Era uma noite quente de verão, daqueles que fazem a pele grudar no lençol e a cabeça latejar de tanto calor. Eu, Pedro, estava sozinho em casa, só de short folgado, assistindo um filme qualquer na sala escura quando a campainha tocou. Olhei o relógio: quase meia-noite. Abri a porta e lá estava ela… minha sobrinha, a filha da minha irmã mais nova. Chama-se Larissa. Dezoito anos recém-completos. Cabelos negros longos, lisos e brilhantes que caíam até a cintura como uma cascata de seda escura. Corpo escultural, daqueles que parecem esculpidos em mármore: seios firmes e empinados, cintura fina, quadril largo, bunda redonda e empinada que balançava a cada passo, pernas longas e torneadas. Vestia um shortinho jeans curtíssimo que mal cobria a metade das coxas grossas e uma blusinha cropped branca, sem sutiã, os bicos dos seios marcando o tecido fino. Os olhos castanhos escuros brilhavam com uma mistura de vergonha e tesão. — Tio Pedro… posso entrar? Preciso falar com você. É sério. Deixei ela passar. Sentamos no sofá. Ela cruzou as pernas, nervosa, mordendo o lábio inferior. O short subiu tanto que vi o contorno da calcinha rosa por baixo. Meu pau já começou a latejar só de olhar. — Tio… eu sou virgem — ela soltou de repente, voz baixa e rouca. — Nunca fiz nada. Nenhum beijo de verdade, nada. Mas eu quero… quero que você tire minha virgindade. Quero que você me ensine TUDO. Quero aprender a trepar como uma puta fogosa, sacana, sem limites. Quero que você me foda de todas as formas, me faça gozar até eu não aguentar mais, me ensine a chupar pau, a sentar gostoso, a rebolar, a pedir pra levar na bunda, tudo. Por favor, tio… você é o único homem que eu confio pra isso. Me faz mulher de verdade. Meu coração quase parou. O pau ficou duro na hora, empurrando o short. Ela viu. Sorriu tímida, mas os olhos queimavam. — Larissa… você tem certeza? Eu sou seu tio, caralho… — Certeza absoluta — ela sussurrou, já se aproximando. Colocou a mãozinha quente na minha coxa e subiu devagar até apertar meu pau por cima do tecido. — Olha como você tá duro… eu quero isso dentro de mim. Quero que você me rasgue, que me faça sangrar um pouquinho e depois me faça gritar de prazer. Me ensina a ser safada, tio. Por favor… Não aguentei. Puxei ela pro meu colo. Nossos lábios se encontraram num beijo faminto, língua dela entrando na minha boca como se tivesse fome de anos. Ela gemia baixinho enquanto eu apertava aquela bunda dura com as duas mãos, abrindo as bandas por cima do short. Tirei a blusinha dela num puxão. Os seios saltaram livres: mamilos rosados, duros como pedrinhas. Chupei um com força, mordendo de leve, enquanto ela arqueava as costas e segurava minha cabeça. — Ai, tio… morde mais forte… quero marca sua em mim… Desci o short e a calcinha dela de uma vez. A bocetinha era uma delícia: lisinha, depilada, os lábios inchados e brilhando de tesão. Um filete de lubrificação escorria pela coxa. Abri as pernas dela e passei a língua devagar, de baixo pra cima, sentindo o gosto doce e virginal. — Hummm… que bocetinha gostosa… — murmurei, enfiando a língua dentro. Ela gritou, segurando meus cabelos. — Tiooo… isso… lambe minha virgindade… me faz molhar toda pra você me foder depois… Chupei o clitóris inchado enquanto enfiava um dedo devagar. Ela era apertadíssima. Rebolava no meu rosto, gemendo alto: — Mais dedo, tio… me abre… quero caber seu pau inteiro… me faz virar uma vadia que aguenta rola grossa… Levantei ela no colo e levei pro quarto. Joguei na cama, tirei meu short. Meu pau pulou pra fora: 20 cm grosso, veias pulsando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Os olhos dela arregalaram. — Caralho, tio… é enorme… vai caber? — Vai caber sim, safada. Você pediu pra aprender a trepar fogosa, né? Então abre essas pernas e pede direito. Ela se ajoelhou na cama, olhos pidões, e falou com voz manhosa e puta: — Tio Pedro… por favor… enfia esse pauzão na minha bocetinha virgem. Me rasga devagarinho primeiro, depois me fode forte. Quero aprender a rebolar gostoso enquanto você me come. Depois quero chupar até você gozar na minha boca e me ensinar a engolir tudinho. E amanhã quero que você me foda no cu também… quero ser sua putinha particular, tio. Me usa como quiser. Segurei o pau e esfreguei a cabeça na entradinha molhada. Empurrei devagar. Ela gemeu alto quando a cabeça entrou, esticando as paredes virgens. — Ai, que delícia… dói gostoso… mais, tio… me fode toda… Entrei centímetro por centímetro até bater no fundo. Ela tremia, unhas cravadas nas minhas costas. Comecei a estocar devagar, depois mais forte. A bocetinha apertava meu pau como um punho quente e molhado. Larissa rebolava instintivamente, aprendendo rápido: — Isso, tio… assim… me fode mais fundo… quero sentir suas bolas batendo na minha bundinha… ai, caralho, tô virando puta mesmo… Virei ela de quatro. Segurei aqueles cabelos negros longos como rédea e meti com força. A bunda estalava contra minha barriga. Ela gritava: — Me bate na bunda, tio! Quero ficar vermelha! Me chama de putinha da família! Dei tapas fortes enquanto metia. Ela gozou pela primeira vez, esguichando no meu pau, corpo tremendo inteiro. — Tô gozando, tiooo… sua rola me fez gozar pela primeira vez… não para! Tirei o pau e enfiei na boquinha dela. Larissa chupou com vontade, aprendendo na marra: lambia as bolas, engolia fundo até engasgar, saliva escorrendo pelo queixo. — Assim, safada… engole mais… boa menina… vai aprender a mamar pau como profissional. Gozei na língua dela. Ela engoliu tudo, limpando o pau com a língua, olhos brilhando de tesão. — Delícia, tio… quero mais. Me fode a noite toda. Quero aprender todas as posições, quero levar no cu, quero que você me faça squirt, quero acordar com seu pau na boca todo dia… Passamos a noite inteira. Fodi ela no cu devagarinho depois de lubrificar com saliva e porra. Ela rebolava pedindo mais: — Mais fundo no meu cuzinho virgem, tio… me rasga a bundinha também… tô virando uma vadia completa pra você… De manhã, Larissa acordou com meu pau na boca, chupando gostoso enquanto gemia: — Bom dia, tio… agora eu sei trepar fogosa pra caralho. Obrigada por tirar minha virgindade… e por me ensinar a ser a putinha mais safada da família. Quando você quiser, é só chamar… minha boceta, minha boca e meu cu são seus pra sempre. E assim, minha sobrinha linda virou a mulher mais fogosa que já fodi na vida.
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