Eu, meu alazao e minha mulher


Eu e a Sara estamos juntos há uns quatro anos. Ela tem 28 anos, loira natural, cabelo liso que vai até metade das costas, olhos verdes que parecem brilhar quando tá com tesão, corpo sarado de academia, peitos firmes tamanho 42/44, bunda redonda que enche a calça jeans. Sempre foi safada na cama, adora ser dominada, adora sentir que tá sendo “usada” até não aguentar mais. Mas nos últimos meses ela começou a confessar umas fantasias pesadas… e uma delas era exatamente essa: transar com um cavalo.
A gente tem um sítio pequeno no interior de São Paulo, herdei do meu avô. Lá tem o Thor, meu garanhão Mangalarga Marchador, preto, forte pra caralho, mais de 1,70 de cernelha, pinto que quando fica duro chega fácil nos 50-60 cm de comprimento e grosso como meu antebraço. Eu já tinha visto ele cobrindo égua algumas vezes, e a Sara ficava olhando fixo, mordendo o lábio, as coxas se apertando. Um dia ela chegou pra mim no quarto, pelada, já molhada escorrendo pela perna, e disse baixinho:
“Pedro… eu quero o Thor. Quero sentir ele dentro de mim. Me ajuda?”
Eu fiquei com o pau latejando na hora. Não vou mentir: a ideia me deu um tesão doentio. Ver minha mulher se entregando assim, sendo fodida por um animal daquele tamanho, me dominou. Respondi só com um “quando você quiser”.
Escolhemos uma tarde de domingo, sol baixo, ninguém por perto. Levei o Thor pra dentro do galpão maior, limpei o chão com feno fresco, coloquei uma manta grossa dobrada em cima de um banco largo de madeira que usei como apoio. Sara chegou vestindo só uma camisola curta branca, sem calcinha. Os bicos dos peitos já tavam duros marcando o tecido. Ela tremia de nervoso e excitação.
Tirei a camisola dela devagar, beijando o pescoço, apertando os peitos, enfiando dois dedos na buceta dela que já tava encharcada. Ela gemia baixo:
“Me prepara, amor… me abre bem pra ele.”
Ajoelhei atrás dela, lambi o cuzinho e a buceta dela até ela tremer toda, depois enfiei três dedos na xota, abrindo devagar, preparando. Ela empinava a bunda, pedindo mais. Quando vi que tava bem dilatada e escorrendo, chamei o Thor.
O cavalo já tava inquieto, sentindo o cheiro dela. Segurei a rédea curta, deixei ele cheirar a buceta da Sara. Ela ficou de quatro em cima do banco, bunda empinada, pernas abertas. Thor deu umas fungadas fortes, o pinto dele começou a sair da bainha, rosa escuro, grosso, pingando pré-gozo. Sara olhava pra trás, olhos vidrados:
“Meu Deus… olha o tamanho, Pedro… me ajuda a aguentar.”
Segurei o pau do Thor com as duas mãos — mal cabia —, esfreguei a cabeça grossa na entrada da buceta dela. Ela gemia alto, empurrando pra trás. A cabeça entrou com dificuldade, esticando os lábios da xota dela ao limite. Sara gritou, mistura de dor e prazer:
“Caralho… tá me rasgando… não para, enfia mais!”
Eu empurrava o quadril do Thor devagar, centímetro por centímetro. Uns 30 cm já tavam dentro, a barriga dela inchando visivelmente com o volume. Ela babava, olhos revirando, unhas cravadas na madeira:
“Mais… por favor… quero tudo…”
Não cabia tudo, óbvio. Uns 45 cm no máximo, e já tava batendo no fundo do útero dela. O pau do Thor pulsava forte dentro, grosso pra caralho, veias saltadas. Sara gritava:
“Fode, Pedro! Faz ele foder!”
Segurei a rédea e mexi o cavalo devagar, pra frente e pra trás. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem loucamente, a barriga subir e descer. Ela gozou na terceira estocada, esguichando forte no feno, corpo convulsionando, gritando rouca:
“Tô gozando no pau do cavalo… caralho, tô gozando tanto!”
Eu tava louco de tesão. Tirei a calça, enfiei meu pau na boca dela enquanto o Thor continuava metendo. Ela chupava desesperada, babando, gemendo com cada investida. O cheiro era forte — suor, buceta molhada, animal. Depois de uns minutos o Thor começou a tremer, os testículos enormes subindo. Sara sentiu e implorou:
“Dentro… deixa ele gozar dentro de mim!”
Segurei firme. O cavalo relinchou baixo e começou a jorrar. Porra grossa, quente, litros. Saiu tanto que transbordou da buceta dela, escorrendo pelas coxas, pingando no chão. A barriga dela inchou mais ainda, parecia grávida de tanto sêmen. Ela gozou de novo só com a sensação, olhos brancos, corpo mole.
Quando o Thor amoleceu e saiu, um jato de porra escorreu dela como uma torneira. Sara caiu de lado no banco, ofegante, buceta vermelha, aberta, escorrendo branco. Olhou pra mim com um sorriso safado, exausta:
“Amor… me limpa com a língua agora.”
Ajoelhei e lambi tudo — o gosto salgado, grosso, misturado com o mel dela. Ela gemia baixinho, acariciando meu cabelo:
“Você é o melhor marido do mundo…”
Depois disso a gente voltou pra casa. Ela dormiu a tarde toda, sorrindo. E eu? Fiquei pensando que, se ela quiser de novo, eu ajudo. Porque ver minha Sara assim, entregue, saciada daquele jeito… é o tesão mais foda que eu já senti na vida.
É isso. A gente tem segredos pesados, mas são nossos. E o Thor? Bom… ele virou o “terceiro” oficial do sítio.

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Comentários


foto perfil usuario andersonaguiarsp197

andersonaguiarsp197 Comentou em 22/03/2026

Que top heim. Amett Pessoal vendo videos todos os tipos interessados chama Andersonaguiar1o77 ou zap 62 98137-1007 DISSE VENDO AO HOMENS QUE ACHA.QUE ME ENGANAM. s mulheres dependendo de nossa conversa envio🤤




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Eu, meu alazao e minha mulher

Codigo do conto:
257466

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
21/03/2026

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