560

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/02/2026

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