Eu estava voltando do trabalho quando vi o Carlos sentado na calçada, todo fodido. Ofereci ajuda — comida, banho, cama — desde que ele topasse um troca-troca bem pesado. Ele aceitou. Quando chegamos no apartamento, Sofia, minha mulher loira de olhos verdes, estava no sofá de shortinho curto e regata fina, os bicos marcando o tecido. Assim que ela viu o garoto, os olhos dela brilharam de safadeza.
— Quem é esse gostoso? — perguntou, já lambendo os lábios.
— O Carlos. Ele vai ficar aqui hoje… e a gente vai brincar bastante — respondi.
Sofia sorriu maliciosa, já tirando a regata e mostrando os peitos médios, firmes, com bicos rosados.
— Perfeito. Tô doida pra ver vocês dois se comendo… e pra participar da loucura.
Assim que a porta fechou, a coisa explodiu. Empurrei Carlos contra a parede com força e Sofia veio por trás dele, apertando a bunda dele enquanto eu enfiava a língua na boca do garoto. Beijo bruto, mordidas, saliva escorrendo. Sofia puxou a calça dele pra baixo e já engoliu o pau grosso do Carlos até o fundo da garganta, chupando com fome.
— Porra… que boca gulosa — gemeu Carlos.
Eu arranquei minha roupa e meti meu pau na boca de Sofia enquanto ela mamava ele. Depois trocamos: eu fodi a garganta do Carlos com violência enquanto Sofia chupava as bolas dele e enfiava a língua no cu apertado.
Carlos se revoltou. Me agarrou pelo cabelo e me jogou no sofá. Sentou no meu pau de uma vez, quicando com força bruta, a bunda batendo nas minhas coxas. Sofia montou no meu rosto, esfregando a buceta molhada e lisinha na minha boca enquanto eu lambia e chupava o clitóris dela.
— Isso, come a buceta da tua mulher enquanto ele te arromba — ela gemeu, rebolando forte.
Eu metia os dedos na buceta dela e no cu do Carlos ao mesmo tempo. De repente Carlos saiu de cima de mim, agarrou Sofia pelos cabelos loiros e enfiou o pau na boca dela com estocadas violentas. Ela engasgava, baba escorrendo nos peitos, mas olhava pra ele com olhos tarados, pedindo mais.
Eu me levantei, cuspi no pau e meti tudo no cu do Carlos enquanto ele fodia a boca da minha mulher. Metia com raiva, dando tapas fortes na bunda dele. Sofia se masturbava olhando a cena, gemendo:
— Arromba ele, Pedro… depois quero ver ele te comer enquanto eu sento na cara dele.
A gente trocou de posição sem parar. Joguei Sofia de quatro no chão, meti na buceta dela enquanto Carlos fodia o cu dela por trás ao mesmo tempo (dupla penetração bruta). Ela gritava de prazer, loira suada, olhos verdes revirando.
Depois Carlos me derrubou, me virou de quatro e me arrombou com força enquanto eu comia Sofia de frente. Ele segurava minha cintura e estocava fundo, batendo as bolas, xingando:
— Toma no cu, Pedro! Sua mulher tá vendo como você é puto!
Sofia ria safada, puxava meu cabelo e enfiava a língua na minha boca enquanto eu gemia. Depois ela montou no Carlos, quicando no pau dele com violência, os peitos loiros pulando. Eu meti no cu dela por trás, os dois paus esticando os buracos dela ao mesmo tempo. Sofia delirava:
— Mais forte, seus machos! Me rasguem! Tô louca pra levar porra dos dois!
A gente fodeu o apartamento inteiro: na parede, no sofá, no chão, na cama. Eu comendo Carlos enquanto Sofia sentava na cara dele. Carlos me arrombando enquanto eu chupava a buceta da Sofia. Sofia chupando nós dois ao mesmo tempo, engolindo porra, lambendo cu, pedindo tapa na cara e no corpo.
No final, eu estava metendo no cu do Carlos com tudo, ele gemendo alto. Sofia debaixo dele, chupando as bolas e o pau do garoto. Gozei primeiro, enchendo o cu dele de porra quente. Carlos gozou na boca da Sofia, que engoliu tudo com fome. Depois eu puxei ela e gozei o resto na cara loira dela, misturando com o leite do Carlos.
Sofia, toda melada, sorriu com aqueles olhos verdes tarados:
— Isso foi só o começo da noite, né?
E não parou. Depois do banho rápido, a gente continuou até de madrugada: dupla penetração, tapas, mordidas, puxões de cabelo, os três suados e rosnando como animais. Sofia era a mais louca, pedindo pra ser usada, pra ver eu e Carlos nos comendo, pra levar porra na buceta, no cu e na boca.
De manhã, Carlos estava marcado de tapas e mordidas, Sofia com o cabelo loiro bagunçado e sorriso safado, e eu exausto mas satisfeito.
— Se precisar de ajuda de novo… — falei pro Carlos.
Ele olhou pra Sofia e pra mim:
— Pode chamar. Da próxima eu quero ver vocês dois me usando juntos… e depois eu fodo os dois.
Sofia lambeu os lábios:
— Combinado. Tô sempre doida pra mais loucuras.